FREDERICO ‒ É sério, amor!‒ Chupava ai meu peitão.‒ Riu baixo para não acordar a filha.

Ela sorriu vermelha o olhando.Olhou a filha que não mamava mais e a tirou de seu peito, cobriu o seio e balançou a filha em seu colo.Ele sorriu.

FREDERICO ‒ Vamos ser felizes, meu amor... vamos ser!

CRISTINA ‒ Vamos sim, Fred, muito.‒ Ela levantou e colocou a filha no berço, voltou deitando na cama e sorriu para ele. ‒ Você está bem, amor?Tenho percebido você estranho por esses dias....

FREDERICO ‒ Eu estou sim... amor por que? ‒ Ele suspirou e deitou ao lado dela.

CRISTINA ‒ Está acontecendo alguma coisa?

FREDERICO ‒ Preocupado com algumas coisas da fazenda, mas não é nada demais! Vou resolver todas as coisas, meu amor. Você não tem com que se preocupar!

Ela sorriu pra ele leve.

CRISTINA ‒ Está bem, meu amor!Mas se quiser conversar pode falar comigo, eu não entendo muito, mas estou aqui para você. ‒ Ela foi até o peito dele e deitou sobre o peito.

Ela abraçou com todo amor e suspirou, as coisas estavam tensas no trabalho, mas era só trabalho e ele não precisava se preocupar...

CRISTINA ‒ Eu te amo, Frederico!

FREDERICO ‒ Eu te amo, Cristina, minha Cris! ‒ ele sorriu a olhando nos olhos e trazendo para ele.

Ela sorriu pra ele apaixonada e o beijou...

MESES DEPOIS...

Frederico conseguiu resolver todas as questões que estavam afastando sua cabeça da rotina familiar. Era sempre assim uma complicação, mas no final, ele conseguia resolver tudo.Cristina tenha se adaptado à vida de mãe e fazia tudo com tanto zelo com a filha que Frederico sabia que podia confiar nela para ter quantos outros filhos quisesse...

Maria Fernanda crescia linda e e saudável e três meses depois a vida corria super tranquila.Consuelo e Severiano estavam cada vez mais Unidos e felizes e naquela noite tinham saído para jantar juntos e não voltariam para casa apenas Cristina Frederico e Maria Fernanda estavam aguardando o irmão de Frederico que chegaria naquela noite...

Ferdinando era um homem complicado era irmão gêmeo de Frederico e nunca tinha estado ali nem mesmo no casamento dele estava viajando fora do país. Naquela semana tinha ligado para Frederico e pedido para ele receber depois de quase dois anos sem ver o irmão. Se falavam apenas pelo telefone mas era a hora dele ir até lá...

Naquela noite Cristina vestia um lindo vestido verde como seus olhos curto e rodado e a filha estava amamentada.

FREDERICO ‒ Ele está demorando! ‒ Frederico disse ríspido.

CRISTINA ‒ Calma, amor, talvez tenha feito outro caminho.‒ Ela sorriu.

FREDERICO ‒ Eu em e ele não tem celular? ‒ Falava um pouco tenso desejando que o irmão chegasse logo pois já era tarde.

Ela riu leve e olhou a filha em seus braços.

CRISTINA ‒ Amor, logo ele chega! Seu papai é apressado, né princesa?‒ Cristina riu com a filha nos braços.

FREDERICO ‒ Papai está preocupado filha só isso... ‒Ele foi até a pequena e beijou ela tinha os mesmos olhos verdes de Cristina e o cabelo tão Preto quanto dele. ‒ Amor da vida de papai!

A pequena sorriu para ele. Frederico foi até o bar e tomou uma dose de tequila.

CRISTINA ‒ Amor, não beba muito!

FREDERICO ‒ Não vou, meu amor, não vou!

Ela sorriu pra ele e o beijou.

CRISTINA ‒ Logo ele estará aqui, amor!

Foram pelo menos mais alguns minutos até que uma cópia exata de Frederico parou na porta sorrindo e olhando para ele.Ferdinando era exatamente igual a Frederico mas o modo como ele sorria desinibidos safado diferia do modo educado como Frederico sorria para as pessoas.

FERDINANDO ‒ Enfim, cheguei a fazenda do homem das bananas!

Frederico de um grito.

FREDERICO ‒ Até que enfim, animal!

Cristina se virou sorrindo e ficou parada, era realmente igual.

FERDINANDO ‒ Boa noite, senhora Rivero! ‒ ele disse sorrindo e olhando para ela.

