Notas iniciais
Capítulo feito em cima da hora... Fiz as pressas e sinceramente não curti taaanto o final. Talvez seja pelo fato que revisei porcamente, e me perdoem... Seja quem é for que lê esse monte de infelicidade que chamo de conto. Estou em época de provas... Por isso que estou parada em quesito "senta, cale a boca e escreva". Desculpem por isso... O próximo capítulo TALVEZ saia na quinta-feira (29/10) , se não, ele sairá DOMINGO (01/11), tentarei ao máximo respeitar o prazo... Está fanfic é a que mais tenho necessidade em escrever, não me importarei com o fato de não ser correspondida por leitores... Eu sempre vou postar, até saturar. Recado dado, tenham uma boa leitura...

Maria Antonieta é mãe de Gustavo; ambos vivem num pequeno apartamento na cidade grande. A mãe trabalha quase todos os dias úteis como babá e diarista para uma família abastada. Já Gustavo mal vê sua mãe, e nunca conheceu seu pai. Sua progenitora mal cita o nome dele e deixa explícito que não gosta de tocar neste assunto. Gustavo sente-se frustrado; pelo fato de que sua mãe não goste de comentar este assunto com ele, mas deixa quieto pois não sente falta de uma imagem paterna, e esforço que sua mãe faz para sustenta-lo e ainda lhe dar pagar uma escola privada, já faz tudo valer a pena.

Dona Maria, por mais que seja uma mãe esforçada e dedicada, não tem muito tempo de sentar-se e conversar com seu menino, e o próprio acha que atrapalharia sua mãe com assuntos fúteis do seu cotidiano. O jovem vê sua mãe chegar todos os dias às nove horas da noite, muito cansada por cuidar de duas crianças pequenas, e ainda ter coragem para fazer os afazeres de casa. Ele faz o impossível para alegrar sua amada mãe. Seja fazendo os seus deveres e ajudando-lhe a cuidar da casa.

Mas, Gustavo sabe que as coisas não estão indo bem, as dividas estão acumulando e sua mãe não tem estado muito bem de saúde. E como um filho exemplar e amoroso, ao completar quinze anos, ele já procurava algum estágio para ajudar a sua mãe; que mal pode aguentar de felicidade quando o seu único filho começaria a trabalhar na próxima semana. Gustavo estudava de manhã e trabalhava no período da tarde.

Por uns meses tudo correu bem para mãe e filho, até que um dia, um infeliz dia; Maria ligou em uma sexta-feira para o celular de seu menino, avisando-lhe que sairia mais cedo do seu serviço e que naquele dia eles poderiam jantar fora. Risos, e “te amo” foram trocados entre mãe e filho. Só que naquele dia, Maria chegou muito mais cedo em sua casa por volta das cinco da tarde, e foi tomar um banho, se arrumou, e aguardou Gustavo.

Ela aguardou e aguardou, já era por volta das nove horas da noite e seu menino não houvera ligado como de costume se caso se atrasasse; Dona Maria como qualquer mãe dedicada se aprontou e ligou para o número de seu filho. Ele não atendeu. Quando Dona Maria desligou a chamada ouviu batidas escandalosas na porta de entrada, assustada ela olhou pelo olho mágico e viu quem batia; era uma de seus vizinhas Amélia. Ela possuía uma feição de tristeza e o rosto estava avermelhado. Maria abriu a porta rápido mas antes de dizer algo Amélia já atropelou-a com a seguinte frase: “Maria venha pelo amor de Deus, é o Gustavo! É o Gustavo!”.

Dona Maria não pensou duas vezes, foi correndo com Amélia para onde quer que ela o levasse, seus instintos lhe diziam que aquilo, não era boa coisa. E Maria Antonieta não podia estar mais certa, e pelos céus... Como ela queria estar errada. Lá no chão, já semicoberto estava o corpo do seu garotinho Gustavo... Morto.

Notas finais
Simplesmente odeio quando uma mãe perde seu filho. Não suporto, eu sofro. Por mais que não seja um mãe. Eu amo relações entre pais e filhos, ainda mais quando é mãe... A pessoa que mais sofre com a perda da sua criança. É super doloroso, ainda mais quando se perde sem motivos. É injusto.