O Último Shirian [hiatsu]

15 Capítulo 15- Um grito de desespero


Notas iniciais
Primeiramente um pedido Não me matem Xingamentos e ameaças estão liberadas, mas novamente peço, não me matem. A fanfic (que estava em hiatsu ja faz 674621515646876519 anos não foi abandonada) Resumindo, estou viva. E voltei a ativa pra continuar postando Primeiramente duvido que se lembrem dessa história, e quando verem ela nas atualizações é muito provável que já tenham desistido da mesma Ou você é um novo leitor (olá, que sorte você achar a fic na fase *voltei a ativa*) Ou você é alguem que já perdeu a conta de quantas vezes se imaginou me assassinando por ter parado ela. Ou mal se lembre da história. Ou já até deletaram dos acompanhamentos Por favor, deem outra chance. Dessa vez pretendo postar mais capitulos E sem hiatsus (acho) Segundo me desculpem Acreditem, apesar da demora eu realmente, mesmo,mesmo, mesmooooooo precisava daquela pausa Terceiro e por fim um desejo tenham uma boa leitura (Capítulo não betado, desculpe os erros )

Edward pressionou mais forte a faca sobre o pescoço de Dilan, sentido-o encolher por alguns segundos com medo, antes da face transformar-se em uma mascara impassível

—Tão falso— Murmurou encantado — Essa expressão como se não estivesse sentindo nada, como se estivesse tudo bem, eu me lembro dela — Observou descendo a faca sobre o peito de Dilan — Sabe eu nunca gostei de cicatrizes, não eram atraentes... Mas acho que agora posso fazer uma exceção —A faca fincou-se com rapidez, a um corte profundo o bastante para penetrar através do tecido e rasgar-lhe brevemente a pele sobre o peito, descendo reta até o abdômen.

Então o som que Edward tanto ansiava ouvir ecoou pelo local, um grito, um arquejo de dor, solitário, doloroso. Uma sinfonia única, carregada com o orgulho que só Dilan conseguia manter, mesmo nessas horas. Segurou firme o corpo que se debateu, as mãos nos pulsos do príncipe, o corpo sobre o dele.

—Isso —Concordou deslumbrado, vendo a expressão impassível do príncipe desmanchar-se em uma de sofrimento —Grite como gritava quando eu te possuía, eram épocas tão boas, suas lágrimas eram tão doces —Recordou Edward.

Os olhos de Dilan se contraíram em cólera. Queria lutar, mas seu corpo tremia sem força, queria fugir, mas as pernas não respondiam, queria ser forte, mas sentia-se a cada segundo mais fraco.

Trincou os dentes recusando-se a atender os caprichos de Edward, não gritaria, não se submeteria a ele, não novamente. Lembrou-se das mãos de Edward em seu corpo, de mandar Hiroshi tapar os ouvidos para não ouvir, de como era fraco para impedir que acontecesse, de como suplicou por ajuda sem ninguém o socorrer.

Aquilo não ocorreria novamente, não permitiria, agora já não era mais uma criança, agora conseguiria ser forte o bastante para se proteger. O corpo impulsionou-se para cima, e com rudeza empurrou sentindo os braços tremerem e os músculos reclamarem pelo esforço, tudo o que sentia se resumia em uma dor intensa se espalhando em diversas ondas pelo seu corpo, e inutilmente tentou ignorá-la, forçou o corpo para cima, se remexeu, lutou, e quando sentiu as mãos de Edward largarem seus pulsos uma breve esperança iluminou seus olhos, breve até demais.

Edward o encarou com desapontamento, o dardo reluziu entre seus dedos e o levou até o pescoço de Dilan, vendo-o parar de se mexer, temeroso; com os olhos focados no jovem ele desceu o dardo o cravando na perna de Dilan, amando ver as costas do príncipe se arquearam quando sentiu o dardo perfurar sua pele, contorcendo-se no chão, não em uma tentativa de libertar-se, e sim pela dor que lhe veio fazendo sua visão embarcar-se, desnorteando-o, dessa vez até mesmo se debater fatigou-o como se tivesse corrido por horas, o peito se contraiu puxando ar com força sentindo dificuldade em respirar. Ele se encontrava submisso, submisso a si, e isso encantou-o.

