O que não fazer na escola.

3 Narração e Guerra!


Notas iniciais
Desculpe a demora,podem guardar as tochas e os garfos e não me odeiem.

Era outra aula (óbvio), todos estavam cansados de tanto assistir aula (mentira, não prestaram atenção em nenhuma).

–É aula de quê agora? –Eu perguntou.

–Faz seis meses que as aulas começaram e tu ainda não sabe quais são as aulas? –Loceram perguntou enquanto organizava um monte de alianças em ordem alfabética.

–Tu não tinha saído da sala? –Viv perguntou.

–Sim, mas isso foi no capítulo passado –Loceram responde.

–Ahh... –Todos respondem juntos.

De repente o professor entra na sala. Ele é feio, careca, tetudo, arrogante...

–Quem está me narrando? –O professor pergunta.

Imediatamente Eu guarda o microfone em baixo da carteira.

–Eu não faço a mínima ideia –Eu diz

–Fica estranho quando o Eu fala eu né? Parece que ele esta falando na terceira pessoa — Syaht comentou.

–Alunos eu estou muito decepcionado com vocês, essa foi a pior turma. –O professor diz gritando.

–Eu não estou decepcionado não –Eu falou.

–Não estava me referindo a você aluno idiota, e sim a mim, o professor! –O professor fala

–Ahh... –Todos dizem juntos

–Essa turma teve as piores notas! –O professor ainda gritava. –Vou chamar por ordem alfabética...Arriene! –O professor grita.

Arriene se sente insultada e pega o celular, ela olha bastante para o professor, mas sente pena e desiste.

–O professor já é horrendo demais, não precisa de punição, só se olhar no espelho deve ser horrível para ele –Arriene diz.

Ela se levanta e vê a nota. Foi como ver o demônio puto querem punir alguém, ela pega o celular e faz uma ligação. Três homens entram na sala. Um usa uma arma de choque no professor, outro põe um saco preto em sua cabeça, e os dois o levam. O terceiro fica.

–Tudo certo senhorita –O homem diz

–Ótimo, quero que ele pague por essa insolência. Quero que ele sofra, sofra muito.

O homem fez um aceno de cabeça e se dirigiu à porta, mas hesitou e olhou para cima

–Mas que porcaria é essa? –Perguntou o cara de preto.

O homem estava intrigado enquanto tentava entender de onde vinha aquela voz.

–É você garoto?

Ele se dirigiu à cadeira em que o Eu estava sentado e o encarou com ódio no coração

–Você vai continuar narrando tudo o que eu faço?! –O homem diz com raiva

Infelizmente aquele homem não compreendia o que estava acontecendo, nem admirava aquela incrível voz sedutora (é claro que a minha voz é linda).

–Voz de locutor de motel, isso sim –Syaht diz

–Eu sou o narrador –Eu falou melodicamente, ignorando o comentário de Syaht

–Porque a porra dessa história tem narrador?! –Pergunta o homem

–Não sei, mas eu gosto de fazer isso –Eu responde docemente, era tão doce que criava formiga.

E como se nada tivesse ocorrido Eu continuava a narrar. Com uma mistura de ódio e aversão o homem se virou para a chefa.

–Esse cara tem problemas! Ele tá narrando ele mesmo –O homem não entendia o fato de o Eu estar narrando ele mesmo.

–Parem já com isso! Faça o seu trabalho direito Eu, ou você vai ser o próximo a sumir! –Arriene falou

–Mas se eu sumir...quem vai narrar?

–Não duvide de mim! –Arriene diz em tom de ameaça.

–Tudo bem –Diz Eu baixando a cabeça

–E você vá embora. Seu serviço já acabou

E quase correndo o homem sai da sala.

–Caraca, isso foi estranho –Syaht falou

–O que? O cara que acabou de raptar o professor, ou o narrador se narrando? –Viv pergunta

–Hum...essa foi difícil, mas o pior foi o narrador se narrando. Já estou acostumada com os servos da Arriene.

