On The Top Of The World - JiLy
14 Capítulo 13
—Nossas roupas chegaram – Lalita fala quando começa o treino, fazendo todas pararem de olhar para Alene e dar atenção a ela. – Meus pais chegaram hoje de manhã, e são mais bonitas ao vivo.
—Você trouxe pelo menos? – Eu pergunto.
—Calma, Lils – ela dá uma risadinha. – Depois da aula vamos direto lá para casa.
—Mas, eu tenho...
—Mas, nada Lily. James vai ter que se segurar até de noite.
James sabia que iriamos apresentar uma dança sexy no seu aniversário, ele só não sabia mais detalhes.
E ele, provavelmente, irá amar me ver apresentando algo sexy para ele, ainda mais nas circunstancias atuais.
Lalita continuava naquela mesma bebedeira. Quer dizer, todos tínhamos problemas e tentávamos resolver da nossa própria maneira. Os pais da Lalita não aceitam o fato dela namorar um inglês, e ainda sendo Sirius Black. O que resultou em uma das festas que ela deu, uma Lalita embriagada. E de novo eu estava lá para cuidar dela.
—Emme – eu a puxo pelo braço.
Não fazia muito tempo que estávamos na casa da Lalita e tinha muita comida, então ficamos comendo e assistindo TV. Eu estou de olho em Emmeline. Ela acaba de levantar, obviamente para miar – quer dizer vomitar na língua dos que se veem gordos.
—O que foi, Lily? – Ela pergunta parando.
—Eu vou com você.
Eu a vejo rodar os olhos. Eu olho para trás e Lalita me encoraja a segui-la.
—Emmeline Vance – eu digo quando entramos no banheiro gigante.
—Odeio quando você me chama assim.
—Eu sei, quer dizer que eu estou falando sério.
Ela sai do box individual, e fica me fitando com seus olhos azuis através do espelho. Passa a mão pelos seus cabelos louros e crescidos.
—O que foi?
—Vomitar direto causa gastrite.
—Eu sei.
—Você sabe é? E porque faz isso?
—Porque eu me arrependo no fim.
—De comer açúcar? – Ela assente. – Emme, todas nós nos arrependemos por comer doces. Mas, depois a gente fica mais meia hora na esteira, para extrair a culpa.
—Ah Lily, estou cansada dela falar que eu preciso ser menos gorda. Eu só quero que ela cale aquela boca cheia de Botox. E porque você está me falando isso Lily? Você mesmo não come nada, o dia inteiro, com duas latas de energético na barriga e nicotina!
—Eu sei que eu não sou grande exemplo de uma alimentação saudável. Mas, Emme, eu não fico comendo e vomitando. Ou passo o dia inteiro com a boca fechada, para no meio da noite se entupir de cookies!
Ela começa a chorar.
—Viu? Eu sei que eu sou uma puta gorda, Lily.
—Você está mais para uma puta esquelética, Emme – eu falo a abraçando. – Eu quero que você entenda, que você está até muito magra, sua pele está ressecada, seu cabelo e unhas fracos, e tudo isso por uma ilusão psicológica! Eu quero que se ajude, para ajudar eu, a Lalita, o Sirius, e o Jay. Estamos todos preocupados com você.
Ela assente.
—Vocês têm que entender que faltam duas semanas – a voz da Lalita preenche meus ouvidos, quando voltamos. – E amanhã é o jogo da Gryffindor versus Ravenclaw, então levantem essas bundas preguiçosas e vamos que vamos.
Dessa vez eu fico na ponta da pirâmide. Porque segundo Dorcas, minha bunda é perfeita para fazer o time da Ravenclaw voltar a jogar abobados.
Eu já tinha feito aquilo há anos. Ficar na ponta da pirâmide. Eu só ouço o barulho animador da plateia e dos jogadores. E eu estou cada vez mais animada. Quando meus pés se equilibram nas mãos de Marlene e Lalita, eu olho para a plateia e jogo um beijo. E eu percebo minha visão escurecer, enquanto meu corpo cai para trás, e eu só ouço meu nome sendo gritado.
