Old Feeling
3 Capítulo 3 - Between Tears And Hopes
Notas iniciais
Esse cap é importante porque nele é explicado o título da fic, então, espero que gostem...
Já posso confirmar, no próximo capítulo já é L.A, baby! xD
Boa leitura, bjkss!
Um ano se passou e nesse tempo recebi muitas cartas de Will. Porém, o que nos mantinha mais perto mesmo eram as ligações por telefone. Já que seria impossível falar pelo telefone de minha casa, Judy emprestava o telefone dela. Aliás, a casa dela virou meu segundo lar e eu só não me mudava pra lá porque no momento Judy estava abrigando duas irmãs. Eu já havia terminado meu ensino médio e já estava conseguindo guardar dinheiro para me mudar. Mas é aí que a história começa a mudar de rumo...
Depois de uns meses, Will muda radicalmente comigo. Suas ligações ficam cada vez mais raras, até chegar ao ponto de eu tirar perguntas com ele, perguntar o motivo do distanciamento. Will diz que não tem mais porque ficarmos desse jeito, alimentando uma esperança que não vai levar a nada. Eu conitnuava batendo na tecla de que faltava pouco tempo pra tudo se concretizar, que eu estava disposta a ir pra lá. O que eu ganhei de resposta? ''Sam, o tempo passa, as pessoas mudam e eu também mudei. Eu nem me reconheço mais, não sou mais seu doce Will. Não quero te assustar, mas eu sei que não gostaria de ver no que me tornei''. E o que estava sem respostas virou mais perguntas na minha cabeça. Como assim ''no que eu me tornei''?
E quando fizeram dois anos e meio de sua ida, ou seja, um ano depois, WIill parou completamente de me ligar e de me mandar cartas, se afastando de vez de mim. A última carta que ele me mandou foi a despedida, onde junto a ela ele me mandava um colar.
''Guarde esse colar com carinho. É o sinal do meu amor, estejamos onde estivermos. Eu espero revê-la um dia. Com amor,
Will
O pingente do colar era a metade de um coração escrito ''feeling''. Na metade do coração que ficaria com ele, estaria escrito ''old'', tendo a frase ''old feeling'' quando os corações estivessem juntos novamente. Nem precisa dizer o quanto chorei com isso tudo, ele estava me abandonando.
Quando eu tentava ligar para o número que ele me dera, dava número inexistente e as cartas que eu tentava mandar sempre retornavam. Só que eu nãi iria desistir tão fácil, eu não ia ser tão fraca como ele foi, eu iria tentar até o fim, nem que eu quebrasse a cara no final. Nesse mesmo período meus pais começaram a me trancar dentro de casa. Isso começou quando eles descobriram que eu guardava dinheiro pra fugir. É claro que aguentei esse esquema por pouco tempo, logo planejei com Judy pra ela me ajudar em minha fuga. Ela explicou toda a situação para uma vizinha e pediu para que ela distraísse minha mãe. A vizinha foi à minha casa no dia combinado e pediu à minha mãe o telefone de um outro vizinho. Ela caiu direitinho na armadilha e entrou para pegar o número, deixando a vizinha sozinha no portão, com ele aberto. Saí correndo pela porta dos fundos, agradeci à vizinha e parti no carro em que Judy me esperava. Sim, foi mais fácil do que eu pensava.
Fiquei morando um tempo na casa de Judy até decidirmos definitivamente ir para L.A. Aliás, confesso que essa decisão foi meio precipitada, aliás, eu só tinha o endereço das cartas de Will. Mas Judy me incentivou, disse que não sossegaria até eu encontrá-lo, que me ajudaria no que fosse preciso. Então estava decidido que faríamos o possível, iríamos ver no catálogo, procurar endereços, telefones... Sabia que seria meio arriscado, mas fui pelo coração, e então decidimos que partiríamos numa sexta feira.
Como não consegui pegar muita coisa quando fugi, na mochila havia pouca coisa pra contar história. Judy é que levava duas malas cheias de pertences. Estava combinado que iríamos no carro de um amigo de Judy, o Thomas. Partimos bem cedo, quando o dia ainda estava escuro. Judy e eu estávamos animadíssimas... Para mim essa viagem significava pouco tempo para eu finalmente rever Will. Sei que iria demorar um pouco até localizarmos Will na imensa L.A, mas a minha esperança era maior que isso.
A viagem como um todo foi inesquecível: Desde ouvir um som alto com os cabelos batendo ao vento no conversível até apostas de corrida com os carros que passavam por nós. Longe de meus pais eu estava sendo feliz como a um bom tempo não estava sendo. O gostinho da liberdade era doce, doce como o amor. Para estar totalmente completa só faltava reencontrar meu Will, o que eu achava que seria uma tarefa fácil...
Notas finais
Por favor, mandem reviews!! ^^
Beijokas e até o próximo cap -*
Fale com o autor