Notas iniciais
OEEEEEEEEE
Mais uma One!
To viciada *-*
Enjoy!

Inglaterra. 1915.

— Hey, James! Olhe olhe, o Silly World voltou! Vamos lá James, vamos! — Oliver Solace disse para seu pássaro, e único amigo. Oliver amava tudo que era relacionado ao mar.

O loiro de olhos amarelos sorriu. Desceu as escadas rapidamente e foi ao seu pai, Dave. Eliza, sua mãe, estava sorrindo e segurando uma carta.

— Mamãe, papai! O Silly World voltou, vamos ver?! Por favor por favor por favoooooor! — o garotinho de cabelos loiros exclamava. Os pais, relutantantes, agarraram o garotinho pela mão e foram ver o barco. Silly World viajou para ir a guerra, mas voltou inteiro.

— Wow...- o garotinho sorria. O Silly World era o barco mais majestoso de toda Inglaterra. Oliver sempre sonhou em ser um marinheiro um dia.

Depois que o Silly World parou no porto, os marinheiros desceram. Cansados, destruídos, mas vitóriosos. Os últimos a descer foram o Capitão Jennece, e o Primeiro Imediato, Sir.Prince. Oliver sorriu, Sir. Prince é o melhor imediato de todos!

Eles foram recebidos com aplausos. Oliver e seus pais aplaudiram também. Eles eram os melhores da região. Depois de um discurso, todos voltaram para casa. Oliver estava muito animado, e foi brincar com James.

— E o capitão Oliver cruza os sete mares, e ao voltar para casa, é recebido com aplausos das pessoas! Shhhhhs, vrooom! — o garotinho exclamava, brincando com seu barquinho. Ele sempre arrumava seus lençóis azuis para parecer o mar.

James pousou no ombro de Oliver.

— Junto, com seu fiel escudeiro, James! — o garotinho completou. — Você é meu melhor amigo James!

O canário piou feliz. Elizabeth abriu a porta do quarto do loirinho devagar.

— Olá Filho, do que estás a brincar? — a loira dos olhos verdes perguntou.

— De barco! Sou um capitão! E James é meu fiel escudeiro, que está sempre comigo. — o garotinho disse.

— Sim sim, mas como todo capitão, este também tem que dormir! — Elizabeth levantou Oliver e o pôs o loiro no colo.

— Aaaah. A senhora pega o Luppy? — o loirinho disse. Eliza o colocou na beliche.

— Sim. — ela pegou o coelho azul da cômoda e deu ao pequeno.

— Yay! — ele disse apertando o coelhinho.

— Quer que eu cante, Ollie? — Eliza perguntou docemente.

Oliver assentiu. Eliza acariciou o rosto do pequeno, e começou.

"When the day has lost this way

And the darkness fall around

I will burn a candle bright

I will lead the way

To distant land

Singing hand an hand

'Till the light call us

A new day has begun"

"Turn your thought to happy days

Sweet dreams will come your way

I will sing a song for you

You can sing it too

Beutiful and strong

I'll sing it all night long

'Till your dreams are over

A new day has begun"

O loirinho pegou no sono rapidamente. Eliza beijou seu rosto e saiu do quarto. Antes, ela pôs James na casinha.

— Boa noite, capitão. — ela disse sorrindo.

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Uma sirene tocou. Alemães atacavam rapidamente, e sem piedade. Entravam nas casas, seqüestravam as crianças, matavam as mulheres, e faziam os homens de escravos.

Oliver acordou. Dave estava segurando ele, e correndo até o sótão. O loirinho não entendeu o que estava acontendo. Dave o deixou no sótão, e foi para cima com a esposa.

— P-Papai? — o loirinho chamou.

— V-Vai ficar tudo bem. — ele disse.

Oliver conseguia ver o que acontecia por uma fresta no chão de madeira. Dave tentava impedir um alemão de machucar Eliza. O homem conseguiu atirar em Eliza. Oliver viu que foi sério, e o loirinho correu para cima.

— MAMÃE! — o loiro gritou. Um cara segurou-o, mas o loiro não parava de tentar correr para sua mãe.

Ele se soltou do homem, mas esse conseguiu cortar seu olho até sua bochecha.

O pequeno berrou e caiu no chão. Dave berrou. Eliza conseguiu dar um chute na cara de um dos alemães, e depois ela fechou os olhos.

Oliver desmaiou. Dave o pegou e fugiu para o farol. Lá ele fez curativos e pôs bandagens. Ele teria que ir com os alemães. E Oliver teria que ficar.

Ele acordou Oliver, e eles foram para o píer. O pai de Oliver o abraçou e disse que tudo ficaria bem. O loirinho ainda não entendia.

— Papai, onde está a mamãe? — ele inocentemente, perguntava. Dave não sabia o que responder. — E por que o senhor está vestido de capitão?

Dave, quando Oliver desmaiou, fez um acordo com os alemães. Eles não machucavam Oliver e Dave trabalhava para eles. Ele ganhou uma roupa (os alemães foram para o farol) e um chapéu.

— Tome filho, para se lembrar de mim. Papai vai viajar, mas já já volta. Você vai para a casa de sua tia. — ele disse acariciando o loiro, e dando seu chapéu.

— Você volta logo papai? — o pequeno perguntou.

— Sim..- Dave disse.

— Vou te esperar papai! — o pequeno disse abraçando o pai.

Dave foi embora, e entrou em alto mar. A tia de Oliver, Marryete, ficou com ele lá. Oliver ia para o píer todos os dias, esperando seu pai.

Por mais que dissessem que ele estava morto, que dissessem que ele nunca voltaria...Oliver acreditava que ele iria voltar. Ele prometeu.

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Inglaterra. 1921.

Oliver esperava todos os dias.

— Hey James. Olhe, eu fiz mais um verso para meu pai! — o loiro, de 11 anos, falava com James, seu pássaro.

Ele pigarreou.

"Years go by. Still i wait. Forever. Till i die."

— O que acha? Ficou bom? — o garoto perguntou.

James piou concordando.

Oliver pegou a foto de sua família.

Ele cantou a música que sua mãe cantava para ele dormir.

"When the day has lost its way

And darkness falls around

I will burn a candle bright

I will lead the way

To distant land

Singing hand in hand

Till the light will call us

A new day has begun"

Oliver chorou um pouco. A mãe dele não iria mais voltar. Ele descobriu isso aos 8 anos. Chorou tanto. James o consolou com a musiquinha que eles dois criaram.

— Quer cantar "Flying With James" ? — Oliver sorriu. James voou, e piou como sim.

Oliver riu e eles começaram a cantar. Juntos para sempre. Melhores amigos, pássaro e garoto. Esperariam o pai de Oliver juntos, por mais tempo que levasse.

Mesmo que fosse para sempre.

Notas finais
E aí? :3

Eu reli minha história escutando o Oliver cantando Say Something ;u;

Quase cryei ;u;

Enjoy?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!