Olhinhos verdes - amf

20 Capítulo 20 - Eu e você sempre...


Frederico saiu como louco e montou se cavalo sumindo como curisco na estrada. Consuelo que chegava da rua foi ao quarto da filha rindo. Cristina estava triste. Não podia acreditar que o marido pensasse aquelas coisas dela.

CONSUELO ‒ O que foi, minha princesa? ‒ ela foi a filha e abraçou com amor.‒ o que houve, Cristina?

Cristina abraçou a mãe.

CRISTINA ‒ Não foi nada, mamãe!

CONSUELO ‒ E alguém chora por nada? ‒ ela beijou puxando mais ela até colocar no colo. ‒ Brigou com seu marido?

CRISTINA ‒ Sim, mamãe, sim briguei com Frederico.

CONSUELO ‒ Oh, meu amor, por que? O que houve? Vocês não deviam brigar a toa. ‒ ela disse tensa.‒ O que aconteceu?

CRISTINA ‒ Não quero falar disso, mamãe!‒ Ela falou em suspiro.

CONSUELO ‒ Tudo bem, filha, quer comer algo com sua mãe? Uma fatia de bolo antes do almoço. ‒ ela disse alisando a filha.‒ Casamento é algo complicado, meu amor.

CRISTINA ‒ Não, mamãe, eu não quero!‒ Ela suspirou.

CONSUELO ‒ Está bem, meu amor, eu fico com você.

E as duas ficaram juntas por um tempo e o dia passou correndo. Frederico não foi em casa almoçar, e não passou para o café da tarde e na fazenda ninguém sabia dela até as sete da noite quando entrou em sua sala. Cristina estava dormindo.Era sábado então não tinha curso preparatório. Ela tinha ficado cheia de raiva dele depois de a deixar o dia todo sozinha depois do que ele tinha lhe dito.

Frederico entrou e foi ao quarto, viu seu amor deitada e sentiu o coração partir, era tão menina foi para o banho e voltou meia hora depois todo cheiroso e de pijama, a olhou e desceu para pegar algo de comer, comeu na cozinha e subiu com frutas picadas comendo. Entrou no quarto e a filha estava acordada, pegou ela no colo e levou para cama.

FREDERICO ‒ Quer fruta com papai, filha? Papai te dá.‒ a menina ria para ele toda assanhada. ‒ Eu e você vamos ter que comer sozinhos porque a sua mamãe tá dormindo.‒ Ele sentiu o coração tão triste era terrível brigar com ela.Do modo como tinha brigado nunca tinha acontecido...

E a noite seguiu. Frederico e a filha brincaram um pouco ali enquanto ele comia. Depois ele trocou a filha e deu mamadeira a ela, logo ela adormeceu, ele desceu para o escritório, ficou la grande parte da noite e logo subiu.Deitou ao lado dela e dormiu...

AMANHECEU....

Frederico estava deitado acordado olhando para ela em sua frente a espera de que acordasse estava triste, mas sabia que tinha razão, Diego não valia nada. Ela não fazia ideia do que ele era capaz, mas o modo como tinha falado com ela era a primeira vez que tinha sido rude. Ela acordou e o olhou.

CRISTINA ‒ Bom dia, Frederico.

Ele tocou o rosto dela com amor, com cuidado cheio de ternura. Ela era o seu amor.

FREDERICO ‒ Bom dia, amor... ‒ Ele suspirou e a olhou nos olhos.‒ Eu quero me desculpar, eu fui rude com você e segurei no seu braço. ‒ ele suspirou frustrado. ‒ Eu te machuquei?

CRISTINA ‒ Não me machucou não. ‒ Ela falou calma.

FREDERICO ‒ Amor, eu não duvidei de você, eu confio na minha esposa. Você é uma mulher decente, eu não confio nele.

Ela suspirou.

CRISTINA ‒ Não foi o que pareceu! Mas o que eu vou falar, sou uma menina mimada.

Ele sorriu, sabia que aquilo era o que tinha doido mais nela.

FREDERICO ‒ Você é amor, uma menina sim e mimada também, você tem dezessete anos. ‒ Ele deu um selinho nela. ‒ Me perdoa, eu não quero você sozinha la na casa dele.

CRISTINA ‒ Ele não me fez nada! Nada, Frederico! Foi gentil...

FREDERICO ‒ Gentil com a minha mulher... eu não quero isso. Cristina, ele não é de confiança com mulher. ‒ ele falou estranho.

