Notas iniciais
A história está apenas no começo então está um pouco enrolada, portanto relevem, é a minha primeira fic =)

— Eu não acredito que você concedeu a imortalidade aquela garotinha, será que agora os Volturi vão fazer caridade? Curar todos os doentes em seus últimos sopros de vida? Faça-me o favor Aro, o que os outros vampiros vão pensar de nós? — Diz Caius
Pela primeira vez Marcus fala:
— Na certa irão pensar que ficamos bons do nada e e resolvemos fazer caridade.
— Meu caros irmãos, se essa garotinha sobreviver a transformação ela será de imenso valor para nós, ela irá tornar-se muito poderosa. Agora, mandarei alguém ir vê-la.
— Demetri ! Vá ver como está a nossa mais nova integrante.
— Sim Senhor.

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Eu acordei me sentido muito estranha, minha garganta estava queimando, mas eu não sabia o que era. Eu nunca tinha visto o lugar em que estou agora, parecia que alguém tinha colocado lentes em mim, eu enxergava perfeitamente cada detalhe do comodo, incluindo as aranhinhas nos cantos das paredes, eu estava respirando normalmente e sem meu cateter.
De repente eu ouço o barulho de uns passos vindos em minha direção e com um baque a porta se abre. Um home alto, pálido e de cabelos loiros e incrivelmente sexy (não de um jeito augustiano porém sexy) está olhando para mim, alguém está com ele, uma garota muito bonita, bochechas rosadas porém com olhar assustado. Eu não sei o porque (ou melhor eu sei muito bem o porque) aquela garotinha estava me dando água na boca, eu sentia como se quisesse... tomar o sangue dela! E foi ai que percebi que eu realmente tinha virado uma vampira.
Aquilo me assustou um pouco, cada vez mais minha garganta queimava e eu já não tinha o total domínio do meu corpo, o estranho chega perto da cama com a garota e instintamente pulei nela cravando minhas presas em seu pescoço, com ele me observando.
Aquela era a melhor sensação do mundo, era como se o melhor chocolate da Suiça estivesse ali no lugar do sangue, e foi ai que eu parei deixando a garota cair. O meu propósito era virar vampira para seguir com minha vida e não acabar com a dos outros.
— De nada vai adiantar parar agora, ela já morreu. E a propósito eu sou Demetri. — Diz o meu estranho não mais estranho agora.
— Hazel.
— Não vai terminar sua refeição?
— Não.
— Eu termino para você então — E então Demetri numa velocidade incrível sugou ate a ultima gota restante do sangue da pobre coitada e largou lá no chão.
— Você sabe que você só vai querer sangue de agora em diante né?
— Eu não quero ter que matar ninguém.
— Mas você vai ter que matar, sua existência se resumira a isso, matar por comida. É claro que você também pode beber o sangue de animais, porém não é a mesma coisa.
— Então me alimentarei apenas de animais, vai ser bom para variar a comida vegetariana da minha mãe.
— Você ainda tem mãe — me olhou indignado.
— Sim.
— E como ela reagiu quando você fugiu de casa?
— Eu não fugi, eu apenas vou viajar por algum tempo e depois voltarei.
— Isso se minha família não te matar antes. — disse ela com um olhar sombrio me deixando assustada.
— Por que eles me matariam?
— Ninguém pode saber que você é uma imortal, a não ser que queira ser morta.
— Então quer dizer que nunca mais posso voltar?
— Não, só até todos que conhece morrer.
Naquele momento senti como se meu coração tivesse quebrado, se é que vampiros tem coração, nunca mais vou poder ver minha mãe nem meu pai? Eles certamente irão procurar por mim.
— Não se preocupe nós arranjaremos um jeito de forjar a sua morte.
— Mi... mi... minha... morte?
— De mentira, assim você poderá ficar aqui em Voltera comigo.
Então Demetri me beijou, eu queria dizer a ele para para, que eu mal sabia quem ele era, mas eu estava gostando. Numa velocidade impressionante ele tirou minha blusa e a dele e fomos em direção a cama, logo nós já não havia nenhuma roupa em nosso corpo, e eu já não pensava em tudo o que estava errado. Era difícil pensar em algo a não ser o prazer que eu estava sentindo naquele momento com Demetri apertando meus seios enquanto ia cada vez mais fundo dentro de mim, o prazer era tanto que estava insuportável. Cada vez mais rápido ele ia me preenchendo, então eu explodi no maior orgasmo que eu já havia tido.
— E então... agora você ficará aqui?
— Claro!
— Ok.
Eu dou um meio sorriso lembrando-me do Gus, eu não deixar minha antiga vida para trás, para ficar num castelo antigo, eu vou fazer minha estrela brilhar em algum lugar grande, como Nova York.
Eu e Demetri nos vestimos na mesma velocidade, e então ele me acompanha até a recepção onde a mesma loira de ontem está sentada.
— Bem, eu vou indo — me diz ele.
— Tudo bem.
A mulher fica me encarando como se tivesse chupado um limão.
— Quer alguma coisa? — A cara de limão azedo me pergunta.
— Você pode reservar uma passagem para mim por favor? Para Nova York, o primeiro voo que tiver.
— Você tem permissão para sair? — pergunta como se alguém ali fosse meus pais.
— Sim, eu tenho.
Eu não tinha permissão para sair, mas ninguém ali era meu dono, eu sou dona de mim mesma, e sei o que é melhor para mim.
— O voo é daqui a 3 horas. — se eu fosse você iria agora para o aeroporto.
Sem dizer a ninguém, peguei a mala com as roupas da antiga Hazel e chamei um táxi, eu ainda não tinha me visto, mas quando o táxi parou na minha frente eu vi, lá estava eu só que mil vezes mais bonita, menos inchada e com os cabelos compridos. A únia coisa de que não gostei foi os olhos vermelhos. Eu abri a porta e o taxista foi direto para o aeroporto.

Notas finais
Gostaram? No próximo capitulo tem muito mais !!