Odisséia Grega
12 Capítulo 12
Notas iniciais
— Eu sou Isabella. Amiga do seu irmão. Você é Alice, certo? — Perguntei olhando a moça com feições de fada. Se eu a achava bonita por foto, pessoalmente não havia adjetivos pra ela. Parecia que beleza era mesmo herança de família. Seus olhos esverdeados, não tão claros quanto os de Edward brilhavam em divertimento enquanto ela me olhava de cima à baixo.
— Exatamente. Eu achei que faria uma surpresa ao meu irmão, mas a surpreendida fui eu. Eu sabia que ele estava me escondendo alguma coisa — Ela disse dando uma risadinha entrando no apartamento assim que eu lhe dei espaço para passar — Oh, Suspicius Minds! — Alice exclamou batendo palmas com as mãos cobertas por suas luvas aveludadas. Parecia uma boneca.
— Eu adoro essa. Bem, fique à vontade, Alice. O Edward não está, ele tinha um evento pra comparecer essa noite, tenho certeza que se soubesse da sua chegada não teria saído. Devo avisa-lo que está aqui? — Perguntei me instalando ao seu lado no sofá de três lugares.
— Não precisa, Isabella. Eu realmente quero ver a cara dele quando me vir aqui. Eu não sou de fazer essas coisas, sabe, mas estava sentindo tanto a falta do Edward e do Jasper, que agi por impulso. Mas ao que vejo foi uma excelente ideia! — Alice falava as coisas muito rápido e tão empolgada que era engraçado e contagiante. Logo me vi rindo e conversando coisas com ela como se fôssemos amigas de infância. Ela pediu licença para ir ao banheiro e assim que a guiei na direção certa, corri para o meu celular pra falar com Edward.
Para: Edward Cullen +(630-842-3200)
Hora: 20:17 p.m.
“Talvez você deva se apressar um pouco para voltar pra casa.”
Enviei sem dar muitos detalhes. Esperava que ele se assustasse e voltasse correndo. Apesar de um doce de pessoa, era estranho e assustador estar sozinha com um familiar do Edward sem saber o que podia dizer ou não para ela.
— Você quer comer alguma coisa? Eu ainda não estou com fome, mas preparei o jantar do seu irmão. Deus sabe o quanto esse homem come e aposto que esses aperitivos que servem nesses lugares não ocupam nem um terço do estômago dele. — Perguntei alguns minutos depois que ela voltou. Alice me olhou espantada e riu deliciada.
— Sério, Bella? Você preparou o jantar dele? Meu Deus, onde o Edward te achou?! — Ela parecia espantada e eu não entendia porque, apenas dei de ombros e assenti.
— Eu precisei lidar com seu irmão, alguns clientes e sócios dele quando foram no restaurante do meu pai e desse dia em diante, estamos sempre... em contato. — Me limitei a dizer dando um sorriso amarelo.
— E vocês estão tipo, saindo, namorando, algo do tipo?
— Algo do tipo. — Respondi e encarei meu celular que já vibrava pela segunda vez.
Por toda a hora seguinte, me senti na Inquisição Espanhola. Alice me fazia pergunta atrás de pergunta, ela parecia animada em conhecer alguém novo e não podia negar que nos demos muito bem, mas ela parecia querer descobrir alguma coisa e às vezes me dizer alguma coisa, mas aí mudava totalmente de assunto e me distraia.
Ela decidiu enfim aceitar jantar comigo, veio me fazer companhia na cozinha enquanto eu aquecia a comida e eu apresentei pra ela outro cantor incrível, Roy Orbison e 15 minutos depois estávamos cantando In Dreams enquanto colocávamos os pratos e talheres na mesa.
Ouvimos a porta bater e eu diminui o volume da música, fazendo os barulhos das chaves soarem mais altos. Ela me puxou pelo braço e me fez ficar ao seu lado, toda sorridente e quando Edward apareceu pra nós duas retirando o paletó, ela gritou.
— Edwarrrrrrrd!
Alice correu em direção a uma estátua de Cullen bem no meio da sala e pulou no seu pescoço como uma garotinha de 10 anos. Com o impacto, ele pareceu sair do transe e abraçou seu corpo minúsculo, beijando a cabeça dela várias vezes com um doce sorriso nos lábios. Ele me olhou por cima do ombro dela e eu apenas levantei as mãos em rendição como quem diz “não tive culpa”.
A pequena depois de abraça-lo e beija-lo, começou a comentar sobre o corte do smoking e coisas que não faziam o menor sentido pra mim, mas quanto mais o irmão tentava falar, mais ela o atropelava nas perguntas.
— .... por isso teria sido ótimo se eu tivesse chegado um pouco antes. Não me leve a mal, você está lindo, mas nós podíamos ter caprichado um pouco mais. A não ser que o evento não seja lá essas coisas. Oh, e não se preocupe, a Bella foi incrível! — Ela o trazia para perto puxando-o pelo braço enquanto ele tinha os olhos apertados e a testa franzida.
— Ela foi, é?