CRISTINA ‒ Pare com isso, Frederico!‒ Ela sentou.

FREDERICO ‒ Estou dizendo a verdade.‒ ele se moveu na cama suspirando.

CRISTINA ‒ Ele é seu amigo.Não devia o tratar assim e nem a mim. ‒ Ela ajeitou a camisola.

Ele a tocou no colo e deslizou a mão carinhoso e segurou o seio grande e cheio de leite depois subiu o dedo e tocou o lábio dela. Ela o olhava séria.

FREDERICO ‒ Eu te amo, e não quero que ninguém nesse mundo te faça mal, amor.‒ ele sentiu ela perto dele e chegou mais perto.

CRISTINA ‒ Eu também te amo! Te amo muito!

FREDERICO ‒ Não quero te aprisionar, só me assustou... Por que não me avisou?

CRISTINA ‒ Porque ele tinha acabado de me pedir.Ele chegou queria falar com você, conversamos e ele me convidou. Não vi nenhum problema já que ele é seu amigo. ‒ Ela o olhou e suspirou.

FREDERICO ‒ E foi na casa dele sem conhecer ele, amor? Nem sabia o que ia ver lá e se ele fizesse alguma coisa com você?

CRISTINA ‒ Alguma coisa o que? Ele não ia fazer nada. Por favor, Frederico, pare com isso!‒ Ela se levantou.

Frederico suspirou e ficou deitado chateado, ela não ia entender se ele explicasse. Cristina foi ao banheiro e voltou minutos depois, foi ao berço e viu a filha que estava desperta. Ele estava chateado e disse:

FREDERICO ‒ Quer que eu cuide dela para você tomar seu banho?

CRISTINA ‒ Não, não precisa! Vou dar mama a ela e depois vou dar um banho. ‒ Ela sorriu para a filha tocando em seu nariz.Pegou ela e foi até a cama sentando.

Ele sorriu e olhou a filha.

FREDERICO ‒ Oi, princesa linda de papai, minha linda, meu amor. ‒ ele beijou o cabelinho dela com cuidado, tocou o bracinho, era o seu amor, sua querida criança.

Cristina tirou o seio e deu a filha que pegou de imediato mamando com força. Ele sorriu e a olhou ainda mais encantando.

FREDERICO ‒ Não vai deixar nada para seu pai?‒ ele sorriu se levantando da cama.

Cristina olhou pra ele e balançou a cabeça. Olhou a filha que não parava de mamar só para respirar. Frederico sorriu e foi ao banheiro, tomou seu banho e disse já arrumado quando voltou.

FREDERICO ‒ Vou a cidade resolver coisas.

CRISTINA ‒ Está bem. ‒ Ela respondeu calma. ‒ Até mais tarde.

FREDERICO ‒ Você quer ir? ‒ ele perguntou e aguardou resposta procurando seu chapéu.

CRISTINA ‒ Não, não quero! ‒ Ela falou e colocou a filha sobre a cama, se levantou e suspirou ajeitando a camisola e foi pegar a roupa para a filha.

FREDERICO ‒ Bom dia para você! Espero voltar para casa e você não estar na companhia de nenhum idiota.

Ela se virou e o olhou, sem falar nada, balançou a cabeça o desaprovando e não disse mais nada.Ele saiu chateado, era o que ele não conseguia controlar mesmo que ele desejasse não conseguia controlar. Cristina voltou a cama e pegou a filha, deu banho nela, com amor, rindo e brincando com a filha. Depois ela trocou a filha e a colocou no berço. Tomou banho e voltou já arrumada pegou a filha e desceu para o café.

Ela colocou a filha no carrinho ao lado da mesa e sorriu dando um beijo na mãe.

CONSUELO ‒ Bom dia, minha filha!

CRISTINA ‒ Bom dia, mamãe!

Severiano estava rindo e sentado ao lado de Consuelo.

CONSUELO ‒ Olha a minha neta linda! ‒ ele puxou o carrinho para ele.‒ Oi, filha!

Consuelo beijou neta e depois a filha.

CONSUELO ‒ Está melhor?

CRISTINA ‒ Sim, mamãe estou! ‒ Cristina falou calma.

CONSUELO ‒ Temos que ajeitar as coisas para o aniversário de seu marido. ‒ ela falou tomando o café. ‒ Temos que ver o que você quer é daqui a duas semanas.

