Olhinhos verdes - amf
25 Capítulo 25 - Vamos superar tudo...
FREDERICO ‒ Eu vou sim, amor quero ficar com você e nossos filhos! Vamos! ‒ ele segurou ela e conduziu ao carro depois de dar ordens a seu capataz, entrou no carro e foi com Cristina para casa.
Chegaram e Severiano e Consuelo queriam que eles jantassem, mas os dois não quiseram, Cristina tomou um banho onde chorou muito e depois Frederico tomou o dele, os dois estavam vestidos para dormir e ele trouxe os filhos para a cama, sabia que a esposa ficaria bem se os filhos ficassem perto.
Ele posicionou os travesseiros e sorriu vendo rosto da filha usando um pijama rosa de princesa e dormindo pesado eram tudo que tinham de mais precioso. Ele se deitou atrás da esposa que chorava baixinho e abraçou ela, as almofadas rodeavam os filhos e ele sorriu quando Daniel soltou um pum e ele viu a porta se abrir.
CARLOS ‒ Tio Fed posso domir aqui?
FREDERICO ‒ Carlos! Vem, filho, vem... ‒ ele tratava o cunhado como mais um filho para ele, sorriu e disse com amor.
Carlos foi a cama e deitou também com sua cobertinha e fechou os olhos dormindo. Cristina tocou o corpo do irmão de modo leve e acariciou em silêncio sem falar nada. Ele sorriu com o carinho e suspirou estava sonhando.
FREDERICO ‒ Amor, ele se parece com você! ‒ ele disse amoroso.‒ Sempre achei isso, é nosso terceiro filho!‒ ele riu e beijou ela nos cabelos.
Ela sorriu leve olhando.
CRISTINA ‒ Ele é meu irmão, amor, irmãos se parecem mesmo. Carlinhos é lindo e vai ter papai e mamãe junto a ele, como eu não tive.
Ele alisou o rosto dela e beijou com todo carinho. Sabia que ela sentia tristeza com aquele passado tão complicado. Mas nada podia ser mudado, nada podia ser alterado.
FREDERICO ‒ Ele vai ser feliz, amor, porque tem uma irmã também!
CRISTINA ‒ Sim, vai sim, eu o farei muito feliz!
FREDERICO ‒ Já faz, ele adora estar conosco. ‒ ele sorriu e apertou ela contra seu corpo.‒ Eu te amo, eu te quero, meu amor, feliz e sorrindo!
CRISTINA ‒ Eu também, meu amor, mas não posso sorrir eu estava bem pensei que tivesse melhorado e então acontece isso.
FREDERICO ‒ Eu sei, amor, quero que tenha paciência com você...
CRISTINA ‒ Estou tão triste! Eu estava feliz, tínhamos feito amor e agora...
FREDERICO ‒ Não pensa nisso, amor, não pensa! Vamos dormir e esperar o dia chegar. ‒ ele abraçou, ele não ia dormir, ele não ia esquecer, tinha mandado aquele homem para cadeia por tentativa de estupro e por invasão de privacidade
Ela suspirou e adormeceu nos braços do seu amado. E ele não dormiu, porque ele chorou e suas lágrimas eram de amor... Era o amor em forma de tristeza e preocupação.
AMANHECEU...
Cristina despertou e observou os filhos que estavam ali juntos a ela naquela cama, ela deixou que as lágrimas corressem enquanto em sua mente os flashs de todos os anos que tinha sofrido passavam, ela tocou o corpo e arranhou o braço de maneira brusca e sentiu as mãos de seu amado a segurar para que ela não o machucasse.
Naquele momento para ela se ferir apagaria a dor que sentia no peito, ou pelo menos a dor do corpo talvez dominasse a sua mente. Ela suspirou pensou que Frederico ainda estava dormindo, mas pelo jeito não, ela nem tinha se movido, quando ele tinha acordado?
Cristina gemeu dolorosa e olhou levemente pra ele que segurava sua mão.
CRISTINA ‒ Me deixe... Me deixe, por favor...
FREDERICO ‒ Amor!
CRISTINA ‒ Frederico, eu preciso...
FREDERICO ‒ Cristina eu estou aqui o que foi?‒ Ele falou calmo para que ela sentisse que ele estava ali.
CRISTINA ‒ Eu preciso sentir, sentir uma dor. ‒ Ela falava em um fio de voz.
FREDERICO ‒ Você não vai sentir dor nenhuma!
CRISTINA ‒ Ele não sai da minha cabeça, não me deixa!
