Odisséia Grega

14 Capítulo 14


Notas iniciais
Boa noite, meninas. Espero que tenham tido um bom final de semana. E eu nem demorei, não foi? Vamos ler!

Estava calçando os sapatos quando o interfone tocou para avisarem que o nosso táxi já havia chegado. Conferi se estava tudo ok com a maquiagem e borrifei perfume em lugares estratégicos. Rose tinha marcado com o pessoal no pub de sempre e como eu detestava cada um deles, resolvi ligar pra Leah e perguntar se ela queria ir junto, já que há poucos dias o papai havia lhe dado férias e ela prontamente aceitou. A garota iria pra qualquer lugar, desde que tenha bebida.

Já passava das 21 quando chegamos ao Midtown, a fila estava enorme, repleto de gente jovem, mais ou menos da nossa idade. O segurança sorriu para Rosalie e apertou as mãos de alguns dos colegas dela que nos esperavam do lado de fora.

Arranjamos uma mesa legal, razoavelmente perto do bar e eu fui a primeira a pedir as bebidas. Eu só queria esquecer do dia de merda que tive hoje. Estava no terceiro Cosmo quando Leah chegou arrastando Mike pelo braço.

Mike? Ele tinha idade pra estar ali?

— Ei, Bella. Pessoal, olá. Eu sou a Leah e esse o Michael, como vão? — Ela veio toda cheia de sorrisos em seu vestido preto tubinho que mal cobria as coxas. No mínimo já tinha bebido em casa. Revirei os olhos e levantei para cumprimenta-la e ao Mike.

— Oi! E aí. Não sabia que você vinha também. — Falei sem querer parecer indelicada depois de dar um abraço no garoto. Ele sorriu sem graça pra mim, parecia até um pouco culpado. Talvez tivesse se oferecido pra vir, mas nunca assumiria isso, claro.

— Hoje por coincidência é o meu dia de folga, Leah estava terminando sua mudança para o apartamento no andar superior ao meu e eu estava ajudando quando você ligou. Bom... uma coisa levou a hora, eu espero que não se importe.

— Não, imagina. Espero que se divirta! — Sorri pra ele. Mike era um sujeito legal, sem malícia e todas aquelas coisas. Ele me olhava com interesse genuíno e não como se apenas quisesse me levar pra cama como uns e outros. Acabei gostando de ter a companhia dele ali.

Leah já estava se engraçando pra um moreno alto, ortopedista e amigo da Rose. Em um pequeno e bonito palco há uns 13 metros de distância da gente, um banda tocava um jazz agradável, que dava vontade de dançar junto. Michael percebeu que eu prestava atenção demais aos casais e me chamou para uma dança.

Hesitei por um instante e pensei: ah, por que diabos não?

Rose me olhou surpresa quando levantei segurando a mão do garoto, “é só uma dança”, retruquei movendo os lábios e ela fez um gesto de desdém com as mãos voltando para sua cerveja. A música era agradável, ele e eu conversamos em meio aos passos e riamos de alguns contratempos do papai no restaurante. Soube que ele saiu da casa dos pais há 6 meses, tem um Beagle e ainda não foi pra faculdade, mas pretende fazer medicina veterinária.

Voltamos para mesa e beliscamos algumas batatas. Leah havia pedido tequilas e nós ficamos fazendo apostas sobre quem bebia mais em 40 segundos. A cretina venceu, claro, mas porque eu deixei. A bebida estava começando a “pegar” e certas coisas começaram a ficar engraçadas demais pra mim, a sensação de estar alta cada vez mais forte.

Em determinada hora da noite, o meu celular tocava sem parar dentro da bolsa e eu simplesmente ignorava. Rose arqueou a sobrancelha pra mim apontando pra bolsa e eu segui bebendo como se nada tivesse acontecido.

— Bella, o que é que tá havendo? — Eu nunca tinha percebido que gente alcoolizada tem a língua solta. Bastou ela perguntar e eu simplesmente despejei tudo que havia acontecido. Até tirei o celular da bolsa – ignorando as ligações perdidas – e mostrei pra ela as fotos fazendo certa cara de choro, mas voltando a ficar brava 5 segundos depois — Mas querida, você não pode acreditar em tudo que vê nesses sites de fofoca. Você lembra das coisas estúpidas que falaram sobre vocês quando tiraram aquelas fotos e nada daquilo era verdade. Você não acha que pode haver uma explicação pra isso?

