Odisséia!!?
2 Como podê!!?
Notas iniciais
—Eu não acredito!
—Essa senhora...É a mãe da rainha. Como...? Como podê!!?
Capítulo 2:Como podê!!?
Na mesma noite, os guardas reias me levaram até o castelo. Para ser sincero, eu não queria voltar daquela forma.
—Vossa majestade. Há 2 guardas reis no portão principal. Parece que eles encontraram algo.
Dirigindo-se ao portão, o rei Ulisses não se surpreende com o que vê.
—Mas o que significa isso?
—Majestade, precisamos lhe mostrar uma coisa.
Um dos guardas carrega o cadáver até os pés do rei, em seguida retira um longo lençol que o cobria. Arregalando os olhos, o rei Ulisses repreende os dois guardas.
—O-oquê!!?? O que é isso? Como ousam?? Vocês...
Interronpendo-o, um dos guardas reias ajoelha-se e ,com lágrimas nos olhos, diz com uma voz calma e suave:
—A rainha Bethe...Foi encontrada aos pés de seu servo. Aquele o qual as correntes aprisionam.
Nesse momento, a minha vida mudou completamente. Eu passei de um útil e prestativo mordomo...a um homicida psicopata.
E com uma expressão de nojo em sua face, o rei, diz algo que nunca saiu da minha cabeça.
—...Eu sempre soube...
Não demorou muito para que todos ficassem sabendo sobre o mordomo que assassinou a rainha. Em quanto eu estava aprisionado na masmorra, o rei convocou uma reunião com todos os lideres de Ítaca, que numa decisão unânime, decidiram executar o assassino em praça pública. Mas o pior, nem foi ser caluniado ou apedrejado pelas pessoas...O pior, foi que aqueles a quem eu mais amava...Nem sequer olhavam para mim, como se tudo o que fizeram por mim, tivesse sido em vão. Parece que eles também sabiam...
Dois dias se passaram, então finalmente chegou a hora da execução. Enquanto caminhava, acorrentado por algemas de cobre, todos ao meu redor evitavam contato visual. A única coisa que eu via eram lágrimas e desespero.
Chegando aos pés da escada que me levaria ao meu suposto destino, ouço um barulho familiar, e, olhando para o lado, vejo de longe meu corcel cavalgando em minha direção, enquanto o cavalheiro estica os braços e agarra minhas algemas. A medida que sou arrastado por toda a praça, a multidão que estava ao redor se surpreende e começam a gritar. Invocado com o ocorrido, o rei Ulisses manda todos os guardas perseguirem o cavalheiro misterioso que, como um vulto, perde-se entre as árvores e segue em direção a praia.
Chegando ao local, o cavalheiro para bruscamente, arremessando-me em direção a areia fofa das praias de Ítaca.
—Ahh qual foi??? Por que fez isso!?
Descendo do corcel o cavalheiro retira seu capacete revelando toda sua feminilidade e beleza:
—Muito prazer, podre miseravel! Sou a grandiosa deusa da sabedoria, Atena!!!
—Atena? Pera aí, eu deveria saber quem você é?
—Na te aflijas podre condenado, hoje irei restaurar sua sorte.
—Calma. Quem é você? E, por que você me trouxe para cá?
—Eu já me apresentei, não falarei novamente, e, bom, eu sou uma deusa misericordiosa, e quando vejo um mortal em apuros, eu ajudo.
—Ah, obrigado por tentar me ajudar, mas, você não ouviu eles? Eu sou um assassino. É melhor que eu fique preso, assim não poderei maxucar mais ninguém.
Atena, caminha suavemente em minha direção, poê as mãos em meus ombros e diz:
—Escute-me bravo guerreiro. Não seja precipitado em vosso julgamento. Seu preconceito em relacão a mim pode ser negativo, mas, eu ainda quero ajuda-lo. Porém, para que isso seja possível, é necessário que você abandone esse olhar aficcionado por atitudes covardes, e declíne de sua real personalidade.
—Eu não sou covarde...
—Exatamente, e eu vim aqui para mostrar isso a você...Mas, sendo sincera, eu pensei que você fosse ser mais musculoso ou...mais alto.
—Mas quem sou eu para julgar um guerreiro pela aparência?
—Eu não sou um guerr...
—Relaxa, relaxa! Eu sei quem você é PÁRIS. E, eu tenho uma proposta para você. Hehe Sabe Páris, há uma lenda que diz que no alto da montanha de Demócrito, tem uma artefato mágico, conhecido como joia do saber. E aquele que estiver com ela em suas mãos e fizer uma pergunta, ele irá responde-lá.
—Pedra do saber? Espera, mas que tipo de resposta ele dará?
—A verdadeira Páris, a verdadeira.
Derrepente, meus olhos começaram a brilhar, e por um instante, um fagulha de esperança nasceu em meu coração.
—Está é sua chance de provar sua inocência, ou confirmar o que eles dizem. Mas isso depende de ti.
—Se estiver disposto, eu o ajudarei a encontra-la. E então, topa vir nessa feliz e iluminada, Odisséia?*Ahh meu pai
Fim capítulo 2
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