Notas iniciais
Olá, gente, obrigada por comentarem fico muito animada em continuar a fic. Eu sei que eu demoro para postar... É porque eu gosto de reler o cap antes de postar para ter certeza que tá tudo ok, mesmo assim acabo achando alguns errinhos depois, sei lá. E por causa da imagem de início do cap para dar uma combinadinha, de qualquer forma, cap novo:

Capitulo 5:

Você pode relaxar? Você foi ótima! Meu subconsciente gritava comigo.

Minhas mãos suadas faziam com que a garrafa de água escorregasse pelos dedos, caindo, assim, pela quinta vez.

Estava nos últimos minutos do jogo, o que seria revelado qual torcida fora melhor e, nosso time estava em empate, quer dizer eu estava bastante nervosa.

Eu sei que nós iriamos ganhar, não com touchdown, mas algo suficiente pra o desempate.

Foi quando o wide-receiver, Sirius atravessou o endzone ficando próximo a linha do gol, esperando algum tight-end. Felizmente e num timing perfeito, Fabian Prewett – acrescentando que é um ruivo divino – arremessou a bola perfeitamente num ângulo acima da cabeça de Sirius, onde estavam suas mãos.

Assim que a bola encostou-se a seus dedos ele atirou-a no chão.

O campo foi tomado não só pela voz do locutor como a torcida inteira pulando nos jogadores e até mais famoso dos atos, jogaram a água que anteriormente era gelo no treinador.

Eu sou amassada entre James e Sirius – depois daquele grande abraço grupal – e depois vem o resto dos jogadores e eu me sinto feliz por não surtar e reclamar por eu estar sem ar. Mas, tudo bem. Estamos todos felizes.

–Eu ficaria mais feliz se vocês tirassem essa armadura – eu indico para as ombreiras de Sirius.

–Eu disse que você não resistia ao meu corpo muito sexy – Sirius diz quando eles a tiram.

–E eu não resisto. Por isso, eu aceito seu abraço – eu digo abrindo os braços.

Meus olhos se fixam em James enquanto ele espera Sirius e eu pararmos de brincar. Ele sorri. Lembrei do beijo que eu havia dito. Seus lábios pareciam esperá-lo.

Quando finalmente Sirius e eu nos soltamos, sou tomada pelo braços grande de James, juntando-me fortemente ao seu tórax delirante.

–Vou ter que elogiar seu touchdown – eu digo cutucando seu abdômen. – Foi incrível!

–Obrigado – agora ele segura minha nuca. – Você fora espetacular – ele se curva, eu fecho os olhos, e ele me beija mansamente.

Eu tento, sinceramente, não ouvi as pessoas gritando. Mas, elas, como eu disse, gritam!

Eu afasto James, da maneira mais delicada possível para ele não questionar, mas ele o faz.

–O que foi?

Eu olho para o nosso redor, e realmente as pessoas pararam para ver. Ele acompanha meu olhar rapidamente e revira os olhos para mim dizendo:

–Você tem vergonha? De mim ou...?

–Não tenho vergonha de você! – Eu agora olho nervosamente para Dorcas que fica batendo palmas animadamente para isso, fazendo ela e cia fingirem que não estão olhando. – Só acho que não tenho que expor tudo. Como se não bastasse ser cheerleader – agora eu falo pra mim mesma. Mas James diz depois de pegar meus pompons e sua "armadura":

–Não, tudo bem, eu te entendo – ele põe o braço livre sobre mim e começa a andar, já que todos começaram a sair do estádio do colégio Oxford.

–Não me entende, não. Se depender de você poderia ter um outdoor seu nu e você acharia o máximo.

Ele sorri rapidamente.

–É acharia. Mas, não se fosse você no outdoor – diz seu lado possessivo. – Eu entendi, mas quer dizer que eu não posso beijar você nunca se tiver alguém por perto?

–Não – eu digo depois de um tempo. – Não queria ali. Não tinha só o time e a torcida do colégio. Tinha pais, professores, pessoas daqui de Oxford, todas ali só de plateia.

Nós entramos no ônibus e o barulho é mais abrangente, fazendo com que James fale uma duas vezes e eu ainda não o escuto. Ele se espreguiça, põe o braço nos meus ombros e se inclina no meu ouvido fazendo com que seus lábios encoste no lóbulo.

–Não precisa ter vergonha. Além do mais você está comigo – ele beija minha orelha em seguida.

–E eu lembro que você trapaceou – eu digo me aproximando dele.

–Eu? Quando?

–Era só um beijo – eu respondo. – Tecnicamente você está me devendo um.

Ele roda os olhos e me beija devagar.

O estrépito externo cessa, e eu não abro os olhos, apenas acaricio a nuca de James. Mas, alguma coisa faz um estrondo tão próximo de nós que abro os olhos assustada.

Alene está parada bem defronte a cadeira de James. Eu não sei o que ela usou para fazer aquele estrondo, só sei que funcionou.

