Olhinhos verdes - amf
18 Capítulo 18 - " Ele e ela"
... Ferdinando acordou suado e ereto em sua cama e sorriu.
FREDERICO ‒ Maldita cadelinha, já invadiu meus sonhos!‒ sorriu levantando o lençol esfregando os olhos e vendo a enorme ereção noturna para aquele sonho...
DIA SEGUINTE....
Cristina estava na mesa, tomava café calmamente, com calma e sorrindo feliz, Frederico tinha saído para fazer a ronda e depois dela dar mama a filha e a fazer dormir era a vez dela comer.A filha estava ao seu lado deitada no carinho, dormia tranquila e Cristina sorria largamente a olhando.Ferdinando parou na porta... sorriu olhando Cristina. Será que ela seria capaz de identificar a diferença dele e do irmão, sorriu e a olhou.
FERDINANDO ‒ Ela está dormindo... minha princesa? ‒ Cristina sorriu.
CRISTINA ‒ Está sim...‒ Ela acariciou a filha.‒ Dormiu tem uns minutos.
Ele sorriu.
FERDINANDO ‒ E você? Hum? ‒ Se aproximou dela.
CRISTINA ‒ Eu o que? ‒ Ela riu leve. ‒ Estou acordada não está vendo?
FERDIANDO ‒ Onde meu irmão está?
Ela o olhou com os olhos sem entender e depois suspirou.
CRISTINA ‒ Frederico está fazendo ronda.‒ Ela falou entendendo que ele não era o marido.
FERDINANDO ‒ Ahh sim. E por onde é essa ronda?
CRISTINA ‒ Depende! ‒ Ele faz cada dia em um local.‒ Hoje eu não sei.
Ela tomou seu suco e o olhou.
CRISTINA ‒ Sente para tomar café.
Ele se sentou e começou a conversar com ela e por fim perguntou.
FERDINANDO ‒ Meu irmão é um bom marido?
CRISTINA ‒ Sim, Frederico é um marido maravilhoso.‒ Ela sorriu leve o falando.‒ Frederico é o melhor marido do mundo!
FERDINANDO ‒ Que bom porque ele sempre foi de gandaia e achei que nunca que ele fosse casar, mas você é uma égua nova. ‒ ele sorriu. ‒ Todo homem quer!
Ela olhou para seu prato e voltou a comer sem responder nada a ele.
FERDINANDO ‒ Não fique sofrendo não, que ser assim linda como você, é uma vantagem, pode ter certeza de que o que desejar meu irmão te dará.‒ ele sorriu, era um homem sensual, cheio de coisas e que eram o que ele chamava de encanto pessoal.Ela suspirou.
CRISTINA ‒ Sim!–Foi a única coisa que ela disse, incomodada com ele.
FERDINANDO ‒ Ela é muito calminha.‒ ele sorriu olhando o bebê.‒ Ela se parece com você.Não era verdade, a menina era a cara de Frederico!
Cristina sorriu.
CRISTINA ‒ Ela parece mais com meu marido! Muito mais!
Ele a olhou e disse com o rosto sorridente.
FERDINANDO ‒ Posso te perguntar uma coisa? ‒ Ferdinando tinha passado a vida atentando as namoradas de Frederico e algumas ele até confundia, beijando e abraçando...
CRISTINA ‒ Sim, pode claro.‒ Ela falou calma.
FERDINANDO ‒ Ele não te machuca? Como mulher... você deve ser bem pequena e meu irmão é um monstro, quero dizer, como homem, nossa família toda é... Você gosta de estar com ele?
Ela arregalou os olhos.
CRISTINA ‒ Não vou falar disso com você!‒ Ela passou as mãos nas pernas, não falaria do marido para o irmão, menos ainda de sua intimidade com ele.
FERDINANDO ‒ Mas somos cunhados, eu quero seu bem, você pode falar comigo sobre tudo. Tudo mesmo! ‒ ele sorriu. ‒ Eu apenas quero ajudar se for preciso. ‒ segurou a mão dela e Frederico chegou sorrindo.
FREDERICO ‒ Bom dia!‒ ele deu um tapa no ombro do irmão e foi até a esposa beijando.‒ Oi, amor, já comeu? Vamos passear la fora um pouquinho.
CRISTINA ‒ Oi, amor. ‒ Ela falou segurando no braço dele. ‒ Sim vamos, já comi. ‒ Sorriu leve para ele.
FREDERICO ‒ E minha pequena, já comeu? ‒ beijou o bracinho da filha. ‒ Se eu falar com ela Ferdinando, ela acorda na mesma hora. ‒ ele riu pegando o carrinho e empurrando. ‒ Vamos tomar sol com papai e ver os cavalinhos!‒ ele riu.– Vamos, amor!FREDERICO ‒ Ferdinando fica a vontade
Ferdinando sorriu e disse.
FERDINANDO ‒ Vou ficar, Frederico, vou ficar.
Cristina saiu junto ao marido, pegou na mão dele com calma e amor. Os dois se sentaram no jardim e ele a pegou no colo enquanto a filha dormia no carrinho.
FREDERICO ‒ Amor, você está bem? ‒ ele dava beijinhos nela.
CRISTINA ‒ Estou sim, amor! ‒ Ela falou sorrindo. Ele a olhou.
FREDERICO ‒ Eu acho que vamos ter que fazer uma coisa, amor.‒ ele riu porque era uma surpresa, mas ele achava que ela ia pensar numa coisa ruim. ‒ Vou ter que viajar... para um lindo chalé com duas mulheres.
CRISTINA ‒ O que? ‒ Ela falou o olhando sem entender. ‒ Pra onde vai?
