Odisséia Grega

19 Capítulo 19


Notas iniciais
Nem demorei muito, não foi? Trouxe capítulo quentinho pra vocês.

— E você, quem é? — Perguntei quando visualizei a mulher. Ela parecia estar na faixa dos 43 anos ou algo assim, era bonita e tinha os cabelos ruivos em um tom mais loiro, bem vibrante. Estava também muito bem vestida, com joias enfeitando os pulsos, o pescoço e os dedos magros com unhas nas pontas pintadas de vermelho sangue. Seus lábios finos estavam exatamente da mesma cor e os eles formavam um sorriso quase perverso.

— Sou a mãe do dono de tudo isso aqui. E quem seria você... mocinha? — Questionou e veio mais para perto, passando as mãos pelos ombros de Edward. Notei que havia um homem atrás dela, aparentemente mais novo que se aproximou também. Parecia uma sombra e estava atento a tudo que ela dizia.

— Essa é... — Edward suspirou resignado — Essa é a minha... mãe... biológica, Bella. Elizabeth, esta é Isabella, uma amiga muito querida de Alice. — Espera... mãe biológica? Não parecia nada com a das fotos que eu já tinha visto. E que negócio é esse de amiga querida de Alice?

Mas que porra é essa agora?

Alice deve ter notado que eu estava prestes a explodir e me abraçou pelos ombros, atraindo minha atenção. Ela tentou transmitir alguma coisa no olhar e eu só pude entender que era pra eu ficar quieta por mais irritada e magoada que estivesse com aquela situação sem pé nem cabeça.

— Tá, tá. Que seja! Você não deveria ficar tendo encontrinhos no jardim quando tanta gente importante está te esperando lá dentro. A maioria deles nem me reconhece como sua mãe! Que tipo de filho é você, Anthony? Te coloco no mundo e não ganho nada com isso? — Sua voz era azeda. Ela falava em uma mistura de desdém e drama. Extremamente irritante.

Essa mulher...

— Me colocar no mundo foi tudo o que você fez, é bom não se esquecer disso! — Edward retrucou aumentando o tom de voz. Notei que alguns seguranças ficaram em alerta e sem chamar a atenção, começaram a circular mais por perto, então Alice se meteu na conversa para tentar acalmar os ânimos antes que as coisas ficassem mais acaloradas.

No que dependesse de mim, ficariam!

— Bella, você tinha um recado pra dar, certo? — Perguntou em um falso entusiasmo. Olhei pra ela e engoli aquele nó na garganta, voltei meu olhar pro Edward e ele parecia outra vez nervoso como se lembrasse só agora que eu também estava ali no meio.

— Adrien tem uma anuncio pra fazer em poucos minutos e disse que precisava de você lá. Vou voltar para mesa, com licença. — Falei e segui por onde vim, sem fazer a menor questão de me despedir daquela mulherzinha nojenta. Ela poderia ser a mãe dele mil vezes, mas ela não prestava. Eu tinha certeza que não. Aquele olhar desdenhoso que me deu, o jeito de falar com o próprio filho, exigindo atenção como se fosse a grande prestigiada ali. Que ridículo.

Rosalie notou que eu estava estranha quando voltei para o meu lugar. Ela me questionou sobre o que houve e respondi que agora não podia falar. Emmett estava próximo demais e eu ainda tinha bom senso pra não falar mal de Edward e sua mãe na frente dele, não é? Alice chegou na mesa alguns minutos depois de mim e ficou me olhando preocupada. Eu preferi ignora-la e evitar a todo custo falar com ela, pois o risco de trata-la mal para descontar a minha raiva em alguém era muito grande.

Edward e seu sócio fizeram a merda de um discurso seguido de anuncio qualquer que rendeu um minuto de palmas, flashes pra todo lado e alarde das pessoas. Olhei em volta e vi a tal Elizabeth com o mesmo homem a tira colo e conversando aos sussurros com o Jorge, assessor de Edward, fazendo gestos e apontando ao redor. Parecia reclamar de alguma coisa e o carequinha estava com o rosto vermelho e de vez em quando, limpava o suor da testa com um lenço.

