On The Murder Secene

11 Capítulo 11 - It´s (Not) About Sex, It´s about love.


Notas iniciais
O nome desse capitulo foi tirado de uma fic que esta postada numa comunidade do orkut [fics de bandas] Essa fic é realmente boa, na verdade é minha favorita e tal, então quem quiser ler ta aqui o link: It´s (Not)About Sex, It´s about Love [http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=3682584&tid=2487888756438015368]. E esse é o penultimo capitulo.
A respiração de Frank estava rápida, mais rápida que o normal. Gerard pode a sentir contra seu pescoço, isso o fez tremer de leve. Voltou sua boca contra a dele, sugando sua língua com força. O mais velho segurou mais forte sua nuca, seus corpos mais perto do que nunca. Estavam encostados contra a porta do apartamento de Frank. Gerard pensou que talvez fosse melhor não ir para a sua casa com Frank. O mais novo tirou as chaves do bolso, fazendo barulho. Separaram-se por alguns segundos, enquanto Frank abria com dificuldade a porta. Gerard, angustiado tirou as chaves de sua mão e abriu a porta com facilidade, fazendo o outro rir. Devolveu as chaves ao dono, puxando-o para dentro pelo colarinho. O beijou de novo. Frank deslizou sua mão por todo seu corpo até chegar ao zíper da calça colada de Gerard que parou o beijo e puxou sua mão de volta para cima, percebendo seu olhar confuso.

— Você acha mesmo que isso só tem a ver com sexo? — Frank parecia confuso, o que fez o outro rir. Gerard o abraçou carinhosamente esperando uma resposta.

- E é sobre o que realmente?

- Você logo vai descobrir, Frankie. Mas sabe, eu queria ter um tempo divertido com você. Não que fazer esse tipo de coisa não seja divertido, muito pelo contrario, mas mesmo assim. – ele se enrolou um pouco.

- Entendo. Acredite, Gee, qualquer coisa que fizermos vai acabar em sexo.

- Nem tudo. Nós podíamos pedir pizza e assistir filme, o que você acha?

- Romântico. Mas eu não recuso, vai ser uma experiência nova, na verdade, eu nunca te conheci fora da cama. — Frank provocou, fazendo Gerard corar violentamente.

- Então eu vou pedir a pizza, e você fique ai comportadinho e não mexa em nada. — Gerard assentiu, observando ele sair da sala e ir até o outro cômodo que parecia ser a cozinha.

Andou por toda a sala observando cada detalhe. A mobília velha e gasta, as fotos que não eram muitas. Percebeu a parede descascando, o sofá rasgado, roupas espalhadas. Mas uma coisa o chamou a atenção e o fez sorrir. Foi até a cômoda onde objeto de vidro estava, observou seu conteúdo por algum tempo, ainda sorrindo exageradamente.

- Frankie, eu acho que estou te vendo pelado. – gritou ele, fazendo um falso horror na voz. O garoto saiu da cozinha, parecendo com medo do que Gerard pudesse estar vendo, mas logo sorriu ao ver o porta-retratos na sua mão, com uma foto de Frank pelado no colo de um homem que aparentemente era seu pai.

- Me da isso Gee, fotos assim são humilhantes, esse é o tipo de coisa que as mães mostram para as namoradas do filho. – tentou pega-la, arrancar a força de sua mão, mas como já sabia, a força de Gerard era muito superior a dele.

- Oun, que coisinha fofa você era Frankie. Como dizem por ai, quando as pessoas são crianças, elas são lindas, mas quando crescem, viram uns monstrinhos, sorte que essa teoria não se aplica a você. E olha o melhor, olha essas dobrinhas, você teve sorte de não as ter mais, diferente de mim, que sempre vou ter as minhas. — Frank riu da brincadeira, e os dois logo estavam correndo pelo apartamento. Frank tentando pegar a foto, Gerard fugindo dele e fazendo comentários sádicos sobre o corpo dele. Depois de passarem pela cozinha, pela lavanderia e pelo quarto de Frank, estavam de volta a sala.

