Wait, it's just about to break, its more than i can take,
Everything's about to change,
I feel it in my veins, its not going away,
Everything's about to change.

O céu antes escuro, agora nuvéns rodopiavam ao redor do castelo e o vento se tornava gélido, Hyperion ergueu os olhos assustado para as núvens trovejantes e brilhosas no céu negro pela noite . A areia entre os dedos de Draco estavam sujas de sangue como parte do seu rosto.

–Hyperion... - Draco sussurrou e Hyperion olhou para ele, Hyperion via as costas de Draco enquanto esse se erguia diante de si. - Cuide de meu filho. - E correu.

–DRACO NÃO!– Hyperion gritou erguendo a mão enquanto via Draco entrar em uma esfera transparente que o velho de cabelos brancos havia colocado em torno de Hermione, dele e de Scorpius.

No momento em que Draco atravessou a barreira transparente, caiu no chão cuspindo sangue, Hyperion arregalou os olhos e se levantou, mas a perna ardeu, percebendo que havia machucado a perna, ignorou a dor e correu em direção a Draco.

–Você é fraco garoto... Ainda tenta lutar contra mim?– com a varinha negra em mãos, apontou para Draco. — Levante-se... E lute.

Tossindo e de cabeça baixa, Draco se levantou.

–Se eu te cortar por inteiro... O que acontece?– sorriu com escárnio e o sangue escorreu de seus lábios, o velho de manto verde escuro sorriu e olhou para ele e falou de foma doce.

–Minhas entranhas brilharão em um azul celeste e Hermione Griffindor reviverá. — Draco se levantou se apoiando nas pernas e o homeme gargalhou. — Veja só, você mal consegue se manter em pé. Essa barreira já te destinou a morte, ela machucou seu coração... É uma barreira de puro ódio, e você é bom demais para sobreviver a ela.

Draco se ajeitou de pé e abriu os olhos azuis ciano, o vento rodopiava ao redor dos dois e Hyperion se jogou contra a barreira, mas essa se acendeu em uma cor branca e jogou o loiro longe com raios e continuou iluminada. Puxou a varinha do bolso da calça e juntou as mãos com a mesma no meio e respirou fundo.

O vento se tornou mais gélido até criar uma camada de gelo por debaixo dos pés de Draco, o velho olhou intrigado para o loiro que ainda tinha os olhos fechados agora.

–Você não sabe nada sobre mim... Nada. - os cabelos de Draco se descoloriam do couro cabeludo até as pontas e a pele se tornava mais pálida, o homem arregalou os olhos. – Eu era somente trevas... E ela se tornou minha única luz. — a varinha brilhava nas mãos de Draco em um dourado celeste e o vento rodopiava ao seu redor, o sangue secava. — Essa barreira somente mata quem não tem ódio. Mas você se enganou.– Draco abriu os olhos e eles se tornaram cinzas. — Eu tenho ódio o suficiente para matar você!

AVADA KEDAVRA!– Ambos falaram em um unisom e o raio verde saiu de ambas as varinhas e tudo se tornou luz por um momento e Draco sentiu seu corpo bater no chão e ser arrastado, era o fim.

Tudo estava em silêncio, mas sentia seu corpo doer, então não havia morrido. Abriu os olhos devagar, mas a visão estava turva mas conseguia ver um brilho. E então viu.

O homem loiro se levantava vomitando sangue mas havia algo mais.

Um homem de roupas e armaduras cor de bronze e cabelos longos no meio das costas, cabelos arruvados e corpo forte. Uma espada de cabo de rubi nas costas e uma capa vermelha e quando o castanho se virou para trás, os olhos verdes afirmaram uma coisa estranha a Draco.

Aquele era Adrian Sfair Griffindor. O pai de Hermione.

–Sua luta é comigo... Salazar.

Notas finais
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