Olhares...

13 Capítulo 13 - Reconciliação


Notas iniciais
olá gente! agora estou escrevendo bstante! adoro isso, vocês sabem!agora a historia está andando ao seu climax(não o maior, mas o top 5)leiam^^

(Misao)

Tudo parecia mais sem cor, sem vida, sem nada depois das palavras de Buzen. Por mais que eu odeie Buzen agora, não quero que ele e Kyo lutem até a morte, é injusto e desnecessário.

-Buzen-san... Será que, se eu conversasse com Kyo, tudo mudaria? Vocês não lutariam mais? – eu falava choramingona. Ele estava mudo, mas respirou fundo.

-Mesmo se ele pudesse, ele não pode. Foi decidido pelos lideres do clã inteiro, não há mais o que fazer Misao... E também, Kyo está meio que... Com raiva de você e de mim. Ele só acharia que está querendo me proteger. – ele falava frio, ainda entrelaçado em meus braços curtos perto de seu corpo.

-Buzen-san... – me abraçava mais a ele, para tentar escapar daquela massa de tristeza em minha mente, mas não conseguia. Por um momento pensei: “por que estou tão preocupada com Buzen? Ainda mais que pelo Kyo...”. Isso me assustou, me fazendo afastar de Buzen. – necessito falar com Kyo... Adeus.

Ele assentiu, virando as costas para mim e indo em direção ao templo. Parecia tão magoado, queria ir correndo até ele e abraçá-lo... Mas não podia, meu destino era com Kyo, o homem que eu amava e sempre amarei.

Fui em direção á porta da sala, Sagami e Houki estavam lá, tomando chá em silêncio.

-Com licença... – falei baixo. Eles se levantaram e se curvaram como sempre faziam. Me senti um pouco mal por isso. – Kyo está?

-Sim Hime-sama. Está na cozinha, sentado quieto. Deve estar pensando na vida... Vá até lá, fará bem a ele... – Houki falou sorrindo.

-Não sei se o faço bem mais... Mesmo assim, obrigada Houki... Olá Sagami. – falei seria. Ele me olhou por cima e saiu da sala. Abaixei a cabeça. Fui em direção á cozinha, estava silenciosa.

Olhei entre a porta e não via nada. Que estranho Houki disse que Kyo estava aqui, mas cadê ele?

-Misao? – alguém falou por trás de mim. Assustei-me, virando-me bruscamente.

-K-Kyo?! – olhei para cima e via que era Kyo. Fiquei meio assustada ainda pelo meu trauma, pelo o que ele fez comigo semana passada... – ah, te achei. Queria falar com você...

-Sobre? – ele falava frio e grosso, como se estivesse querendo ainda se vingar.

-S-Sobre seu embate com Buzen-san... – falei cabisbaixa. Ele me olhou ignorante.

-Então, “Buzen-san” já lhe contou? Espero que torça bastante para ele. – Kyo foi sarcástico a ponto de doer. Engoli a seco a provocação, isso era do feitio de Kyo mesmo.

-Você sabe que não estou feliz com essa luta... Não vou torcer para ninguém, além da justiça. – disse seria, convicta de minha resposta.

-Que seja... – Kyo falava mais frio que um gelo. Não conseguia olhar diretamente aos seus olhos, mas sentia eles sobre mim, queria correr e chorar para longe, mas não poderia ser mais covarde do que já fui.

-Quando será? – falei medrosa.

-Daqui a uma semana. – ele falou baixo e olhava para o jardim. Minha espinha arrepiou. Daqui a uma semana perderia alguém que gosto? Como pode?

-Certo... Eu já vou embora... Adeus Kyo. – falei me virando até a porta indo ao jardim.

(Misao)

Tudo parecia mais sem cor, sem vida, sem nada depois das palavras de Buzen. Por mais que eu odeie Buzen agora, não quero que ele e Kyo lutem até a morte, é injusto e desnecessário.

-Buzen-san... Será que, se eu conversasse com Kyo, tudo mudaria? Vocês não lutariam mais? – eu falava choramingona. Ele estava mudo, mas respirou fundo.

-Mesmo se ele pudesse, ele não pode. Foi decidido pelos lideres do clã inteiro, não há mais o que fazer Misao... E também, Kyo está meio que... Com raiva de você e de mim. Ele só acharia que está querendo me proteger. – ele falava frio, ainda entrelaçado em meus braços curtos perto de seu corpo.