CRISTINA ‒ Boa noite!‒ Ela falou calma e olhou o marido.Eram idênticos em tudo, ela não imaginava que eram tão parecidos.

Ferdinando abraçou o irmão dando tapas nele.Frederico sorriu e pegou o rosto do irmão e beijou com atenção.

FREDERICO ‒ Animal, essa é minha esposa, Cristina Rivero!‒ ele apresentou e Ferdinando sorriu e olhou nos olhos dela. Ela sorriu para ele.

CRISTINA ‒ Olá Ferdinando, muito prazer!

FERDINANDO ‒ O prazer é todo meu!

FREDERICO‒ Seja bem bem-vinda a nossa família!

Ele segurou a mão dela e beijou com carinho e olhou a pequena criança.

FERDINANDO ‒ Olá, Maria Fernanda, eu sou seu tio Ferdinando!

A menina começou a chorar na mesma hora.Cristina balançou a filha com calma.

CRISTINA ‒ Calma, filha é o titio, não fique assim!

FERDINANDO ‒ É o tio fefê, meu amor!

Frederico veio começou a rir.

FREDERICO ‒ Você é feio mesmo e meu irmão até assustou minha filha! Calma filha, não é o papai é um feioso que parece com ele!

Os dois começaram a rir se afastaram menina para bebê para beber. Cristina olhou os dois.Ferdinando estava com uma roupa mais moderna e essa era a única diferença que ela via neles, até o bigode Ferdinando usava.Os dois tomaram duas bebidas juntos sorrindo e depois se sentar no sofá e Frederico se sentou ao lado de Cristina e Ferdinando e sua frente olhando as pernas dela.

FERDINANDO ‒ Me diga, Cristina como é ser esposa de um bananeiro?

Ela olhou sem entender.

CRISTINA ‒ Creio que é normal!‒ Ela sorriu.

FREDERICO ‒ Tá pensando que a minha mulher vai falar mal de mim animal? Minha esposa gosta de estar casado com o marido dela! E você tá sozinho ainda?

Ferdinando abriu um leve sorriso e olhar de novo para as pernas de Cristina sem deixar que o irmão percebi isso mas sabendo que ela estava vendo.

FERDINANDO ‒ Eu não gosto de ter nenhuma mulher me prendendo só entre as pernas!‒ Falou e sorriu.

Cristina se moveu incomoda e colocou a mão sobre a perna do marido...

CRISTINA ‒ Pois devia se casar, assim terá a sua mulher...‒ Ela falou calma.

FERDINANDO ‒ Eu gosto de muitas mulheres, Cristina! Ainda não tivemos tempo de conversar, mas você vai poder me conhecer melhor e vai perceber que eu gosto de tudo que é bom.E gosto das coisas em quantidade!

Ela suspirou balançando a cabeça.

CRISTINA ‒ Você pode fazer o que quiser!‒ Ela sorriu.

Ele sorriu de volta para ela.

FERDINANDO ‒ Sua filha é muito bonita!

CRISTINA ‒ Obrigada!Maria é linda, sim, minha princesa!

FERDINANDO ‒ Ela se parece muito com meu irmão. O que quer dizer que ela se parece comigo!

Frederico ficou olhando para ele começou a rir.

FREDERICO ‒ Nem vem que minha filha não vai parecer com você!Como estão as coisas?

FERDINANDO ‒ Meus negócios de bom sempre bem, Frederico sempre bem!

Cristina sorriu e levantou.

CRISTINA ‒ Eu vou colocá-la no berço amor!‒ Ela levantou e saiu indo para o quarto.

Ferdinando olhou a saída dela e depois sorriu olhando para Frederico.

FERDINANDO ‒ Gosta de franguinhas, meu irmão! Gosta de franguinhas!

Frederico sorriu e olhou para ele.

FREDERICO ‒ Não fale assim de minha esposa seu safado!

E começou a rir e os dois voltaram a beber e a conversar porque a noite ia ser longa. Somente horas depois a conversa acabou Frederico foi para o quarto e Ferdinando para o º que tinha preparado para ele

Ferdinando entrou no quarto e pegou o celular e não toque disse:

FERDINANDO ‒ Pode preparar aquelas roupas que eu te pedi para que sejam exatamente iguais às do meu irmão!‒ Depois sorriu...

Ele ficou olhando o quarto e depois se sentou na cama pensando em coisas que ele não queria dividir com ninguém...

