Odiado Diário.

29 TPM= Tendência Para Matar.


Notas iniciais
Oooooooooooi pessoal!
Um cap. engraçado e grandinho para animar o domingo de vocês. Já que amanhã é dia de cadeia/inferno. Ops, escola.
ENfim. AAHHH eu quero ver onde é que vou dormir. Minha casa ta uma bagunça, porque está reformando meu quarto.(aahhh as paredes vão ser branca e vermelha AAHH. apesar de que eu queria a decoração do meu quarto branca, dourada e preta. :S talvez não passe vermelho... kkk)
Enfim, er... Booooooooa Leitura.

Pov. Bella.

Um mês depois.

Olhei pra Damon, que dormia tranquilamente, me abraçando. Eu não estava com sono, estávamos na casa dele, e eu tinha vindo dormir aqui.

Ainda era confuso pra mim, ficar com ele sendo que sempre o odiei. E todos achavam isso estranho. Era muito,muito estranho. Mas eu gostava tanto da presença dele, que decidi ignorar qualquer coisa, e me concentrar apenas nele.

Nunca imaginei que Damon Salvatore podia ser romântico. Mas ele era. Achei que ele só pegava, passava uma noite, e cai fora. Ou que mesmo namorando não fosse tão romântico assim. Mas ele era. Era perfeito. Ele sabia quando dar atenção e quando dar espaço. Ele era perfeito.

Eu estava dormindo aqui pois Emmett tinha chegado da lua-de-mel, e tirou as coisas de seu quarto, então eu estava me mudando pro quarto dele, mas estava pintando as paredes, e meu antigo quarto estava bagunçado. Em vez de dormir na sala, na casa de uma das minhas amigas ou no quarto de hospedes, decidi vir dormir com Damon. Era bem melhor.

Fiquei apenas encarando Damon, que estava tão lindo dormindo. Parecia um anjo. Meu anjo. Eu tinha acordado pra tomar um remédio pra cólica, então, não conseguia dormir novamente. Perdi o sono, a maldita cólica me deixou sem sono.

Passei a mão devagar no rosto de Damon. Ele se remexeu e abriu os olhos, confuso.

--desculpe, não queria te acordar.—sussurrei. Ele balançou a cabeça e se virou, depois procurou minha mão, e me puxou pra abraçá-lo. Ele beijou minha mão e se aconchegou mais, voltando a dormir.

Fiquei acordada mais alguns minutos, até que finalmente consegui dormir, sem cólicas!

Pov. Damon.

Acordei e vi que Bella ainda dormia. Deixei ela dormindo na cama, não tinha coragem de acordar ela, ela parecia um anjo dormindo.

Sai do meu quarto e fechei a porta, fui pra cozinha, e encontrei minha mãe sentada, olhando pra comida em sua frente, de bico.

--bom dia.—falei.

--bom dia.—ela disse baixo. Servi leite pra mim.

--o que foi?—perguntei. Ela respirou fundo.

--eu quero netos.—Olhei pra ela confuso.

--até certo tempo atrás você reclamava do barulho que eu Stefan fazia... Dizia que não via a hora de que ficássemos grandes, agora quer crianças?

--é chato! Acordar assim, sozinha. Nem meu marido eu tenho mais! Sem ter crianças pra cuidar, o barulho na casa, a correria, não tenho nada pra limpar, o trabalho é chato e...—Começou a falar. Depois parou, respirou fundo e me encarou.—Eu preciso de netos! Pra encher esta casa, com barulhos, brinquedos, comidas, ter alguem para que eu possa cozinhar, contar historias, me deixar de cabelo branco como você e Stefan... Eu preciso de netos.

--Hum... Não posso fazer nada.

--claro que pode! Tratando de ser um bom namorado, pra se tornar um bom marido e um bom pai!—falou.—Charlie logo tem netos, de Emmett. Stefan e Elena nunca avançam, nem você e Bella, que começaram agora.--Me sentei perto dela.