—Que porra essa? – Eu acordo desesperada, e percebo que estou com cateteres.
—Lily – James me chama. Ele está segurando minha outra mão, a que não estava enfaixada.
—O que aconteceu?
—Você caiu da pirâmide, e fraturou o mindinho – ele fala sentando do meu lado. – Eu pergunto agora, o que aconteceu?
—O que você disse. Eu caí.
—Não minta para mim Lily.
—Eu desmaiei. Chama a enfermeira, eu quero isso longe de mim – eu peço.
Para início de explicação, eu tenho pavor a agulhas e cateteres por uma vez ter ficado internada, por uma doença que eu nem me lembro o nome.
Eu consigo colocar meu uniforme do colégio. James me leva até o médico que havia me atendido.
—Eu poderia falar com a Srta. Evans em particular, Sr. Potter? – O médico fala, Dr. Rock, é rock!
—Claro, estou lá fora Lils – ele me beija e sai.
—Bom, Lily Evans, eu só tenho reclamações – ele diz com suas sobrancelhas pretas elevadas.
E percebo que ele é muito novo para ser médico do hospital mais caro de Londres.
—Continue.
—Você está toda fraca – ele resume. – Eu vou prescrever uns medicamentos, ajudarão nas vitaminas C e D, e o ferro. Recomendo que descanse hoje, nada de relações sexuais.
Isso fez meus olhos arregalarem, ele riu da minha cara.
—Tudo bem, nada que te faça muito esforço.
—E esse dedinho? – Eu pergunto. – Tenho que tirar isso antes de 27.
—Volte no dia 14, que eu tirarei. O que tem em especial no dia 27?
—É aniversário do Jay – eu falo e percebo que sorrio.
—Então suponho que ele possa saber do seu estado atual?
—Não! De jeito nenhum. Eu não posso preocupa-lo. E ele ia bancar o chatinho.
—Tudo bem, Srta. Evans. Só saiba, que ele veio no auge do desespero, eu só te dou um conselho, omitir no fim de tudo é mentira.
—Obrigada, Dr. Rock.
—O que ele te disse? – James me pergunta enquanto vai tirando os botões da minha camisa.
—Que eu vou tomar umas vitaminas e cápsulas de ferro – eu murmuro, enquanto beijo seu pescoço.
—E... – Ele já suga meus seios.
—Não fazer sexo hoje – eu gemo entre as palavras.
—Essa regra eu faço questão de quebrar – ele dá um sorriso maroto.
Agora de manhã, eu só ouço: “Tudo bem, Lily? ”, “O que aconteceu, Lily? ” Ou “Quebrou ou torceu? ”
No horário do almoço, eu sento na habitual mesa, que fica James, Sirius, Amos, irmãos Prewett, Emme, Lalita, Dorcas, Alice, Frank, Marlene e eu. Ficou lotada, porque veio mais pares de gente escrever no meu gesso. Obviamente, os citados a cima, escreveram primeiro. James colocou um: melhoras, eu te amo ruivinha. Sirius, mesmo namorando com Lalita, e eu com o James, nos chamamos de meu e minha, e ele acabou colocando um coração e: minha gostosa. Lalita e Emme assinaram o nome delas, como a maioria das pessoas.
O resto dos dias foram bem irritantes. Bem, por causa do Bollywood, semana de avaliações, treino das cheerleaders e jogos de futebol, e para a piorar só conseguir tirar o gesso dia 14. Ele chega bem devagar, e eu fico muito feliz de acabar com minha imobilização braçal temporária.
Eu não dirijo há muito tempo, eu só entro no carro que está parado há dias para ligar o aquecedor e ler, ler muito. Eu não lia assim desde que vim para Londres.
James me leva para tirar o gesso, e meu tempo de leitora culta acaba. E no sábado, eu e as garotas vamos comprar a roupa do aniversário do James.