— Não.

Sabia que ela poderia ter razão, mas não ia dar o braço a torcer tão rápido assim. Doeu pra caralho ver ele na companhia de mulheres tão bonitas, provavelmente muito bem sucedidas e que ficaram belíssimas ao lado dele nas fotos. Ele nem deve ter lembrado de mim naquela noite.

— Você que sabe! Só estou dizendo que depois que a poeira baixar, você devia ouvi-lo. — Disse dando o assunto por encerrado e com muita relutância, eu assenti. Mike me chamou pra dançar de novo, mas no estado em que eu estava, juro que não conseguia dar mais de três passos sem perder a pose, então recusei educadamente e pedi licença pra ir ao banheiro.

Depois de me aliviar, passei algum tempo me arrumando em frente ao grande espelho. Havia uma moça que estava vomitando violentamente em uma das cabines, outra muito parecida com ela segurava seus cabelos e brigava ao mesmo tempo. O cheiro começou a me incomodar, fazendo meu estômago embrulhar, então corri pra fora dali antes que eu fosse a próxima.

Meu celular voltou a tocar quando sai do banheiro e movida ao álcool e a minha estupidez genuína, resolvi atender.

— O que diabos você quer?! — Indaguei quando vi o nome do Cullen na tela.

Bella? O que há de errado? — Perguntou parecendo assustado e eu ri amargurada. Idiota.

— Você não é tão esperto, Sr. Cullen, por que não descobre por conta própria? — Toma essa, seu merda! Quem ele pensa que é pra vir com essa voz linda e irresistível pra cima de mim depois de me magoar e me fazer chorar no meu trabalho?

Isabella, me diga onde você está. Agora! — Sua voz aumentou consideravelmente, parecia irritado e eu me surpreendi por perceber que eu gostava disso.

— Em um pub, com alguns amigos. Bem longe de você. E quer saber de uma coisa, Cullen? Faça um favor a nós dois e fique por aí em Chicago. Atlanta não precisa de você. Eu não preciso de você! — Berrei a mentira olhando pro aparelho com raiva e finalizei a ligação.

A noite estava ótima, eu estava bebendo, comendo, tendo um tempo de qualidade com pessoas divertidas e legais, mas ele tinha que aparecer e me deixar puta. Pro inferno, Edward.

Quando voltei pra mesa, algumas pessoas já faltavam. Algumas dançando, outras no bar. Rose era uma delas, parecia estar em um papo pra lá de caloroso com um moreno que tinha o dobro do meu tamanho e deslizava seus dedos pelo pescoço dela numa caricia bem sensual. Aparentemente a gosma nojenta dela realmente traz resultado.

Agarrei um copo de cerveja pela metade de bebi bons goles enquanto Mike ria de alguma porcaria qualquer, se eu estava bêbada, ele estava numa situação 2 vezes pior. Cerca de meia hora depois foi que a coisa começou a ficar complicada, o garoto foi ficando mais ousado e suas mãos criaram vida pra cima de mim. Tentei de toda forma fazê-lo entender que eu não estava interessada, que não o via daquela maneira, mas ele apenas sorria e tentava me beijar.

Cansada de lutar contra ele, apenas deixei que ele viesse. Seus lábios finos e frios encostaram-se aos meus e foi como se nada tivesse acontecendo. Ele insistiu segurando a minha nuca, tentei mover minha boca contra a dele, mas era ridículo como nada mudava, até que eu o ouvi.

— Tire as suas malditas patas dela — Ouvir a voz de Edward e vê-lo nos olhando tão furioso daquela forma, fez com que um calafrio passasse pela minha espinha e eu engoli seco sem saber como proceder. Mike era outro que estava paralisado — Ou deixa-as, se quiser que eu as arranque fora do seu braço! Você é surdo, porra? — Edward veio com tudo, pronto pra partir a cara do menino ao meio, mas Emmett surgiu primeiro e se pôs entre nós três, pedindo pro amigo se acalmar e dizendo que as pessoas estavam olhando.

