Oh my Gruvia
4 Irmã mais nova? Espera um pouco... Lucy bêbada também?!
Notas iniciais
Juvia POV's
– O que você disse? — A mulher me perguntou com voz amarga.
– Isso mesmo que você ouviu. — Eu disse me apoiando no balcão. — Eu quero a guarda de Wendy Marvell.
*FLASHBACK ON*
Sai do quarto de hospital com Wendy pronta para pagar qualquer custo que aquele incidente, e fiquei bastante surpresa quando vi Gray dormindo em uma cadeira em frente a porta do quarto.
– Ele é bem bonzinho não acha? — Wendy sussurrou.
– Sim... — sussurrei de volta, pensando em como ele parecia uma criança dormindo.
Fui até o balcão e perguntei para a enfermeira quanto custou.
– Ah não se preocupe, já foi pago. — Ela disse sorrindo e apontando para Gray.
Suspirei.
Deixei Wendy no carro com o ar ligado e voltei para buscar Gray. Balancei seu ombro, mas ele não acordou, cheguei mais perto para tentar acorda-lo e senti o cheiro de álcool.
Mais que droga! Onde ele estava? E agora ele está completamente apagado!
Pedi ajuda, morrendo de vergonha, a um enfermeiro para leva-lo ao carro.
Dirigi até o orfanato...
– Juvia, por favor, eu não quero voltar. — Wendy disse chorosa.
– Wendy, eu quero que você entre lá e vá direto para o seu quarto.
– Mas Juvia!
– E eu quero que você arrume todas as suas coisas, por que eu vou tirar você desse lugar assim que amanhecer.
Os olhos dela brilharam e ela me abraçou forte, abriu a porta e entrou correndo no orfanato ignorando os gritos da velha no balcão.
Eu sorri um pouco e fui para casa.
Não gostei nem um pouco da ideia de levar um bêbado para a minha casa, mas eu não podia larga-lo na rua, muito menos sabia onde ele morava.
Estacionei o carro na minha garagem e sai, abri a porta de trás e pus Gray sobre o meu ombro. Ah ótimo ele baba.
Abri a porta com muito esforço e fui andando (e caindo ao mesmo tempo por que esse viado é muito pesado) até o sofá. Praticamente joguei o garoto lá e fui para o meu quarto.
Fechei a porta e comecei a tirar minha roupa, tinha que procurar algo mais adequado e que não lembrasse uma mendiga já que tinha alguém de fora aqui. Ai que saco, pessoas, por que estragam a felicidade dos outros?
Coloquei um pijama azul bastante adequado para a ocasião e liguei o computador, fui para o skype, mas Garin não estava online, que estranho, nem era tão tarde ou era? Olhei para o relógio e já era 3h da manhã.
Okay era um pouquinho tarde, mas mesmo assim que injusto! Ele era para estar online!
Surpirei e desliguei o computador, olhei para o lado e vi um envelope amarelo.
Ah sim! Eram as fotos da ultima seção.
Abri o envelope e comecei a olhar as fotos, estavam ótimas, mas como estamos no verão eu estava de biquíni na maioria... Isso me deixou um pouco vermelha.
Deixei as fotos sobre a mesa e me joguei na cama, dormindo automaticamente.
...
Acordei com a desgraça do despertador tocando, sentei na cama e alonguei os braços.
Fui até o banheiro e comecei a tirar a roupa, precisava de um banho para acordar.
Já estava tirando o short quando percebi alguém do meu lado.
Gray estava olhando para mim de boca aberta e corado.
Dei um grito e cobri os meus peitos.
ESQUECI DESSE ANIMAL.
– NÃO OLHE — Eu gritei, vermelha e dei um tapa na cara dele.
O tapa fez ele girar para o outro lado e colocar a mão no rosto, aproveitei a chance e vesti minha blusa novamente. Ele se virou e olhou para mim.
– Sabe que essa blusa é transparente não é? — Ele disse.
