O problema surgiu onze dias depois, quando, passado seis dias do dia do retorno do seu próprio cavaleiro, o príncipe Julian vislumbrou das ameias do seu castelo um cavaleiro vindo com o estandarte do reino de Kahladar. Um mensageiro.

Cinco minutos depois do cavaleiro ter descido do cavalo, Julian já estava trancado em seu escritório particular com uma grossa carta segura em suas mãos trêmulas. Com a ansiedade corroendo-lhe por dentro, ele arrancou o lacre e puxou a carta que tanto esperara. Sua resposta. Finalmente.

Ou não.

“[...] infelizmente, sentimos informar que não existe princesa em Kahladar.”

“O quê?”