Obssesion Me
13 Capitulo 13
Notas iniciais
A festa na casa de Lyndsei estava um pouco chata e por esse motivo Violetta quis ir embora, nenhum dos meninos quis levar ela, então ela decidiu ir sozinha, enquanto andava pelas ruas quentes de Londres lembrava que suas três amigas chegariam daqui a 3 dias, Violetta logo se alegrou, decidindo que deveria parar no shopping e comprar algumas coisas para dar de presente as amigas, sem falar que precisa renovar seu guarda roupa. Algum tempo se passou desde que Violetta chegou ao shopping e começou suas compras, até que ela passa em frente à uma loja de langerie, ela sorriu olhando para uma peça vermelha com uma cinta-liga acompanhando.
– Prepare-se Vargas, você não perde por esperar. — Disse ela entrando na loja, começou a olhar algumas peças encontradas ali, comprou quatro das que gostou, entre elas a peça vermelha com a cinta-liga, essa noite o amado séria só dela, e ela só dele.
Léon e os meninos bebiam animadamente sem se preocupar com nada, sem se preocupar com o tempo, o lugar onde estavam, se estavam fazendo barulho ou não, simplesmente nada.
Diego se encontrava mais bêbado que o esperado, e eram apenas 5 da tarde, para ele a festa ainda estava começando, com certeza entraria em coma alcoólico, mais quem se importava, afinal era sábado e teria o outro dia todo para dormir.
Federico estava meio normal, mas quem chegasse perto poderia sentir o cheiro de bebida reinar no ar, ele era o único dos amigos que bebia pra caramba e não ficava bêbado, dizia ele "uma das vantagens de ser um Pasquareli" e ele estava certo, herdava esse dom de família, nesse caso a do pai.
Marco nem ligava se estava bêbado ou não queria se divertir, apenas isso, esquecer dos erros do passado, esquecer do que aconteceu durante a morada de Violetta no Brasil, queria apenas pensar no ali, agora.
Léon, era o único que não estava bebendo tanto, mas mesmo assim bebia um gole aqui outro ali, por dentro ele estava meio triste, não por sua amada ter o rejeitado, apenas porque ela pensou que ele seria igual ao Tomás, decidiu que não se importaria, afinal Violetta não era a única menina que existia em Londres, se ela não o queria tem quem queira, pensava ele, mas ele não podia negar, seu desejo por Violetta era forte, muito forte.
– Gente, escuta escuta, calem a boca. — Dizia Diego batendo no braço de Marco.
– Diego, ninguém aqui tá falando meu filho. — Marco disse cambaleando até o lado de Léon.
– Tá bom então deixa eu falar. — Disse o moreno rindo feito um abestado, ou uma pessoa que fumou muitas ervas. — Eu tenho uma proposta pra te fazer. — Disse ele apontando para Federico, que o olhou sem entender. — Escuta aqui, eu, você, dois filhos e um au au e ai cê topa? — Disse rindo.
– Vai se ferrar Diego. — O loiro disse revirando os olhos. — Sabe o que eu acho? Que vocês estão muito bêbados, e que tá na hora de ir pra casa. — Disse em tom autoritário.
– Tá na hora, tá na hora, tá na hora de brinca, pula pula bole bole, embolando sem parar, da um pulo e vai pra frente, de peixinho vai pra trás... — Começou Diego dançando, e Léon logo o acompanhou.
– Marco por favor, a gente já tá pagando mico. Eu to com vergonha. — O loiro disse balançando a cabeça negativamente.
– Viveeer, e não ter a vergonha de ser feliz... — Começou Marco, Federico deu um tapa na cabeça do mesmo que o olhou de cara feia.
– Tá galera, o Federico tem razão, Marco e Diego, vocês tão muito bêbados, então vamos embora. — Falou Léon puxando os amigos pelo braço.
Logo os meninos já tavam no carro, em um Léon e Marco, em outro Diego e Ferico, os que tavam menos bêbados dirigindo claro, o transito tava calmo o que fez eles chegarem em casa bem rapidinho, os meninos sóbrios levaram os bêbados pra dentro de casa, e logo os jogaram no sofá.