—Sabe o que acontece se eu injetar um terceiro dardo? —Questionou sem obter resposta, os dedos apanharam um novo dardo no chão, o encarando com os olhos brilhantes de uma criança diante de um novo brinquedo. O semblante tornou-se condolente enquanto aguardava os olhos de Dilan se fixarem em si, e quando o mesmo o fez Edward sorriu inclinando-se sobre ele, desviando das mãos que com uma reação atrasada tentavam em vão desferir-lhe golpes. Não suportou se conter, não mais, tomou-lhe os lábios em um beijo ao mesmo tempo que fincava o dardo no braço do mais novo.

Dilan urrou, sem conseguir suportar calado, e nem os lábios de Edward foram capazes de abafar esse grito. A dor lhe subiu pelo ombro se espalhando por sua mente, embaçando-a, machucando-a, enfraquecendo-a, as mãos caíram ao lado de seu corpo tremendo. E quando deu por si as lágrimas já banhavam seu rosto descendo sem serem chamadas, fechou os olhos, mas mesmo assim elas continuaram saindo em abundância, tentou mover suas pernas e apenas a menção do movimento fez com que uma rodada de lágrimas escorre-se por seus olhos azuis, como um céu sem nuvens a despejar uma forte chuva.

—Quando se é inserida a terceira dose até mesmo o mínimo toque pode causar uma intensa dor, qualquer contato —Informou, a língua de Edward desceu por sua bochecha saboreando as lágrimas que desciam e o contato fez a pele de Dilan arder de forma absurda —Vou fazer você implorar para que eu lhe mate, para que eu ponha um fim na sua dor — As mãos de Edward desceram por seu corpo e seus dedos envolveram os pulsos de Dilan os juntando com uma calmaria além do normal —Não chore pequeno —Comentou irônico puxando os lábios de Dilan para mais um beijo e uma fúria se apossou de Dilan, fúria por aquilo estar acontecendo, fúria de si próprio por não conseguir fazer nada, uma fúria que lhe dominou e se alastrou por si, fúria por não conseguir conter as lágrimas.

Trincou os dentes ferindo o lábio inferior e a língua do maior, contente ao ver um filete de sangue descer pelo corte. Naquele instante percebeu que pouco se importava com gritos não contidos ou com lágrimas derramadas.

—E-e-eu... não... v-v-v-vou implorar na-nada pra você —Gaguejou sentindo a voz soar mais fraca do que nunca, forçou a mente a manter-se desperta mas sentia-se apagar a cada segundo,.

—É o que veremos —Foi a ultima coisa que ouviu antes de parar de sentir as dores e ardências, desfaleceu abaixo de Edward mergulhando em escuridão.

**

Estava tudo escuro, como se a luz temesse chegar perto dali, tateou o chão encontrando a mão de Hiroshi que pulou de susto com o contato

—Calma, sou eu, Dilan — Murmurou baixo, e o irmão se jogou em seus braços, afundando o rosto em seu peito enquanto chorava — Vai ficar tudo bem Hiroshi, nós vamos sair daqui.

—Ele vai nos pegar de novo — Contrariou Hiroshi —Ele sempre nos pega! — Dilan calou-se sem poder argumentar, sabia que era verdade, o rosto do irmão roçou no colar em seu pescoço fazendo –o engolir em seco. —Por que isso está acontecendo conosco?

A pergunta ecoou na mente de Dilan por vários segundos, como quando o tic TAC do relógio nos impede de dormir, prendendo nossa atenção. Trono, tudo pelo maldito trono, a mão acariciou os cabelos de Hiroshi descendo por suas costas, sentindo-a molhar com o sangue úmido de seus ferimentos.

—Me desculpe — Foi tudo o que conseguiu pronunciar, os olhos encararam o colar em seu pescoço, correndo dele para a face do irmão, mas na verdade não conseguiu ver nada, estava escuro, escuro e solitário, escuro o bastante para acabar com qualquer lampejo de esperanças, e mesmo assim deixou que as palavras saltassem de sua boca.

