Notas iniciais
Ate onde pode chegar uma mente psicopata ?
*Bip — E as vezes bate uma saudade de alguns momentos que me fizeram muito feliz.*Bip *Bip — E as vezes bate uma saudade de alguns momentos que me fizeram muito feliz. *Bip *Bip — E as vezes bate uma saudade de alguns momentos que me fizeram muito feliz.*Bip *Bip — E as vezes bate uma saudade de alguns momentos que me fizeram muito feliz.*Bip *Bip -Não fale como um deles. Você não é! Mesmo que quisesse ser. Para eles, você é só um louco, que nem eu! Eles precisam de você agora, mas quando não precisarem mais, vão te jogar fora que nem um leproso! Entenda... a moral deles, o código, é uma piada ruim.*Bip Um Walkie Talkie jogado em uma mesa com essas vozes repetindo varias vezes, ao lado uma poça de sangue pingando até o chão seguido de uma trilha com mais sangue em direção ao um quarto, o chão todo de madeira com traços de mofo, baratas passando pelo espaço,e uma faca jogada na porta do quarto. *Bip — E as vezes bate uma saudade de alguns momentos que me fizeram muito feliz.*Bip *Bip — E as vezes bate uma saudade de alguns momentos que me fizeram muito feliz. *Bip *Bip — E as vezes bate uma saudade de alguns momentos que me fizeram muito feliz.*Bip *Bip — E as vezes bate uma saudade de alguns momentos que me fizeram muito feliz.*Bip *AGORA* BEM VINDOS A ILHA DE MAGDALEN ISLANDS! Era uma placa maravilhosa, com cores coloridas e uma pequena cachoeirinha ao lado. Saucedo leu com tanta vontade a carta, mas ninguém nem ligou. Ele olhou para os lados e percebeu que estava lendo pros insetos, guardou a carta em seu bolso e foi na frente. Essa ilha era composta por muitas árvores, logo na entrada já era encantadora,nunca tinha visto nada igual, mais pra frente tinha uma placa com varias referencias turísticas, como cachoeiras, mercado,bosques, delegacia. E um mapa ainda mais pra frente, mostrando toda a ilha. Não era muito grande, também não tinha muita coisa nela, porém era repleto de novidades da natureza. Nosso grupo foi caminhando até os chalés, que pareciam pequenos vilarejos, em cada chalé tinha cinco camas, tinha a escolha de ficar em uma aldeia, porém era mais simples. Por essa razão o homem que nos recebia falou que era melhor ficar nos chalés, e quando se sentisse com vontade de ir até uma aldeia, fazia parte do pacote. Esse homem era barbudo com um cabelo preto bem forte, tinha todo um sotaque caipira e usava um macacão jeans.— Bom companheiros, aqui é o lugar que cês vão dormir tá? Num tem muito segredo não, na delegacia de puliça tem vários mapa de papel pru ceis usarem,é só í la pega ta bom? — Patrick parecia apressado.
— O Caipira da ilha, eu to afim de ficar só na aldeia. Tem alguma chave? –
Alex como sempre, gostava de ficar isolado.— O tatuadinho playboy... –
Patrick foi se aproximando de Alex.— È claro que tem!! –
Pegou a chave de seu bolso, deu uma chacoalhada.— Sempre tem um que quer se isolar. –
Encarou por um minuto e saiu rindo Nos dividimos em chalés, alguns preferiram ficar sozinhos, outros com os amigos, outros em casal. Era tudo lindo o chalé por dentro, porem tudo muito antigo, televisão,camas, roupas de cama, até o vaso sanitário era velho, mas era bem confortável. Infelizmente as redes ficavam nas aldeias, um pouco distante dos chalés. E era pra lá que o Alex se caminhava sozinho. Ele levava um mochilão enorme nas costas, daqueles que cabe um colchonete, usava um óculos escuro e tirava um maço de cigarro do bolso.— Ok... Onde fica essa merda de aldeia. –
Alex ascendeu um cigarro e ficou parado vendo a paisagem. Alias uma puta de uma paisagem. Porem nada lá era asfaltado, apenas terra e pedras. Ele foi até a placa e lembrou do que o Caipira Patrick tinha falado, que tem vários mapas na Delegacia.
Foi até a placa inicial da Ilha, e procurou essa tal delegacia. – Não parece tão longe... Parece que tem um atalho por aqui, preciso esticar minhas costas, odeio viagem de navio. –
Alex seguiu seu rumo. *NOS CHALÉS*— Aqui Luana, gostei desse chalé. O que acha? –
Gabriel colocava suas coisas nas prateleiras antigas do lugar.— Tanto faz, parece tudo igual. –
Luana se observava no pequeno espelho que ficava na frente do banheiro. – AAAAAAH!
— Que aconteceu Lua? –
Gabriel saiu correndo assustado até ela.— Uma espinha no meu queixo! Olha –
Ela tava desesperada, puxando o rosto dele. – Vai ver se tem alguma pomada nesse lugar! Eu já quero embora daqui!