FREDERICO ‒ Vou a um chalé na região fria e vou ficar quatro dias lá com duas mulheres, na verdade uma e meia, uma mulher e meia...
CRISTINA ‒ Frederico, que história é essa?‒ Ela falou séria.
FREDERICO ‒ É a linda história da minha vida.‒ disse sorrindo para ela. ‒ Eu quero viajar com minha esposa e minha filha, só nós, juntos e felizes...
Ela sorriu vermelha.
CRISTINA ‒ Viajar, amor?
FREDERICO ‒ Sim, descansar, rir, nós em outro lugar para sermos felizes e dar tenção a nossa menina.
Ela riu e o beijou se jogando contra o corpo dele.
CRISTINA ‒ Ahh meu amor, isso é ótimo.Eu quero muito.
FREDERICO ‒ Eu achei que ia querer. ‒ele riu beijando ela e dizendo.‒ Você estava pensando besteira, não é ciumenta?
CRISTINA ‒ Não sou ciumenta!‒ Ela falou o olhando.
FREDERICO ‒ Não?‒ ele riu, ela era a mulher mais linda que ele tinha conhecido.
CRISTINA ‒ Não, não sou! ‒ Ela falou e sorriu.
FREDERICO ‒ Amor, estou feliz e sinto que a gente vai ser cada dia mais feliz. ‒ ele a tocou no rosto e sorriu com ela ali ao seu lado tudo era perfeito. ‒ Você sempre será a minha olhinhos verdes!
Enquanto os dois se beijavam e se acariciavam rindo, Ferdinando os observava de longe e sentia o rosto frio. O irmão estava feliz e ele não. Olhou bem e naquele segundo decidiu que algo devia ser feito para acabar com aquela felicidade. Cristina sorriu nos lábios dele.
CRISTINA ‒ Você é meu príncipe, meu salvador. Eu te amo muito, Fred! Você é a melhor coisa que me aconteceu.
FREDERICO ‒ Você que é amor... você que é.‒ Linda perfeita inteligente. ‒ A minha pequena de olhinhos verdes.
Ela sorriu e tocou o rosto dele.
CRISTINA ‒ Meu amor!
FREDERICO ‒ Minha vida... minha esposa, minha perfeita harmonia.
Ela riu leve e o abraçou.
CRISTINA ‒ Amor, vamos a cachoeira...
FREDERICO ‒ Vai tomar banho pelada? Eu só vou se for assim... para ficarmos pelados. ‒ Ele sorriu. ‒ Saudades do meu amor.
Ela ficou vermelha.
CRISTINA ‒ Amor, nós estamos com Maria. ‒ Ela falou calma. ‒ Não podemos ficar nus.
FREDERICO ‒ Maria Fernanda pode ficar peladinha também.‒ Ele riu. ‒ Mas sabia que não era verdade porque a filha era muito novinha ainda. E não era o momento dela ficar exposta tinha apenas meses de vida. Cristina riu leve.
CRISTINA ‒ Mamãe disse que não pode deixar ela nua exposta.
FREDERICO ‒ Ela é muito pequena ainda, não pode mesmo não. ‒ Ele olhou a filha com todo carinho e com todo amor. ‒ É verdade, ela é mesmo perfeita! Tão perfeita quanto a mãe, mas ela tem a minha cara. ‒ Falou tudo curioso porque sabia que a filha era parecidíssima com ele.
CRISTINA ‒ Sim, meu amor, ela é como você.‒ Ela falou sorridente.
FREDERICO ‒ Amor, você quer ter outros?
CRISTINA ‒ Outros filhos? Sim, amor, eu quero sim.
FREDERICO ‒ Eu quero mais dois. Quero que você estude primeiro.
CRISTINA ‒ Sim, amor eu vou. Eu já olhei quando as aulas do curso começam e logo vou fazer minha matrícula.‒ Ela sorriu e o abraçou beijando ele.
FREDERICO ‒ Que bom! Quando você estiver terminando o curso e depois a faculdade nós podemos ter outro bebê. ‒ ele falou sorrindo você sabia os planos que ela tinha. ‒ E aí decidimos como vai ser.
CRISTINA ‒ Sim, meu amor, podemos sim. ‒ Ela sorriu.
Os dois ficaram manipulo durante um tempo e depois. Andar um pouco com a filha no a redor da casa e por fim, Frederico foi cuidar das coisas da Fazenda enquanto Cristina ficava em casa.
SEMANAS PASSARAM...
Ferdinando foi embora, dizendo voltar logo, tinham sido dias calmos e maravilhosos, ele tinha tentado se aproximar dela todo o tempo, mas Cristina tinha se afastado dele naturalmente. Cristina tinha começado estudar ia fazer dois anos de preparatório para faculdade e a mãe estava de volta da viagem. A mãe cuidava da filha e ela fazia o preparatório porque ia fazer depois faculdade, de Medicina veterinária.
Era meio de tarde ela estava com a filha no jardim. O curso era a noite, ela preferia porque não muito tempo com a filha, já Frederico não gostava nenhum pouco, mesmo assim, ela continuava a noite.
DIEGO ‒ Olá!‒ Diego Parou em frente a ela. Ele se viu um pouco e ele tinha passado um tempo longe.
Frederico e ele eram grandes amigos mas naquele momento estava um pouco afastados. Os meses tinham sido complicados para Frederico administrando a ausência da esposa nos horários de aula com atenção que deveria dar a filha mas os dois tinham combinado que seria assim estava funcionando.
CRISTINA ‒ Olá...‒ Ela falou o olhando.
DIEGO ‒ Eu queria falar com Fred ele está?A gente se conhece, Diego Hernandez. Eu estive um tempo viajando, mas agora estou aqui...
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