-Buzen-san... – me abraçava mais a ele, para tentar escapar daquela massa de tristeza em minha mente, mas não conseguia. Por um momento pensei: “por que estou tão preocupada com Buzen? Ainda mais que pelo Kyo...”. Isso me assustou, me fazendo afastar de Buzen. – necessito falar com Kyo... Adeus.

Ele assentiu, virando as costas para mim e indo em direção ao templo. Parecia tão magoado, queria ir correndo até ele e abraçá-lo... Mas não podia, meu destino era com Kyo, o homem que eu amava e sempre amarei.

Fui em direção á porta da sala, Sagami e Houki estavam lá, tomando chá em silêncio.

-Com licença... – falei baixo. Eles se levantaram e se curvaram como sempre faziam. Me senti um pouco mal por isso. – Kyo está?

-Sim Hime-sama. Está na cozinha, sentado quieto. Deve estar pensando na vida... Vá até lá, fará bem a ele... – Houki falou sorrindo.

-Não sei se o faço bem mais... Mesmo assim, obrigada Houki... Olá Sagami. – falei seria. Ele me olhou por cima e saiu da sala. Abaixei a cabeça. Fui em direção á cozinha, estava silenciosa.

Olhei entre a porta e não via nada. Que estranho Houki disse que Kyo estava aqui, mas cadê ele?

-Misao? – alguém falou por trás de mim. Assustei-me, virando-me bruscamente.

-K-Kyo?! – olhei para cima e via que era Kyo. Fiquei meio assustada ainda pelo meu trauma, pelo o que ele fez comigo semana passada... – ah, te achei. Queria falar com você...

-Sobre? – ele falava frio e grosso, como se estivesse querendo ainda se vingar.

-S-Sobre seu embate com Buzen-san... – falei cabisbaixa. Ele me olhou ignorante.

-Então, “Buzen-san” já lhe contou? Espero que torça bastante para ele. – Kyo foi sarcástico a ponto de doer. Engoli a seco a provocação, isso era do feitio de Kyo mesmo.

-Você sabe que não estou feliz com essa luta... Não vou torcer para ninguém, além da justiça. – disse seria, convicta de minha resposta.

-Que seja... – Kyo falava mais frio que um gelo. Não conseguia olhar diretamente aos seus olhos, mas sentia eles sobre mim, queria correr e chorar para longe, mas não poderia ser mais covarde do que já fui.

-Quando será? – falei medrosa.

-Daqui a uma semana. – ele falou baixo e olhava para o jardim. Minha espinha arrepiou. Daqui a uma semana perderia alguém que gosto? Como pode?

-Certo... Eu já vou embora... Adeus Kyo. – falei me virando até a porta indo ao jardim.

-Misao, espere. – Kyo falou segurando meu braço. Estremeci. – por que não quer que aconteça a luta?

-Kyo... Você sabe que eu te amo, mais do que tudo e que você duvida dos meus sentimentos, como eu duvidava dos seus antes... Então, não me quero sentir culpada quando estiver com você, senão não conseguirei viver em paz... – falei seria, mas os mesmo tempo, transbordando de tristeza. Tudo isso era minha culpa!

-Misao... – sentia a voz de Kyo ficar apreensiva e melodiosa. Ele me abraçou calorosamente. – eu te amo, eu te amo, eu te amo... Mais do que tudo nessa vida, eu te amo Misao! – meus olhos se encheram de lagrimas, ele as enxugou, com seus dedos largos.

Afagava meu cabelo como eu gostava, pressionando a ponta dos seus dedos na minha cabeça... Como o amava.

-Agora vá Misao... Temos que nos distanciar se o pior acontecer... – Kyo falava tristonho, o abracei forte.

-NADA VAI ACONTECER! – gritei. Ele parecia saber de seu destino e do meu também. – mas eu vou, porque senão minha mãe já estará perguntando de mim... Adeus Kyo. – o beijei calorosamente, ele correspondeu.

Assim fui apreensiva para casa, pensando no que fazer para que esta barbaridade não acontecesse...

Por que será que eu não queria essa luta? Não só pelo Kyo, mas também... Pelo Buzen. Eu estava mesmo sentindo algo mais forte por ele. Será que eu... Estou me sentindo atraída por ele? Ai meu Deus...

...

Notas finais
gostaram? sim? não?mandem reviews?bjs, bea