–Eu achei engraçado –Anastácia comentou

–Eu achei lucrativo –Loceram diz enquanto guardava três carteiras, três pares de sapatos, um Blazer, dois celulares, três relógios, uma laranja, duas cuecas, uma calça, dois cintos e um par de óculos escuros que acabara de “achar”

–Já que o professor foi sequestrado, o que vamos fazer? –Eu perguntou e ninguém escutou

–Bora jogar Pôquer? –Anastácia pergunta

–Mas ninguém sabe jogar Pôquer –Loceram falou

–É verdade –Todos concordam

–O que nós vamos fazer? –Viv falou

–Já sei, vamos falar coisas aleatórias e sem sentido –Froda propôs

–Parece legal –Syaht falou

–Eu tenho uma ideia melhor, que tal se jogássemos um jogo online? –Loceram sugere

–Você tem computador aqui? –Anastácia perguntou

–Tenho –Loceram tira sete notebooks da mochila

–Onde tu conseguiu esse notes? –Viv pergunta

–Onde tu conseguiu essa mochila? –Fala Syaht colocando uma das pernas dentro da mochila e caindo lá dentro

–Eu achei dentro da minha mochila, e não mexa nela!-Diz Loceram tirando Syaht lá de dentro.

Cada um pega um notebook.

P.S: Ainda estamos dentro da sala de aula.

–Nós vamos jogar o que? –Syaht pergunta se recompondo da queda que levou

–É de guerra eu vou explicar –Loceram diz

Interrompemos esse programa para passar a propaganda eleitoral gratuita, voltaremos com a programação local em alguns minutos.

Caro leitor, eu sei que você não quer isso, então vamos pular às duas horas de enrolação e ir para o que interessa.

Depois de um bom tempo de explicação, todos os personagens estavam no campo de batalha, era uma cidade destruída.

–Não esqueçam, objetivo principal é dominar todo o território –Loceram diz.

Todos os personagens se posicionaram.A Anastácia vestia uma roupa de coelinha camuflada,todos ficam olhando para ela.

–Que foi?-Anastacia pergunta.

Todos continuam olhando para ela.

–A,é a cor né?-Anastacia pergunta-eu sabia que vocês não iam gostar dessa cor.

–ok- todos dizem e se espalham.

.A personagem da Arriene estava massacrando o inimigo. Loceram matava apenas com a faca. Tudo estava bem até que a personagem da Anastácia leva um tiro na cabeça. Syaht corre até Anastácia.

–Minha esposa, não morra! –Syaht estava chorando

–Diga ao Loceram, que eu odeio esse jogo –Anastácia diz pouco antes de morrer (no jogo).

Syaht se levanta, ela estava com sangue nos zói e sai correndo, e então com toda sua fúria, ela leva um tiro na cabeça e morre (no jogo). Viv viu os corpos e então sai do local. Froda joga uma granada contra o inimigo, mas a granada bateu na parece e volta.

–Droga — Froda diz e vem à explosão.

Fora do jogo.

–Como tu morreu? –Syaht pergunta para Froda

–Ehrr...ahn, eu fui atingida por uma granada inimiga –Froda diz.

De volta ao jogo.

Arriene acaba de enfiar uma granada na boca do adversário

–Você não merece clemência –Ela dá um sorriso cruel

Loceram corre para dar uma facada no inimigo, mas acaba levando uma facada por trás. Ele sentia a lâmina o atravessando por trás e morre.

–Vai se foder Eu! –Loceram diz irritado enquanto Eu só ria da cara dele.

Viv fugia de três inimigos, até que um avião atinge o local e tem uma grande explosão.

–Não se preocupe, sua morte foi necessária –Arriene diz enquanto aterrissa de paraquedas, mas ela acabou sendo fuzilada.

Fora do jogo.

Arriene pega o notebook e joga na parede. Todos olharam para Eu

–Não se preocupem, eu morri quando o jogo começou, só que ninguém percebeu. –Eu diz

–Ok, depois do massacre, o é que nós vamos fazer? –Anastácia pergunta

–Que tal um jogo de luta? Eu tenho TV e um Xbox aqui –Loceram fala.