FREDERICO ‒ Para com isso amor para com isso! Nós vamos ao psicólogo.
CRISTINA ‒ Ele não me deixa, Frederico! ‒ Ela chorou.‒ Eu não estou louca!
Ele segurou sua esposa em seus braços e sabia que ela estava com medo.
FREDERICO ‒ Ele não está aqui, meu amor e não vai voltar nunca mais. Eu quero que você fique bem e que você se acalme. Escuta minha voz, só a minha voz!
Ela choramingou o abraçando.
CRISTINA ‒ E se ele voltar? Ele vai estar cheio de ódio!
FREDERICO ‒ Ninguém vai voltar eu preciso que você saiba o que foi que eu fiz aquele homem maldito está preso está na cadeia Paulo nunca mais vai chegar perto de você porque além do que ele te fez muitas outras coisas foram encontradas contra ele. E Diego, meu amor, Diego recebeu o recado que precisava receber ele nunca mais vai chegar perto de você. ‒ Ele abraçou Cristina com todo amor e disse em seu ouvido.‒ Você acredita em mim?
CRISTINA ‒ Acredito... ‒ Ela o abraçou.‒ Eu te amo, Frederico!
FREDERICO ‒ Eu te amo muito mais, meu amor, te amo para sempre, para todo sempre!
Ela fechou os olhos e suspirou sentindo o perfume dele.
FREDERICO ‒ Todas as vezes que eu penso em coisas boas no mundo eu lembro de você. Você sempre será o meu amor a minha vida, a minha companheira a mãe dos meus filhos a mulher que eu quero perto e que eu amo tanto. Mas acima de tudo a pessoa decente e leal.
Ela suspirou e o olhou, beijou o corpo dele.
FREDERICO ‒ Amor, olha ali. ‒ ele apontou e sorriu. ‒ Olha quem está nos vigiando debaixo das cobertas?
Ela se virou e olhou.
FREDERICO ‒ O que está acontecendo que tem uma pessoa olhando a gente? Eu acho que tem uma pessoa olhando a gente.
M. FERNANDA ‒ Eu não sou uma pessoa, eu sou uma princesa... ‒ Ela falou sorrindo.
FREDERICO ‒ Meu Deus é uma princesa! A princesa do papai que vai fazer uma magia e vai vir aqui me dar um beijo! ‒ Ele falou todo sorridente abrindo os braços para ela.
M. FERNANDA ‒ Princesa não faz magia papai! ‒ Ela riu e olhou a mãe.‒ O que foi mamãe porque ta chorando? Teve pesadelo, mamãe?‒ Ela perguntou atenta e preocupada e passou a mão no rosto da mãe limpando, olhou o pai sem entender.
FREDERICO ‒ Vem cá filha e dá um beijo na sua mãe! Mas não pode só beijar a mamãe tem que beijar o papai também.
Ela riu e beijou o pai depois a mãe e deitou no peito dela sentindo a mãe acarinhar seus cabelos.
CRISTINA ‒ Eu estou bem princesa, já passou a mamãe não vai mais chorar...
FREDERICO ‒ Por que nós não vamos todos tomar café ou papai pode trazer um café delicioso aqui! O que é minha princesa linda quer? ‒ Ele pegou a filha jogou para cima e se sentou na cama e jogou de novo e beijou muito ela fazendo ela rir.
M. FERNANDA ‒ Eu quero café na cama, papai, com balinha de morango. Eu posso comer uma balinha, né.
Ele soltou uma gargalhada.
FREDERICO ‒ Pode sim, minha filha, mas meu almoço, no café não pode! No café você vai comer mamãozinho com mel junto com papai e aveia. Depois nós vamos comer iogurte um pãozinho com manteiga com queijo e também uma fruta, tem suquinho de laranja, suquinho de morango, tem leite com nescauzinho tem tudo isso que papai faz para você!
M. FERNANDA ‒ Eu quero um sorvetinho de morango então, papai, quero sorvetinho.
FREDERICO ‒ Amor, sorvete de manhã também não pode! Essa princesa tá muito rebelde só quero as coisas que papai não pode dar. ‒ E começou a rir que sabia que ela ia reclamar.
M.FERNANDA ‒ Eu pode, papai, eu pode sim! Por que que eu não pode nada? Eu pode sim!
Ele riu de novo.
FREDERICO ‒ Por que você não ajuda? Por que você não ajuda papai ficando aqui? Você pode cuidar da mamãe enquanto o papai vai fazer o café grandão cheio de coisa...
