O quanto eu te amo?
3 O primeiro beijo.
Notas iniciais
Seguimos como planejado, escolhemos todas as tintas e voltamos para o nosso prédio. Em toda a viagem ele não falou nada comigo, sorria de vez em quando, mas não sou tola e nem nada, sabia que não estava falando comigo por conta das conversa que tivemos.
Chegamos em meu apartamento, entrei e deixei ele entrar com as compras atras de mim.
~Taylor.(falei, ele me olha)
~Sim?
~Você esta estranho..se foi por aquilo me desculpa!(Ele apenas me olhava com um certo desprezo)
Mesmo sendo tão pouco o tempo juntos, não me aguentava de ver ele tão calado/ zangado por minha culpa.
~Não é nada(Ele fala finalmente fitando o chão)
~Então o que é?
Insisti, ele olhou para mim, e começou a andar em minha direção.
~Você quer mesmo saber qual é?
~Sim, é só isso que estou te pedindo.(Afirmei entre o pouco espaço que nos separava)
~Okay.
Ele soltou as latas de tinta no chão, colocando a sua mão quente e grande na minha cintura e a outra em meu pescoço, e como se pedindo licença esperou pelo meu consentimento. Sorri já com o rosto dele bem perto do meu, ele sorriu de volta e me apertou junto ao seu corpo, e sem mais delongas ele me beijou. Ali no meio da minha pequena sala em um pequeno(médio) apartamento eu estava me apaixonando por um cara que eu acabara de conhecer.
Estava eu e ele ali perdidos em um intenso beijo, que parecia que ambos esperávamos a tanto tempo, não tinha dúvidas que ele me queria e o meu coração dizia que ele era o homem para mim, eu necessitava dele e em cada instante isso me pareceu a maior certeza desse mundo.
Já arfando sem ar ele separou o nosso beijo. Ainda tomada em seus braços, tentando respirar, eu lhe dei um selinho, ele sorriu de lado.
~E agora? (Eu disse, confusa com a situação, mas feliz o suficiente para não tirar o sorrido do meu rosto.)
~Não sei o que você fará da sua vida, mas saiba que eu estarei aqui, pode se preparar(ele sorri mais uma vez) que eu não vou mais sair do seu pé. ~Agora me diga o lado ruim... (Ergue uma sobrancelha para ele)
[...]
Tay e eu terminamos de tirar as coisa e os móveis do local que pintaríamos.
~Bem, eu começo por aqui e você daquele lado, pode ser?(ele disse, me olhando e entregando o pincel)
~Okay, mas vê se pinta direitinho em?(disse brincando com ele, e com um olhar safado ele veio ate mim)
~Minha linda, você esta na frente do melhor pintor desse prédio!(ele disse e eu comecei a rir, dando-lhe um beijo)
Após nosso pequeno beijo ele se afastou de mim e colocou o liquido das latas em recipientes, um para mim e outro para ele. Armei meu cabelo novamente, e de relance vi que ele tirava a camiseta branca que ele vestia
~E agora vai ter striper aqui na minha casa?
Ele me olhou e sorriu de lado.
~Não! Quer dizer, não hoje, e nem agora...não se preocupe que um dia faço um showzinho só para você(disse convencido)só não quero sujar a minha camisa de tinta. Ele me beija novamente.
Começamos a pintar, e com um pequeno intervalo de tempo vi que tínhamos terminados com a pintura da sala e começado com a do meu quarto(e como um completo profissional ele não encostou um dedo se quer em mim, coisa que não proibiu de mim beijar de vez em quando)
Estávamos sujos de tinta quando percebemos que já era noite, e ambos não havíamos comido nada.
~Tay, tô com fome, e não comprei nada ainda, vamos ter que comprar uma pizza.(falei informando ele, que como descuidada, não tinha NADA para comer naquele apartamento)
~Pra que pizza, quando podemos jantar em um restaurante?
~Gosto mais de uma coisa reservada, gosto mais daqui...é melhor (Não queria chegar no restaurante da cidade já acompanhada, afinal acabei de chegar e já arrumei alguém.Posso ate ser antiquada, mas não gosto que falem de mim pelas costas)
~Okay, se é num lugar reservado que você quer, você vai ter..só te aviso que você terá de cozinhar..sou péssimo na cozinha.(Ele soltou o recipiente e o pincel colocando os na pia da cozinha)
~Tay, te disse que não tenho comida aqui.
[...]
Ele me fez ir ate o apartamento dele(que era apenas 5 apartamentos do meu ) para cozinhar
"Você disse que gosta de cozinhar, me mostre seus talentos, baby" era o que ele havia me dito para me convencer a ir.
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