Oito Dias Com Dean Winchester
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Me lembro como se fosse hoje do dia em que conheci Dean Winchester. Eu nem desconfiava que aquele encontro mudaria totalmente minha vida. Mas antes de contar essa história, vou me apresentar para vocês.
Meu nome é Louise, eu vivo em uma cidade no interior dos E.U.A, e até pouco tempo atrás estudava na unica universidade da minha pequena cidade. Minha vida era normal, pacata, até que coisas estranhas começaram a acontecer. Algumas mortes inexplicáveis nos corredores da universidade começaram a assustar os estudantes. No inicio, quase ninguém da cidade estava preocupada com os acontecimentos, mas após a morte de Sarah, a filha do xerife, as coisas começaram a mudar. Foi um caos geral, os jornais das cidades vizinhas começaram a publicar que provavelmente haveria um psicopata na região, afinal, quem em sã consciência mataria pessoas com cortes na garganta?
Alguns dias após a morte de Sarah, dois “agentes” do FBI vieram para cá investigar o caso. Um deles era Sam, um alto -bem alto- sujeito, ele tinha um jeito estranho, parecia que ele estava sempre triste (alguns dias depois eu iria descobrir que ele havia perdido a namorada em um incêndio). O outro era Dean, um homem forte, bonito, de olhos verdes, e um jeito malandro, não parecia ser um agente, só acreditei quando ele me mostrou seus documentos.
Os dois começaram a andar pela universidade, investigando o acontecido, entrevistando alunos para tentar descobrir algo a mais… E de repente eu vi aquele lindo agente se dirigir à mim. Ele se apresentou e me fez algumas perguntas:
- Prazer, eu sou o agente Thompson, FBI.
-Prazer, sou Louise.
-Eu e meu companheiro, o agente Walker estamos aqui investigando a mor…
-Eu sei, a morte da Sarah. Isso já está virando rotina aqui!
-Então, poderia me dar algumas informações a respeito desse caso?
-Sinceramente, eu não sei se você e seu companheiro vão descobrir alguma coisa fazendo perguntas para os estudantes. Todos aqui estão pirados!
-E porque você diz isso?
-Antes da morte da Sarah, ocorreram duas outras mortes, e muitos aqui acreditam que é culpa dá…
-Culpa dá?
-Esquece! É besteira.
-Continue, eu quero saber.
-Muitos estão dizendo que é culpa da Mary. É uma lenda boba. Dizem que essa menina foi assassinada em um dos corredores da universidade. É claro que isso é coisa feita para assustar os alunos, mas enfim, creio que nada disso poderá ajudar, não é mesmo?
-É claro que não. Um espirito vingativo. Que besteira! Porém eu tenho mais uma pergunta: Poderia me passar o numero do seu telefone? É para caso eu precise fazer mais algumas perguntas…
Eu sinceramente não acreditei muito naquela história, fiquei com um pouco de medo de passar meu numero para um estranho, mesmo que ele fosse um agente do FBI, então passei um numero errado:
-Está aqui agente. Espero poder ajudar!
-E poderá! Até mais Louise.
-Adeus agente Thompson.
E então ele se distanciou, foi ao encontro do seu parceiro, e eu fui para casa, sem ter ideia do que aconteceria a partir dali…
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