Notas iniciais
Mais um capítulo. Revisei rápido e com certeza deve haver erros. Próximo capítulo sairá de segunda (26/10) até quinta (29/10) Boa leitura.

João era um velho alcoólatra; assim como muitos outros espalhados pelo mundo. Diziam as más línguas, que o homem era um farrapo que viva solitariamente em um condomínio caindo aos pedaços, que era um homem violento, e que não possuía um trabalho fixo. Sim, João era um alcoólatra arisco, que vivia em um apartamento caindo aos pedaços, e morava só, ele era tudo o que falavam sobre sua pessoa. Mas, quando João está só; sempre é atormentado por terríveis memórias passadas. Este farrapo, do qual todos citam como um sujeito de má índole, chora todas as noites chamando por sua falecida família, pedindo perdão pelos seus feitos.

Mas são poucos aqueles que realmente conhecem este alcoólatra e sua história. João foi era um homem, um bom trabalhador, casado com uma esposa gentil, e pai de uma menina linda de cinco anos. Decidiram ir ao zoológico num dia ensolarado, arrumaram seus mantimentos em mochilas, e seguiram estrada até o zoológico. Chegando numa avenida movimentada, João estava distraído escutando as gostosas risadas de sua menininha. Foi numa fração de segundos, João escutou o grito de sua esposa e fora tarde demais.

Ele acordou no hospital depois de um dia, e logo soube da notícia fatídica. Perdera as duas preciosidades da sua vida. João morreu naquele instante; dava para ouvir seus gritos do corredor. Uma semana depois, João recebeu alta e voltou para a casa. Ele não aguentou. Largou o emprego e vendeu a casa, não conseguiria viver mais naquele lugar. Logo depois ele adotou o álcool, e pouco a pouco foi definhando numa mesa de bar; lamentando a sua dolorosa perda. Seus amigos e parentes logo não demoraram para abandona-lo e deixa-lo à deriva de seus problemas.

João se culpa e chora sozinho até hoje, mesmo que não tenha sido sua culpa.

Notas finais
João precisa de um ombro amigo.