Notas iniciais
Heeey! Cheguei com um caopitulo novo! Será que o plano daTay Tay vai dar certo? Boa leitura beijos ranger girl

Uma raiva cresceu dentro do peito do ex líder dos rangers força animal, uma raiva que ele nunca havia sentido antes. Daniel havia se aproveitado de Taylor, ele estava envolvido com ogros esse tempo todo então as chances de ele saber sobre o passado de sua amada eram enormes. Pensar que ele iniciou o namoro com, Taylor e se esforçou tanto para conquistá-la somente para colocar seu plano maligno em ação, o fez sentir ainda mais novo do ex noivo da águia veloz, porém dentro dele também surgiu um sentimento de culpa, afinal se ele tivesse dito antes o que sentia, não tivesse desistido de Taylor por tantos anos, nada disso estaria acontecendo agora. Taylor e ele estariam felizes vivendo seu amor sem maiores complicações. Se ele pudesse voltar nbo tempo, nem teria aceitado o emprego naquele maldito hospital, porque por mais incrpivel que tudo naquele lugar fosse, não valia de nado, sem a loira marrenta, dona de seu coração ao seu lado.

— O que você descobriu? — indagou Eric arrancando o garoto das selvas de seu transe emocional.

— Bom, o jantar já havia sido servido, o Daniel conversava com alguns amigos e eu com as tenentes. Ele rias e parecia se divertir, o que me deu muito ódio. Mas pelo menos eu consegui humilhá-lo.

— Você o que? — Cole arregalou os olhos

— Pois é, é uma longa história, mas enfim, ele estava se divertindo bebendo todas, até que o celular dele tocou, até aí nada demais. O celular dele sempre tocava quando saímos juntos. O estranho é que ele sempre atende na frente de todos, sabe, porque geralmente na outra linha está alguém pedindo algum conselho sobre aviões. Mas quando olhou para a tela, ele ficou muito assustado e pediu licença.

— E o que você fez? — Eric cruzou os braços atento ao que a piloto diria em seguida.

— Como eu disse, achei muito estranha essa atitude, por isso eu também disse às meninas que ia ao banheiro e o segui discretamente.

Ele estava na cozinha, não falava muito alto porém eu consegui ficar escondida em um lugar perto o bastante para ouvir. Ele perguntou se o homem ou mulher na outra linha havia conseguido as sementes.

— Isso bate com o título do artigo que você viu nas gavetas dele! — Exclamou Cole.

— Exato! Depois de ouvir a palavra sementes é claro que eu continuei ali bem quietinha. Em seguida ele perguntou quando elas chegaram e o Daniel respondeu que amanhã às quatro da tarde era um ótimo horário pois o quartel costumava estar vazio.

— Então o que você pretende? Eric manteve os braços cruzados e lançou um sorriso maliciosos

— O Daniel mandou o homem ou a mulher aterrissar o avião na pista mais afastada da nossa base. Eu a conheço muito bem. O plano é , ao invés de o Wes e o Éric se infiltraram no quartel, como já temos essa informação, os guardiões de prata junto com a polícia vão armar uma cilada para ele, Eu vou aparecer depois para ele não desconfiar, não vou resistir a rir na cara ele.

— É um plano arriscado! Afinal ele pode perceber e escapar — Eric colocou as mãos no bolso.

— Eu concordo com ele meu amor. Além do mais, como vamos chamar a polícia sem dizer o que são as sementes? — Indagou Cole.

— A gente denuncia como contrabando ileal de material da floresta amazônica. Eles vão ter que pelo menos interditá-lo.

— Pode funcionar! — Exclamou o garoto das selvas.

— E vai. Eric podemos contar com você e o Wes para fazerem a ponte com a polícia e levarem os guardiões de prata como reforço?

— Claro que podem. Amanhã cedo vou contar ao Wes para prepararmos tudo. Não se preocupe Taylor, amanhã pegamos esse canalha e você vai estar livre!

— Assim espero!

Eric se despediu dos ex -companheiros rangers com um sorriso antes de ir embora.

— Nem dá para acreditar que o Daniel ficou tão bêbado que não percebeu que eu escutei a conversa, depois ele até perguntou por mim, eu disse que tinha ido no banheiro e ele acreditou, nem percebeu que eu tinha vindo da direção oposta. Por sorte as meninas me apoiaram.