M. FERNANDA ‒ Tá, papai, mas não esquece meu sorvetinho.
Ele se levantou rindo colocou ela vinha na cama e foi preparar tudo. Cristina se levantou da cama sentindo o corpo dolorido.
CRISTINA ‒ Princesa, a mamãe vai tomar um banho tá bom.
M. FERNANDA ‒ Tá bom, mamãezinha, eu espero!
Ela ficou deitada junto com o irmão ligou a televisão e Frederico voltou logo depois com uma bandeja tão maravilhosa com tudo que podia ter arrumou tudo na cama junto com a filha, ficou esperando a esposa voltar. Cristina saiu vestida em uma camisola preta longa e os cabelos presos olhou para eles e deu um leve sorriso.
M,. FERNANDA ‒ Vem, mãe, vem, vem, tá tudo delicioso.‒ Ela sentou ao lado da filha e sorriu.
CRISTINA ‒ Amor, onde está Carlinhos?
FREDERICO ‒ Ele já vem, amor, foi atrapalhar seus pais que estavam gritando. ‒ ele riu e olhou a filha começar a comer esfomeada.
Ela sorriu e começou a comer, tocou a testa do filho e deitou ele na cama e deu a mamadeira a ele.
CRISTINA ‒ Toma tudo, bebê!
Ele se moveu rindo. Frederico pegou uma fruta e colocou na boca da esposa.
FREDERICO ‒ Come amor, come! ‒ ele disse carinhoso. Fernanda abriu a boca também e ele deu a ela um pedaço de queijo.
Ela riu e comeu. Cristina comeu sorrindo e tocou um pouco de suco.
FREDERICO ‒ Amor, o que faremos? ‒ ele disse com amor. ‒ Você quer ir a algum lugar?Podemos passear com as crianças.
CRISTINA ‒ Eu não sei, vamos aonde você quiser ir...‒ Ela falou calma. ‒ Se quiser sair, nós saímos.
FREDERICO ‒ Quero passear com você e nossos filhos, esquecer um pouco de tudo!
M. FERNANDA ‒ Pai, quelo paseia. ‒ Fernanda falou de boca cheia. ‒ Podo ir, né, mãe?
CRISTINA ‒ Sim, filha, pode, vamos todos! ‒ Ela falou leve. ‒ Não pode falar de boca cheia princesa.
M. FERNANDA ‒ Não tá cheia, mãe oh! ‒ ela abriu a boca e mostrou o mastigado a mãe.
Frederico riu e beijou a filha com todo amor.
CRISTINA ‒ Ai, filha, credo! ‒ Cristina riu e virou o rosto. ‒ Eu não quero ver filha, não quero não!
Ela riu e na mesma hora fechou a boquinha.
FREDERICO ‒ Temos que ver como nosso filho vai ficar porque ele me parece bem mais está bastante calor. Podemos ir a um parque aquático com eles dois!
CRISTINA ‒ Sim, amor. Vamos, sim e levamos Carlinhos também amor.
CARLOS ‒ Eu vou onde, rima? ‒ ele entrou correndo e agarrando Cristina.
CRISTINA ‒ Oi, meu amor! ‒ Cristina abraçou ele sorrindo. ‒ Vamos ao parque aquático, quer ir?
CARLOS ‒ Eu quero muito, meu Deus isso é o que ? ‒ ele sentou no colo dela e beijou ela. ‒ Quero ser seu irmão para sempre! ‒ deitou no peito dela. ‒ Você vai comprar um brinquedo?Mamãe não me dá nada... ‒ ele falou triste depois voltou atrás.
Frederico ria dele.
CARLOS ‒ Ela me dá, mas gosto mais dos seus pesentes!
CRISTINA — Eu também quero ser sua irmã pra sempre! ‒ Ela acarinhou o irmão. ‒ Eu compro sim, quantos presentes quiser!
CARLOS ‒ Ebah, nossa que coisa boa! Que que tem nesse café aí, eu quero comer!‒ Ele ajeitou as pernas.
M. FERNANDA ‒ Não tem sorvete, não? — Maria Fernanda falou olhando para o pai como se cobrasse. ‒ Mãe, você pode comprar um maiô novo para mim ou um biquíni?Eu gosto de andar de biquíni, eu vou ficar bem bonita que eu sou bonita!
Eles ficaram rindo e conversando e brincando com as crianças no café da manhã e o pequeno Daniel Frederico ficava prestando atenção em tudo o que estava acontecendo. O café terminou ele se arrumaram ou arrumaram as crianças e levaram para o parque...
Fale com o autor