– JÁ DISSE PARA NÃO OLHAR. — Corri com os braços me escondendo.
...
Fiquei encarando o rosto de Gray marcado com dois tapas.
– Então, já está melhor? — perguntei.
– Ah claro, além dessa linda ressaca fui levemente acordado hoje de manhã com uma donzela e suas duas melancias. — Ele disse sarcástico.
Melancias?
– Ah foda-se, só me diga logo onde é a sua casa que eu te dou uma carona. — Eu disse enquanto apoiava o meu rosto na mesa.
Gray apoiou os braços na mesa e ficou me encarando.
– Você não prometeu tirar aquela garota de lá?
– AH É MESMO! — Levantei imediatamente pegando as chaves do carro. — Espere... — Dei meia volta. — Como você sabe disso?
– Um passarinho me contou — ele disse sarcástico. — Como você acha que eu sei?
– Você? Eu não acredito... Pensei que estava dormindo! — Se isso fosse um desenho teria fumaça saindo do meu rosto.
Gray começou a rir.
– Você e sua irmã fazem barulho demais, acabei pegando algumas palavras.
– Minha irmã? — perguntei.
– Ah não é? — Gray pareceu um pouco confuso, mas então deu de ombros — Vocês tem o cabelo azul e pareciam se conhecer bem, pensei que fossem.
– Ah... Não, somo apenas grandes amigas.
– Não chame isso de apenas. — Gray disse. — Amizade hoje em dia é algo bastante raro se não tiver um interesse por trás.
Isso me fez lembrar de Lissana, o que me deixou com a boca seca e uma dor de cabeça.
– É verdade... — Peguei minha bolsa. — Você vem comigo.
– O que? — Gray pareceu incomodado.
– Sou nem louca de deixar um cara na minha casa.
*FLASHBACK OFF*
– Você está louca?! — Gray disse enquanto me segurava por trás.
– Não! Eu quero a guarda dela! — Eu fumegava em ódio e poder.
Sentir a mão dele descer para me segurar melhor e "acidentalmente" tocar o meu peito.
– QUE PORRA VOCÊ TÁ FAZENDO? — Dei um soco nele.
– Eles se amam. — Wendy disse, enrolando a língua atrás de nós.
– Cala a boca! — Eu e Gray dissemos juntos.
Lucy POV's
Acordei sentindo a brisa da manhã bater no meu rosto junto com o calor do sol. Mas não abri os olhos.
Estava tão confortável, tão quentinho que eu não queria me mover.
Senti algo apertando o meu peito e soltei um gemido baixo.
Lembrei da noite passada, do aniversário do Gray, eu tinha ficado com alguém, mas não conseguia lembrar do rosto dele... Ah... Tanto faz, eu lembro do prazer, e dos gemidos, então to de boa. (nota da autora: CRIANÇAS CUIDADO COM AIDS)
A mão apertou de novo o meu peito e eu soltei outro gemido e abri os olhos, será que ele queria brincar mais?
E fiquei surpresa com quem estava do meu lado.
*flash back on*
– LUCHI! — ouvi Natsu gritar.
– Eca... — Eu disse e corri para o banheiro.
Será possível que esse chato nunca vai me deixar em paz?
Entrei o mais rápido possível naquela merda lotada e me encarei no espelho.
– Ora, Lucy! — Avistei uma albina acenando para mim do outro lado do banheiro.
– Yukino! — Sorri e corri até ela. — Há quanto tempo! Mira sabe que você está aqui?
– Sim! Eu avisei a ela antes de chegar! — Yukino sorriu.
Ela é prima de Mira e mora na frança, não esperava vê-la aqui e estava feliz, ela costumava estudar comigo na faculdade e está fazendo intercâmbio por um tempo...
– Mas Lucy por que entrou correndo desesperada daquele jeito? — Ela perguntou.
– Ah... o Natsu está aqui...
– Ora. Pensei que a essa altura os dois já estariam juntos. — Ela disse e começou a me puxar para fora.
