Odeio Amar Você.

45 Capítulo 45 - "Vem Comigo"


Notas iniciais
oooooooie lol
então, voltei por vocês LINDAS que me mandam reviews;
to brava com os fantasmas que apareceram SÓ AGORA, porque será né? Gente eu não mordo não ta? Podem mandar comentários pra minha fic, se curtem ler devem ter algo pra falar sobre ela né? Bom, no fim do ano não vou poder mais postar aqui, mas vou continuar a segunda temporada de outro modo. Quem mandar reviews saberá como vai ser porque estarei enviando mensagem privada. Quem não mandar é porque não se importa e dai fica sem... (: Não estou sendo chata, chato é eu escrever com todo meu amor, alguém ler sempre, e nunca falar um nada pra mim;;;
é isso, vou postar com mais frequência (eu acho)
espero que gostem do cap. não me matem por causa da Isabella. não quis fazer ela ficar muito má, fiz algo digamos que "leve".
mas é como dizem "meu passado me condena".
Boa leitura!

Depois do dia em que Justin conheceu meu pai, as coisas estavam muito calmas. Calmas demais pra mim. Depois que meu pai foi embora não deu mais noticias. Não atendeu meus telefonemas, apenas respondeu mensagens rápidas dizendo estar muito ocupado.


Eu investiguei sobre a mensagem anonima, pedi a um grande amigo que desse um jeitinho de interceptar as mensagens do celular do meu pai, o que para ele foi simples. Então em menos de dois dias ele descobriu o número, liguei, e um homem atendeu. Eu na hora supus que fosse alguém que trabalhasse pra Selena, e confirmei ao perguntar: "A Selena está?", o homem disse que ela estava muito ocupada no momento e não poderia atender. Eu deliguei e joguei meu celular no chão com força. Então havia sido realmente ela. E tive que rir por ela ser tão burra a ponto de achar que eu não fosse descobrir.


Eu estava buscando um jeito de acabar com tudo aquilo, mas eu estava esperando por mais um sinal. Mais um deslise, para que eu pudesse agir. Só Nath sabia o quanto eu estava sofrendo com aquilo. Medo, insegurança, coisas que eu não sentia há muito tempo e que estavam voltando por culpa daquelas malditas gravações.


O Justin já me conhecia tão bem que me perguntava todos os dias o motivo da minha preocupação. Sim, nós estávamos juntos. Mais do que nunca. Faltavam apenas 4 dias para o natal. Meu aniversário de 18 anos tinha sido a dois dias atrás.


A Nath e J tinham preparado uma festa surpresa pra mim. Eu quis mata-los. Não gosto desse tipo de surpresa. Mas no fim achei ótimo, pois me distraiu muito. Eles não chamaram muito gente, o que me deixou ainda mais feliz. Mas obvio, ninguém da minha família pôde aparecer. Na manhã do meu aniversário meu pai me mandou flores, e um cartão que provavelmente alguma secretária deve ter copiado a mensagem de algum site estúpido, e no fim, ainda dizia que eu poderia me dar de presente o que eu quisesse com meu cartão. Nada que eu já não fazia. Meu pai nunca soube o que me dar de presente.


Depois recebi as flores de Justin, com um cartão muito mais sincero. As palavras dele me fizeram chorar, eu não sabia se merecia tudo aquilo. Junto das flores, em uma caixinha preta de joias um havia um colar com uma única perola nele, dentro havia um pequeno cartãozinho, onde dizia "Essa é a perola do mar onde eu te pedi em namoro, mas esse é só o começo, ainda vou encher esse colar inteiro de perolas de todos os mares por onde ainda vamos passar juntos. Espero que goste, te amo muito. Seu J", foi o presente mais lindo que eu já ganhei na vida. E ele ainda me deu várias outras coisas ao decorrer do dia.


Provavelmente se eu não estivesse namorando Justin, eu teria comemorado de uma forma bem diferente. Em alguma balada, com bebida, pessoas estranhas, me drogando. É, da última vez eu fiquei tão bêbada, tão zonza, que só me lembro de ter discutido com um policial, lembro de ele ter me xingado, e eu peguei a arma de xoque dele o ataquei. Eu acho essa história muito estúpida. No fim das contas, o policial ainda disse que me deixaria ir embora se eu transasse com ele, eu dei risada e dei um belo chute no meio de suas pernas. Depois, me lembro de ter acordado com uma grande dor de cabeça dentro de uma cela primária em uma delegacia.


Graças à Deus, e ao pai de um dos meu amigos que era chefe de polícia, eu fui solta logo que recuperei minha consciência. Mas essa foi uma das outras várias vezes que coisas do tipo aconteceram. Teve outra vez que eu não gosto muito de me lembrar, mas as vezes vem na minha mente. Foi quando viajei pra Las Vegas no ano passado. Eu estava em uma boate, quando um cara chegou em mim com uma arma, ele a colocou na minha cintura e disse: "vem comigo bonitinha, e a menos que queira dizer suas últimas palavras, não fale nada". Eu me lembro como se fosse agora, aquela arma gelada tocando o tecido fino do meu vestido me arrepiando. Eu o obedeci. Ele me levou até um carro que provavelmente tinha roubado, era um Dodge Charger Vault SRT8 preto. Ele ficava dizendo coisas sem sentido, ficava passando a mão pelo meu corpo enquanto dizia que iria me estuprar e me matar em seguida. Quando já estava em uma estrada saindo de Vegas, eu não sei o que seu em mim, mas eu decidi que não morreria ali.