NO QUARTO AO LADO

Cristina estava deitada na cama, adormecida, a filha estava na cama ao lado dela, tinha feito a filha dormir depois de mamar outra vez e tinha adormecido também.Frederico sorriu e se deitou com ela depois de tirar toda roupa e ficar apenas de cueca, estava tão feliz que o irmão estivesse ali. Tocou o corpo de seu amor e a puxou para ele.Ela suspirou sentindo Frederico e abriu os olhos levemente o olhando, sorriu.

FREDERICO ‒ Pode dormir, amor, eu estou aqui com você. ‒ e sorriu beijando ela e adormecendo...

E os três dormiram juntos e felizes com sempre tinha sido até aquele momento...

AMANHECEU....

Cristina despertou e se virou olhando o marido. Sorriu para ele adormecido e depois de dar um selinho nele se levantou e foi ao banheiro, voltou minutos depois vestida em um roupão, sentou a cama e viu a filha abrir os olhos a procurando, de imediato pegou ela e a colocou em seu peito para mamar.

Ferdinando estava na cozinha, tinha preparado tudo café da manhã estava fazendo ovos com bacon a espera de quê Frederico e a esposa descessem. Depois de amamentar a filha, Cristina trocou ela e sorriu para ela que lhe sorria de volta.

CRISTINA ‒ Vamos acordar o papai, filha!

Frederico acordou e olhou as duas com atenção.

FREDERICO ‒ Olá, bom dia, minhas princesas...

Cristina pulou e o olhou.

CRISTINA ‒ Aí Frederico que susto!

FREDERICO ‒ Não queria te assustar, não, meu amor, ela só um bom dia!‒ Ele se moveu na cama. ‒ Temos que descer para tomar café com Ferdinando! ‒ Se arrastou na cama até chegar perto da filha.‒ Oi, amor!

CRISTINA ‒ Sim temos! ‒ Ela sorriu e entregou a ele.‒ Está limpinha e alimentada!

Ele cheirou a filha brincou com ela estava linda.

FREDERICO ‒ Adoro você de Rosa! Fica a criança mais linda da vida de papai! Ah eh papai só tem você! ‒ Ele falava com ela como se ela pudesse entender as brincadeiras que ele fazia.Cristina riu leve o olhando.

CRISTINA ‒ Nossa princesa é muito linda mesmo! A mais linda de todas!

FREDERICO ‒ Ela parece tão feliz! Gosto de ficar olhando para ela porque ela sempre me deixa tranquilo. ‒ Ele deu vários beijinhos no braço da filha que ria.

CRISTINA ‒ Sim! ‒ Ela sorriu e o olhou.‒ Vá tomar um banho, amor! E ai descemos...

FREDERICO ‒ Estamos te esperando, meu amor, pode ir! ‒ Ele sorriu olhando o bebê e jogando beijo para esposa.

CRISTINA ‒ Eu já tomei banho, Fred! ‒ Ela riu. ‒ Vá você!

FREDERICO ‒ Estava tentando enganar sua mãe, mas não deu! ‒ Ele começou a rir.

Ela gargalhou e pegou a filha dos braços do marido.

CRISTINA ‒ Vai meu amor, estamos te esperando!

Ele deu um beijo nela e foi para o banho que demorou cerca de a minutos e ele saiu e se arrumou e meia hora depois dos dois desciam com a filha.

CRISTINA ‒ Bom dia! ‒ Cristina disse para Ferdinando sorrindo.

FERDINANDO ‒ Até que enfim, vocês desceram!

Frederico foi até o irmão deu dois tapas no ombro dele.Com os dois juntos é que era possível ver como eram iguais. Cristina sorriu e olhou a mesa.

CRISTINA ‒ Você fez tudo sozinho?

FERDINANDO ‒ Eu costumo cozinhar! Costumo fazer tudo sozinho.

Ela olhou o marido depois ele.

CRISTINA ‒ Nossa que maravilha! Viu Fred! ‒ Ela riu.

Ela sentou e colocou a filha ao lado no banquinho. Frederico se sentou Ferdinando também os dois começaram a servir-se e Frederico colocou para Cristina um pouco de salada de frutas e panquecas.

FERDINANDO ‒ Tem ovos também, minha cunhada! ‒ Ele apontou para linda omelete que tinha feito com bacon.

FREDERICO ‒ É melhor você ficar aqui por um tempo assim pode fazer sempre o nosso café!

Cristina riu para o marido.

CRISTINA ‒ Sim, é ótimo mesmo!‒ Ela pegou e começou a comer.

FERDINANDO ‒ Frederico, eu quero que você me mostre a fazenda hoje e gostaria de te perguntar se aquela sua funcionária da casa grande e ainda está lá?

Ferdinando comia um pedaço de pão caseiro enquanto olhava o irmão.