— Edward, por favor! Ele é só um menino, controle-se! — Exigi espalmando as mãos no seu peito e o empurrando para trás quando ele não deu atenção alguma ao Emmett e tentou bater no Mike de novo. Naquele momento eu consegui faze-lo me olhar e quase me arrependi no mesmo instante. Puta merda, ele estava irado.

— Você! O que diabos você pensa que está fazendo, Isabella? Se esfregando com um moleque que mal saiu das fraldas. Será que eu a deixei tão necessitada assim? — Cuspiu as palavras cheias de ironia alimentando o meu ódio. Não tive como evitar. Minha mão foi de encontro com o rosto dele tão forte que o barulho foi ouvido por cima da música. Rose chegou com os olhos arregalados e tentou assim como o Emm acalmar os ânimos e afastar os curiosos.

— Olha como fala comigo! Eu não sou como você que não consegue segurar o pau dentro das calças por malditas 24 horas, Cullen! — Berrei apontando o dedo na sua cara. Me virei para a mesa e peguei a minha bolsa, no segundo seguinte eu estava empurrando todo mundo da minha frente, deixando toda aquela situação embaraçosa para trás.

Quando cheguei na calçada do estabelecimento, o vento frio da noite pareceu levar pra longe toda embriaguez e eu pensei comigo mesma, o que diabos eu acabei de fazer? Dei um tapa na cara do Edward Cullen. Se alguém tivesse filmado... tirado uma foto... meu Deus, eu não queria nem imaginar na confusão que ia dar se caísse na internet.

Em meus devaneios, não percebi que estava sendo seguida até que uma mão agarrou meu braço e me fez virar rápido demais, eu desequilibrei e cai em cima de um peitoral forte que eu reconheceria de qualquer maneira. Edward. Eu estava puta, estava envergonhada e cansada, por isso não discuti quando ele me arrastou para o carro, abriu a porta e me empurrou ali sem muita gentileza. Não me atrevi a olha-lo nos olhos, mas só o seu maxilar cerrado já denunciava que ele continuava tão irritado quanto eu. O que raios ele estava fazendo ali, afinal? E Chicago?

O caminho foi curto e feito em silencio. Senti vontade algumas vezes de perguntar como ele tinha me achado, mas não acho que seria respondida. Seu segurança abriu a porta do carro pra mim quando paramos e Edward já saia na minha frente, entrando no prédio e chamando o elevador sem mim. Revirei os olhos e cruzei os braços esperando.

Edward permitiu que eu entrasse primeiro no apartamento. As luzes fortes da sala incomodaram meus olhos e eu caí sentada no sofá, jogando a bolsa para o assento ao lado. Vi quando ele encaminhou-se em direção ao bar e serviu-se de whisky puro, tomando a bebida num gole só. Depois do segundo copo, ele tirou o paletó e arregaçou um pouco as mangas da camisa branca de botões enquanto caminhava pra perto de mim.

Nossos olhos se encontravam pela primeira vez em algum tempo e a frieza do seu olhar me fez engolir em seco de novo. Cogitei a possibilidade de pedir desculpas, mas minha mente me alertou de que eu não devia nada a ele. Não tinha feito nada de errado, ele era o cafajeste da história!

— O que eu estou fazendo aqui, Cullen? — Cuspi seu nome com nojo e me inclinei para frente em uma pose desafiadora. Ele apertou os lábios em uma linha fina e seus olhos faiscaram.

— Você está aqui, Isabella, porque eu quero. Porque nós dois temos contas a acertar. E porque eu vou ensina-la a nunca mais me fazer sentir tanto ciúme outra vez, do contrário você ficará sem andar por uma semana! — Sua voz foi aumentando palavra após palavra, até que ele estava de frente pra mim e eu tinha que levantar a cabeça para poder vê-lo.

