Bardock finalmente pega o corpo de Gine em seus braços se permitindo pela primeira vez as lagrimas descerem por sua face. Seus filhos o olhavam sem ter absolutamente nenhuma palavra a dizer. Só restou o silencio entre eles. Então todos levantam voo e vão para casa.

Eles entram em casa e bardock leva o corpo de Gine para o jardim ele se senta naquele local com ela nos braços e fica abraçado junto ao seu corpo frio e sem vida deixando apenas as lágrimas falarem por ele. Os filhos olham o pai a distância.

—Isso não podia ter acontecido – Turles finalmente fala – o que ela estava fazendo lá? Ela deveria ter ficado em casa... no abrigo.

—Isso não importa mais, não é? — Raditz fala com dor na voz – nada pode traze-la de volta ... e não sei se nosso pai vai viver bem com isso.

Então Wong e Nanye saem do abrigo ao ouvirem as vozes dos sayajins dentro de casa.

Eles vão até eles e então Nanye ve a cena e se desespera ao ver a garotinha sayajin que ela praticamente criou morta.

—Morreu como uma guerreira sayajin... lutando até o fim – Wong fala- eu sinto muito pela perda de vocês. – Lamentou o velho.

O luto se instauro por longas horas. Bardock se recusava a se separar de Gine. Até que finalmente kakarotto o fez solta-la e enterrarem no jardim de casa como Wong sugeriu como uma tradição terráquea prestadas aos mortos. Ele ajudou kakarotto em todo o processo. Bardock apenas olhava tudo em silencio. Não tinha mais lágrimas a derramar por sua companheira. Não tinha palavras. Não tinha mais nada... ele não se sentia mais nada.

Os dias se passaram e vegeta assumiu o trono como novo rei. Ele decretou o retorno imediato de todos os sayajins ao planeta. Precisariam se reorganizar, reconstruir prédios. Áreas cientificas inteiras. Os hangares, naves em fim. Uma grande quantidade de coisas precisaria ser reconstruída ali.

Bardock não saia de baixo da arvore próximo ao jardim. Ele olhava fixamente o tumulo de Gine ficando em silencio e sozinho o tempo todo. Não entendia aquele sentimento de dor que se recusava ir embora. Ela não conseguia deixar de pensar nela em nenhum momento se quer tentando intender porque aquilo aconteceu justamente com eles. ele precisava dela... não conseguiria seguir sem ela... não valia continuar nisso tudo sem sua oozaru... então um grito gutural é ecoado pelo ar, seu oozaru não viveria sem ela.

Nanye sempre levava algo para que ele comesse, mas ele comia muito pouco. O Semblante dele era de somente dor. Nada traria ele de volta a vida. Ele morreu no instante que a perdeu.

Após um mês o império estava sendo reconstruído e bardock finalmente saiu do jardim.

Ele agora pesquisava diariamente. Vivia no banco de dados pesquisando lendas e outras coisas.

Kakarotto, Turles e Raditz estavam trabalhando diretamente ao rei ajudando na reconstrução do império voltando para casa somente na janta, mas mesmo assim o jantar era silencioso. Eles só conversavam fora dali. Pareciam incomodados com as lembranças da casa.

Após dois meses finalmente bardock acha o que tanto procurava. Naquela noite quando estavam reunidos para jantar ele finalmente quebrou o silencio

—Como está a reconstrução do império?

—Está bem. Até rápido o processo.- Raditz fala

—Tem previsão de quando iram acabar as obras dos hangares?

—Provavelmente em um mês, precisamos de mais escravos para ajudar na reconstrução.- Turles fala

—Humm um mês então

— O rei pediu que quando se sentisse melhor que retornasse como conselheiro. Parece que você tem bastante prestigio com ele – Raditz fala

—Que bom Saber. Vou precisar desse prestigio

—Para que exatamente velho? Posso saber? – Raditz pergunta

—Preciso ir para namekusei. — Bardock fala olhando para os filhos

—Como assim ir para namekusei? Onde fica esse lugar? – Turles pergunta incrédulo

—eu ainda não tenho as coordenadas, mas vou pegar no comando.

—Mas porque raios você iria para outro planeta velho? – Raditz pergunta, achava que seu pai estava ficando louco de vez com a perda de sua mãe.

—eu vou trazer sua mãe de volta – ele fala finalmente

—Velho ela morreu! Aceita isso de uma vez – Raditz grita se levantando da mesa

—Eu nunca vou aceitar isso Raditz... eu vou até o fim do universo se for preciso. – Bardock grita com o filho se lentando da mesa também, batendo com as mãos na mesma. Fazendo os três temer o genitor

—Eu vou contigo – kakarotto se prontifica

—eu também topo – Turles fala de imediato

—Vocês têm quem ficar com o rei agora para ajudar na reconstrução – bardock fala sério.

—eu não abro mão. Se tem uma única chance de traze-la de volta eu quero ajudar – kakarotto fala firme.

—Tudo bem então. Mas ninguém pode saber do que vamos fazer entenderam? – bardock pondera sentando-se novamente a mesa.

Wong olha toda a cena de forma pensativa.