—Vai ficar tudo bem, nós vamos conseguir sair daqui —E como um disco arranhado ele repetiu essas palavras novamente para si mesmo, muitas e muitas vezes, se agarrando com todas as forças à ideia de que se as repetisse muitas vezes, em algum momento realmente acreditaria nelas, e então elas se tornariam reais. Hiroshi ouviu as palavras do irmão sem pronunciar nada em resposta, a pequena mão envolveu com as palmas o colar o segurando com demasiada delicadeza.

—Porque você usa isso? —Perguntou, e Dilan conseguiu ouvir no tom dele uma urgência para mudar de assunto.— Foi ele que te obrigou a colocar né?

—Era de Richard, meu pai —Respondeu Dilan —Alexander que deu pra ele.

—Alexander?

—Aquele soldado que andava comigo — A imagem de Alexander lhe veio a mente, junto com a lembrança de sua ultima conversa com ele, em pensar que discutiram no ultimo instante o fez sentir-se mal, será que ele ainda procurava por ele? Será que quando disse que iria protegê-lo fora simplesmente palavras vazias? Edward me faz usar pra eu não me esquecer que estou aqui por causa de meu pai e continuo usando pra não me esquecer de quem sou, pensou, sou o futuro rei, independente do que aconteça.

Quando finalmente recobrou a consciência, foi tomado pela dor que atingia seu corpo, fazendo-o soltar uma lamuria baixa e por alguns instantes perder a vontade de abrir os olhos, desejando voltar para a inconsciência, pelo menos lá era apenas um sonho, uma lembrança que não o atingia, mas ali o pesadelo era real.

Os olhos se abriram embaçados demais para identificar qualquer coisa a sua volta, automaticamente quis esfregá-los para ver se clareava minimamente sua visão, entretanto suas mãos não responderam a seu comando, forçou-as novamente, uma, duas, três vezes, na terceira já sentia o peito subir e descer sem fôlego pelo esforço.

Sentiu-se fraco, como quando você está doente demais para sair da cama e tudo o que vem em sua mente é a vontade de fechar os olhos e dormir, sentiu um líquido escorrer por seus lábios trêmulos, deslizando por seu rosto; a respiração saia de sua boca em pausas, e sua mente demorou para conectar os fatos e perceber que estava chorando, em soluços baixos e trêmulos. Tudo parecia em câmera lenta, a imagem de Edward se aproximando e sentando-se na frente de seu corpo que jazia deitado no chão, os lábios dele se movendo enquanto um sorriso se abria. Não conseguiu escutar suas palavras, tudo que ouvia era um zumbido, não da sala, não de fora, um zumbido dentro de sua mente, ecoando e a desnorteando.

Para sua surpresa quando tentou falar algo sua voz saiu inaudível, fraca demais para as palavras saírem, sua língua, dormente demais para poder formá-las. Mesmo assim falou, como que se o seu mover de lábios fosse atingir Edward, xingou-o com todas palavras que alguém educado não usaria, os olhos encarando os do mais velho, e um arrepio subiu sua coluna quando notou a atenção dele toda centrada em si, decifrando suas palavras, avaliando sua reação, contemplando o seu estado.

—Agente poderia ter evitado tudo isso Dilan— Sussurrou Edward, e dessa vez o tom serio não deixou requisitos de divertimento — Eu não precisaria te matar se não tivesse fugido aquele dia, se tivesse ficado quieto nós poderíamos ter evitado tanta coisa. — O olhar perdeu-se no horizonte antes de voltarem a se fixar em Dilan — Eu teria sido declarado o rei e ninguém poderia me tirar isso, mesmo se magicamente você aparece-se depois...

A mão ergueu-se e o contato dela na sua bochecha o fez sentindo uma nova onda de choque percorrer o corpo, torturando-o.

