Obsessão
8 Mate o Companheiro PT 1
Notas iniciais
Eu tenho motivos para matar, se você tentar me matar, caso não faça isso, eu tampouco o farei.
(...)
Uma pequena carroça andava sobre uma estrada de chão sendo puxada por dois cavalos escuros, como sempre fazia todos os dias, sendo fortemente guardada por mais de vinte soldados bem armados com espadas e algumas lanças. Dentro havia um dos vários políticos que eram contra o primeiro ministro e sua tirania na cidade Imperial, mas ele teria o mesmo destino de alguns outros.
– Você realmente me orgulha Trisha. – disse o velho sentado no banco vermelho da carroça para a outra que o acompanhava. – Não teríamos conseguido sem você ao nosso lado, obrigado por ajudar o caminho para um futuro melhor e virtuoso.
– Eu que agradeço pela oportunidade para ajudar vocês a conseguirem isso. – ela disse segurando sua lança com as duas mãos. – Eu não faço mais nada do que o certo e justo aqui!
– Tenho certeza que não. – ele respondeu lhe dando um sorriso cansado. – Mas você tem que ter a cabeça centrada em homens também, não sempre em lutas.
– Eu... Não sei do que você está falando. – ela disse com um leve rubor em sua face, até sentir um puxão na carroça, os cavalos pararam por quê? – Fique aqui senhor, eu vou averiguar imediatamente.
– Tome cuidado! – ele tentou dizer, mas ela já havia fechado a pequena porta de madeira, logo Trisha viu três homens vestindo roupas negras, um parecendo mais peculiar que o outro, ela viu o político saindo da carroça. – Droga... – ela rugiu ‘’ Mas agora é tarde pra pensar nisso, eles... Não são fracos, posso sentir isso ‘’ – Atenção todas as unidades. – os vinte soldados se voltaram para ela. – Vamos manter posições, não baixem suas armas! Entendido?!
Sua resposta foi um rugido alto deles, e os vinte soldados foram em direção aos três homens, com ela logo atrás segurando sua lança. ‘’ Nós temos a vantagem numérica e estamos bem preparados, eles não possuem muitas armas, podemos vencer. ‘’ – ela pensava com um sorriso no rosto.
Mas isso logo desapareceu quando o homem mais forte literalmente obliterou suas tropas em um único segundo, ele viu cabeças e intestinos rolando para fora, poças imensas de sangue, um mar de sangue sobre ela, ela sentiu uma leve ardência na barriga, ela conseguiu recuar o suficiente para evitar ser cortada ao meio, mas aquele ferimento complicava tudo.
Um loiro guardando uma flauta nos bolsos se aproximou dela com elegância digna de uma mulher, se ele era um homem ela não sabia o que era mulher, mas os olhos dele eram como os de um felino. Ele se abaixou a sua altura, olhando para o ferimento dela.
– Ho... – ele lhe disse com um sorriso que sem dúvida varreu medo sobre ela. – Nada mal por ter evitado esse golpe, mas, considerando o que eu vou fazer com você agora, era melhor ter sido espalhada como merda como eles foram agora a pouco, mas é a vida né?, Rio, o político é todo seu. – disse para o homem mais velho dos três, que passou por ela com calma.
– Espere ai. – ela tentou levantar e pegar sua lança, mas um aperto forte se fez presente sobre seus ombros, aquele loiro podia ser um lolicon, mas ele tinha muita força nas mãos. – Mas o quê? – ela perguntou surpresa, logo o homem grisalho foi em direção ao político com o homem que matou todas as tropas, o homem que ela guardava estava no chão, tremendo de medo com isso. – Não faça nada com ele!
– Se eu fosse você, se preocuparia com o que vai acontecer com você agora, pequenina. – disse o loiro menor pra ela, com uma excelência coordenação, ele puxou duas pequenas adagas, mas com um fio incrível dos bolsos, ignorando sua flauta, ele olhou para seu busto. – Hm... Eles parecem serem bonitos, mas os da Esdeath são maiores, mas me pergunto qual é o gosto...
