O namorado da minha melhor amiga!
2 A festa Part final e o irmão da minha melhor amiga!
Notas iniciais
Depois daquele beijo no Pedro eu me deitei na beira da piscina onde os meninos me cercaram novamente.
–Que tal brincarmos de verdade ou consequência? -Disse o Harry um garoto de cabelos pretos e olhos negros.
–Eu topo!
Os meninos usaram a garrafa que estava seca para guiar a brincadeira, o interessante que as perguntas "verdade ou consequência?" vinha só para mim.
–Laurence, verdade ou consequência?
–Consequência!
Eles se reuniram e me deixaram de fora, pareciam armar para mim.
–Bem, eu duvido você deixar dois de nós te darmos um chupão! — Exclamou Harry maliciosamente.
–Safadinhos, me deixe pensar! -Eu peguei a garrafa e tomei uns cinco goles. -Eu quero o pedro e o Joe, um chupão em cada lado do pescoço ao mesmo tempo.
Joe era um garoto alto, com cabelos e olhos castanhos, sua sunga branca marcava tudo -MEU DEUS QUE VOLUME!- Ele estava com o corpo molhado e os cabelos arrepiados, mas mesmo assim continuava lindo, dei uma chance a ele, pois desde da hora que cheguei da festa ele me encarava com malícia.
Eu parecia está fora de si mesma, mas eu estava gostando daquilo tudo, mas isso por causa da bebida porque se eu estivesse no me senso comum aquilo nunca aconteceria.
Eu me deitei e cada um começou a beijar meu pescoço e a cada momento eu me arrepiava. Pedro tinha um jeito especial para aquilo, e depois de vários beijos ele dois não respeitaram a regra e em vez de um chupão foram vários.
–Qual é, e a gente aqui? -Disse Harry
–Certo isso é tão bom! -Falei revirando os olhos. -Joe pare e deixe o Harry, Pedro continue.
Pensamento do bem:Oque é isso? Laurence você não é você, pare já!
Pensamento malicioso:Continue, a vida é feita para se divertir!
Depois de todos usarem meu pescoço, e ficar apenas o Harry e Pedro eu pensei nas marcas no pescoço.
–Melhor pararem! -Sorrir — Mas que foi bom foi, Pedro e Harry vocês merecem um prêmio, vocês são os melhores!
Eu tomei a metade da garrafa de uísque e desmaie ali na beira da piscina mesmo, junto com os outros meninos.
Eu acordei com uma dor de cabeça, minha cabeça parecia que ia explodir, eu corri para o banheiro e quando vi um vaso, vomitei sem fim e depois de vomitar percebi que tinha alguém tomando banho.
–Espero que seja a Susi! -Sussurrei.
E quando saiu do boxe do banheiro não era Susi era o Alexander que saia se enrolando.
–Oh My God. -Disse boquiaberta. -Nada disso aconteceu é ilusão, nossasinhora!
Ao falar essas palavras eu sair do banheiro e corri para o quarto de Susi.
–Susi, você não vai querer saber é tipo constrangedor.
–Awn ele me pediu em namoro! -Me interrompeu com aquelas palavras.
–QUE EMOÇÃO VOCÊ CONSEGUIU! -Gritei por ela está feliz, ela conseguiu.
–NÃO É! -Gritou mais ainda. — Mas oque você queria me falar?
–Nada não, só queria ver como você estava! -Disse tentando mudar de assunto.
–Mas oque é isso? Chupadas? Safadaaaaaaaa se divertiu não é? -Disse toda maliciosa.
–Meu Deus, eu não lembro quase nada só de uns beijos, acho que uma brincadeira que levou a isso, nunca mais eu bebo! -Eu estava super preocupada com as marcas roxas no meu pescoço.
–Certamente se Judith vir isso te mata! Mas vou te ajudar.
–Claro você tem que se lembrar da minha mãe, sabia que esses são meus primeiros chupões? -Falei passando a mão no pescoço enquanto olhava no espelho.
Ela me deu um grande tapa na mão enquanto alertava que eu não podia passar a mão se não piorava.
Depois de vários cubos de gelo e um pouco de creme dental, as marcas roxas foram sumindo, mas ainda dava para ver algumas.
–São 06:30 vou voltar a dormir, tenho que agradecer por domingo, imaginou se fosse segunda? -Falei angustiada só de pensar na segunda feira.
–Tá então depois te conto como ocorreu entre eu e o Alexander. -Disse com os olhos brilhando.
Ela se jogou na cama ao meu lado e adormeceu também.
Eu acordei era 11:30am então peguei umas roupas íntimas que deixo de reserva na casa de Susi e depois peguei um casaco e um short e fui tomar banho, claro eu fui para o banheiro do quarto dela que tinha uma banheira confortante, eu me sentia no paraíso passei uns trinta minutos na banheira e em seguida sair e troquei de roupa e escovei os dentes com a minha escova que estava lá a mais de um ano.
–Preciso mudar essa escova... -Sussurrei sorrindo.
Ao sair do quarto vi Alexander e Susi se beijando.
–Alguém tem uma vela ai? Acho que não precisa quando está num quarto com esses dois! -Brinquei com a situação.
Em seguida sair do quarto e me deparei com o Senhor e Senhora Linton.
Senhora Linton estava linda como sempre, seus cabelos castanhos estavam soltos com bastante brilho e volume, seus lábios estavam vermelhos como sempre, e estava usando um vestido bege e seus olhos verdes estavam mais claros, sempre a achei bonita e nova com seus 39 anos de idade. Ela sempre trabalhou como diretora de produção de programas de televisão.