Em um momento de impulso, dei uma cotovelada forte na cabeça do cara quando ele se distraiu. Para o meu azar, estávamos em um trecho da estrada onde havia um penhasco, e quando o ataquei o carro perdeu o controle pois estava em alta velocidade, então ele rodopiou dando voltas no ar, até cair. Me lembro de ficar totalmente desacordada, o carro havia para de cabeça pra baixo. Olhei pro lado e me certifiquei que o filho da puta estava morto, e estava. Não senti um pingo de culpa na hora. Por um milagre de Deus, eu não sabia nem como, mas eu estava viva. Usei todas as minhas forças pra sair daquele carro. Eu sentia tanta dor em todo corpo e tanta raiva, mas eu consegui sair. Estava completamente suja, cheia de sangue, toda machucada, mas consegui. Fiquei deitada do lado de fora do carro por um bom tempo, na realidade descobri que foi por 2 dias. Quando finalmente acordei, consegui voltar até a estrada e fiquei pedindo carona, eu não estava nem ai se quase havia morrido, peguei carona com um caminhoneiro, que pra minha sorte era um velhinho que por mais que tivesse jogado indiretas sobre mim, deve ter ficado com pena do meu estado físico e não fez nada além disso.


Essa são duas das milhares de coisas que um dia contarei aos meus netos. Ou não. As drogas apenas serviam para preencher a ausência do meu pai, da minha mãe, e de toda a minha família que nunca estava presente. Ele me dava uma espécie de êxtase, algo que me deixava pra cima, algo do qual agora eu não precisava mais. Eu tinha toda a felicidade de que precisava bem ali. Nele.


– Tem certeza de que não quer viajar comigo? O Scooter disse que tudo bem, ninguém vai ter ver, você pode ficar no hotel enquanto eu faço o show — J estava abraçado comigo implorando para que eu viajasse com ele mais uma vez, enquanto Kenny o esperava na porta do quarto com suas malas.


Ele ia para Miami fazer um show beneficente de natal. Embora ele já tivesse me pedido milhares de vezes para assumir nosso namoro publicamente, eu não queria aquilo. Porque? Bom, digamos que todos os motivos se resumiam em: Selena. Então quanto menos eu fosse vista ao lado dele por enquanto, melhor. Então decidi que não vou acompanha-lo dessa vez, ele vai voltar depois de amanhã a tempo do natal mesmo.


–Não J, eu vou ficar, é melhor, são só dois dias, depois vamos ter todo o tempo do mundo — Acariciei seu rosto macio sorrindo enquanto lhe explicava.


–Mas eu vou ficar com saudades de você sua chata — Fez biquinho me olhando com aquela carinha de pidão.


–Ah não J, para! — Sai de seus braços rindo — Nem vem com chantagem emocional.


–Pensa bem — Ele disse se aproximando novamente, com um sorriso perverso, ele pegou a minha mão e a colocou em volta de seu pescoço — Ainda da tempo de você ir — ele me abraçou, roçou seu lábios na minha boca fazendo um caminho até meu ouvido — Se não, quem vai me fazer dormir a noite?


Ele realmente não sabia o quão louca eu ficava com os toques dele. Eu era vulnerável, frágil, eu era completamente dele. "Ah J, como eu queria ir com você", pensei. Mas eu não podia.


–Você vai saber se virar — Me separei dele rápido pra não cair em seus braços mais uma vez — Agora vai, se não vai se atrasar — Coloquei uma mexa do meu cabelo atrás da orelha, e alisei o braço dele em seguida. Eu amava aqueles musculos.


–Me liga ein senhorita Isabella — Ele beijou o topo da minha cabeça me abraçando pela última vez — E tenta não se meter em confusão.


–Ah, olha só quem fala — O olhei seria e ele riu — Você que é o garoto que vai sair por ai com duzentas meninas atrás e sou eu que... — Não consegui terminar a frase, J me tomou com um beijo segurando meu rosto com as mãos, e eu logo retribui. Ele brincava com minha língua tentando matar uma saudade já antecipada que iria sentir em breve. Eu apenas fazia o mesmo.


–Ei casal, temos que ir agora — Kenny gritou da porta nos fazendo partir o beijo.


–Vou te demitir um dia desses — Justin disse rindo e apontando pra Ken.


–Não vai não — Kenny riu e se aproximou de nós — Vem logo irmãozinho, antes que a Isa canse de você.


–Jamais — Disse quando J me olhou esperando uma resposta.


–Viu Kenny, ela não vai cansar !


–Mas eu vou! — Kenny disse o puxando — O Scooter já me ligou umas cinco vezes, vamos.


