O pior desejo

20 A verdade oculta do programa Super Mercenários


Notas iniciais
Enfim, a Red Ribbon consegue ter... Doutor Gero conta o seu plano que é aprovado pelo comandante Black. Já, Shuu...

O que Black não sabia, era que os soldados e cientistas que ajudaram seus escravos a fugirem, jaziam mortos, pois, deram um tiro em sua cabeça, enquanto que os projetos de fuga foram queimados até que sobrasse pó, além de provocarem explosões em alguns laboratórios, visando apagar qualquer rastro de seus projetos, conseguindo assim ter um êxito absoluto em seus intentos.

– Não é o rei dos demônios. É uma explosão interna.

– Interna? – arqueia o cenho.

– Alguns soldados e cientistas provocaram as explosões!

– Descubra quem foi para puni-los, senão, você será punido pessoalmente!

– Sim, senhor! – ele exclama gaguejando, temendo por sua vida.

Algumas horas depois, conforme caminhava em direção aos laboratórios, recebe uma chamada no celular e atende, reconhecendo como sendo o sargento Lerch.

– A investigação sobre as explosões encontra-se em procedimento, enquanto que todos os escravos foram executados, assim como as outras pessoas não essenciais.

– Teve opositores?

– Um número considerável e foram executados. Os demais se silenciaram ao verem a execução dos que se opuseram.

– Ótimo.

Nisso, ele desliga e quando chega à porta do laboratório principal, encontra o doutor Gero mexendo em um androide e parecia, demasiadamente, compenetrado em alguns dados que analisava em uma prancheta, enquanto que parecia resmungar algumas coisas para si mesmo, pois, eram inaudíveis.

Então, ele pigarreia, chamando a atenção de outros cientistas que eram auxiliares do Doutor Gero e um dele caminha, prontamente, até o comandante Black, sendo que possuía uma prancheta nas mãos.

– Como estão os desenvolvimentos dos androides? – Black pergunta seriamente, pois, eles precisavam destruir, o quanto antes, Piccolo Daimaou.

– Já desenvolvemos dezessete. O doutor Gero-sama está terminando de criar o androide número dezessete. Ele terminou a número dezoito ontem, enquanto que nós terminamos de criar o androide Zero Eleven.

– O número dezoito não vem depois do dezessete? Sua criação não deveria ser posterior ao do número dezessete?

– Ele estava com um problema técnico no número dezessete e resolveu adiantar a número dezoito, enquanto que mandou nós verificarmos o erro no outro androide. Nós terminamos ontem, ao mesmo tempo em que o Doutor Gero-sama terminou a criação do número dezoito. – um cientista com uma idade considerável fala, ao se aproximar dele.

– Entendo. E que androide Zero Eleven é esse? – Black arqueia o cenho.

– A linha Zero compreende os androides psíquicos, sendo que o androide Zero é um androide poderoso e exclusivamente psíquico, sendo o primeiro que criamos. Como tem energia ilimitada, permite usar tais poderes, sem se cansar, mentalmente, assim como ampliarmos o poder psíquico dele, exponencialmente. De todos os psíquicos que possuímos, ele é o melhor. Há outros psíquicos como o Zero One, Zero Two e assim por diante, totalizando dez psíquicos. Mas, a nossa estrela principal é o Zero.

– Psíquicos? Interessante... O projeto Super Mercenários foi um sucesso. Conseguimos excelentes guerreiros para serem androides e nunca imaginei que admitir psíquicos seria tão vantajoso. Eu quero ver uma demonstração de tais poderes.

– O senhor terá e em breve, comandante Black. Eu disse que os psíquicos iriam se provar excelentes androides se conseguíssemos condicionar o poder psíquico deles, juntamente com a energia infinita dos androides e que a ampliação de suas habilidades psíquicas no momento de sua criação, os tornariam androides absurdamente poderosos. – o doutor Gero fala, enquanto se aproximava dele.

– Estava ouvindo? Pensei que quando ficava compenetrado nas pesquisas, ficava surdo a tudo a sua volta. – Black comenta surpreso.

– Sim. É que resolvi dar uma pausa para fumar e ouvi o final da explicação de um dos meus ajudantes.

Ele olha para eles e fala, asperamente:

– Terminem de construir o número dezessete! Irei começar a construir o número dezenove.

