Notas iniciais
Me desculpem pela minha demora....Mas acho que vale a pena esperar por esse capitulo, porque eu gostei muito dele. Serio gostei.
Espero que não seja só eu né...
Ah, não pensem que eu me esqueci dos reviews... Estou triste em saber que recebi 13 reviews em um capitulo sendo que tenho mais de 100 leitoras, mais de 50 favoritos. Qual é, vocês não gostam da historia? Eu paro de postar ein!
Mas agradeço as leitoras fies, e dedico esse capitulo á Leferraz07, que me fez ficar absurdamente feliz com uma nova indicação pra fic. MUITO OBRIGADA POR GOSTAR, E LER MINHA HISTORIA (':
BOA LEITURA AMORES

Mandei uma mensagem pro J dizendo: "A pessoa que vem me buscar já está chegando?", em resposta ele rapidamente mandou "Depende... Você já está pronta pra ser sequestrada?". Nas condições em que eu me encontrava esse era um dos meus mais absurdos desejos. Ser sequestrada por ele. "Pra estar ao seu lado, eu estarei sempre pronta" foi a minha ultima frase. Depois disse a mim mesma para dispensar o celular e focar minha mente no que eu realmente queria naquele momento, e era esquecer que o ser 'Selena Gomez' existia nesse mundo.


Mais ou menos dois minutos depois de mandar o sms, ouvi batidas na porta do meu quarto e me levantei em um pulo da cama em que estava sentada. Corri até a porta e a abri de pressa, quando cheguei hesitei por um instante, mas logo rodei a dourada maçaneta gelada em minha porta.


–Kenny! — Falei surpresa em ve-lo.


–E ai Isa — Respondeu me cumprimentando — O JB não queria te deixar aos cuidados de estranhos, então aqui estou eu.


–Estranhos... Sei — Ri e ele me acompanhou — E então pra onde vamos? — Ele fez uma cara de reprovação balançando a cabeça negativamente — O que? Não vai me contar?


–Não! Ordens são ordens, e eu querendo ou não sou um empregado, tenho que obedece-las.


–Você não é um empregado, é mais da família Bieber do que eu! — Zombei dele pegando minha bolsa pronta pra sair.


–Não até essa noite — Ele murmurou achando que eu não tivesse ouvido.


–O que disse? — Me fiz de tonta. Mas era tão obvio que ele me pediria em namoro, já que eu ouvi aquela conversa de J com o Ry. Caso contrario, eu pensaria que essa seria mais uma das loucas noites em que passei com Drew nos últimos dias. Loucamente apaixonantes.


–Que temos que subir agora, o helicóptero está esperando — Disse apertando o botão do elevador.


–Calma ai, helicóptero? Qual é, estou sendo oficialmente sequestrada!


–Pois é, e estamos oficialmente atrasados, então corre, ou eu serei demitido! — Rimos e entramos no elevador.


Ao chegar no último andar um helicóptero no aguardava e corri até ele. Kenny me ajudou a subir e levar minhas coisas. Mas logo em seguida ele deu meia volta.


–Ei vai me deixar sozinha? E Se o piloto for um pedófilo? — Falei antes de colocar os fones de comunicação.


–Ele não é! — Kenny gritou em função do barulho das elicies. O assisti diminuir conforme o helicóptero subia e ele acenava.


–Tudo bem ai mocinha? — O piloto se comunicou comigo.


–Tudo... É... Será que o senhor pode me dizer pra onde vamos? — Perguntei na esperança de que pelo menos esse abrisse o bico.


–Não posso infelizmente. — Bufei e me deitei no banco de couro preto onde eu me sentava.


Pra onde será que esse garoto vai me levar dessa vez? Tanto faz. O quanto mais longe melhor, o quanto mais perto dele, melhor.


O nosso pequeno passeio de helicóptero já estava demorando muito. E logo percebi que minha querida New York ficou para trás. Seja lá pra onde estejamos indo não é muito pertinho. Até sobrevoamos o famoso Rio Hudson, na região de Manhattan, ok, a coisa ta ficando mais longe do que eu imaginava.


Algum bom tempo depois de eu morrer á espera de um pouso viajando em pesamentos, reparei que estávamos prestes a pousar olhei pro lado e logo vi aonde estava. Aquilo era permitido? Quero dizer, um pouso ali? Estávamos em uma praia. Já estava bem escuro e com certeza já era tarde. Eu tinha certeza que conhecia, mas não me recordava o nome. Era especificamente perto de um pier onde lanchas, de possíveis magnatas, se encontravam. Quantas e quantas vezes eu não fui obrigada a acompanhar meu pai em eventos de negócios fúteis em barquinhos de velhos aproveitadores. Bom, meu pai não era assim, mas como ele costuma dizer, era um "questão de princípios".