Antes de terminar a frase, Taylor encarou o amado percebendo uma feição diferente.

— O que foi meu amor? — Ela segurou suas mãos de maneira carinhosa.

— Eu não sei, você sabe como eu sou intuitivo e estou sentindo um aperto tão grande quanto amanhã. Eu estou com medo de algo acontecer a você meu amor! — Explicou acariciando os cabelos da amada.

Em retribuição ela juntou seus lábios ao dele em um beijo apaixonado.

— Ei, não fica assim. O Daniel vai receber a entrega, a polícia e os guardiões vão o prender em flagrante. Vai dar tudo certo! A essa hora amanhã, eu vou estar aqui com você! Nos dois vamos estar felizes e tranquilos, eu estou pensando em ir no restaurante daquele seu amigo, sabe dessa vez com o amor da minha vida do meu lado e não me servindo.

— Eu ia adorar!” Você tem razão, além do mais, ninguém é páreo para você e falando nisso que história é essa que você humilhou o Daniel?

— Ah meu amor, você não acredita. — Começou Taylor se sentando no sofá abraçada ao amado Foi o seguinte, eu te contei sobre o soco que eu dei nele.

— Sim.

— A minha mão deixou uma marca gigante no rosto dele e para disfarçar ele passou corretivo.

— Não. — Cole comentou incrédulo.

Os dois deram risada da situação e conversaram sobre outros assuntos até tarde da noite, mas apesar de ter se divertido e de ter Taylor ao seu lado. O aperto que Cole estava sentindo não o havia deixado, de algum modo ele sabia que algo de ruim aconteceria nesse flagrante e isso o atormentou a ponto de não deixá-lo pregar o olho a noite toda. Porém, guardou a angústia para si, Taylor estava tão confiante, ele não queria estragar tudo, além do mais seus pressentimentos nem sempre estavam certo, talvez fosse só preocupação excessiva. Com esse pensamento , ele se despediu de Taylor com um beijo antes dela ir para o quartel e para uma missão que poderia ser mais perigosa do que enfrentar o mestre ogro em pessoa.

A loira entrou no quartel com um sorriso no rosto, claro que seus colegas pensaram ser pelo jantar do dia anterior e pelo anel de diamantes em sua mão. Mal sabiam eles que tudo que ela queria era arrancá-lo. O motivo de sua felicidade era a derrota iminente de Daniel que naquela tarde iria para a prisão onde era o seu lugar.

Ao ver o cretino, ela acenou empolgada.

— Olha se não é a minha noiva, achei que estaria de mal humor, mas por esse belo sorriso, o que aconteceu.

O que a piloto da força aérea mais queria naquele instante era esfregar na cara de seu chantagista que já sabia de tudo e havia preparado uma armadilha para ele, mas tinha que se segurar, afinal, se desse alguma bandeira, poderia colocar todo o plano em risco. Por isso se limitou a responder:

— Ah Daniel eu desisti de lutar contra a maré, em pouco tempo você será meu marido e preciso me acostumar a te tratar bem. Sabe que não quero uma vida de brigas.

O militar arregalou os olhos desconfiado com a gentileza de Taylor.

— Ah minha querida, não sabe como fico feliz em ouvir isso. O nosso casamento vai ser inesquecível, pode acreditar!

— Eu sei que sim.

— Bom, eu adoraria ficar aqui conversando, mas tenho muito que adiantar agora de manhã, pois à tarde, depois que resolver algumas outras questões , vou encontrar com o alfaiate para refazer a primeira prova do meu terno de casamento! Sei que é cedo, mas eu já tinha encomendado, não gosto de deixar nada para a última hora! Mal posso esperar para experimentar o hoje a tarde.

Taylor forçou um sorriso, mas assim que Daniel se virou ela cochichou para si mesma:

— A única roupa que você vai vestir hoje à tarde, seu filho da mãe, é o uniforme da prisão!

Mais tarde, os pés de Taylor quase fizeram um buraco no chão do quartel de tanto caminharem em círculos e seis olhos não desgrudaram do relógio nem por um mísero segundo. Contudo os ponteiros pareciam estar de mal com ela já que andavam em câmera lenta. Eram três da tarde, ainda faltava uma hora para o flagrante de Daniel e para sua liberdade. A piloto por sorte não tinha nenhum teste ou viagem aérea importante, pois sua mente não conseguia pensar em outra coisa.