FREDERICO ‒ Raquela não está mais naquela casa, mas eu sei onde ela está. ‒ Disse sem medo do que Cristina ia pensar. Sabia bem que a esposa não gostava que ele falasse naquela mulher.

FERDINANDO ‒ Ótimo porque eu tenho um trabalho para ela.

Cristina olhava para Frederico.

FREDERICO ‒ Outra coisa que eu quero fazer também é que você me leve a um leilão pois eu quero comprar alguns cavalos especiais e algumas éguas também. ‒ Quando preferiu essa palavra ele olhou para cunhada.

Cristina estava com o olhar preso em Frederico.

FREDERICO ‒ Tudo bem, irmão podemos fazer o que você achar melhor e mais tarde nós vamos até lá falar com ela.

FERDINANDO ‒ Eu sei que ela produz o umas toalhas que eu quero comprar para a fazenda, eu fiquei sabendo que ela faz por uma das empregadas que trabalharam para mim e moram aqui.

Ela suspirou e se mexeu incomoda. Ele voltou a comer ele não falou mais nada enquanto Ferdinando ia perguntando coisas da fazenda e por fim Frederico decidiu que ia sair com o irmão. Ferdinando foi na frente preparando as coisas e pegando a caminhonete enquanto Frederico se despediu de Cristina.

FREDERICO ‒ Amor, eu devo demorar tá.Não fique me esperando!

Pela cabeça dela podiam se passar tantas coisas naquele momento como por exemplo os dois dividindo a mesma mulher ou eles dois juntos com a vagabunda da Raquela.

FREDERICO ‒ Amor, se eu demorar e você precisar de alguma coisa você liga o meu celular vai estar ligado. ‒ Ele beijou a filha com carinho e depois nos lábios da esposa.

Ela suspirou incomoda.

CRISTINA ‒ Está bem, Frederico!

FREDERICO ‒ O que foi, amor?

CRISTINA ‒ Nada, Frederico!

Ele beijou a esposa mais uma vez e saiu... E foram muitas horas fora de casa...

HORAS DEPOIS

Cristina estava impaciente, a mãe o pai tinham decidido viajar e não tinham voltado para casa, somente ligado e avisado que não iriam para casa aqueles dias, queriam que Frederico tivesse espaço com o irmão e eles estavam preparando Cristina para a vida de casada dela.Frederico tinha voltado para casa. Ferdinando estava na cidade e iria embora depois...

Frederico se ofereceu para buscá-lo, mas ele não quis. Frederico desceu cantando e sorriu.Cristina estava na janela da casa, o rosto sério ela o analisava. O viu entrar e cruzou os braços olhando a felicidade dele, sem falar nada...

FREDERICO ‒ Oi amor cadê Maria?

CRISTINA ‒ Está dormindo! ‒ Ela falou fria.

FREDERICO ‒ O que foi, amor? ‒ Ele a olhou com amor. ‒ Está chateada? O que houve?

CRISTINA ‒ Estou muito feliz! Foi boa a visita a Raquela?

FREDERICO ‒ Não vi Raquela não, amor? Não vi!

Ela o olhou de lado e voltou a olhar para a janela.

FREDERICO ‒ Por quê?‒ Ele começou a tirar a roupa e foi para o banheiro. ‒ Amor, já tomou banho? ‒ disse sorrindo.‒ Vem, vamos transar um pouco! ‒ Ele voltou e ficou na porta estava nu.‒ Vamos, amor, tô com saudades essa semana foi corrida. ‒ Ela o olhou.

CRISTINA ‒ Se não tivesse passado o dia fora atrás de quem não devia não estaria com saudade. ‒ Ela falou firme sem o olhar.

Ele foi a ela pelado e disse.

FREDERICO ‒ Que isso, Cristina? Está com esse ciúme bobo por quê?

CRISTINA ‒ Não é bobo, Frederico!Não fale assim comigo!‒ Ela se virou olhando pra ele com raiva. ‒ Você disse que ia se afastar dessa mulher e até onde ela está você sabe. ‒ Parecia uma fera, os olhos em fogo, com um ciúme incontrolável.

Ele a pegou e segurou firme.

FREDERICO ‒ Eu não vejo ela a meses como me pediu e não tem nada que dizer. Eu te prometi e estou longe!

CRISTINA ‒ Mas sabe onde ela mora! Sabe o que ela faz!A vida dela não é da sua conta! Essa mulher tentou te matar e quase conseguiu!

FREDERICO ‒ Amor, esquece ela! ‒ Ele a puxou para ele e deu vários beijos.