— Ah! Você acha que eu me importo porque sentiu ciúmes? — Inferno, sim, eu me importava e adorava saber que tinha alcançado o meu objetivo, mas esse não era o ponto — E o que diabos você pensa que eu senti quando te vi com aquelas mulheres em Chicago, Edward? Como acha que eu fiquei vendo elas penduradas no pescoço do homem que eu gosto? Que algumas horas antes estava na cama comigo, huh?

Naquele momento eu já gritava com ele e empurrava seu peito, dando socos que que mal o faziam sair do lugar. Meus olhos ficaram marejados, Edward pareceu empalidecer e ficar assustado com isso, mas mesmo assim, agarrou meus pulsos me impedindo de agredi-lo.

— Bella, ouça-me bem. Eu não estive com nenhuma daquelas mulheres, entendeu? – Eu juro que quis rir daquele absurdo, mas ele me puxou mais pra perto do seu corpo, até que pudesse enlaçar a minha cintura e manter-me ali no aperto de ferro — A maioria delas são esposas dos meus clientes, eu estava ali para a o aniversário de um deles. Eram todas umas cadelas interesseiras e eu não vou negar que tentaram algo comigo, mas nada aconteceu — Edward me olhava com tanta intensidade que parecia implorar que eu visse a sinceridade nos seus olhos, nas esmeraldas que me deixavam hipnotizada — Eu até tentei juntar uma delas com o Emmett que estava bem interessado, mas nós acabamos saindo de lá meia hora depois.

— Tem certeza que foi só isso que aconteceu?

— Claro que sim, Isabella. Você está lidando com um homem bem diferente dos moleques que costumava namorar. Por que é tão difícil confiar em mim?

— Confiar em você? — Repeti a pergunta — Confiar em você quando só te vejo cheio de segredinhos? E cala a boca! — Gritei quando ele quis me interromper — Eu me recuso a ser feita de idiota, Cullen. Ou você está comigo ou não está!

Dito isso, Edward agarrou a minha nuca e atacou a minha boca. Nossos corpos coloram um no outro como ímãs e foi como dar início a um incêndio. Não éramos gentis nem carinhosos, eu arranhava a pele dele onde podia alcançar e ele mordia os meus lábios, chupava e tentava marcar o meu pescoço. Ele puxou o meu cabelo, fazendo a minha cabeça ir pra trás, lambendo uma linha na minha garganta depois. Suas mãos estavam apertando a minha cintura, imprensando-me nele, me fazendo arfar sempre que sua ereção mais que dura pressionava a minha barriga.

— Não pense nem por um momento que eu esqueci o que você aprontou hoje, Isabella. Você vai ser castigada por isso. Agora tire a sua roupa.

A voz do Edward pingava sexo assim como a minha intimidade que estava escorregadia e pronta pra ele. Nem pestanejei ao tirar a minha blusa, uma vez que o incidente da boate foi parcialmente esclarecido e minha mente estava meio enevoada, eu me sentia cada vez mais animada em ser castigada por ele. Virei de costas e empinei o bumbum propositalmente enquanto deslizava a calça apertada por minhas pernas. Uma vez que estavam fora, eu voltei a calçar os sapatos, Edward gemeu alto e deu um tapa forte na minha bunda que me fez cair desajeitada sobre o sofá, meio de quarto.

Ele veio por trás de mim apalpando a minha bunda dolorida. Beijou o meu ombro e subiu com a mão pela barriga, me arrepiando inteira. Quando fechei os olhos, senti sua mão cobrir um dos meus peitos por cima do sutiã, o tecido fino permitia que seu calor atingisse os mamilos que entumeceram na hora de tão sensíveis.

Ele empurrou-me para o sofá e abriu as minhas pernas com seu joelho. Pus minhas mãos para trabalhem nos botões da sua camisa e em pouco tempo aquele lindo tórax estava exposto pra mim e me veio a vontade imensa de passar a língua ali e sentir seu gosto. Edward pareceu ter a mesma ideia, porque de repente sua boca estava a fechada ao redor do meu mamilo. Pulei e gemi de surpresa, mas ele seguiu chupando o meu peito com sutiã e tudo. Peguei sua mão e levei até onde eu mais necessitava dele, Edward gemeu na minha pele e fechou os olhos ao sentir o meu mel escorrer pelos seus dedos, ele afastou o tecido e começou a me acariciar com força, combinando com as mordidas que dava nos meus peitos e na pele da barriga.