- Vai, me da, você já a viu o bastante e já fez comentários suficientes. – implorou Frank, que agora estava exausto e apenas andava atrás de Gerard que não se cansava de correr.

- Vem cá Frankie.

O puxou, os dois caíram no chão. Gerard segurava firme o porta-retratos. Frank estava por cima, encarando atentamente seus lindos olhos verdes. Após algum tempo se olhando, tentando enxergar alem um do outro, Gerard sorriu levemente e beijou rápido os lábios quentes e rosados de Frank, que retribuiu, segurando firmemente sua nuca, fazendo carinho no seu cabelo negro e sedoso. Separaram-se, não quebrando o contato de olhares. O silencio era mais que acolhedor, o que parecia estranho para Gerard que sempre ficava constrangido quando ficava em silencio perto de uma pessoa que não conhecia muito bem. Para ele, falar evitava o constrangimento, nem que falar era sinônimo de falar coisas inúteis e inconvenientes.

- Me diz, Frankie, porque tanto cuidado com uma simples foto de quando você era pequeno? – interrompeu o silencio, pensando se talvez não tivesse sido melhor ficar calado depois de ver a expressão séria do outro.

- Não é o fato de eu ser pequeno que a torna especial, e sim, o fato de ser a única foto que eu tenho com meu pai. E o porta-retratos, dizia ele que tinha sido um presente da minha mãe que eu nunca conheci. – Frank acariciava a imagem do pai como se o mesmo estivesse ali, na sua frente.

- Desculpe. – lamentou Gerard. Frank assentiu, sorrindo depois ao perceber seu constrangimento. O mais velho encarou a foto por mais algum tempo, percebendo que a pessoa não lhe era estranha. Como um clic na sua cabeça, percebeu a estranha semelhança com alguém que conhecia.

- Ei, eu conheço ele, tenho certeza, já o vi antes, ele é...

- Não, você não o conhece. – Frank o interrompeu quase que bruscamente.

- Como você sabe se eu o conheço ou não?

- Porque ele morreu há algum tempo.- Sinto muito. – Gerard percebeu que realmente deveria ter ficado calado, aquele era o segundo furo no mesmo dia e não pretendia continuar.

O que estava por baixo puxou seu rosto pra mais perto, acariciando sua bochecha. Beijou todo o contorno do rosto de Frank, terminando em sua boca, o beijando demoradamente, os lábios se distanciavam apenas quando Gerard mordia seu lábio inferior. Frank ria durante o beijo das gracinhas que Gerard fazia. Estava tentando voltar com o ambiente divertido de antes e parecia estar conseguindo. Era oficial, estava apaixonado e por algum motivo não sentia a mínima segurança de dizer isso a ele Gerard parou o beijo por alguns instantes, voltando a encarar atentamente os lindos olhos cor de mel de Frank. Dentro deles havia alguma coisa, um brilho diferente. Gerard não conseguia lembrar de ter visto olhos tão lindos e convidativos.

- Quando você vai confiar em mim, Frankie? – sabia que havia estragado o momento, mas a pergunta que estava martelando em sua cabeça saiu quase que automaticamente.- Não estrague o momento de novo, Gee.

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Ele se esqueceu completamente de tudo. Tudo na verdade era o que envolvia sua vida fora daquele pequeno apartamento no centro da movimentada cidade.

Saia as vezes apenas para acompanhar Frank, que sempre acabava o convencendo a sair aos sábados de noite. Iam ao bar dele, que estava sempre cheio aos sábados, o que era obvio, já que sábado era um ótimo dia para se ir a um bar beber com os amigos.

Gerard preferia assim, um lugar cheio onde era quase impossível o achar, principalmente porque costumava se isolar no canto mais escuro e aproveitar a noite com seu garoto.