Ele não retornou para a mesa na meia hora seguinte. Alice tentava falar comigo, mas sempre aparecia gente querendo cumprimenta-la com aquele mesmo papo de “Nossa, como você cresceu. Parabéns pelo noivado. Como vai seu pai, menina?” e as taças de champanhe tornaram-se as minhas aliadas. Eu as bebia como quem estava há semanas sem água no calor do deserto, pois gostava do resultado. Apesar de querer exigir que alguém me dissesse porque Edward não honrava as bolas que tinha, eu me sentia relativamente mais calma.

Chamei Rose para ir embora e ela estranhou, imaginava que eu fosse ficar com Edward e ir pra casa com ele – o que era o plano inicial –, mas também não questionou. Devo ter bebido mais umas três taças de champanhe e duas de água para hidratar enquanto esperava ela se despedir de Emmett. Vi quando os dois trocaram uns beijos quentes em um corredor que dava para os banheiros masculinos e não tive como não sorrir daquela cena. Que bom que alguém estava se dando bem por aqui.

Alice não estava na mesa, então me despedi do Jasper que foi um amor ao tentar manter uma conversa comigo enquanto eu estava “sozinha” e pedi pra ele avisar a sua noiva eu já tinha ido pra casa, pois não estava muito disposta. No carro, eu desabafei. Relatei o que tinha acontecido no jardim e minhas frustrações com Edward. Rosalie mostrou-se tão confusa quanto eu com a atitude dele. O Cullen já era grandinho demais pra ter medo de apresentar sua namorada para a mãe, certo? Então que merda foi aquela? De toda forma, ela me disse para ouvi-lo com calma quando conversássemos sobre e eu apenas revirei os olhos sobre como o Cullen conquistou até a Rose. Se havia alguém que dificultava as coisas para os seus homens, era Rosalie e aqui estava ela tentando limpar a barra do cara. E por falar nisso...

— Então, você e o Emmett, hein? Eu vi os beijos, sabe. — Falei puxando um assunto novo para me distrair, piscando o olho pra ela que riu jogando a cabeça para trás e depois suspirou parecendo... mexida.

— Ele é incrível, Bella. Parece aqueles ursos gigantes que a gente consegue nas barracas de tiro ao alvo no parque. Aquele monte de músculos não me engana, ele foi muito gentil, sabe? Nós passamos algum tempo só comentando sobre as pessoas que passavam por nossa mesa e ele conhecia a maioria delas, me contou até sobre uma viúva amaldiçoada — Eu comecei a rir e ela arregalou os olhos — É sério! Ela casou-se três vezes e os três maridos morreram, Bella. Um de acidente aéreo, outro de cirrose e o último com câncer no pulmão — Ela suspirou parecendo assustada — E a desgraçada já está namorado de novo...

Eu não sei o que eu tinha, talvez fosse o álcool, mas não conseguia parar de rir. Só Emmett pra colocar essas besteiras na cabeça de Rosalie. Ela parecia realmente encantada e foi algo tremendamente bonitinho de se ver. Rose comentou comigo sobre como foi fácil se abrir com Emmett sobre a vida dela e em como ele foi compreensível e até a aconselhou em algumas coisas. Sabia que ele era órfão desde os 15, foi criado por uma avó que já se fora vítima de infarto e uma vez que conheceu os Cullens, foi praticamente adotado por eles. Era um rapaz forte, de coração puro. Um poço de estupidez e infantilidade, mas era um ótimo homem.

— Inferno... olha só os meus pés! Eu preciso de um banho e da minha cama. — Ela resmungou assim que entrou no apartamento. Havia cochilado diversas vezes durante o trajeto e eu nunca esquecia o quanto ela ficava chata quando não dormia direito. Me joguei no sofá e chutei os sapatos para longe. Deitei a cabeça no braço acolchoado do estofado e fitei o teto. Realmente a noite estava acabando de forma inesperada, jurava que nós dois comemoraríamos e porra...

Isso é que ter planos frustrados.

Fui até a estante de livros onde embaixo ficava o pequeno bar, tirei uma garrafa de whisky e arqueei a sobrancelha quando vi que já haviam mexido nela. Coloquei um pouco em um copo e peguei duas pedrinhas de gelo na geladeira pra colocar dentro. Acessei pelo celular, uma das duas redes sociais que eu tinha, vendo vários posts e matérias sobre a noite de hoje e o sucesso que foi a inauguração da empresa dele. Olhei fotos de alguns convidados, curtia algumas coisas sentindo uma certa sonolência devido ao tédio. Enquanto sorvia a bebida calmamente, gole após gole, eu debatia sobre a distância daquele sofá até a minha cama e me questionava se realmente era necessário eu dormir lá hoje, sendo aqui estava tão gostosinho, tão confortável e silencioso até... que merda da campainha tocou.