—Eu não te odeio, não você especificamente — Continuou. A mão moveu-se em uma caricia, e dessa vez Dilan não soube dizer se era um gesto falso —Eu odeio pedras em meu caminho, e você se tornou uma delas, você se meteu entre mim e o trono, o trono que era meu por direito, o trono que eu batalhei pra manter em pé, então eu tive que te eliminar.... Eu deveria ter feito isso no primeiro instante, deveria ter te matado quando te sequestrei, mas não fiz.

Deveria me sentir grato então ? Pensou Dilan com raiva, os olhos transparecendo esse ódio sem sentir comoção pelas palavras do outro, mesmo assim, sabia que sua expressão estava atenta à ele, e não tinha mais forças para mantê-la inexpressiva.

— Eu devia ter te matado, mas não, eu quis acabar com você antes, eu senti que devia fazê-lo, acabar com todo esse orgulho tolo que você tinha, que ele tinha. Eu te ameacei, te bati, e você? Você erguia a cabeça todas as vezes, e aquilo me tirou do sério —Admitiu Edward —Você era idêntico a ele, e isso não fazia o mínimo sentido, Idêntico... O mesmo o rosto, os mesmo gestos, quando eu te prendi você não demonstrou medo, temor, não, você fez aquela maldita expressão que ele também fazia. Fingindo estar sendo forte. Como é possível ?—Perguntou retoricamente —Seu pai morreu antes de você nascer, como podiam ser tão parecidos? —Aquilo atordoou, e a mão automaticamente cessou a caricia — Era como se Richard volta-se dos mortos, pra me impedir de reinar, para alegar que o trono será sempre seu —E a cada pronuncia seu tom tornava-se mais grave —Eu lutava contra três, mas quando meu irmão abatia um já o aplaudiam, eu bolava os planos perfeitos, mas quando ele dizia aquelas coisas estúpidas eles logo acatavam, eu me esforcei pra transformar esse reino no que é hoje, mas todo o crédito ficou com ele!

Exato, no fim não era o ódio que rondava a mente de Edward, eram as lembranças, ofuscando seus pensamentos, modificando-os, atingindo-o. Respirou pesadamente tentando controlar sua própria ira. Por que? Por que não conseguira matá-lo? Por que se fixara tanto na ideia de destruir aquele orgulho? A imagem de Richard tomou-lhe a mente, daquela época, em que eram apenas os dois, correndo brincando quando pequenos, foi por ele? Foi por se parecer tanto com Richard que não consegui? A mão se afastou da face de Dilan descendo pesadamente sobre a bochecha do mesmo e quando viu os seus dedos marcarem aquele rosto, como linhas vermelhas em um fundo branco seu peito apertou-se, recordando-se das lágrimas dele, dos gemidos, do prazer, os olhos automaticamente percorreram aquele corpo, já grande, crescido, sem os traços infantis de outrora, e uma vontade subiu-lhe a mente, vontade da qual reprimiu.

Eu não o matei por querer me vingar de Richard? Perguntou-se, sem certeza da resposta. Ou será que foi por não resistir a ele? A possibilidade atordoou, não, não fora por isso, Dilan era uma pedra em seu caminho, e queria destruí-la, apenas isso. “Então porque você simplesmente não o matou?” Questionou uma voz em sua mente. Porque eu queria destruí-lo de todas as maneiras, percebeu Edward, queria destruí-lo por dentro e por fora, queria acabar com seus sonhos e esperanças, queria-o submisso, a mim.

Ergueu-se então, tão firme da sua decisão que agiu quase naturalmente, dando as costas para Dilan enquanto se submergia na escuridão do corredor, e quando retornou, uma garrafa reluzia em sua mão.

—Eu cometi um erro não te matando aquela época, mas não vou cometê-lo de novo — A mão de Edward fechou-se em seus cabelos os puxando para erguer lhe a face, e os dedos dele os torceram fazendo Dilan sentir como se os fios estivessem sendo arrancados a força, e então os lábios se abriram para soltar um grito rouco, fazendo um sorriso se abrir nos lábios de Edward—Você não vai roubar meu trono irmão, ele é apenas meu, eu o mereço, não você Richard— A garrafa em seus dedos foi atirada longe, passando pela porta e estilhaçando-se contra a parede do corredor, o liquido respingando por todos os cantos, escorrendo em gotas lentas que naquela escuridão pareciam rubras como sangue.