–Muito linda essa cena – ela diz sarcasticamente. – Eu lembro muito bem, Srta. Evans e Sr. Potter, de que afetos físicos não são permitidos quanto a essas circunstâncias – ela aponta para um adesivo colado onde se coloca as malas de mão e nele estava um "não" bem grande em cima de afetos físicos.

Eu abro a boca, só que James começou a falar:

–Alene, você nunca foi adolescente? Sabe como é difícil segurar os hormônios? Ainda mais depois dessa espetacular vitória, não só do time como da torcida.

Ela suaviza a carranca.

–Dessa vez passa – ela diz. – Mas, se houver mais alguma coisa... – Ela simplesmente saiu.

Eu e James afundamos nas cadeiras.

–O que ela pode fazer pra nos punir? – Eu pergunto, depois que ela está seguramente longe.

–Eu, normalmente, nada, mas ela poderia te cortar de um jogo ou dois – ele fala como se comentasse sobre o clima.

–Por que você não?

–Sabe, o treinador não liga para as lorotas de Alene – ele mexe a cabeça. – Ele sempre diz o contrário do que ela dita – ele aponta para outro adesivo, dessa vez escrito "beijos livres".

Nos divertimos na piscina depois que voltamos para o hotel. Já que só sairíamos às onze da noite e eram seis quando todos estavam na piscina, então às oito vamos jantar no restaurante do hotel, e passar uma hora no SPA -- Emmeline, Lalita, Dorcas, eu e outras da torcida – e depois as dez vamos para o quarto nos arrumar.

Felizmente, assim dizendo, só irão dois "grupos" para essa boate. As pessoas que eu falo, mas não sou chegada como irmãos Prewett, Amos, Dorcas, Marlene irão primeiro. E depois Lalita, Emme, James, Sirius e eu, assim não daríamos muita bola.

Coloco um vestido preto de linho, tendo uma faixa de pelo menos três dedos de largura preta com brilho prateado e no comprimento da minha coxa. Meus cabelos caem pelas costas em cachos largos – parecem que eu simplesmente nasci com eles! –, calço um sapato peep toe preto e prata, e uma bolsa de mão prateada.

Emme veste uma blusa chiffon rosa, por cima um short cintura alta em paetê branco, seus sapatos são rosa, e seu cabelo loiro também fora cacheado só que os cachos mais definidos.

Lalita pôs uma blusa preta de manga três quartos que era acima do seu umbigo, uma saia longa com estampas indianas amarelo, e uma sandália alta prateada. Seus cabelos escuros tinham apenas algumas mechas presas em flores pequenas que brilhavam bastante.

Nossas maquiagens não estavam no alto do exagero. Sendo assim o mais nude possível.

Eu abro a porta para Sirius. Ele está com uma camisa branca por baixo da jaqueta, calças e sapatos escuros. Seu cabelo longo e ondulado cai para o lado levemente reluzente com o brilho dos seus olhos azuis eletrizantes.

–Tomei a liberdade de fazer isso – ele estende três carteiras de identidade. – Sabe só para maiores de 18!

–Eu tinha me esquecido totalmente – eu digo pegando a minha. – Onde conseguiu essa foto?

–James roubou do registro escolar, nada demais – ele dá nos ombros e a única coisa que eu tenho que fazer é rolar os olhos.

–E onde é que está ele? – Emme pergunta ficando do meu lado. – Estamos prontas.

–Calma, ladies, – ele diz charmosamente. – Me acompanhem!

Nós saímos do hotel e demos de cara com um carro prata. James saiu dele sorrindo ladinamente com uma camisa azul escura, calça jeans e sapatos escuros.

–Estou curiosa, Sr. Potter, onde o senhor conseguiu esse carro – eu digo quando ele se aproxima.

–Muitos contatos, Srta. Evans! – Ele toca minha bochecha. – Você está linda.

–Você não tá nada mal – eu sorrio me lembrando que já havia dito aquilo.

–Lily...

–Tá, você está muito mais gostoso que o Sirius, satisfeito? – Eu pergunto rindo.

–Eu sempre fui mais gostoso que o Sirius – James diz rolando os olhos. – Por favor!

–James, não force, eu sou o perfeito de nós dois – Sirius contradiz. – Agora tratem de entrarem no carro antes que algo ou alguém faça com que essa noite não passe de sonho.

James dirige até chegarmos num local que por fora era meio misterioso e por dentro tudo colorido em neon, tudo vibrante. Fico feliz por terem tomado providência da carteira já que eu ainda não tenho 18, e se fosse o caso ficaria do lado de fora porque eles não deixariam a noite por causa dos meus terríveis esquecimentos.

Eu só bebo energético, porque eu quando bebo acabo agindo de forma inapropriada, eu diria. E o único que gostaria disso é James, ou talvez odiasse. Era capaz deu beijar todos menos ele, ou arrastá-lo para um canto até eu desmaiar de bebedeira ou sono.

Eu danço, eu converso com pessoas que eu nunca vi, mas está tudo bem, porque a nossa pontuação da torcida fora melhor do que a deles (Oxford).