Por fim, sua impaciência foi vencida pela fome e Taylor caminhou para o refeitório, com tudo antes de sair da sala deu de cara com seu carrasco.

— Olha! Justamente quem eu estava procurando. — Daniel a fitou de um jeito diferente, ainda mais maléfico.

A loira arregalou os olhos surpresa.

— O que você está fazendo aqui?

—- Onde mais eu estaria? — indagou parecendo estar realmente confuso.

A tenente engoliu seco, ela deve ter se precipitado, afinal, ainda faltava uma hora, claro que ele estaria por ali e não na pista afastada, caso contrário, levantaria suspeitas.

—- Tem razão, que cabeça a minha. -- — a voz da águia voz saiu rouca de nervoso.

—Eu quero te convidar para ir comigo até o meu alfaiate, ele adiantou o horário. Não precisa me xingar, ver seu vestido daria azar, mas acho que você ver meu terno não tem perigo.

Taylor respirou fundo enquanto disfarçava as mais trêmulas, será que Daniel havia percebido algo e a queria levar para longe?

—- Até queria, mas não posso, tenho muito trabalho, se me der licença.

Porém antes que Taylor pudesse sair, as mais frias de Daniel seguraram seu braço.

—- Eu falei com o comandante, você não tem mais nada por hoje. Por acaso está procurando uma desculpa para recusar um convite do seu noivo? —- a pergunta pareceu mais uma ameaça. Pelo visto ela não teria escolha.

—- tudo bem, eu vou com você, mas é sério, tenho que voltar cedo em menos de uma hora e você também. —- comentou sem perceber o erro.

—- Porque eu teria que voltar cedo?— indagou Daniel se fazendo de desentendido.

—- Ah, sabe? Você mesmo me disse que tinha coisas a resolver, então, vamos.

—- E, mas consegui adiantar tudo. E então, vamos.

Daniel era mais esperto do que ela podia imaginar.

Engolindo a saliva que teimava em escorrer, a tenente se limitou a fazer que sim com a cabeça.

Enquanto entrava no banco de carona do carro de Daniel, ela olhou de um lado para o outro na tentativa de ver alguma movimentação dos guardiões de prata. Sem sucesso, ainda estava muito cedo.

— O que deu em você hoje, minha querida, parece nervosa…—- Daniel entrou ao lado da noiva se sentando no banco de motorista.

—- impressão sua, está tudo bem!

—- Que bom!

Taylor respirou fundo enquanto sua mente tentava pensar em uma maneira de sair dali, não era possível. Como Daniel havia conseguido adiantar o tal alfaiate e porque ele queria tanto mostrá-la um estrupido terno? Com certeza havia algo errado por isso, escutando sua intuição, a loira mandou uma mensagem para Eric.

“ Eric, aqui é a Taylor, eu acho que de algum jeito o Daniel descobriu a emboscada. Estou em um carro com ele porque o crápula me obrigou a acompanhá-lo até o “ alfaiate”, mas duvido muito. Se eu não aparecer, procurem.

E caso o pior aconteça,

Digam ao Cole que eu o amo mais do que tudo”.

Assim que enviou a mensagem, a garota ouviu uma risada ao seu lado.

—- A Taylor, seus amiguinhos guardião de prata não vai conseguir nos achar e muito menos o seu amado Cole.

Um arrepio subiu por todo corpo de Taylor e não de um jeito bom.

— Como você?

—- Ah, eu tenho os meus contatos. Achou mesmo que esse plano de armar uma emboscada para mim ia dar certo? Sinceramente achei que você fosse melhor do que isso.

De maneira automática as mais de Taylor se levantaram em direção ao rosto do cretino, seria um imenso prazer manchar — lo ainda mais.

—- Violência física a uma hora dessas? — Daniel a segurou antes que atingisse o objetivo.

— Qual é o seu plano?

—- Você já vai descobrir, mas antes, bons sonhos!

O tenente colocou um pano branco no nariz da noiva a fazendo adormecer.

Notas finais
E agora? Tay Tay está em pergio.Será que os outrosvãocosneguir ajudá-la? Essecapiutlo inalgurou a ultima leva de capítulos dessa hsitoria. Sim, estamos quase no fim dessa saga e eu estou chorando enquanto escrevo essa nota.