— Mas amor é só uma esp...
— AGORA! –
Ela foi empurrando ele, que saiu resmungando.
— Sempre assim... A gente quer agradar mas só leva porrada. Tudo bem amor. –
Saiu reclamando baixo, e foi indo sem destino algum, até esqueceu que tinha uma placa com o mapa da Ilha. – Agora só quero saber onde vou arranjar uma pomada pra espinhas no meio de uma ilha.
— O caminho que ele seguiu era cheio de terra e ao lado tinha cerquinhas, andava e andava e parecia que não saia do lugar. Resolveu pular as cercas e ir pelo mato, pra ver se cortava caminho, porém não viu um barranco enorme, e saiu deslizando morro abaixo.* EM OUTRO CHALÉ*— O Alex é louco de querer ir sozinho pra aldeia da ilha. – Erick sentado na cama tava sendo sincero.
— Ele sempre foi louco Erick, mas sempre se virou bem. Mas de qualquer forma sozinho ele não tá. –
Martinato deitado em outra cama se espreguiçava, depois de tomar um banho, e respirar pós susto no mar.— Como assim? – Perguntei.
— Ah, simples. –
Ele tira um Walkie Talkie da Mala. — Quando ele da essas surtadas, nos falamos por aqui. –
Aperta no botão do aparelho.
*Bip – Como está a caminhada até a aldeia, viado? *Bip*Bip – To no meio do matagal próximo da delegacia. *Bip – Alex respondia com um tom de cansaço.*Bip – Estamos descansando um pouco, e vamos até você ok? *Bip *Bip – Vai eu, o Erick, O Rodrigo e o Mesquita*Bip *Bip – Vamos nos separar, quem chegar primeiro na aldeia ganha uma ervinha daquela beleza? *Bip – Martinato rindo falava sério.— Pirou velho, a gente nem conhece esse lugar direito. –
Erick revoltado — Vai falar que ta com medinho –
Saucedo abria a porta — Caralho Saucedo, você tá em todo lugar! –
Fui sincero. — Imagine se eu não estivesse, não teria mais o ‘’ representante de sala’’ entre nós. –
Saucedo provocou Marti, que já foi pra cima dele. — Eu ia conseguir sai de lá tranquilo cara, foi o susto que levei. Não preciso de um babão que nem você para me ajudar. –
Ele dizia furioso sendo segurado por três.— Falo cara, terá próximas relaxa. Mas vamos logo com isso. Também to afim dessa erva. Quem achar primeiro ganha? Ou ta com medo? –
O mesmo abria os braços e fazia uma cara de fodão.— Podem me soltar. Fechou então babaca. To louco pra ganhar de você. — Ficou encarando. E pegou o Walkie Talkie.
*Bip – O Saucedo também está na brincadeira Alex. *Bip — Deu uma risadinha sarcástica — Eu também to. –
Um rapaz com traços indígenas entrava na porta, usando um casaco de couro e um pano na mão, parecia que ele tinha se machucado, seu nome era Everthon. Também integrante da sala de formandos. – vocês falam tão alto, que daqui a pouco meu pai que tá em São Paulo vai ouvir. Mas essa é moleza heim? – Ele ria.
— Beleza gente, já que a coisa ficou séria, vamos logo com isso. –
Já tava puto, e louco pra ganhar. – Cadê a Mary, Everthon? Vai deixar ela sozinha no chalé?
— Ela está no chalé das meninas, relaxa. –
Só falar nela, já deixava o durão de casaco de couro, mole.— Beleza pessoal. 3...2...1... VALENDO! –
Martinato gritou e já saiu correndo, todos foram em seguida cada um para um canto.* CHALÉ DAS MENINAS*— Oi gente. –
Mary tava com um pijama de ursinhos, cabelos preto amarrado e descalça.— Não gosto desse lugar, o Ever foi brincar de caça e me deixou sozinha. Vou ficar aqui um pouco. –
Se jogou na cama onde estava a Grasi com um suco na mão.