Trisha olhou para ele horrorizada sobre ele. – Você vai me estuprar? – ela perguntou apavorada. – Me deixe morrer pura, por favor.
– Ah... – ele lhe deu uma leve risada. – Se eu fosse te estuprar eu teria sido gentil com você, o que vou fazer com você é muito mais divertido. – ele rasgou suas roupas lhe deixando nua da cintura pra cima, colocou ás mãos nos dois peitos. – Hm... Durinhos... E a sua pele, é de alta qualidade, vou adorar esfolar você. – ele aproximou uma das adagas e começou a furar lentamente ao redor. – Aqui vamos nós... – ele lhe disse com uma voz lenta.
Ela só queria morrer.
Na parte do político, ele só conseguiu manter os olhos virados sobre Trisha, ela não merecia o que estava acontecendo com ela agora. Mas ele logo olhou para os dois homens a sua frente, ficando surpresa quando o mais velho fez uma leve mesura para ele. Curvando durante muito segundos para ele, com uma postura profunda, o homem que havia matado sua tropa apenas riu alto com isso, guardando o machado ensangüentado nas costas novamente.
– Eu admito que sou um profundo admirador de seus esforços políticos, meu senhor. – ele disse ainda curvado. – Realmente é inspirador a sua coragem de mudar o mundo para um lugar melhor.
O político tentou mudar a situação a seu favor com isso. – Então por que você está fazendo isso? Podemos entrar em um consenso. – disse ele com um meio sorriso, tentando barganhar sua vida com esses dois.
Mas nesse momento, o grisalho se levantou. – É uma pena que não sou um bom negociante. – ele colocou uma das mãos atrás das costas, o político viu uma pequena adaga ser puxada. – Mesmo que eu fosse te ajudar, não conseguiríamos mudar nada, e eu não vou te ajudar, então obrigado pelo seu tempo, aproveitei o inferno por mim antes. – e lhe cortou a garganta.
Sua última visão com certeza foi marcada a brasa em sua mente, o rosto de Trisha, sua pele, que formava sua bela face, estava nas mãos do pequeno menino, a pele de seus bustos, estavam no chão, perdendo a cor e começando a ficarem vermelhos pelo sangue que pingava, do corpo com certeza morto pelo choque de Trisha. E fechou seus olhos, pensando que teve sorte de morrer com isso.
– Já acabou Nyau? – perguntou Daidara ao seu lado, ele rugiu um pouco alto quando ele viu o que Nyau fez com a garota. – Você é realmente estranho, retirando o rosto e os seios dessa mulher.
– Não me diga o que fazer seu lixo escroto. – disse Nyau irritado. – Ela nem sentiu tudo, morreu quando chupava um dos seios e esfolava o outro, pobrezinha. – ele riu só de lembrar. – Foi divertido, agora vamos a segunda parte do trabalho.
Logo os três começaram a jogar os cartazes que Esdeath havia lhes dado, uma outra parte do trabalho divertido deles, o cartaz tinha o emblema da Night Raid. Era uma diversão pra eles.
– Agora qual é o próximo passo Rio? – perguntou Daidara jogando o último cartaz ao ar. – Voltaremos para o Império?
– Sim. – disse ele simplesmente. – Temos outra missão, com certeza Night Raid deve ter notado a falta de seus partidos políticos, agora eles farão de tudo para intensificar as defesas do nosso próximo alvo, provavelmente iremos topar com Night Raid.
– E nesse momento se Akame estiver lá, eu esfolarei ela lentamente, dessa vez não deixarei ela morrer de choque. – Nyau disse lambendo os lábios só de imaginar. – Vai ser divertido.
– Eu vou ganhar muita experiência com isso. – comentou Daidara. – Mal posso esperar, quantos será que vão morrer?
– Você, se baixar sua guarda, agora vamos indo. – disse Rio levemente mais alto. – Estamos atrasados e a missão será em poucas horas. – começou a andar lentamente pelo mesmo caminho que veio acompanhado pelas outras duas bestas.
