Ohana-Uma família diferente
1 Capítulo 1: Informante
P.O.V. Steve.
A governadora mandou a gente achar um informante que sabe de coisas ultra-secretas, tivemos que revirar o Havaí inteiro e quando finalmente chegamos ao informante ele não era nada do que esperávamos.
Era uma adolescente gótica de pele branca, cabelo preto e olhos azuis.
—Qual é o seu nome?
—Clarisse Cullen. E você é Steve McGarrett, tem contatos na marinha, é ex-integrante da marinha seu pai morreu tem um ano. O seu contato na marinha é Catherine Rollings, você já dormiu com ela e agora ela tá grávida.
—Você é uma assassina.
—Não sou assassina. Sou caçadora, sou a líder do meu Coven, filha da bruxa mais poderosa do mundo e de um dos primeiros vampiros já criados. Eu vou ter uma filha, o nome dela vai ser Eileen se garantirem a segurança da minha filha sou toda de vocês.
—Vai ter uma filha?
—Eu to grávida imbecil! Se querem que eu trabalhe pra vocês vão ter que garantir a minha segurança e a da Eileen.
—Só isso? Esse é o seu preço?
—Sim. Eu tenho dinheiro. Vai aceitar a minha oferta ou não?
—Aceito. Protegeremos você e a sua filha se nos disser como consegue as informações.
—Eu posso até falar, mas vocês não vão acreditar.
—Porque não?
—Você tem contatos na marinha? Grande coisa, eu tenho contatos do outro lado.
—Outro lado? Mafiosos?
—Não. Seres sobrenaturais mortos.
Eu cai na gargalhada.
—Acha que é brincadeira? Ryan Levi o cara que estão procurando ele tem uma filha. Jane Levi tragam ela pra mim.
—Como sabem que...
—Eu sou uma bruxa. Tragam a menina e eu encontro o cara.
—Tudo bem. Vamos entrar no jogo.
Quando ela viu a garota e descobriu que a menina tinha seis anos fez uma cara...
—Que droga. Oi lindinha, meu nome é Clarisse, mas pode me chamar de tia Clary. Eu vou precisar que você seja corajosa. Pode fazer isso?
—Posso.
Ela estendeu um mapa do Havaí em cima da mesa do Williams jogando tudo o que estava lá encima no chão. Espalhou velas brancas com simetria pela sala, pegou uma adaga e disse:
—Eu preciso de um pouco do seu sangue, vai ser só um cortezinho na mão.
—Que que é isso?!
—Vai doer?
—Só um pouquinho. Vai ser uma picadinha.
—Ta bem.
—Senta na cadeira do policial e estende a mão sob a mesa com a palma pra cima.
A menina fez tudo o que ela mandou e ela fez um furo na mãozinha da garotinha.
—Deixa o sangue pingar no mapa.
O sangue pingou e ela começou a falar.
—Phasmathos Tribum nas ex viras sequitas sanguines...
As velas acenderam sozinhas do nada e o sangue começou a se mexer.
—Que merda é essa?
De repente o sangue parou.
—Aqui. Ele tá aqui.
—O que é isso?
—Feitiço de localização. Como ele e a menina são parentes consanguíneos a conexão é mais forte. É onde ele tá, agora se vocês vão pegar o cara ou não... ai é com vocês.
Ela pegou a mão machucada da menina e disse passando o dedo sob o ferimento:
—Verita Serum.
A ferida fechou.
—Você é o que?
—Eu sou uma bruxa. Uma serva da natureza.
—Bruxas são malvadas.
—Não. Bom, só as dos contos de fadas, as de verdade são boas, elas ajudam as pessoas.
—Vamos nessa.
Chegando lá pegamos o cara. Ele tava no lugar certinho.
—Porra! Essa mulher é o cão... chupando manga.
—Valeu. To com fome. O que tem pra comer ai?
—Café e rosquinhas.
Eu ofereci a bandeja de rosquinhas pra ela e ela pirou.
—Eu não posso comer isso! Faz mal pro bebê!
Ela amassou as rosquinhas com entre as mãos. Fez suco de rosquinhas.
As íris antes azuis estavam vermelhas.
—Que que é isso?
—Eu to com fome e quando eu fico com fome as coisas saem do controle. E eu fico com raiva, me faz um favor e vai me buscar um sanduíche de peru defumado no pão de centeio, com maionese e sem mostarda. Eu tenho alergia de mostarda. E refrigerante coca cola. Eu adoro coca cola.
A Governadora mandou o Williams ir pegar o que ela queria. Disse que se ela ficasse com muita fome iria partir para outra fonte de alimento e apesar dela não ter especificado qual era tava na cara que não era bom.
—Toma ai monstrinha. Bom apetite.
Ela comia que nem um bicho, era como se estivesse esfomeada e quando o Williams tentou pegar uma batatinha ele se ferrou. Ela partiu pra cima dele e o derrubou pegando a batata de volta. Ela bateu nele e gritou:
—É meu!
Ela pulou a mesa e foi direto encima dele.
—Tá bem.
O pulo que ela deu tinha tipo seis metros. Quando ela acabou de comer os olhos dela voltaram ao azul que eram antes.
—Obrigado Detetive Williams e eu sinto muito por ter tentado te matar. Eu não sou eu mesma quando estou com fome.

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