– Sim, senhor. – os outros cientistas falam em usino e vão até a maca do número dezessete.

– O número dezenove será útil? Não passa de um ladrãozinho miserável. – Black comenta descrente.

– Vai servir. Ainda mais porque ele conseguiu escapar de nós por vários meses. Ouvi dizer que ele tinha um parceiro ou algo assim com habilidades peculiares.

– Ele conseguiu fugir. De fato, é uma pena que não o pegamos. – Black comenta – esse ser era mais interessante do que ele, uma vez que conseguia se transformar em qualquer coisa, pelo que eu ouvi dizer.

– Isso é fato, pelo que ouvi dizer das habilidades dele... Mesmo assim, esse ladrão vai servir bem como um de nossos androides. Tenho grandes esperanças nele.

Doutor Gero falava, enquanto retirava um cigarro do bolso e começava a fumar.

– Esta fumando mais do que antes. – o comandante comenta, enquanto eles saíam do laboratório.

– Antes, eu tentava controlar, para diminuir. Afinal, meu pulmão está comprometido, como você sabe.

– E porque resolveu mudar de atitude?

– Estou construindo um corpo robótico para mim. Eu quero viver eternamente. Não vou deixar o câncer levar a minha vida embora. Ainda quero explorar mais o meu intelecto.

– Um robô?

– Sim. Não confiaria a ninguém o meu corpo para ser transformado em androide. Por isso, estou criando um corpo robótico poderoso. Pretendo transferir meu cérebro para ele.

– Vida eterna... É algo interessante. – Black comenta sonhador.

– Quer um corpo robótico também? Além de ter uma vida eterna, teria muita força e poder.

– É uma ideia interessante! Vou pensar a respeito. Confesso que você aguçou o meu desejo de vida eterna.

– Viver para sempre... Você dominando o mundo, após derrotarmos o rei dos demônios e eu, explorando ainda mais o meu intelecto.

– Por falar em rei dos demônios... Quanto tempo acha que poderemos colocar os androides em batalha?

– Mais três meses. Preciso testá-los, inclusive a obediência deles, assim como fazer um checkup de seus sistemas, assim que terminar a construção do número dezenove. Não confio em ninguém para programa-los, além de mim.

– Faz bem. É o método mais seguro. Por falar em androides, somente teremos dezenove androides?

– Por enquanto. Ainda temos muitos corpos do programa dos Super Mercenários para convertermos em androides e que estão perfeitamente preservados em tubos criogênicos. Teremos dezenove androides da linha guerreira do um ao número dezenove. Da linha psíquica, os da categoria Zero. Temos dez psíquicos.

– E esse Zero é a estrela principal?

– Sim. É o mais poderoso e será aquele que vai lidera-los. Acredito que a falta de tamanho dele, acabou por influenciar ainda mais o lado psíquico, para poder compensar. Foi o que tivermos o maior desenvolvimento de seu campo mental, quando fizemos os ajustes, para aumentar o seu campo psíquico.

– Ainda bem que não o eliminei, como deveria ter feito.

– Sim. Eu disse para não mata-lo, pois, ele seria o melhor de todos.

– Você estava certo e fico feliz de ter o ouvido, embora que perdermos aquele que seria a nossa estrela principal dos androides, né?

– Com certeza, ele seria o melhor deles, segundo os dados que eu recebi do treinamento dele, conforme ele avançava a um nível exponencial nos treinos. Pelo menos, conseguimos manter a estrela dos nossos psíquicos. O mais poderoso. A perda daquele que seria o mais poderoso dos androides, segundo os meus cálculos, foi uma perda lastimável.

– Se ele sobreviveu ao Piccolo, iremos pegá-lo. Eu prometo.

– Seria excelente, comandante Black. Quero muito ver todo o potencial dele explorado como androide.

– Como está a Terra, atualmente, será fácil subjugá-la.

– Sim. Quando derrotarmos Piccolo, as pessoas que foram idiotas ou facilmente influenciáveis irão nos tratar como seus salvadores. – quando fala “salvadores”, ele gargalha gostosamente.

– Mal sabem que irão se tornar nossos servos, isso sim. – Black comenta enquanto ria.

