O ovo do Dragão

8 A Reunião de "-Os"


Harry e Ron pegavam seus materiais para a aula de poção. O salão comunal da Grifinoria estava repleto de vassourinhas encantadas de um lado para o outro. Quando saíram pelo portal do quadro d'A Mulher Gorda, depararam-se com Luna. Toda chamuscada com os cabelos armados. Antes que pudessem dizer oi, a garota saltou para perto dos dois.

– Vocês demoraram muito! — disse a garota ansiosa — Parece que há infinitos alunos da Grifinoria.

– Luna, por que está toda... — Harry apontou para suas roupas.

– Chamuscada? — completou Harry.

Luna se aproximou.

– Fui visitar Dracarys. Eu e Draco fomos até a cozinha, convocamos um elfo, e fomos até a Sala precisa. Harry, ele está ficando grande demais... — não sabiam se a expressão da garota era de felicidade ou tristeza. Antes quê pudessem fazer mais perguntas, a garota jogou um exemplar d'O Profeta Diário.

– "Nesta manhã de quarta-feira, Stuart Mionori entregou-se. O bruxo fazia parte da tal organização O.P.E.D., o bruxo esclareceu algumas dúvidas. Alguns dragões já foram encontrados em diversos lugares aterrorizando bruxos e trouxas. Logo o Departamento para Legalização das Criaturas Mágicas foi informado, e Aurores foram parar os dragões."

"Inúmeros ovos de dragões foram encontrados, e juntos deles, os dragões encontrados diariamente estão sendo despachados para a Romênia.”.

“O Sr. Mionori disse que ainda há muitos ovos espalhados pelo país, "enviamos ovos para o beco diagonal, alguns membros da O.P.E.D. os esconderam no Gringotes, em Hogwarts, e se duvidar, há ovos até aqui, no Ministério.". O bruxo não citou nome algum. — Harry pigarreou e continuou a ler — "O Ministério está mandando equipes de aurores para todos os lugares citados pelo bruxo.".

Luna sentou-se na o corrimão da escadaria. Os três se olharam.

– Luna, precisamos mante-lo escondido. E se algum elfo der com a língua nos dentes? — perguntou Ron.

– Gárgulas galopantes! Ron, não diga isso!

– Luna, você teve alguma notícia de Hagrid? — perguntou Harry.

Há duas semanas o meio gigante foi enfeitiçado. O trio visitava-o todos os dias na ala hospitalar. Madame Pomfrey dizia apenas que a única solução era esperar. Dumbledore examinou o objeto que supostamente estava enfeitiçado para petrificar quem o tocasse. O Bruxo disse que muito do encantamento usado no objeto para petrificar quem o tocasse fora enfraquecido, pois Hagrid era grande de mais, e foi preciso de muita da magia do foi consumida colar para que o mesmo virasse mármore.

Naquela manhã, os três visitaram o Meio gigante na Ala Hospitalar. Três camas foram preciso para aconchegá-lo. Depois, foram assistir a suas aulas.

***

Harry cortava o campo de quadribol como uma águia. Um balaço errante quase o acertará. Olivio não deixava passar uns goles sequer pelos aros do gol. A cada vez que Harry capturava o pomo, Luna gritava excitada de uma das torres de arquibancadas.

No meio do treino, Luna fugiu do campo. Com certeza fora visitar Dracarys. Ron havia ido visitar Hermione.

No próximo jogo, o objetivo de Harry era enrolar. Capturaria o pomo apenas quando a Grifinoria estivesse com alguns pontos de vantagem.

Quando o treino acabou, Harry, sem nada para fazer, foi estudar para os N.I.E.N.S. na biblioteca e esperar os colegas.

***

– Hermione disse que pretende voltar até os N.I.E.N.S.. – disse Ron – levei a ela um exemplar d’O Profeta Diário.

– Será ousadia ela voltar... – Luna disse boquiaberta.

– Ela elaborou uma teoria, doida de pedra. Ela acha que os ovos contrabandeados dos dragões não eram para ter se chocado. Ela acha que os herdeiros de O.P.E.D. querem que o dragão morra. – Disse Ron.

– Mas eles não podem fazer isso. Seria um crime!

– Luna, chegará um ponto que não conseguirmos dominar o dragão...

– Vocês estão contra mim? – Luna disse, irritada.

– Não Luna, é que dragões não podem ser dominados. Se descobrirem que guardamos um no castelo poderíamos até sermos expulsos.

– Bem, é difícil ver Dracarys naquela jaula... – lamentou-se Luna.

– E é graças a ele que Hermione está escondida – disse Ron.

– E é por causa dele que Hagrid virou pedra.

– Chega. O.K.? – A garota queixou – Também ando pensando muito nisso. Não poderemos escondê-lo para sempre – o queixo da garota começou a tremer.

– Então vamos entrega-lo? – perguntou Ron. Harry socou-lhe o estômago por baixo da mesa do Grande Salão Comunal. O garoto fez uma cara de quem experimentará limões.

– Bem... Eu não... Olhem! – A garota levantou-se do banco com um salto.

Ela apontava para a porta. Meredith, Brionna, Miranda, Crabbe, Blaise e outros garotos mais velhos saíam do Grande Salão.

