Obscuro

1 Prólogo - Doença de Sangue


Doença de Sangue

Prólogo

– Para aonde pensa que vai? — As botas de couro da garota chutaram-no. Ele colidiu numa parede de tijolos de um prédio abandonado. As botas dela batiam no chão ferozmente enquanto ela vinha em sua direção.

De uma forma, era fofo ver como a comida podia ser vulnerável.

- Por favor, não me mate! — Não havia sentido fazer cujo pedido, principalmente vendo aquela aparência grotesca e monstruosa: olhos negros com órbitas profundas, pele com extrema densidade pálida, olheiras negras como seu cabelo e um sorriso perverso. Ela riu com ânimo, e sussurrou em seus pensamentos: Não deixaria o meu lanche fugir, não acha?

Notas finais
Continuação: Capítulo um - Funeral