O novo prodígio da Seigaku

1 Capítulo 1: O novo Primeiro Anista da Seigaku


Notas iniciais
Produzi esta fanfic para homenagear o anime/mangá. Espero que possa estar ajudando a quem gosta deste tanto quanto eu, a sentir um gostinho de novas aventuras dos protagonistas e antagonistas da série.

"Still have a lot work to win"

Após conquistarem o Torneio Nacional de tênis, o clube da Seishun Gakuen (popularmente conhecida como Seigaku), chamou muita atenção e ganhou popularidade dentre os alunos que entrariam no ginasial no ano que está por vir. E pela saída dos terceiros anistas Tesuka, Fuji, Kawamura, Inui, Oishi e Kikumaru, reforços seriam muito bem vindos. Os novos líderes do clube eram Momoshiro Takeshi (Sub-capitão) e Kaido Kaoru (Capitão).

*EUA — US Open: Finais*
Echizen Ryoma havia chegado as finais do torneio US Open, seu oponente era um prodigio tão bom quanto ele, Tezuka e até mesmo Fuji. O garoto, aparentemente japonês conhecia todas as técnicas destes jogadores, e trabalhou muito para conseguir anulá-las com perfeição, e até aperfeiçoá-las.

O grande dia chegou, e ambos entraram na quadra. Ao se cumprimentarem, Echizen olhou fixamente nos olhos do oponente, que fez o mesmo e encarou Echizen, porém não havia raiva ou qualquer sentimento negativo nos olhos de ambos, apenas a pura rivalidade e a curiosidade de saber quem era o melhor. Então ambos se cumprimentaram.

- Agora seguiremos para a final do US Open: Echizen Ryoma, contra Himura Kyoya. Partida de um Set. Serviço de Echizen.

- Boa sorte Echizen-Kun. Sempre quis jogar com você desde aquele amistoso contra o time dos EUA. E agora estamos aqui na final, um contra o outro, ambos querendo decidir quem é o melhor do mundo.

Depois de falar, me reverenciei e estendi a mão em cumprimento ao oponente e ele fez o mesmo, porém não disse nada, apenas voltou para a linha limite e se preparava para fazer o serviço. Assim que me posicionei para receber seu serviço, porém, antes de sacar, Ryoma olhou para mim como se me avaliasse antes da partida.

-Sabe... Você se parece muito com um de meus senpais lá do Japão.

Após dizer, sem hesitar utilizou seu Twist Serve, que estava muito mais rápido e muito mais poderoso em termos de efeito. Mas consegui rebatê-lo com hesito, passando a cerca de 2 centímetros da rede. Esta foi uma bola muito dificil, mas agora que eu sabia sua potência seria mais fácil devolvê-la. Ryoma voltou a atacar com tudo, sem demoras utilizou o Buggy Whip Shot que estava pouco abaixo do nível de Kaido Kaoru, este, infelizmente não consegui pegar.

- Quinze — Zero.

Anunciou o juiz.

Ryoma voltou a sacar, e novamente, um Twist Serve. Este foi devolvido com mais facilidade, pude devolvê-lo bem no fundo da quadra, uma bola dificil, mas Ryoma conseguiu devolvê-la sem problemas, porém não pode atacar. Agradeci a ele por ter me mandado um top-spin, assim poderia utilizar a técnica de um de seus senpais, Fuji Syusuke, o Tsubame Gaeshi. Sabia que não seria o suficiente para ganhar o ponto de Ryoma, que devolveu o contra-ataque com seu Drive B, porém agora foi a minha vez de devolver seu Drive B com seu próprio golpe, o Drive A.

- Quinze iguais

Anunciou o juiz novamente.

O jogo ia se tornando cada vez mais intenso. Apenas o primeiro game teve quinze deuces até Ryoma confirmar o serviço com seu Cyclone Smash. E foi se seguindo assim. Game para Ryoma, game para mim, até empatarmos em 6-6 e irmos ao Tie-break. Ambos já estávamos cansados. A partida fora muito disputada, e já haviam se passado cerca de seis horas de jogo. Uma baita disputa de resistência, mas mesmo assim não cediamos um ponto ao outro. Para mim estava decidido. Echizen Ryoma seria meu rival.

Depois de mais uma hora de jogo, o céu escurecia e as luzes do estádio se acenderam e começaram a fazer o papel do sol. Elas iluminavam a quadra com tamanha força que sequer haviam sombras para resistirem àquela tamanha fonte de luz que nos iluminava de todas as direções. Por um momento de descuido e cansaço, cedi o match point para o Ryoma, que venceu no tie-break por 159 — 157. Assim me tornei o vice-campeão do US Open.

Após o veredito do juiz, dando por encerrada a partida e dando a vitória para Echizen. No momento de apertarmos as mãos, o próprio Echizen puxou a conversa.

- Você é japonês não é?

- Sim, sou. Por que?

- Entendo... Bom, nos veremos nos nacionais então.

- Ha... Hai!

Me senti honrado. Aquele parecia ser um convite para nos tornarmos rivais. Echizen se virou para ir embora, mas antes que saísse, pensei que deveria dizer algo para ele. Algo que estava entalado em minha garganta desde que eu senti que queria tê-lo como rival.

- Kora! Echizen! Na proxima você sairá como Vice-campeão.

Echizen parou de andar, mas não olhou para trás. Ficou parado alí alguns instantes até que, por fim olhou para mim.

- Isso nós veremos.

Então o atual campeão de um dos quatro torneios que fazem a rota do Grand Slam saiu com ar de vitorioso. E de fato, foi uma grande vitória, ele fez tudo o que deveria ter feito para ganhar, e graças a um pequeno erro cometido por mim, ele conseguiu. Mas ainda nos veremos muito, e poderemos jogar tanto quanto.

Notas finais
Fim do primeiro capítulo. Semana que vem posto o segundo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.