Mas a questão que não parava de martelar minha mente inquieta era: "O que J quer fazer aqui?".


–Chegamos senhorita — O piloto disse assim que acabamos de pousar, e vi a porta lateral sendo aberta por um cara que eu nunca havia visto na vida estendendo a mão para que eu o acompanhasse — Você fica por aqui.


–Valeu — Resmunguei fazendo um positivo com a mão direita e dando minha bolsa para o cara segurar. Arrumei meu vestido e o segurando e dei um pulinho para fora do helicóptero me afastando dele.


Assim que olhei em volta e já sabia aonde estava. Na pequena Rhode Island, o um dos menores estados dos EUA. E aquela praia? Bom, eu tinha quase certeza de que era a Charlestown. É uma das praias mais populares daqui, a cidade não tem muitos habitantes e é bem religiosa, em função disso quase sempre calma. Embora calma, a bela praia era habitada por algumas mansões que a davam um ar de filme no local. Me surpreende o fato de Justin te conseguido permissão pra um pouso de vôo aqui, embora seja vôo de helicóptero.


Depois de uma bela olhada em volta, o cara que estava do meu lado começou a falar comigo.


–Bom, seu acompanhante te aguarda naquela lancha ali — Apontou para o horizonte e pude observar uma lancha enorme, envolta dela luzes se destacavam em meio a escuridão. Meu Deus. Shakespeare com certeza deve ter derramado romantismo do céu uma noite dessas e caiu em cima do Justin por acidente. Porque ele tinha quer fazer tudo tão perfeitamente? Me deixar completamente sem fala.


Eu apenas assenti para o homem ao meu lado, e seguimos caminhando até chegar a lancha. Ele novamente me ajudou, eu subi e em seguida ele me passou minha bolsa.


Eu estava desesperadamente nervosa. Principalmente porque eu já sabia o porque de todo esse romantismo. Respirei fundo e caminhei até a porta madeirada aberta a minha frente. A empurrei descendo alguns degraus, assim que acabei pude ver como era incrível o lugar por dentro, surpreendentemente grande. (veja a foto aqui)

E aqui.


–Jay? — Gritei em busca de respostas. Ouvi um grande barulho e pude sentir que a lancha se movimentava — Jay? — Gritei novamente aflita.


–Você veio! — Sussurrou em meu ouvido por trás de mim tocando minha cintura. Aquele gesto me fez soltar minha bolsa num ato involuntário, fechei meus olhos e me arrepiei por inteira. Era tão bom sentir seu toque. Deixei meu pescoço cair sobre o ombro dele por um instante, mas ele logo me virou de frente pra ele com agilidade.


Abri meu olhos por míseros segundos observando um sorriso nos lábios dele. Lábios, que para minha alegria estavam se colando aos meus nesse momento. Era tão incrível o que ele fazia comigo. Meu estomago parecia um ninho de borboletas voando, meu coração batia rapidamente, minha mãos ficaram tremulas. Estou com ele a tanto tempo, mas sempre em que ficamos juntos essas são algumas das sensações que tenho.


Suas mãos desceram um pouco abaixo da minha cintura segurando forte o local e me trazendo pra mais perto dele. Minhas mãos se encontraram com seu pescoço se encaixando como um quebra cabeça que acaba de achar a última peça faltando. Um beijo que começou calmo, mas que foi aprofundado por mim com urgência de explorar cada cantinho de sua boca, procurando uma forma de que o momento se tornasse uma lembrança continua em meu cérebro. Agradeci a Deus por ele poder ser inteiramente meu naquele momento.


Por falta de ar nossas bocas se descolaram me trazendo de volta ao mundo real. Mas o mundo real ao lado deles me fazia acreditar em um conto de fadas.


Seu sorriso sincero tomou conta de seu rosto. E eu fiz questão de observar cada detalhe, seus olhos, seu nariz, sua boca, bochechas, pintinhas, tudo. Era tudo meu.


Passei a mão pelo canto de seu rosto olhando dentro de seus olhos cor de mel tão misteriosamente lindos. J passou a língua sobre seus próprios lábios em um movimento rápido que sempre me fazia querer mais.


Então ele me abraçou forte. Como se pedisse, implorasse para que eu continuasse ali, em seus braços. E era exatamente onde eu gostaria de ficar. Ele beijou delicadamente meu pescoço logo apos retirar meus cabelos dali. Tombei minha cabeça pro lado e me segurei nele. Seu cheiro embriagante estava em mim por completo agora. Sua boca foi subindo até chegar ao meu ouvido, onde ele depositou uma pequena mordida.