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– Isso é um navio ou uma fortaleza móvel? – perguntou Naruto surpreso, Ryuusen era um navio muito imenso. – Esdeath, quanto isso custou para ser posto ao mar?
A mencionada estava atrás de si, como sempre estava agora. – Hm... Eu tinha dezesseis anos na época em que Makoto autorizou a construção. – ela ponderou. – Segundo minha memória nada boa para números, cerca de trinta mil ou quarenta mil moedas de ouro.
Naruto achava dez mil uma quantia imensa, agora quarenta foi posta em um navio, mas parecia uma fortaleza pra ela. – Run, você acha que isso também é grande, não é? – perguntou para o companheiro Jeager.
– Certamente é grande. – disse Run segurando seu pequeno livro. – Mas eu já vi maiores. – gotas foram vistas na cabeça do loiro. – Não é surpresa Naruto-kun, sempre terá algo maior e maior.
– Entendo... – disse Naruto suspirando se conformando como o dinheiro vai fácil. – Me pergunto onde estão os outros. – disse Naruto olhando para os lados. Mas logo ele avistou ás três bestas andando calmamente até eles.
– Como foi à missão? – disse Esdeath que já havia notado suas presenças. Rio apenas curvou sua cabeça assim como os outros. – Entendido, um completo sucesso. Então, onde está Seryu?
Logo juntamente com uma multidão de pessoas importantes embarcando no imenso navio, eles conseguiram avistar ela levando Koro nos... Braços? Quando ela chegou mais perto, o que era para ser pele era metal. E ela claramente estava com um olhar mais perdido.
– Eu gostaria de uma explicação sobre isso. – disse Esdeath apontando para seus braços. – O que diabos você fez com seu corpo, Seryu? – ela perguntou calmamente, apesar de estar um pouco surpresa com isso.
– Ah. – ela disse alegremente. – É apenas uma... Alteração que eu pedi para o Stylish-sama fazer em mim, para lidarmos melhor com o mal da Night Raid. – ela disse dando um sorriso grande.
Esdeath estreitou os olhos, fazer isso por livre e espontânea vontade, ela não era normal, mas ela também não podia falar muito. – Entendo, imagino quanta dor você se sentiu para se deixar usar pelas mãos daquele maníaco por moda de quinta, mas ele é útil. – disse se virando para trás. – Eu confio que eu não precisarei resgatar nenhum de vocês seis, estou certa?
– Certa. – disseram os seis. – Agora vamos embarcar. – disse Rio tomando a liderança. – Imagino que Esdeath já deu os detalhes da formação, mas vamos revisar, eu e Naruto iremos ficar na área privada com Nyau, que irá tocar a flauta, por hora, apenas Seryu e Daidara ficarão de fora, Run, você se infiltrará e ficara perto do alvo, entendido?
– Sim. – disseram em coro. Logo embarcando no navio e fazendo o que tinham que fazer.
Quando Naruto e Rio chegaram à área privada, eles tiveram que esperar Nyau pegar uma bandeja cheia de doces. – Você virou uma Kurome agora? – perguntou Naruto. – Falando nisso, onde os outros estão agora?
– Hm... – meditou Rio pegando seu infame livro. – Eles estão guardando o Império, obviamente. – ele disse. – Não podemos deixar vossa majestade sem soldados com Teigus, pelo menos cinco são necessários por lá agora.
– Saquei. – aceitando o doce estendido por Nyau. – Obrigado Nyau. – disse olhando pela janela, já estavam quase saindo.
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– É essa merda é grande para um caralho. – disse Lubbak disfarçado assim como todos os outros quatro membros. – Leone, quem você irá escolher? – perguntou ele para a loira, que agora estava com um rabo de cavalo e usando pequenas lentes coloridas e um vestido longo que cobria sua roupa muito bem. – Você parece uma gorda assim, sabia?
– Vá á merda Lubba, tomara que você engasgue e morra. – disse ela irritada. – Eu acho que irei atrás daquele fortão, ele parece... Interessante de se quebrar o pescoço. – ela respondeu. – E você?