– Mas, não se esqueça, de que precisamos fazer um jogo mental com eles. Precisamos cativá-los. Quando estiverem cativos, irão nos idolatrar, ao ponto de não se importarem com muitas das nossas decisões, sobre o falso pretexto de garantir que nenhum outro demônio irá surgir. O medo também os deixará obedientes. Precisamos “cativá-los” e assim, eles irão renegar qualquer opositor a nós – ele fala cativar fazendo aspas com os dedos — Para a maioria do povo, seremos os seus protetores. Mas, por trás, seremos aqueles que iremos controlar tudo. Nós seremos a lei nesse planeta. E aqueles que seriam os seus salvadores, irão ser considerados inimigos públicos número um por nós e pelo povo. Afinal, nos seremos seus Deuses, por terem salvado eles de Piccolo e aqueles que querem nos destruir, serão vistos como monstros. Iremos jogar o povo que eles querem defender, contra eles mesmos. – o doutor Gero fala com um sorriso maligno.

– Ainda acha que teremos opositores? – Black pergunta, visivelmente surpreso – Mesmo se tivermos opositores, serão patéticos, com certeza, perante os nossos androides que destruíram Piccolo.

– Mesmo com a gloriosa Red Ribbon possuindo tal poder, precisamos fazer um jogo psicológico, fazendo a população mundial que sobrou ver a Red Ribbon como seus defensores e salvadores, passando a ver aqueles que dizem querer salvá-los em vilões. Nos seremos os mocinhos e eles os vilões, invertendo assim o papel na mente das pessoas tolas e altamente influenciáveis, que formam a maioria da população. Ter um povo que nos idolatra, irá nos ajudar a manter a ordem e a subjugação deles de forma fácil, além deles nos ajudarem a deter os seus verdadeiros heróis, que irão ver, erroneamente, como vilões, graças à visão deturpada deles proporcionada por nós. Iremos criar uma campanha psicológica nesse sentido, assim como outra para nos adorar. Assim, seremos invencíveis.

– É possível?

– Durante vários meses, muitos morreram. Cidades foram destruídas e a sociedade vive a beira do caos, sem qualquer ordem, assim como destituída de seus direitos mais básicos e acima de tudo, em estado de terror, constante. Muitos estão desolados e fragmentados. Famílias foram esmagadas. Ou seja, estão fragilizados e sabem que a culpa disso tudo é de Piccolo Daimaou. Portanto, o ato de matarmos aquele que destroçou as suas vidas e esmagou todo o modo de vida de uma sociedade, sendo que o Rei mundial se mostrou inapto a protegê-los, como a população do mundo esperava e ansiava, eles irão nos ver como seus heróis e salvadores. Iremos ajudá-los a reerguer a sua vida, sendo que nos serão gratos, assim como iremos lançar uma campanha psicológica para nos idolatrarem. Aos olhos dos sobreviventes, a Red Ribbon será vista como salvadora. Com o tempo, conforme subjugamos tais mentes, através de uma campanha psicológica maciça, eles vão perder a capacidade de discernir o que é, realmente, o certo e o errado. Irão ver nós, vilões, como heróis e os verdadeiros heróis, que querem o bem deles, como vilões. O mundo será da Red Ribbon por direito e completamente.

– Incrível! De fato, mentes fragilizadas e em intenso sofrimento, podem ser convertidas facilmente... Mesmo nesse cenário, haverá os heróis? – Black pergunta descrente.

– Sempre tem os tolos que possuem mente forte. Eles existem e sempre existiram. Isso é um fato inegável. Portanto, precisamos converter o povo que sobrou para o nosso lado e que não são muitos, embora estejam espaçados. Iremos reuni-los e lhes garantir segurança e saúde, assim como uma vida produtiva, sendo que iremos controla-los ao nível do inconsciente, ao ponto deles não perceberem a verdade por trás dos nossos atos e inclusive, irão aceitar perder certas liberdades em troca de não experimentarem o terror novamente. A nossa campanha psicologia, mais o terror vivenciado pelos atos de Piccolo e de seus capangas, irão manter uma população obediente, sem precisar usar a força. Iremos conquista-los, para que rejeitem qualquer um que for contra nós. Tal como é na síndrome de Estocolmo. Eles estão, atualmente, consideravelmente fragilizados pela destruição do rei dos demônios e os crimes nas mãos de outros humanos.

– Um plano interessante... Você será o articulador.

– Obrigado. Eu já estou planejando como iremos fazer isso, assim como o cronograma que iremos seguir com as datas para implementar os nossos planos.