Na verdade não podia o chamar de seu. Nunca tinha exposto a idéia a ele. Eles nunca haviam conversado sobre a relação e Gerard não queria ser o primeiro a tocar no assunto.

Costumavam rir bastante quando Gerard começava a falar do caos que o escritório deveria estar. Era sempre assim, Gerard se ausentava alguns dias e quando voltava Mikey estava a beira de um ataque.

Frank gostava de pensar na imagem de Michael se descabelando, e ria, ria muito de pensar sobre isso.

Não se importavam muito com o tempo, não precisavam fazer muito na verdade. Frank contratou alguém para trabalhar em seu lugar, então por isso só ia umas duas vezes por semana no bar apenas para checar tudo. Claro, Ray não gostou muito da idéia, principalmente por ser uma universitária gostosinha que não sabia fazer absolutamente nada a não ser se expor pros rapazes.

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- Ei Mary, o que você acha de mais uma rodada de chop? – Bert, um amigo da época de escola de Frank gritava, enquanto a garota se encontrava sob o balcão quase nua. Gerard não lembrava de ter se divertido tanto.

Bert a encorajava muito, na verdade era ele que tinha causado todo aquele alvoroço no lugar. Ele era intrigante aos olhos de Gerard. Claro, todos o intrigavam, porque afinal, ele era investigador e era normal ele não confiar muito nas pessoas.

Ela aceitou quase que imediatamente a gigantesca caneca com o liquido amarelo com uma espuma aparentemente cremosa em cima. Tomou metade em um gole só, puxando Gerard pela gola da camisa para cima.

Ele se assustou ao ver a garota fazer aquilo. Eles quase nunca haviam conversado. Como se ela estivesse ligando pra isso numa hora dessas.

No começo ele se encolheu um pouco, envergonhado com as pessoas em volta que praticamente uivavam.

Mary desceu suas mãos pelo corpo, tocando o chão e ficando com o traseiro empinado para cima, tentando parecer sexy, o que fez Gerard rir.

Seu sorriso logo desapareceu ao ver a garota subir novamente e o puxar para perto, colocando suas duas mãos uma de cada lado de sua cintura, e logo após puxa-lo para um beijo.

Um beijo rápido, da parte da garota, cheio de desejo, da parte de Gerard, cheio de receio e vergonha.

Após o beijo, ele olhou para Frank que ria gostosamente das suas bochechas que estavam vermelho-vinho.

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Frank havia estendido um edredom na sacada do apartamento. Estavam deitados no chão, cobertos por um lençol fino. Ele aconchegava-se no peito de Gerard, ambos estavam em silencio apenas observando o céu que estava escuro e cheio de nuvens. Era sábado. Frank constatou que seria melhor se eles ficassem em casa. Tinha achado engraçado a primeira vez em que Mary tentou beijar Gerard, mas as outras tantas vezes que ela tentou haviam deixado os dois constrangidos. Gerard acariciava os cabelos macios do garoto deitado sobre ele.

- Sabia que estamos a dois meses do natal? – o menor disse sorrindo, fechando os olhos e aproveitando o carinho.

- Serio? E o que você pretende me dar, boneca?

- Eu te dou casa e comida e ainda você quer presente? – riu ele, abrindo seus olhos e vendo o falso olhar machucado de Gerard.

– Brincadeira. O que você pretende ganhar, Gee?

- Nada. – respondeu seco.

- Ora, qual é, eu estava só brincando.

- Eu sei Frankie. – disse, voltando a sorrir e a acaricia-lo — Mas de verdade, eu não quero nada, só de estar aqui ta bom.

Frank sorriu, puxando-o pela cintura, o beijando devagar. Gerard mordia seu lábio inferior, fazendo o outro rir as vezes.Beijaram-se por um longo tempo e acabaram adormecendo ali mesmo. Gerard esfregou seus olhos. Estava claro, muito claro. Mantinha seus olhos fechados. Passou a mão sobre toda a extensão do edredom tentando achar alguém alem dele ali.