O aniversário de Sirius é muito próximo ao de James, 21 de março, mas ele tem pavor em comemorar aniversário. E eu prefiro apenas dar um presente, a ver um Black displicente, irritado.
—James, você tem que entender que hoje eu só posso te ver mais tarde – eu digo a ele.
Eu estou na casa dele, como um pedido de aniversário, ele me pediu para dormir com ele, que ele adoraria começar seu aniversário com sua namorada dormindo nos seus braços, essas foram suas palavras.
Só que eu preciso que ele saia para o pessoal que eu contratei da arrumação possa fazer as coisas, e eu, com Lalita e Emme, vamos ficar indo e voltando o dia inteiro, sendo que temos que estar prontas às 19:30.
Eu encarreguei os garotos, a levarem o James o mais longe possível. Só não quero que eles bebam, porque chegar no próprio aniversário bêbado é ridículo. No fim da tarde, James vai sair com o pai, para escolher seu presente de aniversário, e daí ele vai vim para cá logo depois que se arrumar na casa do pai – o meu sogro, tem uma casa em tudo o que é canto, logo ele tem uma de férias aqui em Londres.
James ainda insiste em demorar. Toma um banho longo comigo, e coloca na maior maresia a roupa.
—Parabéns, de novo – eu digo e me inclino para beijá-lo. – Eu não sabia o que te dar, então...
Eu entrego seu presente, quer dizer seus. Vem um GTA novo, um livro e uma foto nossa de quando eu fui embora, nos jardins da minha antiga casa.
—Não foi melhor que as joias, mas eu consegui convencer Petúnia a me ajudar a procurar os álbuns – eu falo, depois que ele abre.
—Eu amo nossas fotos pequenos – ele fala e me beija. – Obrigado Liz.
Sirius chega logo, comemos juntos e depois eles vão embora para fazer algo que eu nem quero sonhar em saber.
Lalita e Emme chegam as nove junto com as pessoas que vão limpar e arrumar a casa. Existe bolas azuis e verdes por fora da casa, luzes de neon, e depois de muito vai e vem, muito álcool. O buffet vai ser servido por garçons nas salas de estar e jantar, só aperitivos e bebidas podem ser servidos no salão, onde vai ser apresentado a dança e vamos ficar por ali, já que do lado é o bar.
Eu percebo que está tudo pronto, e Lalita me força a ir para casa com ela, vamos nos arrumar. Eu dei a incumbência de Sirius chegar mais cedo para receber os convidados e arrumar os garçons.
O vestido de Emme é azul-celeste sendo na frente curto e atrás longo, seus cabelos louros estão soltos naturalmente.
Lalita veste uma blusa verde com uma saia longa preta, seus cabelos longos e escuros estão soltos.
Eu estou com um vestido vermelho tubinho, com meu cabelo solto.
O porquê de estarmos com o cabelo solto, e apenas escovados, é que vamos dançar com ele assim, e seria perda de tempo e dinheiro fazer o cabelo apenas para o começo da festa.
Emme e Lalita vão direto para a casa de James, eu tenho que ir buscar o bolo na confeitaria. Eu vou rapidamente para a confeitaria, pego o bolo de limão – vai saber o porquê de James amar bolo e torta de limão, e voo para a casa de James. Com sorte, Lalita havia mandado um garçom me esperar na garagem para pegar o bolo.
Finalmente eu entro na casa de James. Está tudo perfeito. Luzes piscando, gente sorrindo e conversando, ninguém bêbado – fiz um controle de álcool.
Eu me equilibro em meus saltos finos, e vou falando com todos. Consigo chegar no salão, onde encontro Sirius, Lalita e um cara que eu nunca tinha visto, e julguei ser da faculdade, que eu pedi para Sirius convidar esses amigos de James também.
—Minha linda – Sirius diz pegando minha mão quando me aproximo, ele me roda. – Eu tenho que dizer que você está tão gostosa quanto a Lalita – ele sorri mesmo recebendo uma cotovelada da indiana.