–Você está linda... Você é linda Isabella — Sua voz rouca deixou escapar a frase. Era típico dele, nunca me dizia "você está linda", e sim que sou linda. Essa é outra coisa que temos que trabalhar para que eu não entre em coma ao ouvi-lo dizer.


–Você também não está nada mal — Brinquei roubando um selinho dele.


–Eu sei que você quer dizer que estou terrivelmente irresistível — Se gabou arqueando as sobrancelhas.


–Se não fosse eu não estaria te deixando me trazer pra um lugar que até a poucos minutos atras eu não sabia onde era.


–Então você sabe onde estamos? Ainda bem que você é inteligente, não costumo me envolver com meninas diferentes disso — Falou rindo e dei um tapinha em seu ombro.


–Seu último relacionamento não foi lá muito inteligente — Respondi algo que saiu de minha boca antes mesmo de eu pensar.


–O passado não importa — Ele sorriu abraçando mais forte minha cintura. Me surpreendeu ver que ele não tinha o menor problema em tocar no assunto, ficava claro que isso já não o preocupava mais — O que importa é o presente, futuro, e eles estão todos reservados pra você.... Pelo menos nas próximas horas de sequestro.


–Você é muito bobo sabia? E olha esse lugar — Disse me soltando dele e olhando em volta — A gente tem que começar a dividir a conta de nossos encontros, isso está ficando caro — Ri olhando pra ele novamente.


–Eu nunca vou te deixar pagar a conta — Falou orgulhoso.


–Ah para, eu sou uma mulher independente!


–Você é minha mulher! — Falou dando enfase na parte 'minha' fazendo meu amigo coração dar pulinhos novamente.


–E você é o meu homem, mas não precisa gastar dinheiro comigo!


–O que? Acha que isso aqui é tudo pra você? Não... É pra mim, você é apenas a acompanhante — Zombou de mim novamente, piscando em seguida.


–Você não presta Drew! — Falei sabendo que ele não gostava quando o chamava pelo segundo nome.


–Não me chama de Drew Isabella, as coisas podem ficar feias pra você — Me olhou perverso e me afastei mais dele rindo.


–Ah sem drama nenem, você não vai conseguir tocar nesse corpinho hoje.


–Como é que é? — Me olhou quase caçoando do que eu havia dito. E foi chegando mais perto de mim.


–É isso que você ouviu — Falei e pude sentir minhas costas baterem em uma parede e J ficar cada vez mais perto — Ou você acha que o piloto vai gostar de ver as coisas feias que fazemos — Ironizei.


–Bom.... — Ele já estava perto o suficiente, me olho de cima abaixo mordendo os lábios e fazendo um movimento com a cabeça de aprovação ao que via. Suas mãos tocaram minha coxa desnuda e subiram até a barra do meus vestido a ignorando e subindo ainda mais, e pararam no meu bumbum, deixando um apertão ali. Congelei ao sentir o toque. Com sua outra mão ele puxou meu pescoço e continuou a falar — Eu acho que ele não vai se importar — Disse por fim e o empurrei saindo dali.


–E como você sabe que ele não vai se importar?


–Porque eu sou o piloto! — Sorriu vitorioso.


–Ai meu Deus, vamos morrer em alto mar? — Brinquei e ri em seguida.


–Muito divertida, mas eu passei a tarde toda aprendendo isso por você.


–Achei que eu fosse apenas a acompanhante — Levantei minhas mãos ao dizer.


–Mas hoje você pode morrer... De prazer — Sussurrou a última parte olhando pros cantos como se alguém pudesse ouvir, voltando seu olhar pra mim em seguida, e era bom perceber que ele me desejava — Eu corei por um instante e logo desconversei fugindo de seu olhar.


–Se você é o piloto e a lancha está em movimento....?


–Piloto automático — Respondeu ele me interrompendo.


–Então essa noite somos apenas eu, você e o mar — Falei chegando perto dele novamente e repousando meus braços em volta dele.


–Sim shawty, somos só eu, você, e o mar essa noite- Completou me beijando novamente. Eu estava amando essa ideia.


Notas finais
Já deu pra saber o que rola depois né? Bom... O próximo capitulo será especialmente emocionante pra mim... Então quero receber reviews com opiniões, para que eu possa seguir com a minha historia.
E as leitoras incrivelmente fies, eu estarei escrevendo SIM uma segunda temporada, por voces!
Espero que estejam gostando, me contem TUDO!
PS: BIEBER VEM PRO BR ANO QUE VEM NÉ? Eu quase morri ao ver que ele confirmou que vem, só não sei se vai ser realmente no começo do ano em função da agenda dele né... ainda mais agora que ele vai ficar comprometido com a Isabella... hahahahaha brincadeira gente.
Beijos, e até o próximo cap.