— Claro que sim! Ela é um doce. Eu sabia que você estava escondendo algo bom por aqui, Edward. E nós vamos falar sobre isso depois, mas antes vamos comer. Bella fez o jantar pra você, dá pra acreditar nisso? Quantas mulheres você conhece além da mamãe que se importam com o que você come ou deixa de comer, Edward? — Alice tinha um sorriso malicioso quando finalmente fechou a matraca. Nós nos sentamos na mesa e ela fez-me o favor de nos servir, dizendo que eu já tinha feito o suficiente por hoje.
A comida era simples, apenas arroz temperado, peito de frango grelhado, aspargos e um vinho verde para acompanhar, mas eles gemeram durante toda a refeição, dando a entender que eu tinha agradado. Edward questionou como ela tinha chegado ali sem ajuda e ela riu dizendo que contou sim, com a ajuda do Emmett e que passou algum tempo de qualidade com ele e o marido antes de vir pra cá sozinha.
Após o jantar, passaram um bom tempo conversando no escritório do Edward e enquanto isso, eu juntei a louça suja e levei para pia, depois fui ao banheiro escovar os dentes. Prendi meu cabelo num coque meio frouxo no alto da cabeça, sentei na beira da cama e fiquei passando os canais até encontrar algo de bom que em pleno domingo era meio difícil. Senti que estava cochilando quando ouvi a voz de Edward no quarto.
— Bella? Alice já está de saída, ela quer se despedir de você.
Ganhei um abraço gostoso da pequena que afirmou com certeza que nos veríamos muito ainda em sua breve estadia em Atlanta. Disse baixinho no meu ouvido que torcia por mim e nos deu boa noite, saindo saltitante do apartamento direto para os braços do noivo.
— É alguma piada interna? — Edward perguntou apontando pra minha camisa e eu comecei a rir. Ele sorriu pra mim e enlaçou minha cintura, afundando o rosto no meu pescoço, inspirando com vontade o cheiro da minha pele. Sua mão direita infiltrou-se no meu cabelo e desmanchou o coque, deixando-os cair pelas minhas costas. Os lábios dele faziam carinho no meu rosto enquanto eu fechava os olhos me deliciando com a caricia — Vou arranca-la de você. — Avisou baixinho e eu senti a vibração da sua voz na minha pele.
Edward segurou a barra da camisa e puxou para cima quando levantei os braços. Meus peitos ficaram a mostra, já que não usava sutiã e por bons segundos eles os encarou antes de toca-los com suas mãos grandes e fortes. Gemi inclinando-me em sua direção quando o polegar roçou o mamilo sensível, Edward segurou-o e beliscou forte arrancando um gritinho meu que logo transformou-se em um longo e alto gemido quando sua boca cobriu o biquinho duro.
Fui imprensada contra a parede e meus peitos foram chupados sem delicadeza, fazendo várias manchas aparecerem na pele no instante seguinte. Minhas mãos trabalharam em desabotoar o meu short e uma vez que puxei o zíper, deixei o jeans descer pelas minhas pernas. Minha calcinha de renda rosa parecia mais escura entre as pernas de tão molhada e como se ouvisse os meus pensamentos, Edward tocou-a pra conferir. Seu grunhido foi seguido das nossas bocas se chocando com violência. Dentes, língua e lábios disputando poder entre si.
Senti quando apertou minhas coxas e logo eu as envolvi em sua cintura, me segurei em seu pescoço sem deixar de beija-lo e ele nos colocou em movimento, indo para o quarto. Tentei apagar a luz quando passamos pela porta, mas ele não deixou e me empurrou na cama, fazendo meu corpo quicar e minhas pernas abrirem em reflexo.
— Edward... a luz.
— Você não precisa ter vergonha de mim. Eu já senti, vi e provei o seu corpo antes, mas agora quero explora-lo, conhecer cada ponto que te faz gemer pra mim.
Edward não desviou os olhos de mim enquanto eu não sabia pra que lugar olhar primeiro quando ele começou a tirar a roupa, começando pela gravata, depois desabotoando a camisa deixando mais aberta ainda no seu corpo. Quando a sua calça saiu, tive que morder o lábio pra não gemer em desespero. O volume na sua cueca era enorme, parecia maior que ontem e eu não sabia como aquilo coube em mim na tarde passada.
Edward retirou a cueca também e o seu pau de repente estava molhado na cabecinha e apontando diretamente pra mim.
Santo Cristo.
Eu deveria resistir a isso?
Me pus de joelhos na cama e comecei a engatinhar de quatro até ele que ainda estava de pé em frente a mim. Quando cheguei na altura do seu pau, dei uma lambida tímida na glande, mas forte o suficiente pra faze-lo tremer. Não perdi tempo e comecei a beijar cada centímetro seu, depois passei minha língua por todo o cumprimento, deixando-o meio babado de saliva. A respiração de Edward era forte e sempre que eu olhava pra cima, seus olhos estavam fechados com força.
Vamos, baby, olhe pra mim, pensei quando abri a boca e empurrei em direção ao seu pau, que deslizou com facilidade pra dentro, me preenchendo completamente. Relaxei um pouco mais e o retirei, chupei a cabecinha várias vezes, dando uma atenção especial naquela área e depois voltei a engoli-lo, procurando-o envia-lo mais pro fundo a cada vez.