CRISTINA ‒ Sim, mamãe, vamos ver.

CONSUELO ‒ Minha filha, eu fiquei pensando uma coisa aqui, uma coisa bem simples. O que dar a ele de presente?

CRISTINA ‒ Eu não sei ainda, mamãe, estava pensando.Frederico já tem tudo. ‒ Ela suspirou.‒ Já pensei em muitas coisas, mas não sei.

CONSUELO ‒ Eu acho que tem que ser algo bem simples, algo com você e Nandinha, filha como um álbum de recordação da família ou uma blusa estampada com o rosto de vocês, sabe, essas coisas que nós pobres gostamos. ‒ ela riu.

Cristina sorriu para a mãe.

CRISTINA ‒ Sim, mamãe, pode ser sim. Acho que darei um álbum mamãe. ‒ Ela sorriu largamente.

CONSUELO ‒ Com todos os momentos...

CRISTINA ‒ Sim..‒ Ela sentou e colocou suco no copo vendo o pai brincar com a filha.

SEVERIANO ‒ Essa minha neta é muito linda, agora só falta sua vó me dar outro filho, Nandinha! ‒ Ele sorriu com a neta apertando seus dedos.

Cristina olhou para a mãe e sorriu.

CRISTINA ‒ Vocês vão ter um filho mesmo, mamãe?

CONSUELO ‒ De jeito nenhum é coisa do seu pai, da cabeça de seu pai, ele não vai ter outro filho, já somos avós e não quero isso não.

CONSUELO ‒ Não quero que depois de termos liberdade e com você grande a gente tenha que voltar atrás. ‒ ela sorriu. Cristina riu da mãe.

CRISTINA ‒ Ai, mamãe, não fale assim...

CONSUELO ‒ O seu pai quer outro filho, mas eu não quero mais.Eu quero curtir a minha neta e os próximos filhos que você tiver, Cristina não quero ser mãe de novo agora. O tempo passou precisamos entender isso. Tá certo que seu pai tá fazendo de tudo para que a gente tenha esse filho, mas não vai acontecer.

CRISTINA ‒ Sim, mamãe, se é o que quer. Não tenham!‒ Ela sorriu e viu o pai suspirar frustrado.

CONSUELO ‒ Por que está me olhando com essa cara? Eu já disse para você que não quero! Nós já conversamos várias vezes.‒ Ela ficou olhando para ele que sempre ficava triste naqueles momentos de conversar sobre aquele assunto.

SEVERIANO ‒ E eu não aceito isso, Consuelo. ‒ Ele levantou e pegou a neta nos braços.‒ Eu vou lá pra fora, não vou atrapalhar você.‒ Ele suspirou e saiu de lá.

CONSUELO ‒ Agora é assim, Cristina toda vez que eu falo desse bebê seu pai ficar desse jeito. ‒ Toda vez a mesma coisa!

Cristina balançou a cabeça.

CRISTINA ‒ Ai, mamãe, vocês tem que conversar certinho. Tadinho do papai! ‒ Ela olhou por onde o pai tinha saído.

Consuelo de uma suspirada profunda e pesada, ela realmente não sabia como lidar com a frustração dele em relação àquele assunto mas não queria mesmo ter um filho naquele momento.Começou a comer as frutas que estavam ali.

CONSUELO ‒ Vou falar com ele.‒ Revirou os olhos e foi. Chegou perto do marido enquanto ele segurava um bebê. Severiano a olhou e depois voltou a olhar a neta a balançando...‒ Amor...Fala logo, vai ficar zangado toda vez que discutimos desse assunto?

SEVERIANO ‒ Sim, eu vou, eu vou, Consuelo porque o que peço você pode me dar e me nega.O que foi? Eu não mereço ser pai de um filho seu?

CONSUELO ‒ Estamos velhos, Severiano! Estamos muito velhos! ‒ Ela começou a rir do que estava falando.‒ É verdade não estamos tão velho assim!Mas eu não sei se quero esse momento de ser mãe de novo eu sei que é importante para você e sei que você queria ter tido outros filhos e a gente planejava isso mas não aconteceu.‒ Ela tocou gentilmente o braço dele enquanto ele acalentava a neta.

SEVERIANO ‒ Você pode ser mãe, se quisesse poderia não tem nem anos.‒ Ele a olhou de lado. ‒ Mas você não quer!

Ela o olhou com amor, tocou o rosto dele.