Senhor Linton estava com seus cabelos loiro acastanhado penteado para trás, usava uma camisa polo preta, uma calça jeans escura e um chinelo. Seus olhos azuis estavam cansados, certamente de tanto trabalho, não deve ser fácil ser diretor de uma grande empresa no ramo da logística internacional, mas mesmo com tanto trabalho ele conseguia manter uma aparência de 40, mesmo sendo um cinquentão.
Senhor e Senhora Linton para mim é o casal mais perfeito que eu já vira na vida, mesmo depois de 21 anos juntos, era possível ver o amor dos dois quando se estavam juntos, conversando ou até mesmo um olhando para o outro. Senhora Linton ficou grávida do Senhor Linton, com apenas 18 anos de idade, quando estava na faculdade, mesmo sendo algo de grande responsabilidade, ele assumiu o dever de pai e de companheiro. A mãe e o pai dela a expulsou de casa e ele a levou para morar junto com sua família, que não achou ruim nisso, a acolheu e cuidou bem. E mesmo grávida e sofrendo preconceito, Senhora Linton continuou na universidade e agora ela é uma grande mulher.
–Já vai, Laurence? -Perguntou Sr. Linton
–Sim Sr. e Senhora Linton, minha mãe certamente sabe que estou aqui, mas quero ir para casa.
–Laurence, quantas vezes eu te disse que é para chamar a mim e o Brad pelo nome. -Ela me olhou severa, mas em seguida um sorriso transpareceu eu seu rosto. -Não se preocupe, vou mandar o George lhe levar em casa.
–Certo, Angelina e Brad! -Falei tentando me acostumar com os nomes, sempre os chamei pelo sobrenome.
George era o irmão de Laurence, ele sempre foi o tipo de garoto sedução, onde passa, todas as garotas o querem, seus olhos azuis que nem o da Susi e cabelos pretos, e corpo de um deus grego, bem definido, mas ele não estava na festa certamente chegou agora de manhã, George nunca dispensa uma festa um homem de 21 anos, mas com a mesma mente que a de um garoto de 17 anos.
–Bem melhor, estou sem dinheiro para o táxi mesmo. -Sorrir
Eles começaram a rir, então fui até o portão da casa esperar o George retirar o carro.
–Entra aew gatinha! -Exclamou com o seu belo sorriso no rosto.
Eu entrei e como sempre lá estava ele sem camisa e uma bermuda sufista, cabelo despenteado como sempre.
–Vou te dar uma camisa de presente! -Ironizei.
–Vá dizer que você não gosta de me ver sem camisa? -Disse malicioso.
Bem George sempre foi lindo, quando eu tinha uns 14 anos sempre tive uma quedinha por ele, mas nunca achei que ele fosse para mim. Mas quem não iria ter uma queda por ele, era um deus grego, ele lembrava um pouco o pai, enquanto a Susi lembrava um pouco a mãe, mas sempre achei Susi bem parecida mesmo com sua tia por parte de mãe e o George com um avô por parte de pai.
Chegamos em uma espécie de bosque e ele parou o carro.
–Porque parou?
–Bem... se você não percebeu... -Ele encostou aquele peitoral dele em mim e me encarou sorrindo. -Você esqueceu-se de colocar o cinto.
–Ah, é o cinto... -Falei meio desajeitada. -O cinto...
Ele foi saindo perto de mim e me olhava com aqueles olhos como se me fosse "devorar" e com sua mão boba passou ela pela minha perna.
–Posso te denunciar sabia? Você está-me... Molestando-me. -Eu só fazia gaguejar.
Hoje é o dia, pareço vadia? Depois de vários chupões o irmão da minha amiga faz isso comigo?
–Te molestando? Então porque você deixa? Nada é contra sua vontade aqui! -Disse mordendo os lábios.
Retirei a mão dele da minha perna e fiz um gesto com a cabeça para que ele continuasse a dirigir.
Ele seguiu minha ordem, mas meu pensamento malicioso gritou mais alto e como aproveitei que eu estava totalmente vadia naquele dia.
–PARE! -Gritei.
–Oque?- Perguntou assustado.
–Vire a esquerda! -Ordenei.
Ele virou e lá estava uma estrada de barro que aparentava poucas pessoas passarem por lá.
Eu retirei o cinto e coloquei minha perna sobre a dele, então ele começou a passar a mão.
–Pensei que estava te molestando! -Sorriu
–Não mais.
Ele se inclinou sobre mim e me beijou vagarosamente, mas aquilo só não passou de beijos, depois de longos beijos eu o empurrei vagarosamente.
–Bem, vamos tentando daqui para lá vai que tem algo mais sério ou só curtição.
Ele deu ré e ele me deixou na porta de casa e percebi que minha mãe ainda não tinha chegado, mas fiquei calada.
–Bem, obrigada! -Falei abrindo a porta do carro.
–Apenas obrigado? -Disse ele me puxando pelo braço.
–Ah é, o beijinho na bochecha que nem antigamente!
Eu me inclinei e fui beija-lo na bochecha, mas ele virou sua cabeça fazendo com que eu te desse um selinho.
–Safado. -Disse sorrindo
Eu sair correndo e entrei em casa e fui direto para o quarto e comecei a pensar na cena do banheiro e no carro é eu beijei o primeiro garoto que eu me apaixonei que magnífico.
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