– E-Ei! Eu não quero ir!
– Lucy, fala sério, você vai deixar de se divertir por causa de um garoto?
Pensei um pouco, essa é uma das festas do ano! Não posso perder! Tenho que ignorar o Natsu!
– Tudo bem! — Eu disse determinada. — Me ajude a ficar longe dele!
– Sim! — Yukino disse e sorriu e nós saímos.
As pessoas estavam dançando e bebendo, nem sinal do aniversariante, mas era comum Gray dar uma festa incrível e não estar presente. Sempre achei que ele estava comendo uma por ai.
Eu e Yukino começamos a dançar e a beber, os garotos aplaudiam e gritavam para nós, e pelo efeito da bebida nós começamos a fazer uma dança sensual.
Estávamos nos divertindo muito e toda vez que o Natsu tentava se aproximar Yukino o afastava, sempre que ela cumpria com o prometido eu dava algo para ela beber como presente. Meu Deus estávamos loucas!!
Quando menos percebi nós estávamos separadas, eu estava bêbada e tonta demais, decidi voltar para casa. Peguei minha bolsa e fui até a porta da boate.
Senti um braço me agarrar pela cintura e me assustei.
– Natsu me deixa em paz! — Eu gritei, mas não era ele.
Quando virei o rosto me deparei com um cara peludo e cheio de percings na cara.
– Ora ora loirinha, onde você pensa que vai? — O cara disse com um olhar pervertido.
Tonta do jeito que eu estava não consegui forças para me soltar.
– Sai daqui... me solta. — Eu dizia.
Estava tremendo e assustada, a mão do garoto começou a subir até os meus peitos.
– Gajeel! — Uma voz conhecida alertou e ele logo me soltou.
Caí, mas não cheguei a atingir o chão, braços fortes me seguraram e me abraçaram.
– Luchi você está bem? — Natsu perguntou sem olhar para mim.
– Natsu... — Eu falei tonta e assustada.
Nesse momento o ambiente começou a ficar cor de rosa, ao lado de Gajeel havia um cara fantasiado de cavalo e uma empreguete masoquista tarada. Cocei os olhos para saber se estava enxergando direito, mas a imagem pareceu piorar quando um touro tarado apareceu no lugar de todos me mandando beijinhos de boa noite.
(AUTORA: pessoal como a Lucy está bêbada e tonta os fatos dela estarão um pouco desligados com a realidade, então a partir de agora então colocarei um POV meu só para explicar a história sem sair do flash back.)
Autora POV's
Lucy começou a babulciar coisas sem sentido sobre touros e empregadas masoquistas e Natsu olhou para ela preocupado.
– O que você fez com ela? — O rosado perguntou para o moreno, sua face coberta de raiva.
– Acredite quando eu cheguei já tava assim. — O moreno falou indignado.
– Natsu... — Lucy abraçou o rosado com mais força, ela estava tremendo e parecia a ponto de desmaiar.
– Deixe a Lucy em paz ou eu irei acabar com você! — ele disse.
Gajeel olhou para ele e começou a rir, enquanto ria outros começaram a se juntar a ele, alguns com ferros e um parecia estar armado.
– E o que você pode fazer? Eu tenho uma gangue. — Gajeel disse.
Natsu riu, riu muito da inocência do moreno.
– E nós temos a Erza. — O rosado falou.
No exato momento que ele terminou a frase, uma mulher com o rosto muito próximo de um demônio agarrou três dos caras de uma única vez pelas orelhas (em um movimento simplesmente foda demais para se descrever).
– Então? QUER DIZER QUE ACABOU A MINHA BEBIDA? — Ela encarou os membros da gangue com um ódio e todos tremeram dos pés a cabeça.
Um cara apontou uma arma para ela, mas Erza sendo Erza o desarmou e o derrubou pisando em sua cara.
– Oê Wakaba quando você começou a ficar mole desse jeito? — Ela perguntou com ódio.