--relaxa mãe, alguns anos e... tudo pronto.—falei.

--anos?—perguntou.—anos?—repetiu mais alto.—eu vou morrer antes.

--não vai.—falei. Ela bufou.—não quer trabalhar em uma creche?—perguntei.—você sempre gostou de crianças, não acha que seria bom? Babá?—perguntei.

--não! eu quero minhas crianças.—reclamou. Revirei os olhos.

--Stefan esta em um relacionamento a mais tempo que eu.

--você é o mais velho.

--mãe, faz um mês que estou namorando Bella.—falei.—nossa, hoje faz um mês de namoro.—falei.

--parabéns querido.—disse, sorrido.

--hum.. Ela não vai se lembrar disso.—falei, sorrindo, querendo aprontar algo com Bella.

--faz um café da manhã pra ela.—falou.

--me ajuda—pedi. Ela assentiu.

Fiz um belo café da manhã, depois, com cuidado, levei a bandeja pro quarto. Bella continuava a dormir. Coloquei a bandeja na mesinha e me sentei do lado de Bella.

--amor, acorda.—chamei.—Bella... Esta tarde já.—falei. Ela pegou o meu travesseiro e atacou em mim.

--cala a boca.—mandou de mal humor.

--qual é Bells, fiz o café da manhã.—falei.

--não quero comer.—reclamou colocando um travesseiro na cara.

--vai Bella, acorda. Adivinha que dia é hoje.

--não sei, não quero saber, e tenho raiva de quem sabe.—falou com a voz abafada pelo travesseiro.

--Bella. Acorda.—reclamei.

--to acordada porra.—falou. Sabia de seu mal humor de manhã, mas porque eu sentia que hoje esta pior?

--Bom dia amor.—falei quando ela tirou o travesseiro da cara.

--bom dia o caralho, seria bom dia se você me deixasse dormir.—reclamou.

--calma estressadinha.—falei.

--EU NÃO TO ESTRESSADA!—gritou.

--se você não esta estressada, nem quero te ver estressada.—falei. Isso não é estressada é o que?

--não queira mesmo.—falou com raiva. Revirei os olhos.

--aqui, seu café da manha.—falei pegando a bandeja. Ela se sentou e fez careta.

--não quero comer.—seu estomago roncou.

--não parece.—falei irônico.

--Meu estomago é idiota, ele ta arrotando. Não quero comer.—ela disse.

--tá.—falei tirando a bandeja de perto dela.

Liguei a TV e ficamos vendo um filme qualquer, ela não parava de se remexer, e toda hora bufava, e gemia de dor. Quando perguntava o que era ela só me mandava calar a boca.

--argh, to tão estressada.—falou deitando a cabeça em minhas pernas.

--calma...—comecei a falar, brincando com seus cabelos.

--quem não ta calma? Eu to calma!—falou se sentando com tudo. Fiquei confuso.

--mas você disse....

--eu preciso de chocolate!—falou, jogando a cabeça pra trás.

--eu acho que tenho um bombom aqui.—falei, indo pegar na gaveta do lado da cama.

--ta doido? Isso engorda!—exclamou.

--mas você acabou de dizer...

--ah cala a boca.—mandou, se deitando novamente.

--mas...

--calado!—mandou. Fiz careta.

Merda, ela esta de TPM. É, vai ser um looooongo dia.

(...)

Não foi um longo dia? Bella nunca me bateu tanto quanto me bateu hoje. Reclamando de cólica, e toda vez que soltava um gemido de dor, afundava as unhas em qualquer parte do meu corpo, me batia dizendo que aliviava sua dor. Beleza, virei saco de pancadas.

Depois, me obrigou a ver filmes dramáticos, e começou a chorar, molhando minha camiseta, depois disso, quando tentei acalmar ela conversando, ela começou a me xingar, tentou me matar duas vezes, depois chorou. Depois dormiu, acordou, me xingou por ter deixado ela de mal jeito,e voltou a dormir. e pela graça do bom Deus, ainda esta dormindo.