Os três foram correndo até o salão comunal da Grifinoria. Harry apanhou o mapa do maroto, e logo encontrou vários pontinhos aglomerados.

– Estão nas masmorras – Harry desceu as escadarias correndo, pulando de dois em dois degraus.

– É por aqui, vamos.

Quase não encontraram ninguém pelas masmorras. Hora ou outra avistavam um aluno da Sonserina. Os pontos se destacavam, pois eram muitos pontos em um lugar só, e ponto algum (exceto os dos três) por perto.

– Estão naquela sala ali... – o garoto sussurrava para os três – deveria ter trazido a capa...

Os três se amontoaram perto da porta e colaram os ouvidos nela.

– Ela foi vista hoje em Hogsmeade – disse uma vós masculina.

– Temos de descobrir onde ela está escondida.

– Se com aquele entulho de gigante já estava difícil, imagine agora.

– Draco tem cuidado do dragão?

– Não sabemos, ele quase não sai mais do sala comunal. – Era a voz de Crabbe.

– Tem alguém na porta. – disse uma vos feminina. Passos se aproximou da porta. O trio saiu correndo em disparada. Viraram em um corredor á esquerda. Depois desceram uma escadinha que dava em um pequeno pátio. Há via quatro portas, a qual o trio adentrará o pátio, e outras três em cada parede. Luna abriu uma, dava em um armário de vasouras. Harry consultou o mapa. Estavam quase colados no trio.

– Vamos, entre. Entre. – O trio se espremeram no armário de vassouras.

– Lumus! – Luna conjurará uma luz que brotava da ponta de sua varinha.

– Shh! – chiou Ron. Antes que Luna pudesse se manifestar, Ron colocou a mão na boca da garota.

– Tem um em cada corredor. Como vamos sair? – Harry apontava para o mapa e tentava armar uma fuga.

– Mandrágoras chorosas – resmungou Ron.

– Bem, se enfeitiçarmos algum, podemos sair correndo...

Um ponto se aproximava do pátio onde os três estavam. Luna cessou o Lumus com um Nox. As fechaduras das outras portas arranharam, uma por uma, até restar apenas a do armário de vassouras, onde os três se escondiam.

– No três... – A fechadura do armário arranhou – Três!

– Estupefaça! – Os três atingiram o garoto.

Luna e Ron seguam Harry, que os guiava atento ao mapa do maroto.

– Um... dois... três! – Novamente o trio estupeficará alguém. Era Meredith. Dois pontos vinham em direção ao ponto de Meredith. Estavam encurralados, se fugissem de um lado, teriam de estuporar mais algum, que chamaria mais a atenção de mais –Os, se fosse para o outro teriam que duelar com os –Os, que vinham até Meredith.

– Se tivesse ao menos janelas... – Disse Luna. Harry se lamentava pela tolice que cometerá não trazer consigo a capa da invisibilidade.

– Por ali vem dois. Somos três – disse Ron, tão apavorado quanto Luna e Harry. – Não temos escolha, se descobrirem que somos nós, iriam nos...

Harry correu até Meredith, dois corredores cruzavam a masmorra, formando um T.

– Eu estuporo o de lá, e vocês o de cá. No tr... TRÊS! Estupefaça! – Harry estuporou o garoto que vinha de um lado, Ron e Luna o que vinham do outro.

– Estupefaça!

– Estão por aqui! – Um grito ecoou a masmorra.

Antes que pudessem decidir qual corredor seguiria, foram pela esquerda. Harry deixará o mapa cair.

– Accio mapa! – o mapa voou até a mão do bruxo.

Dois corredores também formavam-se no fim do corredor que corriam. De um lado, uma estatueta. Não prestaram atenção em qual era a forma da estátua. Do outro, uma portinha.

– Corram logo!

Harry segurava a mão de Luna, que fungava de tanto cansaço.

– Eu nunca estive neste lado do castelo – disse a bruxa.

– Quando abriram a porta, podiam ver as sombras dos garotos cruzando o corredor. Adentraram o mais rápido que puderam.

Encontravam-se novamente em um pequeno pátio, com tochas nas paredes, e com livros flutuando por todos os lados. No fim, havia outra porta. Abriram-na. Uma estreita escada em espiral brotava do chão.

Parecia que a escada os levaria até o céu. Quando chegaram ao topo, um ofegando mais que os outros se depararam com uma moldura. Empurraram-na, e saíram na parede da escadaria do terceiro andar. Estava bem movimentado.

– Ufa. – Luna colocou a mão nos peitos, que arfavam.

A escada girará. Ron que se escorava no corrimão se assustou. Sua testa estava encharcada de suor.

***

No dia seguinte, Gina acompanhou Harry e Ron até o Grande salão comunal. Centenas de alunos estavam aglomerados em volta da mesa da Grifinoria. Luna veio correndo em direção á eles.

– Ela voltou! Ela voltou! – A garota agarrou a mão dos garotos e os arrastaram até a mesa.

Hermione quando os viu, saltou abraçando-lhes Harry, Ron e Gina.

Notas finais
Domingo novo capitulo :)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.