Me sentindo desinibida, ergui meu corpo e abri o fecho do sutiã, jogando-o atrás do sofá. Edward foi escorregando pelo meu corpo até estar frente a frente com o meu sexo e assoprou a carne molhada. Fechei os olhos e me contorci com a sensação gostosa. Beijos começaram a ser distribuídos na parte interna da minha coxa direita assim como no triangulo do meu sexo. Gememos juntos quando seus lábios fecharam-se em torno daquele nervo sensível, os dedos longos dele encontraram seu caminho para dentro de mim e começaram a estocar.

— Edward, por favor — Choraminguei quando ele passou a língua pelo meu clitóris uma e outra vez — Porra! — Gritei segurando seus cabelos com força quando ele começou a devorar a minha buceta como se estivesse faminto e seu prato favorito fosse eu.

Tentei fechar as minhas pernas em reflexo, mas ele não deixava, apertava ainda mais os dedos nas minhas coxas como se servisse de aviso. Ondas avassaladoras de calor tomavam conta de mim, nublando a minha mente, deixando apenas eu, ele e sua língua me rasgando de prazer.

Aquele formigamento começou a se espalhar pelos meus membros, a sensação familiar do orgasmo sendo gerado no meu ventre, o fogo em minhas veias... só ele podia me fazer sentir-me tão bem assim, com suas palavras sujas, com a luxuria em cada célula do meu corpo...

Abri meu olhos e encarei a imagem de seus cabelos acobreados apontando pra todo lado entre as minhas pernas, suas mãos empurrando-as para cima, fazendo os meus joelhos dobrarem e me tendo mais exposta ainda pra ele.

Santo Cristo.

Seus dedos experientes faziam um trabalho minucioso dentro de mim e moviam-se sempre em sintonia com a língua macia, deixando aquele ponto do meu corpo cada vez mais molhado, latejante e inchado. Gemi seu nome várias vezes e tentei puxa-lo pra cima de mim, mas Edward apenas disse que não tinha terminado e me empurrou para trás.

— Quer gozar, não quer, Isabella? Eu vou fazê-la vir.

Solucei sedenta pela minha libertação quando ele retirou os dedos de dentro de mim e me encarou. Edward estava claramente se divertindo as minhas custas e eu estava prestes a manda-lo se foder, mas o que saiu foi um grito estrangulado quando seu polegar massageou meu clitóris ao mesmo tempo que ele metia a língua dentro de mim. Cacete, essa merda era... wow!

Longos arrepios me percorreram de cima a baixo, eu tremi por ele, gritei pra ele, gemi e implorei por mais enquanto meu corpo banhava-se num gozo eletrizante, me deixando zonza e com a boca seca. Meu corpo caiu mole contra o sofá. Eu sentia seus lábios subindo pelo meu umbigo, deslizando entre o vão dos meus peitos, mas eu não conseguia focar em mais nada.

— Muito bom. Muito bom mesmo. Eu amo como o seu corpo me obedece.

O bastardo arrogante falou contra os meus seios, eu podia sentir a vibração da sua voz na minha pele sensível. Eu podia senti-lo em todo lugar.

— Era assim que você pretendia me castigar, Cullen? — Perguntei abrindo um sorriso irônico. O dele em resposta foi maior ainda e algo naquilo me fez engolir em seco mais uma vez na noite.

— Acha que seu castigo acabou? Baby, nós mal começamos.

E o meu sexo vibrou.

(Roupa da Isabella)

Notas finais
Sim, é verdade que eu quase sempre paro nessas partes, mas dessa vez não foi de propósito, eu juro! hahaha Ao que parece o Edward não fez nada de ruim de propósito, vocês acreditam nele? O nosso Grego está sendo fiel a Bella? Eu acho que sim. Eu confesso que adoro esse homem em todos os seus humores, mas quando está bravo... sinto até fraqueza! E esse castigo, ah, não digo nada... Capitulo grandinho pra agradar vocês, então sejam boazinhas também. Até mais! :)