O outro lado da historia
4 Capitulo 4
Notas iniciais
Mansão Varella
Enquanto Vera estava descansando no quarto e Paola já estava dormindo. Olavo foi até o quarto de Vitor para falar com ele.
— Vitor meu filho eu preciso falar com você. Disse Olavo
— O que foi Papai? Perguntou Vitor
— Vitor meu filho a sua mãe estava conversando com sua irmã e ela disse que você gosta de brincar de bater nela. Pq você está fazendo isso meu filho? Disse Olavo
— É só brincadeira papai eu nem bato tão forte assim nela. Disse Vitor
— Mesmo assim meu filho não pode brincar de bater principalmente em mulher. Você não deve bater na sua irmã você deve proteger ela por você ser o mais velho. Disse Olavo
— E outra com essa brincadeira você pode acabar machucando a sua irmã entendeu?
— Sim papai. Disse Vitor
— Então me promete que você não vai mais bater na sua irmã? Perguntou Olavo
— Prometo Papai. Disse Vitor
Olavo saiu do quarto e foi até o quarto dele com Vera assim que ele entrou Vera logo perguntou
— E então meu amor falou com ele.
— Sim, ele disse que era só uma brincadeira e me prometeu que não vai mais fazer. Disse Olavo
— Aí graças a Deus. Disse Vera
...
Assim a noite passou e logo de manhã Paola estava no quarto de brinquedos brincando sozinha quando Vitor entrou e perguntou
— Pq você contou pra mamãe que eu brinco te batendo?
— Pq ela me perguntou e da última vez eu me machuquei eu não gosto de brincar disso. Disse Paola
— você e uma chata — diz vitor puxando o cabelo dela
— ai Vitor doeu- diz paola colocando a mão no cabelo
— você e muito fraquinha- diz vitor dando outro puxão no cabelo dela
— eu vou conta tudo pra mamãe — diz paola começando a chora
— não conta não , olha me desculpa eu não vou mais brinca assim — diz vitor
— ta bom- diz paola limpando o rosto
Mansão Bracho
jardim
Rodrigo estava brincando de bola sozinho quanto carlos daniel se aproxima
— rodrigo — chama carlos daniel
— o que foi — pergunta Rodrigo brincando com a bola
— posso brinca com você — pergunta carlos daniel
— não — responde rodrigo chutando a bola
— porque — pergunta carlos daniel pegando a bola
— porque não , me devolve — diz rodrigo
— porfavor rodrigo — diz carlos daniel
— não, depois você cai fica chorando e papai fala que eu sou o culpado — diz rodrigo
— eu não vou chora — diz carlos Daniel
— você sempre chora , agora me devolve a minha bola — diz rodrigo pegando da mão dele
carlos daniel fica triste e vai caminhado rumo a porta , rodrigo acaba ficando com dó do irmão
— carlos daniel — chama rodrigo
— oi — responde carlos daniel se virando para ele
— ta você pode joga comigo — diz rodrigo
— eba — diz carlos daniel voltando correndo
— mais se você fica chorando eu não jogo mais com você — diz rodrigo
— não vou chora — diz carlos daniel
— eu acho bom mesmo — diz rodrigo
Dias Depois
Mansão Bracho
Olavo e Vera estavam sozinhos na sala conversando as crianças já tinham subido para dormir.
Então Olavo pergunta:
—Quer Beber alguma coisa Vera?
