Notas iniciais
Eai gente, estamos aqui com mais um capítulo de Oblivion e caraca, ontem eu tava vendo vídeo no youtube e vi esse: http://www.youtube.com/watch?v=DFBzZfxkWUg e caralho mano, eu acho que eu nunca fiquei tão arrepiada em toda minha vida, chorando horrores, então to aqui compartilhando esse video com vocês, direitos autorais totalmente da pessoa que o fez e meus parabéns por um video tão bem feito. E EU RECEBI MAIS UMA RECOMENDAÇÃO, Lucy Lovegood sua linda, eu vejo que vc desde sempre me acompanhou ao longo de Oblivion e esse capítulo é todo seu.

Its the moment of truth and the moment to lie
The moment to live and the moment to die
The moment to fight, the moment to fight,

No capítulo anterior...

-Sou eu Alec, Hyperion. Hyperion Slytherin Malfoy.

..................

O ar faltou e foi no mesmo tempo em que Hyperion se virou ao ouvir o baque de um corpo indo para o chão, Hermione estava estirada no chão. Draco arregalou os olhos e tentou ir até ela, mas seu braço foi segurado e quando ele olhou para trás, era aquele mesmo fantasma,maneando com a cabeça como um "não".

Hyperion se ajoelhou diante do corpo da morena. — Hermione! — tocou no rosto dela, mas quando ela abriu os olhos, estavam azuis.

As mãos quentes encontraram o peito nú de Hyperion e a mente de ambos nublou.

(N/A: Escutem: http://www.youtube.com/watch?v=Zcps2fJKuAI)

-Hyperion, proteja-a. — via os cabelos cor mel ondularem em suas costas, enquanto pegava a herdeira Griffindor nos braços.

-Lorcana, o que está acontecendo... — O loiro se aproximava de ambos os corpos, Lorcana tinha os olhos azuis marejados enquanto olhava para a pequena garotinha em seus braços.

-Ninguém pode chegar perto dela, me entende? — balançava a criança nos braços. — Tentaram me matar... Angus tentará roubar minha criança, Hyperion, por favor... — as lágrimas escorriam pelos seus olhos cristalinos.

Correu até a mulher de vestido azul escuro cheio de diamantes e puxou seu rosto, beijando o topo de sua cabeça. As lágrimas dele já molhavam o rosto alvo da mulher que tinha a garotinha que chorava.

-Eu não vou conseguir... Eu não posso, eu devo proteger a você! — Os olhos verdes se encontraram com os azulinos.

Lorcana olhou para a menininha de cabelos avermelhados e pele marfim que voltara a dormir. Desceu o rosto e deu um beijo em sua testa.

-Minha princesa... Darei minha vida, somente para protegê-la. — viu Lorcana a deitar novamente no berço e esticar as duas mãos, uma na cabecinha e outra no peito. Uma luz incandescente azul clara envolveu o corpo pequeno e Lorcana começava a cantar.

-Ab imo pectore, Bane legacies antiquates does non guarantee posterus,Morte nihil certius est, nihil vero incertius quam eius hora Ora pro nobis...Amor est vitae essentia Ab aeterno — (Do fundo de meu coração, Quem não guarda o passado não garante o futuro, a morte é certa entre nossas incertezas.Oh, Ore por nós. O amor é a essencia vital... Por toda a eternidade.- )

A luz se apagou e a mulher caiu no chão se tremendo e puxando o ar, Hyperion se ajoelhou no chão e a ergueu.

-O QUE VOCÊ FEZ!? — Hyperion a balançava pelos ombros com os olhos arregalados, os azuis estavam opacos, Lorcana tocou o rosto do albino.

-Vai me amar para sempre? — os olhos escorriam lágrimas de sangue enquanto navegavam nos verdes dele.

O coração do loiro havia parado, como ela...

-Sim...

Ele olhava atento enquanto o pai de Adrian pedia a mão da castanha com um sorriso um tanto falso, viu Adrian sorrir para Lorcana que o beijou e entregou sua mão, enquanto começou a girar outra mulher pelo salão.

O loiro encarava Lorcana dançando com o sogro, via Lorcana olhar para Adrian com adoração e Adrian sussurrar que a amava mais que tudo. O loiro se sentia desconfortável, mas achava uma coisa de deuses o amor daqueles dois.

Viu algo brilhar em prata na mãos de Angus, e Lorcana virou o rosto e olhou para o loiro com um sorriso. Hyperion arregalou os olhos e começou a correr para o centro do salão.