CONSUELO ‒ Me diz uma coisa, é tão importante assim para você?

SEVERIANO ‒ Sim é! É muito importante pra mim, Consuelo!

CONSUELO ‒ Me diga porque.‒ Ela falava de modo bem carinhoso não queria ficar magoando ele.

SEVERIANO ‒ Porque eu quero ser pai? Quero ver meu filho crescer, quero estar com ele como não estive sempre com Cristina.

Naquele momento ela entendeu todas as tristezas dele insuficiências que tinha sido a distância divide Cristina. Sendo assim ela sentiU o coração triste.

CONSUELO – Então, vamos fazer o seguinte nós vamos tentar.‒ Falou olhando nos olhos dele.

SEVERIANO ‒ Você já tinha dito isso e depois desistiu!‒ Ele suspirou.‒ Eu não quero que você tenha um filho só porque eu quero!

CONSUELO ‒ Eu nunca vi motivos para voltar a ser mãe de novo e vive uma vida tão triste acho que no fundo eu tenho medo de que essa felicidade acaba. Eu vivi tantas coisas ruins com a minha filha impressão que eu tenho de que a qualquer momento as coisas vão ficar ruins de novo.

SEVERIANO ‒ Nada vai ficar ruim, Consuelo! ‒ Ele a olhou.‒ Nada!Você está bem e vai ficar muito bem. Nada vai mudar, meu amor. ‒ Ele beijou a testa dela.

Ela respirou profundamente e beijou a neta depois de um selinho nele...

CONSUELO ‒ Você promete que não vai mais embora? Promete que não vai me deixar com a nossa filha sozinha!

SEVERIANO ‒ Eu prometo, meu amor, nunca mais vou, nem se me obrigar a ir.‒ Ele riu leve a olhando.‒ Nem se você quiser que eu vá, nem assim eu vou!

CONSUELO ‒ Eu vou dispensar um homão com você! ‒ Ela implicou com ele. ‒ De jeito nenhum meu amor está decidido que vamos ter o nosso bebê...

LONGE DALI...

Frederico estava passeando pela cidade e achou uma senhora que vendia flores, comprou e depois de sorrir para todo povo ele comprou um anel lindo para Cristina... Cristina na fazenda ficou junto aos pais, eles tomaram Sol sorrindo e depois foram assistir a um filme na sala enquanto Maria Fernanda dormia.

Estava preocupado, tinha sido grosso, mal educado, cegado de ciumes, ele voltou para casa e entrou sorrindo com as flores e viu o rosto dela mudar com aquela expressão de amor que sempre tinha por ele.

Ela sorriu leve o olhando. Ele era seu amor, sempre havia sido, era a sua vida.

FREDERICO – Meu sogros, podem ficar com minha filha um pouquinho?– ele disse com atenção olhando a esposa.– Eu quero conversar com minha esposa. – ele foi a ela e estendeu a mão para que ela viesse.

Cristina caminhou até ele e Severiano afirmou que ficavam com a neta para que eles conversassem.Ele a segurou na mão com carinho e depois a pegou junto a ele. Ela estava feliz, mas ao mesmo tempo receosa, ainda estava muito magoada com ele e andou com ela agarrada a ele. Frederico foi com ela ao jardim e a fez sentar-se em seu colo, olhou os olhos lindos que ela tinha e sorriu, era seu amor, sua menina...

CRISTINA – Vai gritar comigo outra vez? Se for, eu vou embora...

FREDERICO – Me perdoa pelo que fiz, eu estava com ciúmes de você.Eu nunca mais falarei com você desse modo. – Ele passava a mão pelos cabelos dela.

CRISTINA – Eu não gostei do jeito que falou comigo.Não gostei nenhum pouco! Eu não sou sua prisioneira, Frederico.

FREDERICO – Amor, estava na casa de um homem sozinha...– ele suspirou. – Eu nunca senti tanto ciúmes de você. – ele disse abaixando a cabeça. – Eu morro.– ele suspirou frustrado...

CRISTINA – Ele é seu amigo, Frederico, você sempre falou dele, eu não vi nenhum problema. Só queria sair um pouco e ele me convidou para ir ver a fazenda. Eu não me importo que aqui tenham animais, não são iguais assim como na Fazendas não são iguais!O que vai acontecer quando eu for trabalhar? Você vai ficar me perseguindo?