– Hm... – ele meditou, eu vou te acompanhar e ir atrás daquela menina dos braços robóticos. – ele deu um grande sorriso e um filete de sangue saiu. – Sempre fantasiei cenas inéditas com garotas como ela, hu hu hu. – deu uma risada estranha no final, até levar um soco na cabeça da parte de Akame. Que também estava disfarçada, usando um colete igual ao dos guardas que eles teriam que proteger. – Aé, Akame, o loirinho que você está a fim veio para cá também, imagino se você irá atrás dele.
Ela apenas lhe olhou de esgueira. – Você sabe que eu vim aqui unicamente para matá-lo. – ela respondeu sem qualquer emoção aparente. – Vocês se encarregam de proteger o alvo, Bulat, se importa de ir comigo? Parece que o seu antigo general está com ele.
– Sim, eu notei. – respondeu Bulat, usando roupas nada características, uns óculos escuros e uma camiseta social, que nem parecia estar usando uma armadura verde por baixo, devido aos músculos. – É uma pena ele ter que morrer com nosso reencontro, mas o trabalho é importante.
Mein parecia um pouco avoada. – Eu acho que irei ver aquele cara religioso, ele não parece ser tão forte assim. – Sheele, eu espero que você faça o que tem que ser feito. – disse Mein para ela, a mencionada estava olhando para o céu nublado. – Desisto.
– Bom, está feito. – disse Bulat, erguendo suas mãos. – Antes de qualquer coisa, eu vou aproveitar a comida boa. – disse ele subindo as escadas de madeira. – Estamos indo, aconselho subirem logo.
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Quando as amarras foram soltas Naruto suou frio. Ele jurou ter sentido uma presença familiar. O olhar que ele trocou com as bestas foi mais que o suficiente para eles entenderem o sinal. Eles já estavam ali também.
– Eu vou para junto de Run, ele está sozinho de todas as maneiras, vamos ficar em duplas, Nyau, assim que você acabar o que tem que fazer, tente achar Daidara, provavelmente Seryu há essas horas está sozinha, aquela maluca. – disse Naruto abrindo a porta da área privada e saindo dali.
Ele chegou a passos lentos olhando pelos cantos, novamente ele estava olhando as partes escuras, onde os Night Raid com certeza já estavam, assassinos não se mostravam ao dia. Era mais fácil irem pelo escuro. Run estava apenas beliscando, logo eles conseguiram ouvir uma singela musica de flauta, Nyau já havia começado.
– Onde está Seryu? – perguntou Run para Naruto, que agora pegou uma taça de vinho e bebeu tudo em uma virada. – Você é de menor ainda Naruto-kun, não deveria beber. – alertou Run ao seu lado.
– Não é como se eu me importasse agora, vai que eu morro hoje? – ele brincou.
– Bom, com certeza Esdeath iria até o nono inferno para achar teu assassino. – disse o outro loiro mais velho, entrando na brincadeira. – Eles já chegaram, parece que a sua amiga de olhos vermelhos está abaixo da escada. – ele apontou discretamente para um homem alto de óculos escuros. – Ele também é um deles, está vestido tipicamente demais.
– Entendido. – ele sentiu uma pequena presença atrás de si, ele fez menção de puxar sua espada. Mas não era preciso, era apenas Seryu com Koro nos braços. – Onde você estava?
– Estava farejando o mal com Koro. – disse alegremente. – Eu sinto várias auras malignas, não podemos ficar sozinhos. – disse ela. – Run-san, posso ficar com você? – ela perguntou.
– Claro. – ele disse olhando para Naruto. – disse o alvo conosco, Daidara deve estar sozinho, de qualquer forma até nossa formação não está feita como combinamos, apesar de estarmos em duplas. – disse Run acenando para o lado, onde Naruto jurou ter visto uma silueta de olhos vermelhos lhe fluminar. – Ela está aqui.
– Eu notei. – disse ele secamente. – Espero que vocês não morram. – disse saindo dali e indo para a área aberta.
