Oh! Morte

1 Querida Morte


Oh! morte, sempre andas tão sozinha

Ninguém a entende

És culpada por tudo, mas ninguém vê sua boa intenção

Sua tentativa de salvá-los desse sofrimento

Ah, pobre morte

Apaixonada pela vida

Tão ingrata e arrogante

Seus bons sentimentos não são o suficiente

Pois ela gosta de nos levar ao extremo, nos testando

Sadicamente

Só os fortes a tem

E você é fraca

Não chore, não é culpa sua

No final, você tem a todos

Todos que buscam um final feliz, a encontram

Isso não é bom?...

Eu acho que não

Você sempre estará sozinha, Oh! morte

Mas talvez seja melhor assim, pois ninguém nunca entenderá você

Não gaste suas forças com isso, não mesmo

Você sempre será a culpa, o mal

Mas mal sabem eles que você é a cura

Cura pra doença que a vida causa

Doença essa chamada de problemas

Mas não conte pra eles, guarde pra você

Eles são tão puros e ingênuos

Não entenderiam

Oh! morte querida, sorria

A vida anda ao seu lado

E logo você a terá

É só questão de tempo

E ele também esta ao seu lado

Não apresse a vida

Deixe-a fazer seu trabalho

Pois assim, quem sabe, reconhecerão sua beleza

Notas finais
Caso precise de ajuda Ligue para 188 ou entre nos site cvv.org.br Você não esta sozinho
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!