—Obrigada, meu lindo – eu o beijo na bochecha. – Então ele já está chegando?
—Ainda não – Lalita fala, e depois diz: – Ah, esse é o primo da Marlene – ela me diz apresentando o cara de cabelos escuros e olhos azuis.
—John McKinnon – Ele diz apertando minha mão.
—Eu sou-
Eu sou interrompida por Emmeline.
—Ele chegou!
—Eu vou lá chamar os outros – eu digo.
Eu consigo reunir todos no salão. James vem todo “a sorrisos”. Com uma camisa branca de botões, uma calça e sapatos sociais pretos, com seus cabelos escuros no habitual desarrumado.
—Feliz aniversário! – Todos gritam.
Depois de um tempo, todos se dissipam. Eu abraço James.
—Eu não vou te dar parabéns de novo – eu falo assim que nos soltamos.
—Imaginei – ele me dá um selinho. – Você fica muito linda de vermelho.
—Sendo vulgar, eu estou muito gostosa.
—Isso mesmo.
—Vai dando abraços e sorrisos por aí, que vamos nos trocar – eu digo pegando no seu rosto. – Você está lindo sabia?
—Sim – ele fala, o que leva a risos.
—Menos James – eu começo a me afastar.
—Vê se só olha para mim, Okay?
—Okay.
A roupa indiana é assim: uma espécie de top com estampa indiana com cristais, a saia é longa e segue a mesma linha da estampa da blusa curta. Nós ficamos descalças, usamos muitas pulseiras, brincos e tornozeleiras douradas. Com brilhos nas nossas testas, e cabelos. E uma espécie de tatuagem temporária que vão das mãos até as costas.
Cada menina ficou com uma cor. Eu escolhi preto, para realçar meu cabelo, Lalita azul, Emme violeta, Dorcas verde, Marlene vermelho e Alice rosa.
Na frente fica, respectivamente, eu, Lalita e Emme, e atrás Dorcas, Marlene e Alice.
Ficamos em fila indiana, antes de entrar no salão, as luzes diminuem, e a música começa. Saímos na ordem, e só se ouvem gritos, com nossos nomes. A primeira coisa que eu faço antes de me posicionar é procurar James. Antes deu fechar os olhos, eu o encontro e sorrio.
A música e a dança são lentas e sensuais. E temos que nos sintonizar com a música senão não funciona. O pé direito vai para frente, e essa é a hora de abrir os olhos. O quadril vai fazer fazendo uma requebrada vagarosa, e as mãos se contorcem entre elas acima da cabeça. A música vai passando, e eu danço com extrema lentidão, enquanto meus olhos se fixam nos castanhos de James.
Ele, na maioria das vezes, quebrava o olhar para olhar meu corpo, o que me fazia sorrir e xingá-lo mentalmente de pervertido.
A música foi ficando energética, isso resume a giradas e movimento quadris rápidos.
Minha respiração é acelerada, e eu só percebo que a música acaba pelos aplausos.
—Então como é que eu fui? – Eu pergunto.
—Horrivelmente perfeita e sexy – James continua com aquela cara de bobo.
—Gostosa – o tal do John McKinnon fala, o que faz eu, James e Sirius olharmos para ele.
—Namorada do James – Sirius tosse falsamente.
—Ah, desculpe – John fala, e eu ainda estou incrivelmente vermelha. – Você é a namorada do James?
—Isso, McKinnon – James diz e passa um braço na minha cintura.
—Também sou conhecida como Lily Evans – eu falo.
—Na faculdade, é Evans a namorada do Potter – John explica. – Quem diria que Potter e Black seriam colocados na coleira?
—Ok, eu não preciso saber mais sobre o passado obscuro dos meus lindos – eu digo.
—Então está provado que você não é de mentira – John murmura.
—Como assim?
