Notas iniciais
W.S. O primeiro capítulo é meu HAHAHAHAHAHA

Jane Katrina Rosier

Não muito alta, 1, 65m. Olhos azul-acinzentados e cabelos negros como a noite e mechas azul-gelo nas pontas. Branca como leite. Inteligente, astuta, ambiciosa, bonita, rica, boca-suja... Essas palavras podem descreve-la facilmente. Uma Sonserina nata, exibe com orgulho o seu sangue-puro. Seu melhor amigo é Draco Malfoy II, o filho de Scorpius Malfoy.

Jane Katrina Rosier.

Acordei no horário habitual, fiz minha higiene matinal e vesti minha roupa. Arrumei meus cabelos em cachos perfeitos e desci para tomar café da manhã. Quando cheguei no térreo, dei de cara com os meus pais já comendo e nossa elfa doméstica parado no canto da cozinha.

– Bom dia, família! – cumprimentei, já sentando. Peguei um pouco de salada de frutas.

– Não demore muito, querida, o trem sai em meia hora e o caminho é longo!- minha mãe fala. Assinto. Termino de comer.

– Rowlly, coloque meu malão e a minha coruja na sala, por favor. – ela assenti e sai. Vou até a sala, onde minhas coisas já estão arrumadas. Pra encurtar, eu estou indo para o meu quinto ano na escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Eu estudava na Beauxbatons, mais no primeiro ano decidi que queria sair de lá e meus pais se mudaram para Londres. Eu tenho um irmão, mais ele estuda em Drumstrang. Eu sou uma Sonserina, uma das poucas sangue-puro que resta na Casa.

– Pode ir na frente, querida. Rowlly levará suas coisas. Adeus. – minha mãe fala e me dá um abraço apertado. Ela é uma francesa um tanto grudenta. Dou tchau para o meu pai, pego o Pó de Flu, jogo na lareira, entro nela, grito “PLATAFORMA NOVE TRÊS QUARTOS” e apareço lá segundos depois. Olho ao redor procurando meu melhor amigo, Draco Malfoy II. Ele é filho de Scorpius Malfoy e da Rose Weasley Malfoy. Mesmo não tendo o sangue puro, ele é bem legal. Exatamente como o pai na época de Hogwarts, ele não é nem um pouco feio. Ao seu lado está Lanna Malfoy. Ruiva de olhos azuis, a cópia idêntica da mãe. Grifnória. Essa só é Malfoy pelo nome mesmo.

E, pra fechar com chave de ouro, ao lado dela está James Draccon Potter. O maldito que eu mais odeio no mundo bruxo e trouxa. Grifnório, cabelos negros e olhos verdes, melhor amigo da Lanna. Quem olha pensa que Ele é legal, mais se chegar perto... socorro. Eu odeio ele desde o segundo ano, que foi o que eu entrei em Hogwarts. Filho de Albus Severo Potter e Margaret Draccon. Ele nunca diz que é Potter, prefere utilizar apenas o sobrenome trouxa. Não entendo isso.

– DRACO! – berro para que ele me ouça. Tanto Malfoy quanto Draccon olham para mim. É muito comum eu chamar meu melhor amigo e o Draccon se enfiar na história por não perceber que eu não falei o N no final. Quando o Potter percebe que sou eu, me lança um olhar de tédio e volta a falar com a Lanna. Draco, por sua vez, vira-se totalmente para mim e abre os braços. Corro até ele e o abraço.

– Olá, Jane! – ele fala.

– Seu peste! Não respondeu nenhuma das minhas cartas o verão inteiro! Fiquei preocupada! – falei. Eu não sou muito de ligar para as coisas, mais ele é o meu melhor amigo desde sempre. Não posso evitar.

– Eu estava de castigo. O um pai ficou bravo pela nota de História da Magia. – ele faz uma careta.

– Tá, Né... enfim, vamos pegar a nossa cabine antes que todas estejam ocupadas! – falo, já puxando sua manga. Ele me segue. Fomos até p vagão da Sonserina, última cabine. Essa é a minha cabine desde sempre. Na madeira da janela, é possível ver o que eu gravei na minha primeira viagem nesse trem “JKR”. Minhas iniciais. – Novidades? – pergunto-lhe quando já estamos sentados.

– Meu pai me comprou uma Firebolt 2.0. – ele disse.

– Finalmente! Se ele demorasse mais eles iam lançar a 3! – digo, sorrindo. – Agora a Grifnória não tem chance contra a gente! – falo e o meu sorriso aumenta ainda mais. Eu sou a apanhadora da Sonserina. Draco é o goleiro. O Draccon é o apanhador da Grifnória, e a Lanna, goleira. Ouço batidas na porta da cabine. Abro-a e dou de cara com a cabeleira ruiva da Lanna. Ela entra, sem me dar atenção. A gente meio que se odeia. Ela acha que eu gosto do Draccon. Louca. Todos sabem que quem gosta do Draccon é ela, os únicos tapados que não se tocam são o Draco e o próprio James. Quando eu quero irritar ela é só dirigir a minha palavra a ele, que a menina já fica vermelha. E, falando na peste, ele entra atrás da Malfoy e se senta calmamente onde eu me encontrava a segundos atrás. Minha raiva sobe.

– Que porra é essa? – pergunto, irritada. Todos me ignoram.

– Draquinhoooo – fala Lanna, manhosa. Argh. – As cabines da Grifnória estão cheias, podemos nos sentar aqui? – ela pergunta.

– NÃO – digo, um pouco mais alto. – Pelo menos o traste vai sair do meu lugar na janela- digo.

– Não vejo seu nome aqui – ele fala. Dou um sorriso.

– Olhe para o lado, querido. – ele faz o que eu digo e arregala os olhos. Vencido, vai para o lado de Lanna no outro banco. Com um sorriso vencedor, sento-me em meu devido lugar e começo a falar com Draco, ignorando o resto.

Quando estávamos quase chegando em Hogwarts, mandei o bando pra fora e vesti o uniforme. Quando saí da cabine, Draco já estava uniformizado e os outros dois já tinham sumido. Graças a Merlin. Descemos do trem e fomos para uma carruagem, não antes que eu passasse a mão em um Testrálio. Vi minha avó morrer.

Chegando a Hogwarts, fomos direto para o Salão Principal. A McGonnagal fez seu discurso anual, vimos a seleção das Casas (mais quinze para a Sonserina) e jantamos a comida maravilhosa dos elfos. Quando acabamos, fomos para as masmorras com o Monitor-Chefe, Vincent Crabble II. Ele é do nosso ano e é bem legal, sem contar que é um sangue-puro. Sim, eu ligo muito pra isso.

Dei boa-noite para o Draco e fui direto para o meu dormitório. Estava muito cansada.



Notas finais
COMENTEM!W.S.