J o ignorou e ficou me olhando por alguns instantes. Ele segurou minha cintura, e eu envolvi meus braços em seu pescoço.


– Te amo — Ele disse me dando um selinho e piscando.


– Te amo — Pisquei de volta. Nós tínhamos um trato, nada de responder "também", sempre dizíamos as palavras mágicas. Então ele me olhou por mais alguns instantes até que sua mão apertou minha bunda me tirando de meus devaneios — Tontão, me solta e vai embora logo.


–Diz que vai sentir minha falta, e eu solto — Pediu sem me segurando.


–Vou sentir sua falta! — E então ele me deu mais um selinho e me soltou indo em direção a porta.


–Aleluia! — Kenny disse rindo — Vocês dois são muito engraçados.


–Tchau Shawty — J acenou da porta e eu acenei de volta.


–Tchau Isa, a gente volta em 48 horas– Kenny falou para mostrar que era ridícula toda aquela nossa despedida. Mas pra mim, um segundo longe dele já era muito.


–Tchau gatinhos, cuida desse garotão ai pra mim ein Kenny — Acenei os vendo fechar a porta.


–Pode deixar! — Ouvi Ken dizer e a porta se fechou.


Não sei porque, mas senti algo estranho, como se aquela despedida fosse algo maior. Me senti sozinha. Me senti na cama e uns trinta segundos depois que eles saíram a porta se abriu. Levantei meu rosto pra ver quem era, e advinha?


–Justin o que você ta fazendo aqui que ainda não foi embora? — Me levantei rindo indo em direção a ele.


–Eu precisava de mais um beijo — Ele correu em minha direção e me beijou.


–Ah não Bieber — Pude ouvir a voz de Ken lamentar, e ri entre o beijo.


–Pronto, agora to indo mesmo — J disse me soltando e indo pra porta risonho — Tchau.


–Tchau — Respondi e ele fechou a porta. Dois segundos depois ele abriu a porta de novo.


–Só mais um — Falou me dando vários outros selinhos.


–Você é muito bobão garoto — Ri dele e me beijando.


–Agora é serio, tchau amor — Me deu mais um selinho e foi. Eu estava morrendo de rir. E a cara do Kenny era de "Vou ser demitido mesmo se não formos logo!".


Bateram na porta e eu não acreditei. Abri e era ele DE NOVO.


–Ah não J, vai embora! — Gargalhei o olhando e não abri a porta completamente.


– Isa tranca a porta, pelo amor de Deus, se não vamos perder o voo — Kenny falou todo desesperado.


–Se o gordo do Drew tirar o pé da porta quem sabe eu consiga — Eu empurrava a porta sem sucesso, Justin era muito mais forte que eu.


–Um beijinho e eu vou — Justin disse em meio aos seus risos. Eu me virei e dei um selinho rápido nele.


–Pronto, pode vazar — Disse e ele não saiu da porta. Então Kenny o pegou no colo e o tirou dali. Eu ri da cena por alguns instantes e logo fechei a porta novamente.


–Isso não é justo! — Pude ouvir a voz de J protestando de longe.


Dessa vez ele realmente foi. Me sentei ao lado da porta recuperando meu folego após rir tanto. E fiquei ali sentadinha, pensando nele como uma idiota. Justin era alguém fora do comum, o senso de humor dele era de colocar qualquer um nas nuvens. E eu não conseguia nem pensar em te-lo longe de mim. Mesmo que por dois dias.


Meu Deus, como alguém pode mudar tanto uma pessoa? Não sei, só sei que eu posso me considerar hoje, uma nova Isabella.


OBS: *EU SEI QUE A ISA SÓ TINHA 16, MAS EU DEMOREI TANTO COM A FIC QUE AGORA ADIANTEI A IDADE DELA, MAS NÃO PASSOU ANO NENHUM VIU? FINJAM QUE TA TUDO CERTO PF HAHA*

Notas finais
e ai? gostaram? ME CONTEM TUDO!
*EU SEI QUE A ISA SÓ TINHA 16, MAS EU DEMOREI TANTO COM A FIC QUE AGORA ADIANTEI A IDADE DELA, MAS NÃO PASSOU ANO NENHUM VIU? FINJAM QUE TA TUDO CERTO PF HAHA*
sobre Jelena, puro marketing esse volta não volta. pelo amor de Deus, não vou mais dar audiência pra isso. Justin é a minha vida, mas eu amaria poder estar com ele todos os dias pra que ele saísse um pouco do mundinho "estrela pop" dele. Se ele volta com ela de novo, é porque é muito tonto, ou porque quer causar nas manchetes. Não me julguem, amo ele mais que tudo e ainda se alguém falar isso eu irei defende-lo até a morte. Só eu posso falar hahaha. Mas falarem dele não aceito. E acho que ele já esta bem grandinho e sabe o que faz né galera?
enfim.... obrigada pelos reviews... alguém quer me dar uma indicação de natal? EU iria surtar de alegria!
beeeeeeeeijos, L.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.