– Espere Naruto. – disse Rio surgindo como sombra atrás dele. – Aquela é a infame Akame, teremos que atacar ela juntos se quisermos a derrotar.
– Certamente. – disse Naruto olhando ao redor, Nyau estava com Daidara, isso era bom. – Todos estão com suas duplas. – olhou ao redor, a movimentação começou. – E eles parecem que tem ás suas. – olhou para Rio. – Vamos indo.
Logo Naruto e Rio foram para fora e Nyau e Daidara se aproximaram tranquilamente, Daidara quase se engasgou com a costeleta que enfiou garganta a baixo. – Tomara que você se engasgue pedaço de merda. – disse Nyau alegremente. – Estamos sendo observados a um tempo. – comentou ele.
– Eu imagino que sim. – respondeu Seryu apertando Koro nos braços. – Koro vai ser de muita ajuda hoje. – ela o soltou. – Ele está farejando o mal. – ela começou a correr. Deixando os três sozinhos.
Run tentou chamá-la mas ela nem ao menos ouviu. – Eu deveria ir atrás dela? – perguntou para os outros dois.
– Eh aho tu jekeria Il – tentou dizer Daidara engolindo o último pedaço da carne macia.
– Tudo o que você disse. – disse Nyau secamente. – Fique conosco, ela está com Koro, então teoricamente é uma dupla.
– Entendido. – disse Run.
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Night Raid assim como os seus adversários haviam quebrado alguma de suas formações, objetivos pessoais haviam colocado eles em risco, Akame praticamente saiu da formação com Bols, que foi obrigado a seguí-la, e o loiro e o grisalho haviam ido para a parte superior do navio, a área mais aberta.
Leone e Lubbak estavam apenas observando, eles conseguiram ouvir uma pequena música de flauta antes, sentiram talvez, uma leve tontura, nada muito grave, mas se sentiam mais lentos até para falar.
– Com certeza é uma Teigu. – comentou Lubbak, no andar superior apontando para três cabeças loiras. – Aqueles lá, com certeza não são fracos, precisamos de uma de longa distância, onde está a vadia da Mein?
Ele sentiu um chute forte em sua canela, que ele usou todas suas forças para não gritar. E uma cabeleira rosada com um chapéu claro se fez presente ali, com sua Pumpkin nas costas. – Você é um maldito sem cultura, a maior atiradora de longa distância vai perdoar você dessa vez.
O menino dos cabelos verdes suspirou. – Eu desisto de colocar juízo nessa sua cabeça. – disse Lubba. – Três contra três, parece justo. – ele comentou. –Vamos esperar um pouco, quando o show começar vamos ser os principais... Sempre quis dizer isso.
– Você honestamente deveria morrer hoje. – comentou Leone ao seu lado. – Parece que a Akame não está raciocinando direito hoje, espero que aquele garoto loiro não a vença por isso.
– Não se preocupe, Bulat está com ela. – respondeu Mein. – Aqueles dois não vão perder, a melhor defesa e o melhor ataque, sem dúvida, seus adversários não vão sair vivos de lá.
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Akame já não se importava mais com descrição, todos os lados já sabiam da presença um do outro, e parece que todos estavam errados com suas formações, um indo atrás do outro discretamente, apesar de todos saberem onde estão. Era como uma caça de gato e rato sendo ambos gatos. E ela também era uma, e ela caçaria os outros, caçaria o loiro. Ele irá pagar. Tinha certeza disso, ela nem podia se lembrar quando ela se deixou sentir esse sentimento longínquo de raiva, mas não tinha o que fazer, uma mão foi colocada em seu ombro.
– Você deveria manter sua cabeça mais calma a partir de agora. – disse Bulat ao seu lado, sua roupa já tirada, só restando suas calças, botas e sua típica armadura verde que sempre o acompanhava. – Eles são tão fortes quanto nós, aquele senhor, é o Rio, da história que eu contei para vocês uma vez.
