O mistério de Emily-Interativa
2 Prólogo visto de outros olhos
Notas iniciais
Emanuelly acordara cedo como em todos os outros dias, iria vestir a sua tipica roupa justa preta como em todos os outros dias, iria demorar uns vinte minutos a escolher um par de botas(também pretas) como em todos os outros dias, iria pentear os seus longos cabelos castanhos com mexas coloridas como em todos os outros dias, iria fazer a sua higiene matinal como em todos os outros dias, iria comer o pequeno almoço como em todos os outros dias. Tudo igual aos outros dias. Tudo banal. Mas ela sabia que este dia seria diferente, totalmente diferente, aos outros dias. Era o dia em que ela iria para o seu sexto ano em Canterlote. Podia ser um dia normal, mas não seria. Ela poderia despedir-se com um abraço aos pais e ir a pé com Elizabeth até á estação de comboios, para depois encontrar Jones e Cantch, que lhes pregariam uma peça para depois os quatro ficarem o tempo todo da viagem a conversar. Mas não seria assim. Pois ela, Elizabeth e outros alunos precisariam de falar com o diretor. Porquê? Porque se calhar os selecionados iriam fazer experiências sobre aquilo que eles possuíam e outros não. Tinham poderes. Se calhar o diretor era um louco, que queria fazer experiências com os seus poderes. Nunca ninguém vira o diretor, nunca ninguém falara com o diretor ao vivo. Por isso todos deviam estar nervosos. Mas Emanuelly não estava. Continuava a mesma garota segura de si de todos os dias. Despediu-se dos pais e encontrou Elizabeth com os seus cabelos loiros presos, só para não perder o hábito.
—Bom dia! — exclamou Ema, (N/Popcorn eu vou passar a chamar a personagem assim, é um apelido. Tanto a Candy quanto a chiclete fizeram as suas personagens com nomes enormes... Pobre eu. Beth=Elizabeth e Ema=Emanuelly) que não estava nada nervosa.
—Bom dia?! Péssimo dia! Tive de acordar cedo só para irmos ouvir o dinossauro que o diretor é! Deve ter mais rugas do que a minha tétraavó! — resmungou Beth, que afinal, é muito preguiçosa para acordar cedo e de bom humor-Para além de eu não confiar nele! Ele deve querer fazer experiências conosco, ou algo do gênero. — ela disse a última frase baixo
—Você sabe como eu sou, portanto também deveria saber que eu não confio nele. Não mostrar a cara... Bem estranho... Nem quando no ano passado nos anunciou aquilo que podíamos fazer estava de cara tapada! Deve ter vergonha das rugas. — falou Ema
—Eu li que ele estava na direção da escola há 75 anos! E que ele se tornou diretor aos 50! Algo de muito estranho se passa. Se calhar ele deve ter inventado um elixir da vida ou algo assim... — Beth argumentou, em seguida estendendo a mão para a amiga.-Vamos? — Ema pegou sua mão e assentiu, sentiu uma leve brisa e apareceram no escritório do diretor.
Só estava lá um garoto que devia ter a idade das meninas. Tinha os cabelos loiros espetados e olhos azuis. "Que gato" pensaram as duas ao mesmo tempo. Ele estava sentado na cadeira do diretor e brincava com uma caneta. Quando as viu tratou de as cumprimentar:
—Bom dia, senhorita Theis e senhorita (N/Popcorn imaginem aí um sobrenome qualquer. Chiclete, manda o sobrenome da nossa querida Liz , porfavor) Sentem-se.-aquele era o... Diretor?!
—Por que parece tão jovem? Não tem 115 anos? — Liz, estava demasiado curiosa para boas educações.-desculpe... Diretor, não quis ser mal-educada...
—Não há problema, srta (N/P eu juro que te mato, chiclete se não me aparecer logo logo com o sobrenome). Eu sei o quão chocante pode ser. Sim, tenho 115 anos, mas quase tal como vocês sou um guardião do poder, ou como a Srta você sabe quem apelida tão carinhosamente, uma aberração. Sou o último sangue puro da história da humanidade. E só estou vivo pois o meu poder é a imortalidade. Ficarei para sempre no corpo de um jovem de dezesseis anos, e nunca morreria de qualquer causa. — disse tristemente
—Como você sabia que eu nos acho aberrações? -perguntou Liz
—Tal como todos, eu não tenho só um poder. No meu caso só tenho dois, a imortalidade e a leitura de mentes. Antes que pergunte, Srta você sabe quem, Ema não tem só um poder. O único ativo, por agora, é o ilusionismo dos sentidos de um ou vários humanos. Os poderes são demonstrados em alturas diferentes, em cada um, normalmente desenvolvem-se mais no final da infância e na pré-adolescencia mas muda de cada pessoa para a outra. — completou o diretor
—Mas os seus poderes são muito bons, enquanto há "guardiões do poder" por aí que mal levitar um objeto conseguem. — pronunciou-se Ema
Nisto entram quatro primeiranistas, acompanhados de dois garotos da mesma idade de Liz e de Ema: Lorcan Jones e Flinch Cantch.
—Porque estão aqui? — perguntou Liz
—Porque vocês estão aqui? — perguntou Lorcan sublinhando o vocês
—Vai dizer que não nos gostou de ver, loira? Ema! Que saudades! — falou Flinch esmagando a morena, que apesar de muito alta, dava-lhe pelo nariz.
Lorcan era o mais alto dos quatro. Tinha cabelos loiros e olhos âmbar. Flinch, que apesar de ser só uns cinco centímetros mais baixo do que o amigo já ficava em terceiro lugar, na estatura, pois Liz era uns milímetros mais alta, tinha cabelos castanhos e olhos verdes, muito verdes.
—Você não sabia? — perguntaram Ema e Flinch ao mesmo tempo, para os respectivos melhores amigos. Lorcan e Liz fizeram que não com a cabeça. Ema e Flinch deram um facepalm sincronizado. — Era para você ter contado!-reclamaram Ema e Flinch um com o outro, em uníssono
—Que grande espetáculo esse. Eu acho que vou buscar pipoca. — Liz conseguiu ouvir o primeiranista loiro murmurar para a garota morena.
—Parem com o espétáculo. Eu sei que o clima está bom e isso, e confiem em mim, sou eu que mais quero vê-los juntos, mas se vocês falarem uma informaçãozinha a mais o suposto plano do diretor vai por água abaixo. Eles não podem ouvir nada sobre.... Coiso. — falou Liz discretamente. — Diretor... Nós só vamos lá para fora um minuto.
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