– Excelente! A Red Ribbon enfim conseguirá o que é seu, por direito. O mundo! – Black exclama, enquanto gargalhava malignamente, seguido pelo doutor Gero.

Há centenas de quilômetros dali, em um imenso deserto, Shuu estava olhando o mapa, sendo que as paradas foram extremamente controladas, com eles colocando os robôs para protegê-los, antes de saírem dos veículos.

Mesmo com todos os cuidados que tomavam, várias vezes foram atacados por bandidos, inclusive, por um ladrão, que antigamente morava no deserto, chamado Yamcha, que liderava um grupo de bandidos, sendo que ele tinha um gato azul de nome Pual e percebeu que a espécie de gato estava triste, quando olhava para o líder do grupo de bandidos.

Os robôs conseguiram subjugá-los e enquanto eles protegiam o grupo, uma vez que Yamcha olhou faminto para várias jovens, que estavam aterrorizadas frente ao olhar dele, assim como o de outros homens, o gatinho foi levado para longe, graças a um pedido de Shuu a um dos robôs, pois, notou que apesar de fazer parte do grupo de bandidos, ele repudiava muitos atos deles. Portanto, queria ajudá-lo a se afastar deles.

Além disso, queria poupá-lo de ver o que iriam fazer com os bandidos.

Shuu tinha certeza que o bandido sobreviveu, apesar de ter sido castrado por completo, pois haviam amputado o seu membro, assim como dos demais, além de provocarem danos severos na coluna, para que nunca mais conseguissem estuprar ninguém. Com o conhecimento médico dos robôs, foi fácil cumprir as ordens de Suno e ele se surpreendeu com esse lado dela.

Ele sai das recordações dos acontecimentos de dois meses atrás com um sorriso de canto, pois, de todos os ataques, foi o mais marcante, pois, foi nesse ataque que Suno revelou o seu forte instinto de proteção para as demais e todo o seu ódio por estupradores. Antes, era ele que ordenava castrá-los e feri-los gravemente. Agora, ela era que ordenava tal ato aos robôs.

Então, ele olha o mapa mais uma vez e ordena que todas parem.

Todos os carros param, sendo que os robôs são retirados rapidamente das cápsulas.

Somente após terem a proteção deles, elas saem dos carros, sendo que ficam no lado dos mesmos, enquanto a raposinha, que segurava um aparelho nas patas, procurava um ponto específico ao ler as coordenadas geográficas.

Após alguns minutos, ele para de andar e passa a tatear o chão, enquanto que as jovens o olhavam, atentamente.

– Achei! – ele exclama em um misto de animação e alívio, pela busca não ter sido infrutífera.

Nisso, ele cava um pouco e acha um controle protegido por uma redoma que era feita de um vidro resistente.

Ele pega e entrega a um dos robôs, ordenando:

– Destrua o vidro. Tome cuidado com o controle.

O robô pega a caixa com a mão e quebra facilmente o vidro, enquanto que Shuu pegava o controle e ativava o portão subterrâneo, cuja camuflagem era de rochas na parte de cima, sendo que uma quantidade absurda de areia se deslocou para os lados, revelando uma entrada inclinada.

Então, ele sobe nos carros, com os robôs o seguindo, enquanto ele ordenava as jovens:

– Vamos entrar.

Então, todos entram e do lado de dentro, ele espera os robôs entrarem, sendo que antes de fechar a entrada, pediu para sondarem o local em torno deles, atrás de seres e eles detectaram alguns.

– Matem.

– Sim, Shuu-sama. – um dos robôs fala e nisso, todos partem para cumprir a ordem.

Após alguns minutos, eles voltam e entram, para em seguida Shuu fechar o portão e ativar a camuflagem.

Pequenos ventiladores na superfície surgem e sopram a areia que caiu quando a porta abriu, para que cubram novamente a entrada subterrânea, para depois serem realocados dentro da fortaleza subterrânea, que era toda revestida, a parte de fora com pedras, para simular que era uma pedra gigantesca e que estava enterrada nas areias do deserto e no local mais escaldante do mesmo, uma vez que ninguém teria interesse em construir algo nesse local.

As jovens saem, quando estacionam os carros e ficam abismadas, sendo que as crianças pequenas estão no colo de suas mães.

– Venham comigo, robôs. – ele ordena e os robôs se juntam a ele.