Os olhos de Akame estreitaram. – Consegue vencê-lo? – ela perguntou para ele. A resposta foi apenas um movimento dos ombros, ela deu um sorriso, Bulat não é do tipo que admite que é mais fraco que o outro tão facilmente, ele é do tipo que luta com tudo o que ele tem. – Imaginei que você diria isso.
– Bom, agora é hora de fazer e não dizer. – apontaram para a pequena escada escura que eles chegaram ali, duas siluetas foram vistas logo em seguida. – Eles chegaram, vou deixar você resolver tuas contas com o menino, deixe Rio comigo.
– Obrigado Bulat. – ela lhe respondeu, sacando sua espada um corte morte certa. – Irei enterrá-lo. – esperou a chegada dos dois, quando ambos saíram do corredor da escada, seus olhos mudaram novamente, só se via escuridão vermelha neles, era tudo o que eles teriam dela. Apenas a morte esperava aqui.
– Parece que Akame quer cruzar espadas com você, Naruto. – comentou Rio tirando suas luvas. – Imagino o motivo disso. – ele ponderou com sigo um segundo, Naruto sempre foi de fazer inimigos ou amigos rápido demais. – Eu irei brincar com meu antigo aluno, já faz um tempo não é Bulat?
O mencionado se transformou em incursio rápido. – Brincar você diz é? – ele zombou. – Você não vai ter como brincar comigo, Rio-shogun.
– Tão fortes palavras duras. – ele retirou sua outra luva, mostrando sua teigu. – Vamos ver se você consegue mantê-las até o fim. – seu anel começou a brilhar com um brilho roxo estranho. – Preparado para perder?
– Estou preparado pra fazer você perder. – ele respondeu, invocando sua lança. – Quando você quiser.
– Não brinque demais Rio. – disse Naruto passando para o seu lado, olhando fixamente para Akame, a desgraçada era rápida. – Você não quer ter sua cabeça rolando depois de zombar dele assim. Ele não é fraco para ser seu aluno mais brilhante, pelo menos foi isso que você me disse.
– Cale-se! – disse Rio, mantendo sua compostura. – Isso foi há muito tempo atrás.
– Hai, hai. – ele sacou sua espada. – Bom, Akame. – ela ainda o olhava com inexpressividade, mas seus olhos eram bem expressivos. – Não gosto muito do seu olhar, geralmente indica que alguém vai morrer, e no caso pode ser eu.
– Você está certo. – ela respondeu com a voz baixa. – Vou te enterrar. – ela avançou em linha reta em sua direção, mas por ser tão rápida era difícil acompanhar.
– Ho. – ele brincou lhe dando um sorriso cheio de dentes. – E eu vou te destruir. – avançou em linha reta também, talvez quase tão rápido quanto ela.
‘’ Ele não estava rápido assim quando nós nos encontramos com o carrasco. – ponderou Akame, pulando para cima e descendo com sua espada na direção dele, ela o pegou de surpresa, ela não teria como fazer isso rápido, e ela o fez, Naruto teve que cravar sua espada no navio para parar seu movimento em linha reta, ele até mesmo ficou suspenso no ar segurando o cabo da espada, e ele fio o fio da espada dele quase cravar no meio de suas pernas, ele recuou.
– Isso foi perigoso Akame. – ele disse um pouco temeroso. – E se você corta-se minhas bolas? – ele perguntou. – Isso não é nada maneiro.
– Não se preocupe. – sua voz esfriou como gelo. – Você não vai sair daqui vivo para fazer alguma coisa com elas. – e avançou novamente, mas dessa vez seus movimentos estavam bizarros demais. Era um zigue-zague complexo, quando ele achava que ela iria para o lado ela avança, ele não conseguiu ler seus movimentos até ela se aproximar dele, e ele avançou nesse momento, os pés de Akame cravados para avançar não conseguiram recuar nesse momento, a espada dele iria a acertar reto no peito, em cheio no coração, mas para a surpresa do loiro, ela apenas movimento a mão, fazendo o fio descer e quase acertar o braço dela, mas se defendeu com uma magnificência que ele teve que reconhecer, mas ele não recuou.
