Notas iniciais
(sexta-feira, 29 de maio de 2015, ‏ 20:17) "Aonde você irá Sem ninguém para salvar você de si mesmo? Eu posso ouvir você em um sussurro Mas você nem consegue me ouvir gritando"

Eu quero ver as suas lágrimas acumuladas

Pelos anos de humilhação escorrerem

Pelo seu rosto frágil, boneca de porcelana.

A face sombria e deformada, indesejável

Pelas minhas mãos da injustiça e terror

Dê vida ao meu coração feito de pedra

O bombeie com seu sangue ruim

Eu farei cortes profundos em sua pele

Que nunca irão se fechar por completo

Você será feita por cicatrizes de violentas

E centenárias batalhas.

Ninguém ouvirá seus gritos

Seus gritos sufocados, gritos silenciosos

Pois eu digo o que todos querem ouvir

Ninguém ouvirá seus gritos

Os nossos risos maldosos cobrirão seus sussurros

Não nos importamos com seu pedido de socorro

Arrancamos sua auto-estima

Trituramos com dentes afiados

Como animais desordenados

Pisamos em sua confiança

E te silenciamos cada vez mais

Como selvagens livres para a caça

Porque rugidos são mais altos

Que os seus simples ganidos

Eu me sentirei forte ao destruir uma criatura frágil como você

Jogarei-te no chão para eu me sentir no alto, estarei no auge

Não adianta orar para o seu Deus morto e perdido,

Você conheceu o demônio em pessoa

Os seus gritos silenciosos e reprimidos

Serão como espinhos perfurando sua garganta

E a culpa imaginária é a sua víbora mortal

Apertando-te até seus ossos quebrarem

Do pó você veio e do pó você se vai

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.