O relógio da parede da cozinha denunciava que era tarde pra visitas, mas podia ser uma emergência, né? Aliás, era bom que fosse, porque eu não estava no clima pra brincadeira. Bebi o último gole e deixei o copo sobre a mesa. Apoiei as mãos na porta antes de abrir, me sentindo um pouco alta, mas não estava como da última vez que bebi muito.

Oh, Deus... me diga que isso é alguma alucinação.

— O que você quer?! — Indaguei ríspida quando meus olhos focalizaram na figura de Edward no batente da minha porta segurando as chaves do carro.

— Por que você foi embora? – Ele parecia revoltado e um pouco temeroso também — Eu te procurei em todo lugar. Por que saiu sem dizer nada?

— Por que diabos eu ficaria depois daquilo, Cullen? A Alice ia dar alguma festinha do pijama onde eu era a convidada de honra? — Questionei com ironia.

Edward fez uma careta. Ele sabia que quando o chamava dessa forma era porque eu não estava boa e eu de fato, não estava nem um pouco. Na verdade, se eu pudesse, arrancaria seu coro.

— Certo. Eu entendo... será que eu posso entrar?

Eu podia dizer que não e estaria no meu direito, mas lembrei do que prometi a Rosalie e porra, eu ficaria mais curiosa ainda se ele fosse embora agora. Fiquei calada por um tempo, vendo-o ficar cada vez mais inseguro e só então dei espaço para ele entrar. Seu corpo roçou em mim e o meu, traiçoeiro como sempre era, estremeceu na mesma hora.

— Ela está dormindo. Mas é melhor falarmos no meu quarto e depois você vai embora — Falei quando ele olhou de um lado pro outro procurando nossa amiga, segui pelo corredor e empurrei a porta entreaberta do meu quarto. Acendi os dois abajures e ouvi a porta ser trancada atrás de mim — Olha, Edward, eu não estou a... — Virei de frente para começar a discutir, mas esbarrei no seu corpo que mais parecia um muro de pedra, me desequilibrei caindo sentada na cama e essa foi a deixa para Edward vir com tudo pra cima de mim.

— Edward, para! — Pedi, mas ele fez uma careta angustiada e fingiu não ouvir — Espere. Vamos conversar... por que falou daquele jeito com a sua mãe? Por que... — Ele me calou com beijos furiosos. Minha nossa, assim ficava difícil. Qual mulher heterossexual e em sã consciência poderia resistir a esse homem? — Eu não quero... nós temos que...

— Não diz isso, pelo amor de Deus — Gemeu beijando todo o meu rosto e com a voz um pouco embargada. Mas o que houve? — Eu prometo que vamos falar. Só me deixe... só me deixe senti-la outra vez — Eu o empurrei outra vez tentando ignorar o seu tom apelativo, mas meus braços moles não tinham muita força pra impedi-lo — Por favor, Bella. Perdão. Por favor?

Tentei tirar o seu corpo de cima do meu, mas tinha que admitir que estava adorando sentir aquele peso familiar e o cheiro que me embriagava. Eu estava morrendo com toda aquela saudade. Quem poderia me julgar? Achei que tudo bem ceder por hora.

A boca de Edward se moldava a minha com perfeição, parecia adivinhar todos os meus movimentos e movia-se comigo em sintonia, assim como os nossos corpos. O meu vestido não me permitia grandes movimentos por ser justo, mas ainda assim eu ondulava o corpo toda vez que seus lábios pressionavam a pele do meu pescoço e seu hálito quente me arrepiava. Ou quando suas mãos apertavam as minhas coxas com tanta possessividade que me deixava ofegante.

Nós precisamos conversar. E agora. Eu sabia disso, mas não tinha controle das minhas próprias ações. Logo mais eu estava por livre e espontânea vontade tirando a roupa dele. Desabotoando sua camisa com pressa e arranhando seu abdômen no processo, ganhando seus gemidos como agradecimento. Eu tentei me desfazer da sua calça enquanto Edward procurava com pressa o zíper do meu vestido. Pus sua mão sobre ele, bem na lateral do meu corpo e ele puxou o negócio de vez, quase arrebentando tudo. Puxou o tecido pelo meu corpo e rosnou como um animal quando me viu completamente nua.