Mantendo a postura que ele desenvolveu, ele avançou com a espada ao lado da cintura, ele usou a mão livre e puxou duas pequenas facas do bolso de sua calça e lançou-as para ela, que apenas desviou movimentando sua cabeça, mas era isso que ele queria.
– Obrigado por ser tão esperta. – ele zombou no seu ouvido, a espada quase a cravando nas costas, ela em desespero rolou para o lado, mas ela sentiu que suas costas foram acertas, ela sentiu um corte nelas. – Isso não é justo, se fosse eu estaria morto...
– Nada mais do que você merece. – ela respondeu sem emoção. – Tatsumi não merecia aquele fim, e você deu a ele o horror antes mesmo de morrer. – ela continuou, sua voz subindo uma oitava. – Eu juro por tudo o que eu tenho no mundo que eu vou cortar sua cabeça e levar de bandeja para Esdeath.
– Seria interessante ver a reação dela. – o loiro ponderou. – Mas isso não vai rolar. – ele fechou seus olhos, novamente aquele vermelho desprezível dele estava ali. – Eu e Kurama temos nossos planos pro futuro. – ele levantou sua camisa, mostrando o selo, que geralmente estava sempre escuro, agora estava com um aspecto colorido. – Eu vi a sua determinação, não posso brincar com ela, então me permita te dar ás honra de ser a primeira a experimentar isso.
Rio estava alheio a luta dos dois, era um lugar espaçoso, então estava tudo bem, os barris de água lhe davam uma vantagem incrível, Bulat ficou surpreso quando todos eles abriram e uma abundante quantidade de água saltou. – Eu fui presenteado por Esdeath com esse Teigu, tenho a habilidade de manipular a água a minha vontade.
Bulat segurou sua lança com força. – É justo, você é servo da rainha do gelo. – ele ponderou.
– Ela pode criar gelo a partir do nada. – ele fez movimentos com a água. – E isso é inspirador. – Rio juntou toda a água em um canhão de água. – Canhão de Água! – brandiu seu golpe, que foi em direção a Bulat, que defendeu movendo sua lança rápido, girando-a e a girando novamente, até o golpe cessar.
– Parabenizo você por ter força bruta suficiente para defender isso. – rio disse movimento novamente à água, e saltando para cima, mas quando ele fez menção de saltar, suas pernas fraquejaram, e Bulat viu isso. – Agora me permita dar o seu fim. – ele começou a controlar mais água, muito mais quantidade do que antes, Bulat arregalou seus olhos, ele tinha que defender isso.
Rio começou a acumular toda aquela quantidade de água em um único ponto no ar, começando a formar a imagem que lembrava uma cobra-rei, para a surpresa de Bulat, a cobra era imensa, muito maior do que deveria ser um golpe especial de apenas água, se aquilo acertasse o barco, todos iriam para o mar. Não teve outra escolha, com tudo o que ele tinha, ele saltou em direção à cobra, apontou sua lança para frente e começou a atravessar.
– COMO SE EU FOSSE DEIXAR VOCÊ FAZER ISSO! – Bulat rugiu para seu antigo mentor, que não ficou surpreso quando Bulat conseguiu cortar a enorme cobra de água no meio. Mas ele viu com surpresa o sorriso vitorioso no rosto do grisalho. – Mas o quê?
– Eu sabia que você poderia defender isso, até porque a integridade do barco estaria comprometida. – ele começou a movimentar a água da cobra novamente. – E você está no ar agora, meu amigo. – ele formou linhas de água que ficaram numerosas de mais, e foram em direção a Bulat. – E no ar, você não pode fazer nada contra mim.
Bulat só conseguiu dar um grito de dor, ele sentiu parte de sua armadura cair com isso, o dano foi muito forte, ele sentiu seu corpo ser amassado e pressionado incrivelmente. Seu sangue escapou por sua boca, mas ele não se renderia com isso. Ele sentiu que algumas parte de seu corpo certamente não prestavam mais, com certeza quebrou no mínimo três costelas. Realmente, o velho era foda. Mas ele é mais.