– Por favor piedade! — O garoto gritava tremendo.
Os outros correram e Gajeel desapareceu.
Natsu abraçou Lucy e chamou um táxi, ele não sairia de perto dela até ter certeza de que a loira estivesse segura.
– Erza, deixo eles com você.
– CALA A BOCA E ME DÁ MAIS BEBIDA. — Erza demônio gritava.
Lucy POV's
A sensação da bebida foi passando e quando dei por mim eu estava deitada sobre o Natsu dentro de um carro. Ainda estava tonta, mas pelo menos não enxergava mais touros tarados, cachorros com chifres e bodes com terno.
– Ei... — Natsu disse ao perceber que eu estava um pouco mais lúcida. — Já estamos voltando para a sua casa, não se preocupe.
– Mas o Taurus virá atrás de mim! Não deixe ele vir atrás de mim! — Eu choraminguei lembrando do touro tarado.
– Quem? — Ele perguntou confuso.
– Natsu... — Eu disse.
– Sim?
– Gorogorô. (carinho no queixo em Lucês) — Eu disse com um olhar pidão.
Ele fez carinho no meu queixo e eu me senti como uma gatinha que tinha ganhado atenção do seu dono.
– Nyaaaaaaaah — O som saiu da minha boca sem qualquer aviso.
Natsu riu, e esse som me deixou feliz. Eu o abracei de novo e senti seu corpo quente me aquecer.
Natsu era um pervertido, mas não era uma má pessoa... era?
– Natsu desculpa...
Ele riu novamente.
– Luchi você realmente está bêbada.
O carro parou e ele me carregou até a estrada da minha casa.
Abri a porta e ele insistiu em me levar até o quarto. Eu não lutei contra pois estava com dor de cabeça e ainda tonta.
Natsu me colocou sentada na cama e eu pedi que ele me ajudasse para trocar de roupa. ESPERA UM POUCO, QUEM FOI A MÃE DINÁ QUE ENFEITIÇOU A MINHA BEBIDA PARA QUE EU PEDISSE ALGO ASSIM PARA O NATSU PERV? Mas o fato é que eu pedi então foda-se.
Natsu estava um pouco vermelho, mas ele se abaixou e começou a desabotoar a minha blusa. Não demorou muito para que suas mãos descessem até a minha saia.
Senti meu rosto corar quando notei que ele tentava não encarar os meus peitos.
– Pode olhar... — Eu disse após alguns segundos de silêncio.
Ele hesitou por alguns minutos e começou a encarar os meus peitos, suas mãos descendo a minha saia pararam e começaram a alisar as minhas pernas. A expressão do Natsu estava estranha, mas eu não estava com medo.
PIOR, EU QUERIA QUE O NATSU ME TOCASSE MAIS.
"Lucy o que deu em você para me pedir uma coisa dessas?" Eu podia praticamente ler isso no rosto do Natsu, e ele até abriu a boca para falar, mas nenhum som saiu.
Ele parou de tocar as minhas pernas e passou a tocar o meu rosto.
– Natsu... — Eu chamei seu nome tentando seduzi-lo.
ALGUÉM EXPLICA PRA MIM MESMA POR QUE EU ESTOU FICANDO DESSE JEITO?
Cada toque que ele me dava estava me deixando tão... ai.
Seu rosto foi chegando mais perto do meu e eu não conseguia desviar, eu não queria desviar.
Natsu me beijou de um modo doce e delicado, e eu retribui tímida... Mas não demorou muito para que ficasse cada vez mais insistente.
Eu abri espaço para a língua dele e ele aproximou mais seu corpo de mim, colocando uma perna no meio das minhas, me deixando cada vez mais excitada. Apenas com esse movimento uma onda de energia invadiu o meu corpo me fazendo tremer.
Natsu sentiu minha respiração ficar mais lenta, ele parou de me beijar e me jogou na cama, eu o abracei enquanto ele passava a beijar e a lamber o meu pescoço, sua perna esfregando a minha vagina de uma forma lenta e excitante.