— Que boca deliciosa! Porra, Bella, assim... você... ohhh — Edward gemia segurando o meu cabelo e não demorou a começar a empurrar seus quadris na minha direção, fodendo a minha boca com vontade — Jesus, como pode ser tão gostosa? Isso... chupa, assim mesmo.
Ele seguiu empurrando seu pau na minha boca e eu passava meus dentes na sua carne vagarosamente de propósito, só pra ouvir os gemidos deliciosos e ele apertando o meu cabelo entre os dedos. Edward falava sacanagem me estimulando e eu podia jurar que havia uma pequena poça dentro da minha calcinha. Nunca pensei que dar prazer a um homem podia ser tão bom pra mim mesma. Ele alcançou a minha calcinha que estava meio dentro da bunda e antes que eu pudesse evitar, puxou-a, me fazendo engasgar com o seu pau na boca.
Edward riu e puxou de novo. O tecido da calcinha estava roçando exatamente no meu clitóris necessitado e também entre as minhas nádegas e tão surpresa quanto estava, não podia negar que o atrito era delicioso. Enrolei a língua ao redor da cabecinha do seu pau e chupei enquanto minha mão masturbava o resto num ritmo gostoso que o fazia pulsar na minha mão.
— Está bom assim? — Perguntei com uma voz sensual e manhosa que até então eu não conhecia. Edward abriu os olhos e parecia estar pegando fogo, ele apenas segurou o seu pau e trouxe de volta para a minha boca, empurrando sem cerimônia.
— Assim mesmo, Bella... sua boca é o paraíso. Oh, você... você vai me deixar louco — Ele resmungava enquanto observava o membro desaparecendo dentro da minha boca — Porra, porra, porra, Isabella! É tão bom. — Os sons roucos que Edward iam direto para a minha virilha, causando um formigamento gostoso e impaciente. Cada vez que ele prendia o meu cabelo em suas mãos e acariciava minha nuca, meu corpo recebia um descarga elétrica e eu aumentava consideravelmente o ritmo do vai e vem nele.
Edward tirava o seu pau da minha boca quando eu demonstrava sinais de cansaço, mas empurrava ele no meu rosto, me fazendo lamber, passando-o pelos meus lábios e bochecha. Eu fechava os olhos e gemia entregue. O que esse homem estava fazendo comigo?
Com a boca preenchida outra vez, eu estava disposta a fazer aquele homem enlouquecer por mim e precisar do meu corpo tanto quanto eu precisava dele agora. Esfreguei minha língua pela fenda da glande e senti Edward estremecer, minha mão acariciou seu eixo grosso outra vez com mais agilidade que antes, fazendo-o gemer e segurar minha cabeça no lugar pra colocar o seu pau de volta ao calor da minha boca. Tão gostoso.
Algum tempo depois, minha mão agora livre foi para as suas bolas que pareciam inchadas de tão firmes, acariciei com cuidado e precisão, ouvindo os palavrões que saíram de sua boca naquele momento.
— Puta que pariu, Bella. Oh... huh, tire a sua boquinha daí, vamos... Bella.. tire! — Ele pedia e eu só sugava mais avidamente. O pau do Edward estava dilatando na minha boca, eu podia sentir seu gosto se intensificando e sem pensar duas vezes, fui em direção aos seus testículos, começando a chupa-los bem gostoso enquanto masturbava ele — Caralho! Não, Bella, eu não aguento... mais... sua boca... porrrrrra! — Ele esticou a palavra quando voltei a chupa-lo. Olhei para cima a tempo de vê-lo jogar a cabeça para trás com os olhos apertados e no segundo seguinte ele estava derramando-se na minha boca, relaxei ao máximo a minha garganta e o empurrei mais pro fundo, sentindo o gozo quente deslizar direito por ela, me alimentando com seu prazer.
Joguei-me de costas na cama para assisti-lo recuperar o fôlego, mas o que me chamou atenção era que Edward tinha acabado de gozar e ainda estava duro. Puta merda. O homem não cansava? Eu acho que encarei por tempo demais, pois sua risada se fez presente e logo ele estava vindo pra cima de mim com um sorriso presunçoso nos lábios.
— Você é uma caixinha de surpresas, Isabella. Tem uma boca fantástica — Disse quando estávamos com os rostos na mesma altura. Ainda de olhos abertos, nos beijamos delicadamente, brincamos com a língua um do outro e Edward deitou-se de maneira que pudesse tocar o meu corpo. E assim o fez. Desceu a mão pela minha barriga bem devagar, arrancando suspiros e me causando arrepios. O cheiro da minha excitação estava sendo sentido até por mim e logo seus longos dedos estavam violando as minhas dobras úmidas e encontrando meu clitóris necessitado. Arqueei o meu quadril querendo mais e ele deu um tapinha leve nela — Por mais que eu queria como um louco provar a sua buceta outra vez, a necessidade de me perder dentro dela é maior.
Oh, Deus... esse homem ainda me mataria.
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