FREDERICO – Eu não vou te perseguir hora nenhuma, mas eu não fui avisada de que você ia visitar a fazenda dele!Seja justa comigo você também me deixou numa situação bastante complicada e vi você passando no carro dele com minha filha nos braços.Nenhum homem pode suportar algo assim! – Ele sentiu o corpo todo retesar com aquela imagem dela partindo para outro lugar com outra pessoa dirigindo ao lado.–Quando você estiver trabalhando eu não vou te perseguir coisa nenhuma porque te respeito te amo e sei que você vai fazer o que é certo.

CRISTINA– Ele é seu amigo, Frederico, eu não estava fugindo nem nada do que imagina.

FREDERICO – Tudo bem, meu amor, eu já estou pedindo desculpas.Mas não quero mais que você saiu sem falar comigo. Não saia. Só precisa me avisar, tá bom? – Ele entregou as flores para ela com todo o carinho e o anel.– São para você como um pedido de desculpas.

Ela pegou e sorriu.

CRISTINA – Está bem, meu amor, não sairei sem te avisar!–Ela abriu a caixinha e os olhos brilharam. – É lindo, meu amor, lindíssimo.–Ela o beijou e o agarrou feliz.

FREDERICO – Eu queria que você tivesse uma pedra da cor dos seus olhos. Ela é tão bonita quanto seus olhos! Ela é perfeita como você, meu amor!

CRISTINA – Ela é linda, amor, maravilhosa. – Ela sorriu e colocou nos dedos. – Eu nem tenho onde usar isso, Fred, deve ter sido caríssima.

FREDERICO – Usa aqui e agora, usa sempre usa quando quiser! – Ele estava olhando para ela com o encantamento que sempre tinha por aquela mulher. – Quero que me perdoe de verdade!

CRISTINA – Eu te perdoo, meu amor, te perdoo porque eu te amo! Eu te quero! Sempre, meu amor, por toda a minha vida!

FREDERICO – Eu quero que você pense que o seu marido sempre vai querer te proteger das coisas. E por isso eu quero que você não tenha medo de mim quando eu ficar zangado.

CRISTINA – Está bem, meu amor!Eu não terei.– Ele ficou ali conversando com o seu amor por durante um tempo e os dois trocaram olhares riram e disseram coisas educadas um ao outro. Logo eles voltaram para casa e foram olhar a filha que ainda dormia...

Foram para seu quarto e deitaram na cama aos beijos.Ela sorria e gemia o sentindo.

FREDERICO – Amor! Eu quero você em cima de mim tá. Bem deliciosa. – Falou tirando a roupa dela.

CRISTINA – Sim, amor, tá bom! Eu te quero tanto, tanto!– Ela sorriu e apertou o corpo dele.

Ele tirou sua roupa e sorriu agarrando mais ela e beijando e sentindo corpo todo querer ela quanto mais beijava mais ele queria ela.

FREDERICO – Vem, amor, fica em cima!– ele a colocou em cima dele sorrindo.

Ela sorriu sobre ele e rebolou forte, gemendo em resposta, rebolando sem se encaixar nele.Ele segurou a cintura dela quando todo o amor e ficou olhando o modo como ela se dava para ele naquele momento e como ela sempre estava brilhando.Cristina era algo tão especial era algo que ele queria ter somente com ela para toda vida. Sorrindo beijando ele e os dois se declarando.Ele a segurou com suas mãos apertando o corpo dela e se encaixou sentindo que seu amor gemia, era a mulher mais perfeita de todo mundo e ele a queria feliz.

Ela gemeu e apertou ele, arranhou o peito dele e fechou os olhos.

CRISTINA – Eu te amo, te amo! – Ela rebolou sobre o corpo dele cada segundo mais forte e intensa.

Federico segurou ainda mais o quadril dela e puxava Cristina para ele para ele queria tomar.– Ela era tudo que ele desejava naquele momento mais do que qualquer outra mulher que ele tinha tido na vida Cristina era o seu amor. Deslizou as mãos pelas pernas dela. Respirou fundo e sentiu o corpo tremer e pegar fogo. Era o começo do novo momento dele.

Momento depois de ter sentido tanto ciúmes de sua mulher que mataria alguém por ela.Ela gemeu e rebolou cada vez mais forte, gemendo muito o chamando, desejando ele, querendo estar com ele.O amava e o queria cada vez mais, cada segundo mais.Ela se deitou sobre ele rebolando intensa. Sorriu frente aos lábios dele e roçando os seios no peito dele ela o beijou.