Rio obviamente não esperava que o ex-aluno pudesse ser capaz de suportar um hit desse porte, mas ele demonstrou estar muito melhor do que deveria. Caindo com sua lança apontada para Rio, que não esperava isso, foi pego completamente com a ponta da lança, um corte imenso, que com certeza lhe custou muito sangue, o corte começou sobre seu ombro e ia até a cintura, e a ponta da lança de Incursio era densa, além do corte ser extenso demais, era fundo. Ele teve que cuspir seu sangue e quase suas tripas para fora.
Bulat fez isso, mas caiu rolando para o lado, sentiu suas costelas doerem com isso, com certeza o dano tinha piorado ainda mais. Mas ele conseguiu se colocar de pé com dificuldade. Rio estava em um estado muito pior do que ele, mas ele ainda não estava acabado.
‘’ Tudo por Esdeath-sama ‘’ – ele pensou puxando uma seringa verde para a surpresa. Cravando com toda a força em seu pescoço, ele sentiu uma dor forte nisso, suas veias pareciam que ia explodir, mas ele sentiu seus músculos rasgarem com isso.
– O que você fez Rio? – perguntou Bulat alarmado, ele estava tão desesperado assim? Então ele tinha que responder isso à altura. Ele apertou em uma parte de sua armadura, e a chave de Incursio surgiu, era sua espada agora, incursio já havia se desfeito há muito tempo, agora ele tinha que fazer tudo o que podia. Se colocou em posição, Rio vendo que ele ia usar uma arma, ele tirou uma longa adaga, parecida como uma Shinai de suas mangas, sempre com seus truques.
‘’Eu não posso usar a lâmina de sangue, minha vida está se esvaindo, e não tenho sangue o suficiente ‘’ – pensou com amargura o servo mais leal de Esdeath. Com suas últimas forças, ele avançou, avançou com tudo o que restava de si, apenas pensando que ele ao menos levaria o menino com ele. Como um presente de despedida, talvez Naruto já tivesse ganhado a sua própria luta ali. Não tinha como saber, ambos estavam ocupados com o outro. Sorriu em alegria, ele esperava que Esdeath dominasse o mundo, ela era digna de tal feito.
Bulat viu com surpresa o sorriso que parecia ser de despedida dele, então é assim, lhe daria uma última luta com honra, avançou tão rápido quanto ele, era nítido que os golpes de Rio estavam muito mais fracos, mesmo com a droga em seu organismo ele já não podia mais fazer isso, mas ele sabia que Rio morreria lutando, e foi assim que ele teve sua morte, Bulat começou a pressionar mais sua espada, deixando a adaga de rio sempre tomar para um lado, ficava difícil para recomeçar o golpe novamente depois de ter a espada para o lado, que dava toda a abertura que Bulat precisava. Bulat movimento seus dois braços no cabo, e girou o fio da espada para o lado, Rio colocou a adaga na frente do corpo, mas isso foi o que o aluno queria, sua espada voou para o mar, e se perdeu. E seu coração, foi perfurado pela chave de Incursio. Logo Bulat em uma frieza enorme, retirou ela em seguida, deixando o corpo dele cair para o lado como merda.
Rio deu alguns passos para trás, antes de tombar e cair. – Salve Esdeath. – suas últimas palavras, nem mesmo no final de sua vida, ele não se arrependeu de ter seguido Esdeath e feito tudo o que ele fez, nem mesmo no leito de morte, ele se permitira se arrepender.
Bulat cuspiu seu sangue, suas costelas estavam doendo como o inferno, mas ele ficaria bem. Ele deu uma ultima olhada ao seu antigo mestre, antes de voltar os olhos pelo local imenso que Ryuusen possuía.
Seus olhos se arregalaram quando ele viu Akame no chão, com sua espada longe dela, e Naruto em cima dela, com uma calda atrás de si, e sua espada apontada pra ela.
Akame... Perdeu?
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