–Eu estou cansada de jogos –Arriene diz

–Que tal se nós estudássemos? –Syaht diz

–Isso é chato, vamos fazer algo divertido –Froda fala

Todos ficaram pensando

–Vamos jogar Pôquer? –Anastácia fala

–Não! –Loceram diz enquanto guardava cinco celulares na mochila.

De repente começou uma tempestade, o céu ficou escuro, parecia noite. Depois de um longo trovão surge um espectro maligno, uma mulher com um chicote: era a pseud. Coordenadora.

–O que está havendo aqui? –O ser cruel pergunta

No teto havia um globo de vidro, luzes de neon e música eletrônica tocando. A mulher maligna desliga as luzes de neon e corta a corda que está segurando o globo de vidro, que caiu em cima de um aluno.

–Não seria melhor chamar um médico para ele? –Viv pergunta

–Prefiro ver um aluno morto a ver vocês se divertindo. –A pseud. Coordenadora fala.

P.S: Enquanto isso o aluno tá gemendo no chão.

–Onde está o professor? –A criatura pergunta

–Ele passou mal e teve que sair, não foi pessoal? –Arriene diz mostrando o celular

Todos concordam

–Vou ao banheiro. –Syaht diz e sai

Durante o tempo que ela saia, o resto ficou falando coisas aleatórias e sem sentido (novidade). 30 minutos depois...

–Cadê a Syaht? –Anastácia pergunta

–Ela disse que foi para o banheiro. –Eu diz

–Será que ela se perdeu? –Froda pergunta.

–... –Todos estavam pensando

Anastácia começa a chorar

–Que foi, por que você está chorando? –Viv pergunta

–Será que ela foi sequestrada? –Anastácia diz entre soluços

–Ela pode ter sido sequestrada, mas para onde? –Froda pergunta

–Só tem o livro de espanhol na mochila dela –Loceram fala

–Isso deve ser um sinal! –Froda conclui

–Ela deve ter sido levada para o México –Anastácia diz

–Então vamos para o México –Viv fala

–Eu achei uma passagens para o México –Loceram diz

Eu se vira e olha pela janela da sala e vê Syaht passando. Ela parecia estar procurando algo.

–Gente, ela tá ali... –Eu fala, mas ninguém o escutou

–Vamos para o México –Froda fala, e todos saem menos o Eu

–Eles foram para o México? –Eu se perguntou –E o Loceram também?

Eu se levantou e foi até onde Syaht estava

–Tu tá procurando o banheiro? –Eu pergunta

–Claro que não, que besteira. Eu só tô meio perdida –Syaht disse disfarçando muito mal

–Você sabia que o banheiro é do lado da sala? –Eu pergunta

–Ehrr... é claro que eu sabia. –Syaht falou

–Os dois voltam para a sala e o celular do Eu estava tocando.

–Alô, quem fala? –Eu fala

–Alô, aqui é o pai da Syaht –Um homem diz -Eu estou ligando porque ligaram para o meu celular perguntando se eu havia recebido um pedido de resgate.

–Não se preocupe senhor, foi engano –Eu diz e desliga, e o celular toca novamente

–Alô. –Eu diz

–Eu, nós ligamos para o pai da Syaht e ele disse que não pediram o resgate ainda –Froda diz

–Mataram ela! –Anastácia gritava chorando

–Nós não achamos ela aqui –Froda falava

–Ela tá aqui na sala –Eu falou

–Eles a deixaram ai? Você pagou o resgate? Fique exatamente onde está, ela deve estar muito abalada –Froda diz

–Ela est... –Froda havia desligado e minutos depois eles entram na sala

–Syaht! –Anastácia gritou

P.S: Detalhe, eles foram para o México, procuraram ela, ligaram de volta e voltaram. Tudo isso em 20 minutos.

–Que foi? –Syaht perguntou

–Você está viva! –Anastácia diz. Eu passou 10 minutos explicando a situação para os amigos, e logo em seguida toca para a última aula do dia (ainda bem)

Notas finais
espero que tenham gostado. pf comentem