Ela suspirou sentindo o toque dele.Mesmo com raiva não podia se negar a ele!

FREDERICO ‒ Vamos fazer amor, eu quero minha mulher!‒ Ele a beijou e abriu a blusa dela, apertando os seios e a beijou na boca.‒ Eu só quero você!

Ela gemeu sentindo o toque dele. Abriu o sutiã e baixou beijando ela nos seios, desceu tirando a calça dela, deixou Cristina só de calcinha e sorriu. Foi aos beijos com ela na cama e deitou colocando ela por cima dele.

FREDERICO ‒ Eu estou com tanta saudades! ‒ Sorriu.

CRISTINA ‒ Ahh, meu amo! Eu também estou, meu amor! Muita saudade! ‒ Ela sorriu para ele.

Ele a abraçou.

FREDERICO ‒ É você que comanda, amor!Faz tudo que quer comigo.‒ Ela sorriu se ajeitando sobre ele, afastou a calcinha e colocou o membro dentro de si.‒ Isso, meu amor, vamos fazer amor!‒ Ele sorriu e ficou feliz.

Ela rebolou sobre ele com amor.

CRISTINA ‒ Amor...

FREDERICO ‒ Meu amor, minha olhinhos verdes! Só minha princesa de olhinhos verdes! ‒ Ela sorriu e segurou no corpo dele.

CRISTINA ‒ Meu amor! Eu te amo, Frederico!

FREDERICO ‒ Eu te amo mais!‒ Ele sorriu com amor revirando os olhos.

Ela segurou no peito dele e se moveu forte gemendo.

CRISTINA ‒ Ahh, amor, ahhh!‒ Ela gemeu se movendo mais forte.

Ele segurou as pernas dela e sorriu.

FREDERICO ‒ Meu amor, você é deliciosa!

CRISTINA ‒ Ahh, Fred!‒ Ela rebolou ainda mais.

FREDERICO ‒ Ahhhh que delicia, essa... ahhhhh‒ ele gemia louco por ela sentindo seu membro consumido por ela como se o mundo fosse acabar.

Frederico gemia profundo, tinha sido assim desde sempre, ela era sua mulher, a sua deliciosa mulher. Ela gemeu se movendo mais forte o apertando e se apertando sentindo um prazer sem igual, prazer que só tinha com ele, só sentia com ele, seu amor. Seu maior amor!

FREDERICO ‒ Eu te amo! ‒ Ele agarrou os seios dela apertando e entrou mais fundo nela.

Segurou o quadril de sua mulher e ao invés de permitir que continuasse se movendo.Ele segurou firme e fez uma sequencia de estocadas só ele se movendo com força ate ela gritar gozando e caindo em cima dele.

Cristina deitou sobre o peito dele sentindo o peito subir e descer em resposta ao prazer que tinha sentido, gozando como nunca, cada vez era melhor que anterior, sempre tinha sido assim.Frederico saiu dela e a colocou de lado, ainda estava duro, ergueu a perna dela colocando sobre a sua e entrou nela com força.

Agora conhecia as medidas de sua mulher e as necessidades dela então podia investir com força e foi o que ele fez tomando seu amor, sugando as costas dela e tomando cada pedaço da pele para ele, com as mãos firmes segurou uma das pernas e com a outra ele apertou os seios alternando e sussurrando o quanto a amava.

Cristina rebolava para ele com todo desejo e sentiu o corpo incendiar quando o clitóris foi tocado com força e roçado pelos dedos dele até ela gozar num grito enquanto ele investia nela derramando seu prazer dentro do corpo da mulher que ele amava e assim, eles dois gozaram muito e gostosamente nos braços um do outro...

E a noite caiu....

Cristina sentiu as mãos de Frederico em seu corpo e depois sentiu seus lábios, de certo que ele queria mais sexo... mas ela sorriu, atenderia seu amor na madrugada, mas outras duas mãos foram sentidas, ela ainda de olhos fechados, sentiu que as outras duas mãos eram mais intensas e seguravam suas pernas abrindo, dois dedos foram introduzidos em seu corpo e ela gemeu e abriu os olhos perplexa pela imagem de dois Fredericos em sua frente...

FREDERICO ‒ Calma, amor, vamos brincar um pouco juntos...‒ sussurrou Frederico as costas dela beijando enquanto ela olhava Ferdinando entrar com os dedos em sua intimidade..

FERDINANDO ‒ Vamos, meu irmão, foder um pouco e juntos a sua cadelinha... ‒ Ferdinando disse sorrindo e entrando com dedos nela...