Eu tento realmente acreditar que James pegador foi embora e James perseguido havia tomado seu lugar. Era difícil, e depois do nosso encontro eu estava acreditando que havia uma chance disso dá certo. Como sempre, a sorte nunca está do meu lado, deve ser o karma ou algo desse gênero, é incrível. Eu pego uma garota se esfregando em James, e apesar do meu lado ciumento ter sumido por uns tempos ele voltou com toda força, eu simplesmente fiz cara de desgosto e me sentei numa cadeira do bar quando Dorcas vira para mim e diz toda animada vulgo bêbada:

–O que você está fazendo? – Ela não espera. – Vamos fazer uma brincadeira com tequila topa?

Topa? É claro que eu topo. Eu topo tudo. Se duvidar, se alguém tivesse me oferecido êxtase eu teria aceitado cegamente, porque eu transformo ciúmes e raiva em diversão.

Eu não deveria ter ficado ciumenta, James não é absolutamente nada mais do que meu amigo. Mas, eu sou assim, e dane-se quem não gosta.

–O que você está fazendo? – Alguém segura meu pulso.

O que as pessoas querem comigo? É sempre: “o que você está fazendo?”, “onde você está?” e “que horas você chega?”.

Eu empurro bruscamente o ser, ao perceber que era James.

–Por favor, James, eu sou estou me divertindo como você – eu uso meu tom seco.

–O que foi agora?

–O que foi agora? – Eu pergunto e ele assente confuso. – Já disse, vê se me deixa em paz e vai voltar a se divertir com a morena.

Eu bebo outra duas doses de tequila de vez. O que faz James segurar minhas mãos quando pego a terceira.

–Aquilo não foi nada.

–Nada comparado ao que você faz, não é?

–Escuta um pouquinho, certo? – Eu balanço a cabeça com sua pergunta. – Ela me agarrou e depois eu a tirei, você simplesmente viu no momento em que ela me agarrou.

Ele fixa nossos olhares. Eu estava bêbada, não muito porque no jogo eu era muito boa, o que só rendeu a eu falar coisas abruptamente e que eu não diria em meu estado sóbrio.

–Quem era ela pelo menos? – Eu digo desviando dele.

–Eu não sei! Eu disse que estava acompanhado! – Agora ele coça a testa e desvia de mim.

–Ok.

–Ok o que?

–Isso – eu digo. – Vamos dançar.

Isso é meio inapropriado. Eu, tequila e James nunca mais! Não dançamos pulando, ou dois pra lá dois pra cá. Era até conveniente para o local onde estamos, e os outros também "dançaram" assim. Mas, é inviável que minhas costas estejam tão coladas contra seu tórax.

Engraçada, eu juro que eu pedi para Emme e Lalita me tirarem da minha impertinência antes de entrarmos na boate, mas elas estavam bem ocupadas. Lalita dançava com um carinha loiro e bonito, e Emme com o Sirius – estranhamente.

E tudo se torna mais quente e impertinente quando estamos dançando com os lábios com um centímetro de distância. Quando Sirius interrompe:

–Temos que voltar, Lalita está vomitando!

–Eu achava que indianos tinham organismo forte – eu comento idiotamente fazendo Sirius sorri.

–Ela estava a menos de um minuto ali – James aponta.

–É, já faz uns três minutos! – Sirius exclama dando um murro franco no ombro de James.

–Vamos pegar a Lalita e a Emmeline, fique com o carro aqui na frente – eu digo a Sirius pegando a mãos de James e o arrastando até encontrá-las.

Minhas costas encontram com a parede do quarto do hotel de James. Essa era a inapropriação da noite, eu diria. Meus dentes puxam sutilmente seu lábio inferior e ele fala alguma coisa pequena e volta a me beijar ferozmente. A cada contato de nossas peles eu sinto a eletricidade percorrer pela minha espinha.

Eu o empurro para sentar na cama, e ponho meus joelhos em cada lado do seu corpo. Meu corpo descansa no colo enquanto ele beija e morde da minha orelha a minha clavícula.

Eu solto um gemido pelos lábios quando sinto o calombo na sua calça. Eu tiro rapidamente sua camisa e desabotoo sua calça, mas continuamos nos acariciando.

Ele joga meu cabelo para o lado e procede com os beijos do lado direito do meu pescoço quase na nuca fazendo-me eriçar. Sua mão se estende da minha coxa até minha virilha, antes que ele pudesse chegar lá, a porta se abre num apressuro.

Sirius põe a mão nos olhos teatralmente e depois se joga na sua cama.

–Eu agradeceria se vocês não fizessem muito barulho – ele diz e se cobre, assim de sapato e tudo.

–Eu não consigo nem te beijar com ele aqui – eu digo a James e faço uma careta.

–Numa coisa nós concordamos – ele me dá um selinho. – Vamos dormir?

Notas finais
Wow, esse foi um cap mais indecente (e beeeem curtinho)... Gente, se vocês não gostam de ler fics mais hot, por favor, pulem algumas partes que vai ter no decorrer da fanfiction. Mas, não parem de seguir a fic, James e Lily agradecem.