O que o futuro reserva para nós!
2 O Grande Deus Da Guerra!
Notas iniciais
Era apenas pra ser mais um dia normal no Olímpio, se não fosse por o deus dos deuses andando furioso pelos corredores de seu grande palácio, enquanto procurava por um de seus filhos.
Ao passar à enorme estatua do deus da guerra, seguiu em frente atraindo olhares das ninfas, sátiros e outros deuses que ali se encontrava presente.
— ARES , QUERO QUE VOCÊ VENHA ATÉ A SALA DOS TRONOS COMIGO AGORA ! – Berrava Zeus furioso atraindo mais olhares para si, enquanto raios e trovões eram mandados ao mundo mortal assustando muita gente de New York, Estados Unidos e Flórida.
O deus da guerra por sua vez apenas revirou os olhos, sabia que iria receber mais uma bronca e algum castigozinho pelo que fez, alias quase sempre Zeus aparecia nervoso e berrava a ele, fazendo assim estar acostumado. Todos ali presente sabia que o deus da guerra havia aprontado mais uma, já que não era toa que Zeus se estressava.
Ares ao atravessar a grande porta, pode ver Zeus sentado em seu grande trono. Ele caminhou até o centro do enorme salão parando assim a esperando de sua bronca.
— Você sabe que exagerou neh? – Pergunta o deus dos deuses ao seu filho, agora ele estava calmo mais ainda possuía certa fúria em seus olhos azuis eletrizantes.
— A Zeus, qual é não foi nada demais o que eu fiz. – Bufava Ares em resposta ao pai.
— Não foi nada de mais? Ares você destruiu uma escola e quase explodiu um prédio inteiro no mundo mortal, já pensou se estivesse alguma criança naquela escola? E se estivesse mais 10 pessoas naquele prédio? – Já falava alterando sua voz e perdendo um pouco da sua compostura. — Ah, e não podemos esquecer que você também comprou briga com Hefesto novamente e também quase começou uma terceira guerra mundial entre o Estado Unido e o Japão, claro se não fosse Hermes a reverter essa situação sei lá o que poderia ter acontecido, na verdade eu sei, mas isso não vem ao caso.
— Ta bom, talvez eu tenha exagerado um pouquinho. – Dizia calmamente, torcendo pra que logo acabasse aquilo.
— Exagerado um pouquinho? – Perguntava Zeus já começando a ficar entediado com a situação.
— Ta, ta, eu exagerei. – Bufou em resposta. —E então, o que eu devo fazer? , ajudar as ninfas ou algum deus que precise de ajuda, derrotar alguns monstros pra você...
— Não, nada disso que você disse. – Interrompeu Zeus. – Eu pensei muito e acabei decidindo que você ira ajudar Dionísio no Acampamento Meio Sangue.
— O QUE? NEM PENSAR, EU NÃO VOU AJUDAR AQUELE BÊBADO A CUIDAR DAQUELE MONTE DE FEDELHOS! – Gritava Ares, já irritado com a situação que havia se metido.
— Primeiro sim, você vai ajudar, e segundo, metade daqueles “fedelhos” são seus filhos. – Esbravejou Zeus.
—Hera não vai gostar disso, ela não vai gostar nada de saber que seu filho vai ter que passar o dia ajudando Dionísio á cuidar de um bando de pirralhos que ela tanto abomina. – Falava Ares, agora tentando manter a calma, com esperanças que Zeus mudasse de opinião pelo simples fato de sua mãe não ir com a cara dos semideuses.
Zeus por sua vez bufou, sabia que Hera iria arma um escândalo ao saber daquilo, mas não podia fazer nada, Ares havia passado dos limites e teria que ter uma punição que pelo menos o tirasse de alguma confusão.
— Hera terá que aceitar, não vou mudar de ideia, você vai ao acampamento e se continuar a reclamar e arrumar argumentos pra não ir, eu irei fazer você passar 100 anos no acampamento ajudando Quíron e Dionísio. – Esbravejou Zeus novamente.
— Tudo bem, é só ajudar o bêbado e o bunda de cavalo neh? , não terei que trocar nenhuma fralda? – Bufava perguntando, enquanto recebia um olhar repreensivo de seu pai. — Por quanto tempo tenho que passar lá, dias? Ou meses?
— Você vai ficar lá por tempo indeterminado, até que eu decidi que você já esteja livre do castigo. – Respondeu o deus dos deuses já se levantando de seu trono. —Alias você irá amanha, e nada de levar sua moto com você. – Continuou, agora saindo da sala dos tronos e deixando um Deus da guerra mais irritado ainda ao saber que não poderia nem levar a sua preciosa moto.
“Não acredito agora eu o grande Deus da guerra vou ter que virar baba de um bando de pirralhos”, pensou Ares com sigo mesmo, saindo logo em seguida do enorme salão pisando fundo.
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