Bella sempre me dava medo quando estava de TPM. E toda vez, antes de namorarmos, eu ficava longe. Pois uma vez a provoquei e fui pro hospital, já que ela me jogou na frente de uma bicicleta, e eu quebrei o pé. Então, eu aprendi a me afastar. Mas eu sabia que se hoje, eu me afastasse dela, amanhã eu estaria em um caixão.

Tentei sair da cama sem acordar ela, mas ela me abraçou mais forte. E acordou assustada.

--você vai me deixar.—falou.

--hein?—perguntei.

--você ta indo embora pra ficar com uma vadia qualquer, faz isso toda vez que durmo!—falou, com voz de choro.

--da onde você tirou isso?

--EU SEI!—gritou.

--Bella amor, não tenho...

--tem sim! Você sempre sai de perto de mim pra ver ela.—reclamou.

--não é verdade.—falei.

--é sim!—gritou. É melhor não contraria, ela esta quase dormindo mesmo.

--é, é verdade.—revirei os olhos.

É, acho melhor ter insistido em responder não.

Ela praticamente rosnou, nunca vi tanta raiva assim.

--eu. Vou. Te. Matar.—falou. Fiquei de pé rápido. Ela ficou de pé na cama.

--Bella, não quis dizer isso, era só pra você dormir.—falei.

--então esta dizendo que, alem de ter outra, quer me fazer dormir pra ver ela?—perguntou com raiva.

--não! eu não tenho outra.—falei.

--você assumiu. Não adianta voltar atrás.—falei. Ela ia atacar. Eu tentei ficar o mais próximo da porta possível.

--não tenho!—falei.

--AAHH.—gritou com raiva. Tentei correr mas ela pulou nas minhas costas, me derrubando no chão e puxando meu cabelo. O único jeito de sair daqui é apelar pra mãe né?

--MÃE, TA ME MATANDO! SOCORRO.—gritei. Bella puxou meus cabelos com força. Ela quer me deixar careca? Porra, doía!

--mas o que... Bella.—minha mãe chamou, a tirando de cima de mim.—o que aconteceu?

--ela tentou me matar!

--ele me traiu!—ela gritou, enquanto minha mãe a abraçava com carinho. Hey,, eu merecia carinho! Eu fui atacado!

--Damon!—minha mãe ralhou.

--eu não trai ninguem!—falei.

--o que aconteceu Bella?—perguntou.

--ele assumiu que tem outra, e queria que eu dormisse pra ver ela.—falou Bella, cruzando os braços. Minha mãe ergueu uma sobrancelha pra mim.

--não é verdade!—me defendi

--é sim. Ele assumiu!—falou Bella.

--Damon, que coisa feia.—falou minha mãe.

--mas mãe;....

--nada de mais.—falou ela, saindo com Bella. Fiz careta e passei a mão no cabelo. Eu to careca! Minha cabeça doía pela forma que Bella puxou meus cabelos.

(...)

Bella entrou no quarto, olhei pra ela, vendo se ela estava mais calma. Ela se jogou na minha cama e se cobriu toda. Depois sorriu pra mim.

--deita aqui. Vamos ver um filme?—perguntou.

--qual?—perguntei.

--um amor pra recordar.—falou.

--hã... Claro.—falei. procurando o DVD.

Fiquei confuso da mudança de humor dela, mas relaxei. Pelo menos ela estava calma agora. Coloquei o filme e me deitei do lado dela. Ela me abraçou, fiquei com medo de que ela tivesse uma faca escondida pra me matar, mas ela não tinha.

Coloquei minhas mãos lentamente e cuidadosamente sobre ela. Depois relaxei. Ela estava calma.

O filme era emocionante, Bella deixou umas lagrimas escaparem no final.

--se você estivesse doente... Você me contaria?—perguntei.

--hum... Não.—falou.—não queria te ver sofrendo.

--mas ele se preparou, teria que me preparar né.—falei.