—Quero ouvi-lo gritar —Avisou, a mão puxando a camisa de Dilan já rasgada pela faca, se livrando do tecido e vislumbrando o corte ali presente, forçou sua mão sobre o mesmo manchando-a com sangue, Edward sentia vontade de tomar o corpo abaixo de si pelo menos uma ultima vez—Quero ver seus olhos quando se revirarem de prazer, e chorarem de dor e por fim, quero vê-lo queimar junto com toda essa mansão.

—Pare... —Sussurrou Dilan exasperado, os olhos finalmente transparecendo o pavor dentro de si, que se intensificou quando Edward apanhou o lampião e atirou-o em direção a garrafa estilhaçada. Automaticamente uma labareda de fogo subiu iluminando-os, queimando a madeira distante do corredor, ardendo, na mesma intensidade das mãos de Edward em seu corpo, machucando-o, apertando-o, despindo-o. — M-m-me solte... — a voz gaguejou com o choro ainda não cessado, mas Dilan já nem sentia as lágrimas caindo por sua face.

Ele está louco, pensou, ouvindo as palavras de Edward sem saber se eram dirigidas a si ou ao seu pai, ele pensa que sou Richard, compreendeu atordoado, essa obsessão está o cegando. A mão de Edward fechou-se em seus cabelos os puxando para erguer-lhe a face, e os dedos dele torceram-lhe fazendo-o sentir como se os fios estivessem sendo arrancados a força, todos de uma única só vez e então novamente chorou.

Edward o encarou extasiado com a visão, sem conseguir se conter sorriu, sentindo o membro em sua calça latejar de prazer, isso mesmo Dilan, pensou, implore, implore para mim, implore por sua vida. A mão acompanhou a de Dilan, divertindo-se ao notar a vã tentativa de alcançar uma faca próxima, pegou a mesma sentindo um prazer único ao segurá-la.

Dilan sentiu as esperanças se desmancharem diante de seus olhos, sua cabeça foi jogada contra a parede e o sangue escorreu dela pingando ao chão, enquanto ao fundo Edward ainda sorria, “ pensei ser capaz de me livrar dele, pensei ter ficado forte o bastante para me proteger, para proteger a todos, mas estava enganado” constatou Dilan sentindo os lábios serem prensados contra os do Edward, numa mistura de dor, sangue e ódio.

—Agora... — Sussurrou Edward sem afastar os lábios —Grite— Proclamou afundando a faca no ombro de Dilan.

E o grito rouco que escapou pelos lábios trêmulos de Dilan ecoou por todos os cômodos de tão alto que fora, sua voz levada pelo vento ultrapassou o silencio da noite invadindo as arvores da floresta.

Notas finais
Para aqueles que preferem voltar a lê-la apenas quando estiver finalizada, irei compreender. Agora se ainda houver alguém, uma unica pessoa que mesmo P*** da vida comigo continuara lendo os capítulos, ficarei grata. Ao voltar a escrever O Ultimo Shirian, percebi diversas coisas, a primeira é que eu enrolava Muito, tipo muitoooo, tipo muitoooooooo mesmo. Por exemplo: Ao invés de falar "Hiroshi começou a correr" eu escrevia "A mente de Hiroshi nublou-se e naquele instante ele sentiu que precisava urgentemente sair dali, sem pensar em mais nada deu o primeiro passo, o segundo, e em instantes iniciou uma corrida frenética sentindo os ventos que vinham balançar as madeixas ruivas" 3 linhas que poderiam ser resumidas em 1/3 de uma shueashueash Bom estou falando isso porque talvez, talvez.... minha escrita mude um pouco ao longo dos novos capítulos, mas creio que não será muito, já que escrever dessa forma mega enrolatória já virou um habito e parte do meu estilo de escrita Novamente, me desculpem pelo Hiatsu Muito obg por todas cobranças, review's e ameaças que me deram em todo esse tempo Foi vocês que me ajudaram a voltar