-LORCANA! — gritou em plenos pulmões, ergueu a varinha prateada. Viu algo prateado ser enterrado em sua barriga com força e atravessar, os passos de Hyperion foram totalmente cessados o estado de choque tomava seu corpo.

-NÃÃÃÃÃO! — O grito de Adrian fora escutado por todo o castelo, correu ao corpo de sua mulher que caia e inundava o chão branco de vermelho.

O coração ardia, o rosto que tanto amava vendo sorrir, agora tinha um sorriso. De morte, juntamente com os olhos cristalinos, agora opacos.

-SAIA DE MINHA MENTE! — Ouviu Hyperion gritar e empurrar a morena com força, que escorregou pelo chão.

Os olhos antes azulados, voltavam a ficar castanhos e encaravam os esverdeados chorosos de Hyperion que estavam de joelhos no chão.

-Você... a amava. - A morena se levantou e foi indo em direção ao loiro. — Hyperion, eu-

-FOI TUDO CULPA MINHA! Eu não deveria ter deixado ela fazer aquela maldita proteção eterna de amor em você! SE NÃO FOSSE ISSO, ELA ESTARIA VIVA! - Hyperion gritou em pulmões, Hermione via toda a confusão em seus olhos verdes.

-E eu estaria morta... - ela caiu de joelhos. - Hyperion, você me ama. — tocou o rosto do loiro que parou de chorar e encarou os azulinos de Hermione — que voltaram a ser azuis.

-Lorcana... - voltou a chorar baixo e abaixou a cabeça, puxou o rosto do loiro contra seu peito e o abraçou. Ficou calada, mas sentia uma necessidade de abraça-lo.

-Vai ficar tudo bem... - sussurrou.

Sentia sua mente nublar novamente e um cansaço súbito tomava o corpo de ambos, Hyperion desfaleceu sobre os braços da morena que também apagou.

-HYPERION! — Ouviu Jonathan correr junto ao resto das pessoas ao redor.

[...]

A cabeça estava flutuando em núvens quando a morena abriu os olhos, encarou as paredes verdes cor de água, as cortinas estavam fechadas, mas dava para ver que eram umas 5...6 horas da tarde.

(N/A: Quarto que a Mione tá: http://1.bp.blogspot.com/_KvlhPS7wVAk/TO1W_hOFk_I/AAAAAAAAER8/eZdGu-KiMpY/s1600/cama-dossel+2.jpeg)

Se levantou da cama degavar, sentia uma certa vertigem passar e ficar tonta, Balançou a cabeça tentando afasta-la e respirou fundo e se levantou. Saiu do quarto descalça. O Castelo estava em completo silencio mas estava totalmente iluminado. Se lembrava de Hogwarts.

Fantasmas passavam por ela, podia até jurar que um dos fantasmas era Godric Griffindor que fez a ela uma reverência com a cabeça e passou pela parede.

Sorriu e desceu as escadas do castelo, viu um barulho grande na cozinha, percebeu que havia bastante gente naquele castelo. Ruivos, Loiros, Morenos brincavam.

Mas não seguiu para cozinha, foi para fora, a parte de trás do castelo, onde havia um enorme lago, que refletia o sol poente e viu lá os cabelos albinos, na verdade, 1 albino e um loiro dourado.

Seguiu para lá e sentou no meio dos dois.

-Está melhor? - Sentiu os braços de Draco a rodearem e sorriu a ele, o beijou de forma apaixonada. A quanto tempo não fazia isso?

-Bem melhor agora.

-Ah, me poupem dessa melação. - Ouviu Hyperion resmungar, Hermione riu e abraçou Hyperion.

-Para, tio Malfoy. — olhou para Draco que revirou os olhos e suspirou, olhando o sol se por.

-Hermione, tem alguem que eu quero que conheça mais tarde. Ela verá se tem algo de errado com você. Você anda invadindo as mentes de todos com muita facilidade. - Hyperion se pronunciou, Sentiu Draco gelar ao seu lado.

-Mas porque? Isso deveria realmente ser um problema?

-Isso pode ser efeito de outro feitiço que jogaram em você. E se realmente existir, temos que tirá-lo de você.

Draco se levantou em um sobresalto, que assustou até Hyperion.

-Hermione, preciso de você. Agora.

Hermione ergueu os olhos para o loiro que tinha os olhos ardendo naquelas chamas azuis.

-D-Draco... A-agora? - ouviu Hyperion rir.

-Ele me lembra Adrian... — sussurrou, Hermione bateu no braço do albino.

-Ah que nojo! - se levantou e foi puxada de volta para ao castelo.

Notas finais
Comentem :)