– Shuu-chan? – Suno pergunta receosa, sendo que as demais compartilhavam dos sentimentos das jovens.

– Não se preocupem. Vou deixar esses seis robôs com vocês. – nisso, ele faz sinal para seis deles, que se afastam, ficando próximos de Suno – Apenas quero me certificar que só temos nós, nesse local. Além disso, preciso ativar essa fortaleza subterrânea construída por um tolo egocêntrico e igualmente irresponsável, assim como imbecil.

Quando se afastou de Pilaf, ele pode avariar a sua vida e descobriu o quanto foi um tolo e idiota por segui-lo, fielmente, aceitando ser submetido às torturas dele, quando falhava ou quando era culpado por erros que Pilaf cometia, além de sentir raiva por ter sido um idiota ao acreditar que Mai era uma amiga. Ela era tão tola e idiota como o dito chefe deles.

Se eles estivessem escondidos ali, faria questão de mata-los, pois, Pilaf poderia querer usá-las para os seus planos idiotas e Mai iria segui-lo e isso ele não iria permitir. Ele defenderia as mulheres e as crianças, sendo que a única forma de fazer isso era matando eles e não teria pena deles. Mandaria os robôs executarem tais ordens, sem titubear, enquanto que não sabia que ambos estavam mortos.

Após meia hora, com Suno e as demais com medo, Shuu aparece, sendo que elas notaram que as luzes foram ligadas e ao lado de Shuu, além dos robôs de defesa, tinha o robô cientista, tirado recentemente da cápsula, que fala:

– Iremos construir uma espécie de isolante de poder em torno dessa construção. A Red Ribbon descobriu que os capangas de Piccolo e o mesmo, podiam localizar pessoas, facilmente. Acreditamos que seja pela energia delas, já que vocês, seres vivos, tem energia que pode ser detectada, ao contrário da nossa e por isso, os demais robôs serão os únicos que vão sair daqui. Em seis meses, iremos terminar de envolver essa fortaleza, internamente. Até podermos envolvê-la por completo, iremos fazer em uma pequena área, para que fiquem lá, sendo essa área, aquela que compreende alguns quartos grandes. Depois, iremos construir mais acomodações.

– Entendo. Nos aceitamos ficar confinadas nos quartos. Afinal, nossos ex-mestres eram obrigados a nos manterem em jaulas nos seus quartos, caso algum soldado entrasse, para simular que nos maltratava. Ficar em um quarto, mesmo tendo que dividir com as outras, não é nenhum problema, não é, meninas? – um jovem pergunta às demais que consentem.

– Eu vou cuidar da Central de controle. Com certeza, minha energia é bem baixa para ser detectada. Teremos que racionar a comida para durar os seis meses. – Shuu fala pensativo.

– Isso será temporário. Podemos desenvolver uma alimentação considerável quando ampliarmos o número dos animais usados para alimentação e depois de terminamos de proteger essa fortaleza, nós iremos adaptar uma área para plantação.

Então, elas comemoram e os segue, após transformarem os veículos em cápsulas, sendo que entregam os sacos de cápsulas a Suno e Shuu, que depois entram, fechando a espécie de estacionamento subterrâneo.

Há milhares de quilômetros dali, aonde era o Castelo do Rei Mundial, Piccolo, que estava em uma poltrona que criou com os seus poderes, meditando, é despertado pela voz de alguém do lado de fora.

– Eu vim detê-lo, seu desgraçado maldito!

Então, a espécie de atendente dele com cabeça de pterodátilo aparece e fala:

– Um humano tolo veio desafiá-lo, Piccolo-sama. Quer que nós, mazokus, cuidemos disso?

– Não. Eu vou cuidar desse bastardo, pessoalmente. Estou entediado. – Piccolo fala, enquanto se levantava e abria um buraco na parede com os seus poderes.

– Piccolo-sama! O senhor tem que descansar. – a espécie de atendente pessoal fala com visível agonia.

– Não se preocupe. É bom um exercício para variar... Além disso, faz tempo que um humano idiota não me desafia. Vou tentar prolongar a minha brincadeira com ele.

Ele falava, enquanto descia para fica em frente ao humano que era idiota o suficiente para desafiá-lo, a seu ver.

Notas finais
Yo! Quero agradecer ao comentário de: Red Dragon Emperor.