--se eu quisesse levar uma vida normal, é claro que não contaria.—falou me olhando.

--você no esta doente né?—perguntei. Ela suspirou.

--foi por isso que pedi pra por o filme. Eu queria falar com você sobre isso.—falou baixo.—descobri que tinha câncer a três meses. Por isso... Fui ficando com você.—falou. Abri a boca pra dizer algo, mas fechei de novo.—estava com medo de te contar.

--ta falando serio?—perguntei assustado. Um tanto.. desesperado.

--não.—ela disse rindo.—foi legal te assustar.—falou. Suspirei aliviado.

--idiota.—falei.—não faz mais isso.

--porque não?—perguntou, curiosa.

--porque não suporto a idéia de te perder.—falei, colocando uma mexa do seu cabelo atrás da orelha.

--não estou doente.—falou.---não se preocupa.

--se estivesse me contaria?

--não.

--porque?—perguntei de novo.

-pra não te assustar.—ela disse. Suspirei.

--Eu morreria, se você morresse.—falei.

--você diz isso na hora.—ela falou.

--estou falando a verdade.

--você conseguiria viver. Sua mãe viveu, meu pai viveu... Varias pessoas vivem. Como o garoto do filme.

--eu não.—falei.—não suportaria saber que não teria você pra irritar.—falei.

--encontraria alguem.—ela disse.

--como você?

--melhor.

--impossivel.—falei. –você encontraria alguem?

--é diferente.—falou se sentando.

--não é.—falei.

--é mais comum mulher morrer por homem do que homem morrer por mulher.—falou.

--você que pensa.—falei. Ela revirou os olhos.

--quero dormir agora.—disse deitando novamente, se encostando em mim.

--boa noite.—falei a abraçando.

--boa noite Damon,

--esteja viva até amanhã.—falei.

--se eu não tiver, minha alma fica aqui pra puxar seu pé de noite.—brincou. Peguei o controle e desliguei a TV.—esse é seu ultimo ano.—comentou.

--é.—falei.

--você vai pra onde?-perguntou.

--uma faculdade, em outro estado.—falei. Ela me apertou mais.

--vai me deixar.—falou.

--não, eu até tive umas idéias.—falei.

--qual?—perguntou.

--eu vou ficar um ano sem ir pra faculdade, depois que acabar a escola. Posso ficar aqui com você, depois, nos mudamos pra um lugar perto da faculdade que queremos, você fica um ano sem estudar, na folga, e depois vai estudar.—falei.

--pensou bastante em.—falou rindo. eu ri também.—vai cursar o que?

--medicina.—falei.

--ui, Doutor Salvatore. Meu doutor delicia.—falou rindo maliciosa.—em que parte especifica?

--Cardiologista.—falei.

--boa idéia.

--e você?

--Veterinaria. Quero trabalhar em um zoológico.—falou.

--boa idéia. Ambos trabalhando pela saúde.—falei.

--é, tenho que aprender a cuidar de animais pra poder cuidar de você.—brincou.

--boba.—falei rindo.

--eu realmente to com sono, conversamos mais amanhã pode ser?—perguntou.

--claro. Bons sonhos. Sonha comigo.

--é pra sonhar com você ou ter bons sonhos?

--você ta mal comigo hoje.

--não resisti.—falou.—boa noite.

Passou uns minutos e a senti relaxar. Depois fiquei pensando na vida, no futuro.até que dormi também

Notas finais
Gostaram? Foi baseado em Eu com cólica e meu amigo perto de mim.(apesar que sou agressiva e jogo ele da escada, da janela...) kkk.
Enfim pessoal, reviews? Vamos lá, gritar forças para ir a escola amanhã. Encarar o povo preconceituoso, que julgam as pessoas apenas ao saber o nome. ¬¬'
foda-se eles, eu tenho meu livro. kkkkk.
Comentem, recomendem. façam uma criança feliz!
Beeeeeeeeeeeijos. Até terça.