Notas iniciais
Bom, só o começo, espero que gostem!

Numa quinta feira de inverno nascia um lindo bebê.

Uma pena que a mãe o deixou... Cabelos castanhos, olhos azuis-mar com profundos olhares através da paisagem, definia-o completamente naquele momento.

Ele olhava a sua volta. Ele estava enrolado num berço, em uma praia na Califórnia. Um homem de cabelos Castanhos quase pretos o tocou no rosto. Acariciou e disse:

-É uma pena que você seja o último. O último filho meu. Como pude ser estúpido o suficiente! Com o tempo, aqueles que são imortais acabam deixando de ser... Será que eu deixarei? Oh meu filho... Meu último filho... Quero que saiba que eu sempre te amarei, adeus.

O homem saiu e deixou o bebê na praia. O bebê chorara ao olhar seu pai partindo. Dava para sentir que ele não gostava da situação. Com mais choro as ondas foram ficando mais violentas. Tão violentas a ponto de fazer uma árvore que estava na beira cair.

Por lá, passava uma bióloga marinha. Cabelos castanhos, olhos mel e de estatura média. Estava de férias, andando co seu livro d'O Código da Vinci. Olhava para o horizonte várias vezes que faziam a lembrar-se de seu ex-noivo.

Pelo lado oposto de onde chegara a moça, um homem com a barba por fazer também passava por ali. Era um pouco alto, de cabelos pretos, olhos verdes e um corpo definido. Ele sentou-se em uma pedra e começou a escrever seus rascunhos para o projeto da casa que havia feito.

No mesmo momento os dois olharam para aquele lindo bebê que quase estava sendo levado pelas ondas, os dois correram, sem prestar muita atenção um no outro. Pegaram o berço em conjunto, então suas mãos se tocaram. Eles finalmente se olharam e sorriram. Aquele foi só o começo de uma vida nada fácil. Aquele pobre bebê ainda nem tinha consciência do que viria pela frente.

No mesmo momento os dois olharam para aquele lindo bebê que quase estava sendo levado pelas ondas, os dois correram, sem prestar muita atenção um no outro. Pegaram o berço em conjunto, então suas mãos se tocaram. Eles finalmente se olharam e sorriram. Aquele foi só o começo de uma vida nada fácil. Aquele pobre bebê ainda nem tinha consciência do que viria pela frente.quinta feira de inverno nascia um lindo bebê. Cabelos castanhos, olhos azuis-mar com profundos olhares através da paisagem. Ele olhava a sua volta. Ele estava enrolado num berço, em uma praia na Califórnia. Um homem de cabelos Castanhos quase pretos o tocou no rosto. Acariciou e disse: -É uma pena que você seja o último. O último filho meu. Como pude ser estúpido o suficiente! Com o tempo, aqueles que são imortais acabam deixando de ser... Será que eu deixarei? Oh meu filho... Meu último filho... Quero que saiba que eu sempre te amarei, adeus. O homem saiu e deixou o bebê na praia. O bebê chorara ao olhar seu pai partindo. Dava para sentir que ele não gostava da situação. Com mais choro as ondas foram ficando mais violentas. Tão violentas a ponto de fazer uma árvore que estava na beira cair. Por lá, passava uma bióloga marinha. Cabelos castanhos, olhos mel e de estatura média. Estava de férias, andando co seu livro d'O Código da Vinci. Olhava para o horizonte várias vezes que faziam a lembrar-se de seu ex-noivo. Pelo lado oposto de onde chegara a moça, um homem com a barba por fazer também passava por ali. Era um pouco alto, de cabelos pretos, olhos verdes e um corpo definido. Ele sentou-se em uma pedra e começou a escrever seus rascunhos para o projeto da casa que havia feito. No mesmo momento os dois olharam para aquele lindo bebê que quase estava sendo levado pelas ondas, os dois correram, sem prestar muita atenção um no outro. Pegaram o berço em conjunto, então suas mãos se tocaram. Eles finalmente se olharam e sorriram. Aquele foi só o começo de uma vida nada fácil. Aquele pobre bebê ainda nem tinha consciência do que viria pela frente. Início Imprensa Contato Ajuda Versão Mobileuma quinta feira de inverno nascia um lindo bebê. Cabelos castanhos, olhos azuis-mar com profundos olhares através da paisagem. Ele olhava a sua volta. Ele estava enrolado num berço, em uma praia na Califórnia. Um homem de cabelos Castanhos quase pretos o tocou no rosto. Acariciou e disse: -É uma pena que você seja o último. O último filho meu. Como pude ser estúpido o suficiente! Com o tempo, aqueles que são imortais acabam deixando de ser... Será que eu deixarei? Oh meu filho... Meu último filho... Quero que saiba que eu sempre te amarei, adeus. O homem saiu e deixou o bebê na praia. O bebê chorara ao olhar seu pai partindo. Dava para sentir que ele não gostava da situação. Com mais choro as ondas foram ficando mais violentas. Tão violentas a ponto de fazer uma árvore que estava na beira cair. Por lá, passava uma bióloga marinha. Cabelos castanhos, olhos mel e de estatura média. Estava de férias, andando co seu livro d'O Código da Vinci. Olhava para o horizonte várias vezes que faziam a lembrar-se de seu ex-noivo. Pelo lado oposto de onde chegara a moça, um homem com a barba por fazer também passava por ali. Era um pouco alto, de cabelos pretos, olhos verdes e um corpo definido. Ele sentou-se em uma pedra e começou a escrever seus rascunhos para o projeto da casa que havia feito. No mesmo momento os dois olharam para aquele lindo bebê que quase estava sendo levado pelas ondas, os dois correram, sem prestar muita atenção um no outro. Pegaram o berço em conjunto, então suas mãos se tocaram. Eles finalmente se olharam e sorriram. Aquele foi só o começo de uma vida nada fácil. Aquele pobre bebê ainda nem tinha consciência do que viria pela frente. Início Imprensa Contato Ajuda Versão Mobile
Notas finais
Rapidinho só pra deixar com água na boca hahaha Beijos! u3u