—Pode ser, mais você escolhe o que será. Disse Vera
Então Olavo trouxe uma garrafa de champanhe e duas taças. Eles começaram a beber e conversar já estavam um pouco altos por conta da bebida
Olavo e vera ficaram rindo e conversando na sala como a muito tempo não faziam , vera realmente estava se dando um nova opurtunidade de ser feliz novamente , a sua relação com seus filhos tinha melhorado bastante , e agora ela pensava em retoma o seu casamento. Olavo era um homem bastante compreensível, mais como todos tinha as suas nessecidades e ela a muito tempo ja não fazia o seu papel , mesmo Olavo negando ela sabia que para ele estava sendo dificil
— podemos termina de bebe a chamapnhe la em cima — diz Vera
— claro — diz Olavo
os dois sobem para o quarto deles , Vera fecha a porta para garanti que as crianças não entre e pegue eles e um momento tão intimo , ela se senta perto de Olavo no pequeno sofá que tinha ali eles acaba por toma o restante da champanhe, vera a todo momento se pegava pensativa olhando para a enorme cama a sua frente pensando e da um passo a mais nessa nova mudança
— agente não prescisa fazer nada meu amor , eu ja disse tudo no seu tempo -- diz Olavo pegando na mão dela
— eu quero — falou Vera tão baixo que nen ela mesmo se escutou direito mais ele pareceu escuta muito bem
Olavo apenas deu um sorriso e acabou de toma a champanhe que tinha em sua taça
E então Olavo se aproximar de Vera eles começa um beijo lento calmo cheio de amor desejo ternura e um pouco de ousadia ,um beijo que só separo porque precisava respira
— eu te amo — diz Olavo enquanto se afastava para olhar nos olhos de
vera
— eu tambem te amo meu amor — diz vera sorrindo
Olavo puxou Vera para seus braços novamente a beijando de forma lenta e apaixonado depois de alguns minutos Olavo para o beijo
— não prescisamos fazer — disse Olavo a olhando de forma preocupada
— eu quero ser novamente a sua mulher — diz Vera um pouco envergonhada
Olavo beijo novamente vera e a pegou no colo e levou até a cama seus lábios percorrerem pelo pescoço dela, olavo desceu a mão até as pernas dela ele sobe a mão novamente Olavo se afasta um pouco de vera para tira o seu vestido e quanto ela
ja estava sem o vestido Vera pode sentir o seu olhar sobre o meu corpo, ela usava apenas uma calcinha , Vera claro ficou o observando em conto ele tirava tambem a sua roupa ficando apenas com uma cueca Box ele sorriu se junto novamente a vera na cama e a beijo dessa vez de forma carinhosa e então me deito na cama
— eu adoro o seu cheiro — fala Olavo cheirando o pescoço dela e causando arrepios nela Vera
olha nos olhos dele logo Olavo deu outro beijo esse era diferente dos outros ele ja tinha dado antes pois esse demostrava todo o seu desejo por ela
— Você é tão linda — disse Olavo olhando cada pedaçinho do seu corpo
Vera fecha os olhos , e eu claro olavo não perdeu a oportunidade de observá-la, tão linda, sexy e tão entregue a ele como antes
— Olavo ... — diz Vera entre gemidos
— Eu te quero, Vera e Preciso de você agora mais que nunca meu amor -diz Olavo beijando o pescoço dela
Olavo precisava ama ela agora precisava mais que tudo tê-la por completo espero tanto poriso que parecia um sonho ter ela novamente em seus Braços , ele levou as suas mãos até as laterais da sua calcinha e, sem mais pensar, a tiro ela, ele se levantou e tiro a sua cueca tambem estáva muito próximos de ser amar como desejava durante todo este tempo olavo desceu com a sua boca para sua barriga dando pequenos beijos
— Eu te amo -Disse Vera enquanto as mãos de Olavo passava por seu corpo
— não mais que eu — diz Olavo se colando entre as pernas dela
Olavo colo seus corpos e a beijou como ele queria aquela mulher como ele desejava ela ele caricio seus seio ele se ajeitou entre suas pernas e devagar entrou um pouco dentro de sua intimidade foi uma das sensação mais maravilhosa que ele ja
senti nesse ultimos anos com calma começou a penetra
— ah Olavo — fala Vera baixinho apertando as unhas nos ombros dele
— calma meu amor — diz Olavo ficando parado, esperando que ela se acostumasse novamente
— te machuquei — pergunta Olavo
— não eu só acho que esqueci como é — diz Vera com um sorriso timido
— logo você se acostuma de volta — diz Olavo beijando ela
Enquanto Olavo resperava ela se acostuma com a sensação ele beijava ela e fala coisa que ela gostava de ouvir e calmamente voltou a movimentar saindo e
entrando de dentro dela e seus gemidos era baixo , mais muito prazeroso para Olavo que logo aumento o ritimo
— O ... lavo — disse Vera entre gemidos
calmente juntos eles construiro as suas libertação estava suados Olavo tava perdidamente louco por ela ela tava como antes , não demorou muito ele construiu a sua propria libertação ele caiu sobre ela com
seu rosto enterrado no pescoço dela , inalando o seu perfume que ele tanto amava
— eu te amo tanto meu amor — disse olavo sorrindo enquanto se
desencaixava dela e logo apois a puxava para deitar no seu peito
— eu tambem te amo — respode Vera ainda com os olhos fechado
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