Notas iniciais
oi gente. finalmente eu posso dizer. VOOOOOOLLLLLLLLTAAAAMOOOOOOSSSSSS. me desculpem pela demora, a criatividade e provas de matemáticas juntas nunca fizeram uma boa equipe. Mas voltamos. uipi. enjoy

Pov Charlotte (Rapunzel)-

— Estamos aqui, não para comemora, mais sim os chamamos para investigar o desaparecimento da minha filha — diz o presidente, todos os convidados da festa começam a sussurra ou murmura xingamentos.

Ele engoliu a seco antes de apontar para nos, ou seja, pra mim e o imbecil. Que ainda não passou pela minha cabeça que ele havia me beijado, como ele tem audácia? Mais senti algo diferente aparti do beijo. Além de um formigamento em meus lábios, eu havia gostado. Mais o sentimento é monótono. Garanto que estou errada sobre mim.

— Aqueles são Charlotte e Ian – diz ele me tirando dos pensamento — são da polícia e estão aqui para investigar – completa, o lado bom que ninguém sabe quem somos, e o lado ruim é q ninguém sabe, por isso não tem como ficarem nervosos. Mais se atacarem, não vão saber que estamos preparados.

Pra mim todos eram suspeitos, como o cara de cavanhaque, ou a mulher de cabelos pretos extremamente iguais ao da Merida. Ou se não o cara baixinho que usava peruca, ele não pensou que não perceberia, mais percebemos.

O presidente está na ponta da mesa, ou seu lado a menina que antes usava o capuz, então era isso. A primeira filha do presidente. Os convidados e Bem no meio da mesa estávamos: Hans em minha esquerda e Jack a minha direita, e infelizmente fiquei no meio deles.

Fui tirada de meus pensamento quando senti algo puxando meu vestido. Olhe e Hans me puxou para perto para sussurrar em meu ouvido.

— Temos que observar os principais suspeitos – diz ele olhando em volta, aceno com a cabeça olhando em volta.

— Para mim são todos, até mesmo o presidente poderia um dos envolvidos – falou o imbecil finalmente entrando na conversa, reviro os olhos e me volto a olhar para ele.

—Não seja bobo, é a própria filha dele – Falou Hans.

— Vejam só, esse caras fariam qualquer coisa para ficar no poder – sussurrou, eu voltei a olhar para Hans concordando.

— Eu detesto fala isso, más, isso pode ser verdade. — Hans e Jack arregalaram os olhos.

— Não sei se fico com raiva, ou honrado.

— Isso não está certo, você falando isso dele? — perguntou Hans, dei de ombros. Os "convidados" começaram a sair da mesa e ir para sala principal, neste momento Hans nos puxa para um canto mais reservado.

— Okay, você se separam e tentam encontar, mais uma vez vou para as câmeras de segurança – falou e em um pisca desapareceu.

— Podemos dançar? – perguntou Jack, olhei incrédula para o mesmo, ele bufou e me puxou para o meio da sala onde havia poucos casais curtindo um ao outro. Já no meu caso não seria um casal. Nunca.

— Eu deve está vendo coisas, foi o vinho?

— Você nem bebeu, como poderia ter sido o vinho – falou me puxando para perto dele, colocou um no meu quadril e a outra segurou minha mão, engoli a seco pela proximidade.

— Você, em vez de ficar só admirando minha beleza, poderia ouvir os outros – falou sorrindo maliciosamente, dei de língua e comecei a ouvir as proximidades. 'Almoço de hoje', 'Como vai a sua avô', 'onde podemos esconder o corpo', 'viu o jogo de ontem?' Espera. Corpo?.

Puxei Jack para onde vir comigo, tomar finalmente vinho. (N/Mally: Sim, em meio expediente bebendo) e ouvir a conversa.

— Como vamos fazer isso? A Polícia está aqui Charlie – O presidente?

— Espere até todos estiverem na saída, assim eles estavam ocupados de mais revistando – falou Charlie, Jack estava certo. Como poderia.

— Onde está sua filha?– falou uma mulher, o presidente suspirou e riu.

— Eu não sei, eles falaram que iria devolver-la mais não o fizeram – exclamou ele, senti uma mão me puxar e depois uma baço perto do meu ouvido.

— Hans, estava nos chamando, vamos – falou Jack, me guiou até os quartos, para encontrar Hans sentando, com os olhos vidrados na tela.

— Vocês tem que ver isso – Falou Hans, nos aproximamos para ver a tela.

A imagem se tratava de um ambiente de laboratório, haviam homens com máscaras e jalecos brancos. Havia um cadáver em uma mesas e todos os cincos homens em volta.

'Soro EDM4 em teste, cadáver morto a 3 dias. Iniciação da aplicação do Soró' um deles pegou uma agulha e injetou no corpo. De primeiro não aconteceu nada.

Olhei para Jack, Ele deu de ombros e voltamos a olhar para o vídeo. Depois de Três dias os homens contataram mudanças, como as veias enormes e perda de cabelo. Os olhos pretos e muito acinzentados.

'Quarto dia do experimento, o cadáver mudou de formar. Mas seu coração não voltou a bater' não havia ninguém na sala, ele homem estava fazendo anotações até que o corpo rola e acaba caindo da mesa. Assustando o homem vai até o corpo, suspende em seu ombro, como ele estava virado não viu o cadáver abri os olhos e acabou sento mordido.

'Socorro' gritou, más ninguém chegou, passou 12 segundos até que ele começou a se contorcer e virar como o cadáver e destruir a câmera.

Coloquei uma mão em minha boca e sentei na cama, Jack e Hans voltaram meu olhar para mim preocupados.

— Em todos os anos, nunca vi essa garota se assustar – falou Hans, Jack deu um tapa na própria cabeça e sentou ao meu lado.

— Você quer dizer que aquilo realmente aconteceu? – Gritou ele. Hans levantou as mãos em rendimento.

— Isso foi gravado, é verdade.

— Precisamos ter uma conversa com o presidente – falei, Jack concordou, nessa hora ouvir gritos e um alarme de ataque.

Estávamos sendo atacados

Notas finais
comentem o que acharam. Pandim (eu sou a luna, mas me chamam assim agora)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.