Ele queria aquilo mais que tudo. Ela gritou gemendo e colocou o rosto no pescoço dele. Ele foi firme e sentiu.

CRISTINA – Amor, eu vou gozar, eu vou gozar, Frederico!– Ela fechou os olhos. – Ahh, amor!

Bombou o seu corpo para dentro dela com mais força, queria que ela se sentisse completamente satisfeita e que não perdesse de vista que ele era o homem da sua vida.Faz o movimento com bastante força ajudando quadril a ficar preso a ele enquanto ele se movia via que o rosto dela e avermelhado e ela ficava cada vez mais desejosa.

Ela gritou gozando apertando o travesseiro ao lado da cabeça dele e gemendo mais cada segundo mais. Ele continua se movimentando e logo em seguida também encontrou seu prazer nos braços daquela mulher que Ele amava tanto que era tão perfeita e que tinha tudo o que ele mais amava numa mulher.

Ele sentiu o coração palpitar de tanta felicidade abraçou sua esposa para que ela ficasse junto a ele.

FREDERICO – Amor, eu senti tanto a sua falta! Parece que tem um ano que brigamos.

CRISTINA – Eu também, meu amor! Eu também!Você é a minha vida, meu maior amor, te amo mais que tudo nesse mundo, hoje e para sempre!– Ela o beijou selando aquele momento.

FREDERICO – Eu quero que a gente não brigue mais desse jeito e nem fique afastado como ficamos essa noite. A nossa filha não merece ter uma família dividida e eu não quero que você fique longe de mim!– Ele falava com coração apertado alisando as costas dela que estavam nuas e ela deitada sobre seu peito. – Você é a mulher mais importante da minha vida, eu não vivo sem você!

CRISTINA – Você também é o homem mais importante da minha vida!Eu te amo muito mais que tudo.

Ele sorriu para ela e ficou esperando para ver o que ela ia dizer sobre o anel que ela está usando o tempo todo no dedo desde que ele tinha dado. Sabia com Cristina era vaidosa gostava de estar com ele. Mas sabia que ela também era adolescente gostava de ter as coisas da sua idade. Sempre dava muitos presentes a ela mas alguns presentes eram mais especiais que outras.

CRISTINA – Amor, esse anel deve ter sido muito caro, não?

FREDERICO – Que isso, amor, você sabe que eu te dou o presente de qualquer valor não tem essa de ser muito caro.Mas você quer saber ele foi sim bastante caro. Mas eu não ligo se não porque meu dinheiro é para nossa família e não é meu dinheiro é nosso dinheiro. Você não compra outra joias mais caras porque você não quer eu te dei um cartão você tem que usar...

CRISTINA – Eu não quero comprar nada, Fred! Eu não preciso disso.– Ela sorriu para ele.– Eu te amo muito, Fred, eu adorei, o anel é lindo! – Ela olhou no dedo.– Maravilhoso, meu amor!

FREDERICO – Você não precisa ter necessidade das coisas para comprar meu amor você é muito nova pode comprar o que quiser para você para nossa filha eu acho que você devia ir com a sua mãe comprar mais roupas para nossa filha está crescendo. Eu quero que você usa o nosso dinheiro que precisa sair de casa que passa coisas por você. Ao contrário do que você pensa, eu não quero não quero mesmo que você fique triste e nem dentro de casa!

CRISTINA – Meu amor!Eu vou sair sim, está bem?

FREDERICO – Vamos sair, meu amor, para onde você quer ir?– Ele ficava olhando os cabelos lisos e negros que ela tinha e pensava como tinha vivido todos aqueles anos em encontrar seus amigos. Comer beber e zuar como tinha vivido sem ela?

CRISTINA – Quero ir ao cinema, Fred!– Ela sorriu alisou o peito dele.– Vamos?

FREDERICO – Vamos, podemos ir no cinema Quando você quiser vamos ter que deixar nossa filha com sua mãe. Podemos ver o filme que você quiser, meu amor, eu não vou cinema tanto tempo.

CRISTINA – Sim, meu amor, vamos. Vamos ficar um pouquinho aqui e daqui a pouco vamos...– Ela sorriu e o beijou outra vez.

FREDERICO – Sim, meu amor, vamos ficar aqui um pouco juntos e depois saímos para onde você quiser...

Ele falou todo feliz com ela...

ANOS DEPOIS....