Era pra ser uma surpresa, mas os planos mudaram.

Ele veio novamente pra cima de mim beijando a minha boca com desespero enquanto apertava o meu peito com uma das mãos, apertava com força, beliscava o mamilo e engolia os meus gemidos com beijos pecaminosos, luxuriantes.

Aquele homem ainda seria a minha desgraça.

— Se eu ao menos imaginasse que você estava assim naquela festa, ah, Isabella... as coisas que eu faria com você! — Edward riu com o rosto entre meus peitos e abocanhou o que estava livre de sua mão. Minhas costas arquearam e as pernas se separaram por instinto. Observei como ele chupava os meus peitos, como um bebê faminto, mas lambia e mordia como um filho da puta pronto pra me enlouquecer. Meus pés esfregaram-se no colchão de tanta agonia quando aqueles dedos dele encostaram no meu clitóris inchado e começaram a massagear. Seus lábios no meu umbigo deixando beijos, a língua deslizando ao redor, me fazendo imaginar tanta coisa...

Sua boca chegou no meu sexo e ele assoprou. O hálito fresco fazendo maravilhas naquela carne molhada e necessitada. Edward brincou com seus dedos na minha entrada, mas não me penetrou e deu beijos gostosos no meu clitóris, até chupou, mas não foi o suficiente. Eu queria mais.

— Edward, não me provoque mais. Deus, eu já estou tão, tão puta com você! Não me faça esperar, caralho! — O álcool fazia maravilhas com o meu vocabulário. Resmunguei me contorcendo em baixo dele enquanto assistia vir pra cima de mim. Senti seu pau extremamente duro na minha coxa e notei que não havia sequer visto ele tirar a cueca. Edward começou a rir e acariciou o bico do meu peito.

— Você fica sexy quando está brava. Alguém já te falou que fazer sexo com raiva pode ser tão gostoso quanto qualquer outro tipo, Isabella? — O jeito que Edward falava as coisas ou pronunciava o meu nome era simplesmente fora do normal. Me deixava em estado de emergência, louca mesmo — Mostre o quão brava você está ou isso é pura besteira? Hein, safada? — O modo como ele falou aquilo e apertou a minha coxa me irritou ainda mais e não sei de onde arranjei força, mas o empurrei pro lado, fazendo com que ele caísse na cama e no minuto seguinte, eu estava montando-o.

— Do que porra que você me chamou, Cullen? — Questionei e comecei a bater em seu peito e nos seus braços com força, mas o desgraçado só ria e me olhava malicioso. Ele sempre foi falante no sexo, mas sabia que agora ele estava usando aquilo pra distrair.

— O que você é, Isabella. Uma safada. Vai para um festa completamente nua só pra deixar maluco, pra que eu te fodesse em uma daquelas paredes, escondidos daquela gente toda. Você é uma tremenda safada. E é só minha. — Edward falava com aquela voz rouca gostosa, debochava de mim e me chamar daquilo acabou excitando.

Talvez ele estivesse certo.

E não sabendo como lidar com aquilo, apenas levantei-me, alinhei nossos quadris e sentei no seu pau de uma só vez, fazendo nós dois gritarmos em êxtase.

Merda, merda, merda. Esteja dormindo, Rose.

Por um segundo eu pensei que podia ter realmente me machucado, ele realmente não tinha um tamanho muito modesto e não era como se eu tivesse anos de pratica, mas tudo sumiu da minha mente quando ele segurou minha cintura e começou a investir forte em mim, metendo tão duro que meu corpo pulava em cima do seu. Edward parecia hipnotizado pelos movimentos que os meus peitos faziam quase na sua cara, ora ele gemia e ora fechava os olhos com a cabeça com a cabeça no travesseiro, murmurando coisas em outra língua.

Tirei as mãos dele de mim e joguei-as para trás. Ele ficou com elas estendidas uma de cada lado do seu rosto e logo eu as prendi ali. A respiração do homem era barulhenta, uma leve camada de suor já cobria o seu peitoral.