Eu gemi, meu pescoço era o meu ponto fraco, e esse gemido fez com que ele sorrisse e olhasse para mim, enquanto uma de suas mãos subia e parava logo abaixo do meu sutiã.
Ele beijou minha bochecha e mordeu a minha orelha um pouco antes de sussurrar.
– Me pede. — Ele disse.
Ok, eu estava bêbada, mas não bêbada o bastante para pedir.
– Implore. — Ele disse novamente, mordendo o meu pescoço.
Uma mão apertou o meu peito direito e a outra ameaçou tocar lá embaixo. Eu gemi outra vez e fechei os olhos, aqueles movimentos... Droga Natsu... Ele ameaçou parar e eu coloquei a minha mão sobre a dele fazendo ele apertar mais o meu peito.
– Me fode logo. — Sim, eu implorei. — Por favor não pare!
Natsu sorriu e falou com uma voz muito, MUITO, sexy.
– Já que você quer... — Com um movimento rápido ele tirou o meu sutiã e começou a descer o rosto.
Eu estava arrepiada com todos aqueles beijos que ele me dava, e fiquei ainda mais quando ele começou a lamber e mordiscar o meu mamilo esquerdo enquanto brincava com o outro com os dedos.
Aquilo causava um mix incrível de sensações: cócegas, conforto, calor e prazer, tudo misturado.
– N-Natsu! — Eu gemi.
Estava impaciente, era incrível e eu queria saber o que aconteceria se ele descesse mais.
Ainda bem que ele respondeu ao meu apelo e foi descendo, descendo até a minha calcinha. Sua língua passava por cima da minha calcinha deixando tudo molhado e fazendo uma massagem incrível.
Sim, eu estava muito excitada e eu estava chamando pelo nome dele.
Ele tirou a minha calcinha com os dentes, tenho que admitir que foi sexy pra caralho, e jogou para o lado, não perdeu nenhum minuto para olhar para ela e foi logo partindo para o meu clítoris.
MEU DEUS.
Nessa hora eu já tinha cansado de me controlar e gemia loucamente.
As ondas de prazer eram incríveis, e o Natsu fazia movimentos com a língua que eu nunca havia sentido antes! Como se não bastasse usar a língua ele começou a chupar delicadamente enquanto enfiava dois dedos na minha vagina.
– I-Isso! — eu gritei automaticamente.
Ele fez movimentos incríveis com os dedos e continuou até todo o meu corpo parar de tremer e eu gozar. Ele lambeu todo o líquido que saia da minha vagina e voltou a ficar sobre mim.
Sua calça estava aberta e abaixada e ele já estava sem camisa.
Parecia um deus grego!
Senti ele fazer a penetração e nós dois gememos juntos, o prazer foi bem maior dessa vez e puta que pariu que pau GRANDE. Senti ele entrar todo dentro de mim e ameaçar entrar no meu útero.
– L-Lucy! — Natsu gemeu.
Claro, claro, ÓBIVIO que eu fiquei vermelha e gemi o nome dele de volta.
– N-Natsu é muito grande! — Eu estava adorando.
– E você é muito apertada e gostosa Lucy. — Ele disse com uma voz sexy demais.
Dessa vez eu o puxei para que ele me beijasse, não queria gemer e um beijo era uma ótima forma de abafar os sons. Os movimentos que o Natsu fazia eram lentos, quase me matando de tortura, quando eu finalmente voltei a gemer foi que ele acelerou.
Então eu entendi, Natsu estava no controle, e não eu.
E ele iria continuar no controle.
Nós gozamos juntos, mas não foi o bastante, e transamos mais 2 vezes até cairmos exaustos na cama e dormimos de conchinha.
*FLASHBACK OFF*
– Bom dia sua gostosa. — Natsu falou quando percebeu que eu tinha acordado.
– Pervertido. — Eu disse voltando a realidade.
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