– VIOLETTA, DESCE AQUI. — Gritou Federico, logo a figura da garota despenteada aparece na escada, ela sorriu tendo os olhares de Federico e Léon sobre ela, então foi que percebeu que trajava apenas um blusão do irmão e um short curto de dormir.
– O que aconteceu com eles? — A garota perguntou, tentando não transparecer a vergonha.
– Se divertiram demais. — Léon pronunciou as palavras.
– Marco, Marco, MARCO PORRA ACORDA. — Disse Violetta chacoalhando o irmão que parecia um defunto, a garota sorriu ao ver o irmão abri os olhos.
– Mamãe é você? — Disse ele, Violetta revirou os olhos.
– Acordem o Diego, não é muito bom eles dormirem no estado que estão. — A garota disse séria.
– Pode deixar senhorita. — Federico disse, fazendo uma pose estranha que fez a garota sorrir. — Amorzinho acorda, querido acorda, O FILHO DA PUTA ACORDA.
– Eu to solteiro e to feliz, to sorrindo a toa, to do jeito que sempre quis.. — Diego cantarolou.
– Eee, ele acordou. — Disse Léon sentando ao lado dos amigos. — Violetta o Diego não tá muito bem, ele tá verde.
– Ai Meu Deus, peguem um balde ele vai vomi.. — Antes que a garota terminasse Diego pôs tudo pra fora, ela fechou os olhos e tapou a boca. — Que nojo, fiquem ai com eles que eu vou pegar um balde. — Disse ela, saindo logo em seguida.
Algum tempo se passou desde do ocorrido com Diego, agora tanto Diego quanto Marco dormiam no quarto de Marco já que tinha espaço de sobra para colchões e era gelado por conta do ar que tinha lá.
Mas para botar eles lá não foi nada fácil, tiveram que dar banho nos dois, com Diego foi mais fácil, que estava com medo de entrar mesmo em coma alcoólico e deixou os amigos o darem banho, já Marco disse que os meninos não tocariam no corpo sexy dele, e quem daria banho era a irmã, que negou, mas depois de longos minutos de brigas Violetta deu banho no irmão, ele com a cueca box é claro.
Federico decidiu ir embora para casa, já que estava cansado, e a dias não parava quieto em casa, Léon decidiu ficar caso acontecesse algo com os amigos, e Violetta aceitou a ajuda dele sem hesitar.
– Eles fizeram alguma besteira na festa? — Indagou Violetta sentando ao lado de Léon no sofá, ele apenas balançou a cabeça negativamente. — Eles misturaram bebida? — Mais uma vez a única resposta que obteve foi a cabeça de Léon negativamente, Violetta não entendia o porque dele tá assim, o que ela pensava já não era um motivo que desse ênfase a essa atitude dele.
A garota levantou do sofá bufando e subiu pro quarto sem dar uma palavra, apenas escutou a respiração de Léon se soltar, provavelmente ele a prendia, ela iria desistir de ter uma conversa normal com ele, aquilo tava enchendo a paciência dela, e a paciência dela era como uma formiga, e ela pisava em formigas, ou seja paciência zero.
Ela entrou no quarto batendo a porta em seguida, e seguiu até o seu leito, deitando no mesmo e relaxando o corpo, estava quase cochilando quando ouviu a porta se abrir, se virou e viu Léon encostada na mesma.
– Violetta, me desculpa, é que.. — Léon começou a falar, mas antes foi interrompido.
– Tudo bem Léon eu entendo, eu fui injusta com você, mas tente me entender, eu tava com medo. — Explicou Violetta.
– Tava? Então não tá mais? — Perguntou ele se aproximando da garota, apenas recebeu como resposta um beijo quente, que possuía desejo, ardência e talvez amor? — Vou levar isso como um não.
– Muito papo, pouca ação. — Violetta disse ficando corada em seguida, mas não ligava apenas queria aquele homem ali com ela, melhor dentro dela.
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