- Alguém pode fechar as cortinas? – sussurrou, dizendo mais para si.

- Boneca, não tem cortinas aqui, nós estamos do lado de fora do apartamento.

Ele abriu seus olhos, pulando levemente ao ver Frank sentado no parapeito da sacada.

- Que horror, Frankie. Desce daí, por favor? – Gerard sentiu sua voz tremer. Tinha medo de altura dez de que se conhecia por gente.

- Porque, Gee?

- Eu tenho medo de altura. – disse estático. Frank sorriu ironicamente, balançando os pés e curvando um pouco suas costas pra trás.

- Faria alguma diferença se eu caísse? – ele se inclina mais um pouco pra trás, fazendo Gerard ofegar.

- Claro. Pelo amor de deus, desce daí. — Eu pularia por você, sabia? – sorri de novo, aquele sorriso irônico.- Eu não quero. – Gerard se levanta, ofegando.

- Mas teria prova de amor maior que essa?

- Eu já disse que não quero. Eu não preciso disso Frank. Agora vem.

Ele o puxou de lá, o trazendo para seus braços. O abraçou tão forte que pode sentir seus ossos estalando. Frank grunhiu. O menor envolveu sua cintura com seus braços, o apertando com a mesma força que o outro usava. Frank sentiu seus olhos se encherem daquilo que há muito tempo estavam presas dentro dele. Segurou-as como costumava fazer. Não queria tornar aquilo mais sentimental e deprimente do que já estava sendo. Gerard lentamente foi acalmando sua respiração. Enterrou seu rosto no pescoço do pequeno, sentindo-se aliviado por ele estar agora seguro, e não mais quase do lado de fora do prédio.

- Frank? – o chamou, praticamente em um sussurro inaudível.

- Shh, não fale Gee. – Frank acariciou os cabelos sedosos dele.

- Eu preciso te falar uma coisa. – Gerard se afastou, olhando nos olhos cor de mel do garoto a sua frente. Frank tremeu de leve, esperando que ele não falasse o que sabia que ia falar.

– Sabe, eu acho que eu realmente me apaixonei por você.

- Não ouse.

Depois de bons dois meses de convívio, Frank já havia se acostumado com aquele olhar machucado que Gerard lhe lançava sempre que o impedia de falar dos seus sentimentos. Mas ele não podia ouvir. Não queria na verdade. Tudo estava indo tão bem.

Frank sabia que não seria por muito tempo.

- Porque, pra variar, você não deixa eu falar o que eu sinto por você? Merda, Frank, todo mundo sempre me diz para eu me abrir, dizer o que eu sinto. E quando finalmente eu acho alguém que eu realmente tenho vontade de conversar sobre isso, você simplesmente não quer ouvir por puro capricho ou sei lá o que... – dessa vez ele não tinha apenas lhe lançando o olhar triste e ficado quieto como costumava fazer. Estava cansado. Iria falar, por mais que Frank não queria.

- Porque você simplesmente tenta entender? – Frank falou docemente, tentando afastar a magoa dentro de Gerard.

- Entender o que? Eu não posso entender algo que não me foi explicado. Eu estou aqui, esperando você explicar o motivo de eu não poder falar que te amo.

Frank se afastou. Seus olhos saltados, encarando qualquer outra coisa que não fosse Gerard. Ok. Há muito tempo sabia que o outro queria falar isso, mas não esperava que fosse tão rápido e tão de repente.Não falou por uns dois ou três minutos. Gerard, esperava ansiosamente sua resposta. O mais novo respirou fundo, tomando coragem de quebrar o silencio constrangedor.

- Você não ama. – falou, alterado.

- O que? Agora você quer controlar também o que eu sinto e o que eu não sinto? – Gerard disse no mesmo tom.

