Obssesion Me

4 Irmã do Marco


Notas iniciais
Oi gente :3 sentiram saudades? Então, demorei a postar né? é que minhas provas começaram e já sabe, muita coisa pra estudar, mas enfim, espero que gostem do capitulo, e pra compensar a demora tá grandinho :3

Violetta Pov's

Eu peguei minha mala verde limão e, quando me virei, dei de cara com Tomás.
– Oi. – ele disse, rindo da cara que eu fiz. Eu me assustei, dá licença!
– Oi. – eu disse e ri.
– Eer, me passa seu número? – ele perguntou, passando a mão pelo cabelo.
Ah, não tô afim de passar meu número a uma pessoa feia e chata como você. Brincadeirinha.
– Mas é claro, anota aí. – eu passei meu número pra ele – Hm, então, já vou indo. Vou procurar minha mãe, que desapareceu, e meu irmão. Até mais. – eu disse e saí andando.
Fiquei na ponta do pé para procurar o Marco ou minha mãe. Qualquer um servia. Mesmo eu estando de bota com salto eu fico baixa.
– Procurando alguém? – alguém me perguntou, e eu virei pra dizer “Não que te interessa! Eu sou meio nervosa, isso sim, é coisa de família.”, mas quando me virei, vi aquele menino com a covinha.
– Marco! – eu disse, surpresa e ao mesmo tempo alegre, e dei um beijo na bochecha dele.
– Maninha! – ele disse do mesmo jeito que eu e riu.
– Hm, já começou a implicar, né? – eu disse pra ele.
– Eu? Que calúnia! – ele disse, me abraçando — Vamos pro carro.
– Mas temos que achar a mamãe. — eu disse.
– A mamãe já tá no carro, então pediu para eu vir procurar você. — ele disse — Falando nisso, onde você tava?
– Conversando com um menino que eu conheci no avião e pegando minhas malas. – eu disse.
– Que menino é esse? – ele perguntou.
– Um menino que eu conheci no voo. – eu disse, fazendo cara de óbvio.
– Eu quero saber o nome dele, Violetta. – ele disse, se alterando.
– É Tomás, tá bom?!. – eu disse e saí andando.
– Ah tá, bem melhor. – ele disse – Esqueci de te falar, você tá muito gata!
– Seu chato. – eu corei e bati no braço dele, sim eu deveria dizer obrigada, más é estranhoo sabe?.
A gente chegou em casa e eu fui arrumar minhas coisas no guarda- roupa. Depois fui tomar banho, e quando saí do banho eu caí na cama e dormi.

LÉON ON

Fomos à casa do Marco ver a irmã gostosa dele. Tá, nem tão gostosa assim, mas ela tinha treze anos na época da foto, ela deve ter melhorado, né? É o que eu espero.
– E aí, dudes! — o Marco disse, abrindo a porta para a gente entrar.
– E aí, cadê sua irmã? – um Diego feliz perguntou, e um Marco bravo bateu na cabeça dele.
– Tá lá em cima. – ele disse – Vou lá chamá-la.
– Vai lá. – eu disse e ele subiu.
A gente sentou no sofá e ficamos conversando, até que Marco desceu.
– Cadê ela? – Federico perguntou, olhando para a escada que levava à parte de cima da casa.
– Ela tá dormindo. – Marco disse – Eu acho que ela tava cansada da viagem, e ainda disse que ficou conversando a noite toda com um menino no avião.
– Então ela deve tá bem gostosa, né? Porque se ela tava conversando com o menino é porque ele gostou dela, então ela tá gostosa. – eu disse e recebi um tapa na cabeça. Olhei pro Tom com cara de que foi?
– Se você a chamar de gostosa de novo eu te bato. – ele disse.
– Tá legal, não chamo não. – eu disse, levantando a mão como se faz quando o policial fala "mãos para o alto!"
– E ela tá muito bonita. – ele disse, perdido em pensamentos.
– Eca, ela é sua irmã. – Diego disse, e nós rimos.

Violetta Pov's

– Cadê seus pais? – eu ouvi uma voz da sala. Acordei porque tava com sede – mania, sabe — mas é só minha, eu acho.
– Eles saíram, foram num restaurante, eu acho. – Marco disse.
– Vamos jogar videogame então. – uma outra voz disse.
– Vamos. – várias vozes falaram. Que merda é essa, tem assaltantes na minha casa que querem jogar videogame com o meu irmão? Talvez eles estejam fazendo-o de refém... tá, eu sou louca mesmo.
Desci as escadas sem fazer barulho, e quando olhei pra sala tinha mais três meninos junto com o meu irmão que, por sinal, eram todos gatos.
– Hm. – limpei a garganta – Marco.
Ele virou o rosto em minha direção. Não só ele, mas todos, e eu corei. Marco levantou e veio em minha direção.
– Oi Violetta! Fui lá no seu quarto para te apresentar os meninos mas você tava dormindo. – ele disse, me abraçando de lado.
– É, eu acho que ainda tô dormindo. – eu disse, e todos riram, me fazendo corar mais.
– Esses são Federico... – ele disse apontando um menino lindo e com a sobrancelha erguida, que falou:
– Oi, pode me chamar de Federico. — e me deu um beijo no rosto eu ri.
– Oi. – eu disse, meio grouge, e meu irmão riu.
– Eu acho que você tá dormindo acordada. — ele disse.
– Não, eu tô legal. – eu disse, olhando pra ele.
– Esse é Diego. – ele disse e apontou pro menino moreno e do meu tamanho, ok maior um pouquinho. Ri com meu pensamento fútil. Em vez de eu perceber o tanto que ele é gato, fui prestar atenção no tamanho dele.
– Oi, pode me chamar de Diego. – ele disse, e fez cara de do que você ta rindo?
– Oi, desculpa eu tá rindo, mas é que você é do meu tamanho. — eu disse, ficando do lado dele para medir os tamanhos.
– Nem chegou direito e já vai zuando minha altura, né? – ele disse.
– Desculpa, Diego. – eu disse, e dei um beijo na bochecha dele.
– E esse ser aqui é o Léon. – ele disse, me apresentando ao menino, mas quando eu olhei pra ele fiquei hipnotizada com seus olhos. Que gato! Quase falei Miau.
– Oi, pode me chamar de Léon. – ele disse, me dando um beijo no rosto.
– É um prazer conhecer vocês e chamar vocês de seus respectivos nomes — ri — mas eu vou tomar água, tô morrendo de sede. – eu disse, saindo da sala.
Ouvi uns cochichos, mas não deu pra ouvir o que eles falavam. Voltei para a sala e eles continuaram a jogar. Eu ia subindo quando o Marco me pegou no colo.
– Fica aqui, little baby? – ele perguntou.
– Tá, eu fico, mas só se você me puser em terra firme de novo. – eu disse.
Ele riu e me colocou no chão.
– Ah, nem tive tempo de te falar “bem-vinda a Londres de novo”!
– Obrigada. – eu disse, em português, e ele olhou pra mim em dúvida. Marco não sabia quase nada de português, só o que eu ensinei, como Te amo, Você é linda e o nome da minha amiga, porque ela achava ele um gato, então...
– O que você falou? – ele perguntou.
– Eu falei obrigada. — eu disse.
– De nada. – ele disse, rindo.

Notas finais
Reviews please, com a opinião de vocês :3