—Como o James disse: gostosa, linda, ruiva, olhos verdes, curte balada, cheerleaders, Gryffindor, tira notas altas... – Ele balança a cabeça. – Não existe perfeição.
—Obrigada, pelo visto não disseram defeitos – eu olho para James.
—Mas, você é perfeita para mim, amor – ele fala, e eu acabo o beijando profundamente.
—O John estava babando por você, Lils – Sirius me diz, quando ficamos sozinhos conversando.
—Porque quando eu cheguei você não disse: “Ah, essa é Lily, namorada do James”?
—Porque ele ficou: “Puta merda, que ruiva gostosa”.
—As pessoas pensam isso de mim?
Ele finge me olhar detalhadamente e conclui:
—É, tipo isso. E o James adora, quando você chega e todo mundo para, ele fica se sentido o fortunado. E é, de certa forma.
—E você não?
—Ah claro, não é qualquer um que é lindo como eu e tem uma indiana muito gostosa – ele fala pomposo.
—Vocês dois são tão bobos – eu falo o abraçando.
—Mas, você me ama que eu sei.
—É, eu tenho imã para amar exibidos – eu rolo os olhos.
—Vem, larga essa Marguerite – Sirius tira a bebida da minha mão. – Vamos dançar.
Sirius me leva para o meio de várias pessoas, e estamos de casal trocados. Quer dizer, eu com o Six, e o Jay com a Lalita.
—Eu gostaria muito que tirasse essa roupa – Sirius diz para mim.
—Por quê?
—A Lalita faz danças para mim com trajes indianos – ele sussurra para mim e acabamos rindo.
—Então imagino que misturar sua amiga de infância com sua namorada é meio...
—Nojento.
—Isso.
—Agora é minha vez de dançar com a ruiva – James fala e trocamos de pares.
Eu entendo o porquê de ele trocar, é música lenta, mas é Always on My Mind – nossa música.
Eu coloco meu rosto na sua clavícula inalando o seu perfume. Ele coloca suas mãos na minha pele nua da cintura. E as minhas na sua nuca.
Maybe I didn’t treat you,
Quite as good as I should have.
Maybe I didn’t love you,
Quite as often as I could have.
Talvez eu não tenha te tratado,
Tão bem quanto deveria.
Talvez eu não tenha te amado,
Com tanta frequência quanto poderia.
Little things I should have said and done
I just never took the time
You were always on my mind
You were always on my mind
Pequenas coisas que eu poderia ter dito e feito
Eu simplesmente nunca me dei ao trabalho
Você sempre esteve em meus pensamentos
Você sempre esteve em meus pensamentos
James e eu nos fitamos por um longo tempo. Ele toca nossas testas, beija meu nariz delicadamente.
Maybe I didn’t hold you,
And those lonely, lonely times.
And I guess I never told you,
I’m so happy that you’re mine
Talvez eu não te abracei,
Todos aqueles solitários, solitários momentos.
E eu acho que eu nunca te disse
Que eu sou muito feliz por você ser minha
—Eu sou muito feliz por você ser meu – eu digo sorrindo.
—Você está sempre em meus pensamentos – ele fala e toca na minha bochecha, me beija.
—Quero te dar seu último presente agora – eu falo.
—Estou sentindo um, “entretanto” – ele sussurra.
—Mas, eu quero fazer amor devagar, pela primeira vez.
—É, eu não tinha pensado nisso – ele franze os lábios. – Eu vou tentar ir devagar – ele assinala.
—Ok.
—Ok.
—Ei – eu o beijo de novo. – Eu te amo muito.
—Eu te amo muito mais ruivinha.
A noite termina com suspiros, e James e eu conseguimos fazer amor com calma. Tirando sua camisa devagar, enquanto suas mãos passam vagarosamente em cada parte do meu corpo, seus lábios fazem caminhos pelas tatuagens efêmeras das costas. Eu percebo que estou totalmente dependente dele, de James, pelas mãos, braços, beijos e amassos, pele barriga e nosso laço.
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