- Não, apenas... Não queria. – sussurrou.

- Se você não queria que eu gostasse de você então porque ficou comigo durante dois meses? Ou você achou que eu não fosse acabar gostando de você?

- Eu achei.

- Ora, por favor, não me venha com a sua infantilidade logo agora. Nós dois somos adultos. Você sabia.

- Você não podia. – Frank dizia como se não tivesse ouvido uma palavra se quer que o outro havia dito.

- Por que não?

Frank voltou a abraçá-lo, impedindo que o outro visse sua expressão. Gerard pode ouvir os baixos soluços do garoto. Revirou seus olhos, admirando-se com sua capacidade de fugir das coisas que não queria enfrentar. -

Você pode deixar isso pra lá? Ok, eu sei que você não agüenta mais eu escondendo as coisas de você, mas eu juro que eu vou te contar... Amanhã. – disse, soltando um profundo suspiro no pescoço de Gerard, fazendo-o tremer.

- Amanhã.

O mais velho saio da sacada deixando Frank sozinho. Foi até o banheiro, ligando a água quente do grande banheiro. O único cômodo que era verdadeiramente grande.

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Estavam os dois na banheira, aconchegando-se um no outro. Gerard brincava com um dos brinquedinhos que estavam em volta da banheira, ele nunca havia entendido o real motivo de Frank colecionar esse tipo de coisa, e ainda deixar no banheiro. Chegou a um dia pensar que ele talvez os usasse pra outras coisas.

- Eu odeio esse banheiro. – Frank observava o outro brincar, parecia realmente uma criança.

- Foi você que escolheu assim. – disse o que estava brincando, cuspindo um pouco de água por ter acabado de mergulhar.

- Eu sei. Mas é horrível, ele é mais limpo que eu. Eu me sinto uma coisa suja e medíocre aqui.

Gerard riu. O banheiro era muito limpo, as paredes reluziam. Frank não conseguia entender como o cômodo conseguia ficar daquele jeito. Ele não limpava o apartamento uma vez por mês, mas o banheiro, ao contrario do resto, continuava limpo.

- Ele deve se limpar, tipo, por osmose.

- Osmose não se aplica a coisas desse tipo, goiabão. – Gerard havia acabado de voltar de mais um mergulho.

- Tanto faz, você me entendeu. Você poderia parar de brincar com os meus brinquedos e dar atenção pra mim, eu me sinto sozinho nesse lugar imenso, mesmo com você aqui.

Frank fez bico. Gerard sorriu, trazendo seu rosto para mais perto, envolvendo seus braços no seu pescoço, o beijando docemente. O menor passou suas unhas levemente pelo estomago de Gerard, que entendia muito bem o que aquilo significava.

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Ficou mais ou menos meia hora em baixo do chuveiro, até Frank entrar no banheiro com um largo sorriso no rosto e um pote com cobertura de chocolate dentro. Gerard o olhou curioso, não entendia o motivo de tanta felicidade.

- Eu vou apostar com você. – Frank olhava atentamente o pote, sem reparar que Gerard saia do chuveiro e enrolava a toalha na sua cintura, ainda com o corpo todo molhado.

- Apostar o que, boneca? – disse, se aproximando dele e beijando sua bochecha, a deixando molhada.

- Nós vamos fazer um bolo. E como eu sou uma ótima dona de casa, eu vou ganhar, porque meu bolo vai ser melhor, ai você vai ter que fazer o que eu quiser. – ele sorriu, voltando sua atenção ao garoto molhado, fitando todo seu corpo.

- Duvido que você vá ganhar, jovem.

Sabia que não tinha possibilidade nenhuma de fazer alguma coisa melhor que Frank se tratando de comida. Gerard não sabia ao menos cozinhar água, quanto mais fazer um bolo. Frank sabia disso e estava se aproveitando da situação. — Tudo bem então, coisa linda, eu vou me trocar e te encontro na cozinha.

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