Edward gemeu entregue pra mim quando eu comecei a deslizar pra frente e para trás, cavalgando no seu pau sem qualquer interferência dele. Não nos beijamos nenhuma vez, mas sempre que eu me aproximava, sua boca alcançava a pele do meu pescoço e chupava forte, como se quisesse descontar algo em mim, mas foda-se, eu adorava. Em algum momento aquela lentidão não era mais suficiente, então usando as mãos em seu peitoral como apoio, comecei a montar o Edward com muito mais intensidade, levantava o quadril e quando apenas a cabecinha estava dentro, eu voltava a sentar com tudo, levando-o tão fundo quanto possível e imediatamente meu sexo contraria ao redor dele, como se me avisasse que algo estava próximo, muito próximo.

O pau dele já pulsava dentro de mim e estava bem escorregadio, tão gostoso de sentar. Botei o meu quadril para trabalhar, rebolando sensualmente em cima dele e não aguentando de tanto tesão, Edward aplicava tapas na minha bunda que soavam altos demais naquela hora da madrugada.

— Me chama de novo — Pedi meio manhosa. Estava tão perto, tão perto. Só precisava de algo, de alguma coisa e eu chegaria lá. Ele completamente atordoado com aquelas sensações me olhou confuso sem entender — Me chama daquele jeito de novo! — Rosnei frustrada e com raiva.

— Oh, é isso que você gosta, então? Quer ser xingada, Isabella? Quer ser fodida como a safada gostosa que você é? — Santa porra, por que isso tinha que ser tão quente na voz dele? Edward sorria malicioso pra mim, sua mão alcançou o meu cabelo e puxou a minha cabeça pra perto dele, arrancando um gritinho de surpresa meu. O aperto estava forte e o meu couro cabeludo ficou meio dolorido, mas ele estava sexy me dominando e deixando ser dominado.

Ele de repente nos virou e ficou entre as minhas pernas, por cima de mim. Seu pau não havia saído um centímetro de dentro de mim, mas as estocadas vieram com força total dessa vez. Ele vinha rápido, forte, afundando meu corpo na cama com o seu, quase como se quisesse me marcar por dentro. Eu gemia, ofegava, dizias coisas sem o menor sentido e principalmente gritava seu nome.

Porra, porrrrrrrra. Tão perto!

— Vou gozar tanto na sua buceta, Isabella. Você vai engolir o meu pau com ela e tomar cada gota pra si, porque é disso que safadas como você gostam — Gemi alto, ele segurou o meu rosto e beijou-me forte. Nossas línguas travando uma batalha sobre quem podia mais, mas deliciando-se com o contato uma da outra — Você está pingando. Vem logo, goza no meu pau.

E simplesmente foi só o que bastou. Um orgasmo alucinante me pegou quase desprevenida. O grito que rasgou a minha garganta me deixaria constrangida se eu não estivesse tão louca naquele momento. Minhas unhas passaram por suas costas com força, fazendo com que ele estocasse forte uma última vez e o meu interior fosse banhado com seus jatos quentes. Seus gemidos abafados no meu pescoço eram como a melodia mais linda que já fizeram e depois apenas nossa busca por ar era ouvida no quarto.

Meu corpo estava pulsando, as minhas pernas sofriam tremores há cada 30 segundos e meus olhos ficaram pesados. Edward saiu de dentro de mim parecendo não querer ou com muita preguiça e deitou-se ao meu lado. Quando me olhou, senti meu rosto esquentar. Não sabia do que estava com vergonha... talvez de ter fugido dele como uma adolescente idiota. Talvez de ter me rendido ao seu ataque sem realmente pestanejar ou pelo o nosso comportamento quase vulgar. Talvez tudo junto, mas o sorriso cansado que recebi dele apagou qualquer vestígio de constrangimento.

Estava chateada com ele, mas me fazia bem e me deixava orgulhosa saber que ele tinha ficado satisfeito comigo. Ridículo, eu sei. Como eu mal conseguia me mover, ele puxou o edredom sobre nós e apagou o abajur e eu fiz o mesmo com o outro. Agora apenas a luz que vinha da rua entrava pela janela mal coberta pela cortina e deixava-me ver o contorno do seu corpo ao meu lado. Ele me puxou mais pra perto e suspirou.

— Eu estou indo embora, Bella.

Notas finais
E não era a Tanya! Mais alguém ficou com vontade de chutar o Edward no meio das pernas? Porque eu fiquei. Se bem que eu sendo a Bella, me sentiria ótima com ele implorando por mim desse jeito, hahaha. E a madrugada foi boa, valeu a pena... Pra onde tu vai, homem? Fica aqui :(