— Porra menina! Até aqui você é atrapalhada. Olha que você fez –
Tinha suco nos lençóis, na calça da Grasi, Julia e Gilabel e no chão. Grasi tava puta de raiva e saiu do chalé sozinha.— Calma Grasi, eu me sujei também. –
Gilabel saiu atrás — To toda suja também, vou atrás delas tentar achar uma solução. –
Julia dava uma risada tímida. * NO MEIO DA FLORESTA*— Cacete, cadê essa merda de delegacia que não chega nunca. Só falta eu estar perdido. Queria ficar sozinho é Alex? Conseguiu. –
Um barulho atrás dele surge, no meio das arvores.— Só falta ter um animal selvagem aqui. –
Alex olhava aos arredores e só via arvores, e muito mato. Começou andar mais rápido quando ouviu novamente o mesmo barulho, mas agora em outra arvore.— Quem ta ai? E um animal, ou só outro animal de São Paulo querendo me assustar? Saiba que aqui ta tranquilo, e é bom nem aparecer se não te meto a porrada. –
Alex tirou a mala das costas, pegando um facão que ele carregava no bolso— Ok Alex, vamos lá. Não deve estar muito longe. È só seguir o mapa, talvez depois desse matagal já seja a delegacia, quando eu chegar nessa merda vou exigir que me deixem de carro nessa Aldeia ai... Eu espero muito que eu possa relaxar quando eu chegar. Porque raios eu fui aceitar vir pra esse lugar? Primeiro uma viagem de navio horrível, onde passei mal os três dias, e agora essa! Já peguei três DPS na faculdade, minha vida ta uma bagunça e eu não acho a merda de um RUMO na minha vida. –
Alex começou a se revoltar sozinho, e começou a cortar as plantas que apareciam na frente dele— Aaaaaaaaaah, cadê essa merda – Começou a cortar mais rápido. – Vida de merda, lugar de merda! Eu odeio to... –
Uma armadilha plantada no meio dos matos onde Alex pisava foi ativa, era uma armadilha pra matar coelho, aqueles ferros que prende e que não sai mais, pegou com tudo o pé do Alex que na mesma hora quebrou todos os ossos, caindo e se remoendo de dor, em volta dele estava cheio de mato— Meu Deus do Céu! Aaaaaaaah! Que dor! Socorro!!! Puta que pariu! Alguém me ajuda por favor!! Acho que perdi meu pé! SOCORRO! SOCORRO!! SO...
— xiiiu. Calma –
Um sussurro surgiu atrás de uma das arvores — Ta tudo bem agora, Alex.
— Ufa, que sorte que você me achou. Me ajuda por favor, ta doendo muito! –
Alex tava desesperado— Sim. Eu te achei. – A pessoa ia lentamente caminhando até o Alex assoviando. – Eu confesso que fiquei na duvida se você seria o primeiro ou não. Todos nós sabemos que é um Tolo... – A pessoa pegava sua mascara e colocava no rosto.
— Pelo Amor de Deus filha da puta, sem gracinha agora caralho!! –
Não conseguia nem falar de tanta dor, ele soluçava de tanto chorar.— ... Mas pensei que você seria um pouquinho mais forte e resistente, juro que não queria que você fosse a primeira peça. Queria uma batalha de verdade sabe? Mas não, você preferiu se isolar. – Do bolso esquerdo tirava um facão enorme com um pouco de sangue. – Ah... hahaha. Esse sangue e do Lyu, sabe? Ele morreu sabia? – Alex mudou sua expressão, e começou a se assustar. – Pois é, fui gente boa com ele e matei ele antes, ele não merecia sofrer como todos vão aqui nessa ilha, e olha que legal, você vai estreiar. – A pessoa começou assoviar novamente, chegando bem próximo de Alex, e ameaçou dar a facada. – Opaaa! – Ameaçou mais uma duas vezes. – HAHAHAHAHA. Ta se cagando todo o cara que tem milhares de tatuagens. – Chegou mais perto dele e desativou a armadilha. Vai, é agora heim. Corre! É agora!
— Como você pode ter enganado todo mundo esse tempo todo? Psicopata! –
Alex tentou levantar mas tava muito danificado metade da perna dele.
— Eu odeio cada um de vocês. Nunca gostei de ninguém. E Nunca vou gostar. –
Chutou Alex na cara, o mesmo caiu de cabeça no chão e ficou zonzo.— CORRE! REAJA PORRA! –
Imendou com mais dois chutes nas costelas.— Seu lixo! –
gospiu na cara do Alex e foi até a arvore pegar um galho.— Soacor soo... --
Alex engasgava no seu sangue já, já tinha perdido muito sangue na perna, e com o chute no rosto e nas costelas, ficou completamente atordoado. Tentava se arrastar pela grama, mas era praticamente inútil. — Isso, reaja! --
A pessoa voltava com um galho enorme na mão, onde tinha duas luvas pretas, segurando com a outra sua faca. – Se você sempre foi Ateu, essa é a hora de começar acreditar em alguma coisa, Você vai morrer de uma forma horrível. – Segurou o galho mais firme, e enfiou no anus de Alex, que deu um grito. – HAHAHAHAHA. Isso!!! Grita menininha!! E bom né. – Imendou mais duas vezes, e jogou o galho nos matos. Alex puxava todos os matos que estavam no chão, com uma dor imensa. – Calma que a pior parte ainda nem chegou. – Pegava um litrão de álcool e ia jogando em volta de Alex.
— Me mata log. Me ma.. –
Alex não tinha mais reação — Ainda não! Fica chato assim – Continuava a jogar o álcool. – Começou a mexer no bolso do Alex e achou seu maço de cigarro. – Sabia!! – Ascendeu o cigarro, cheio de álcool em volta. – Calmamente pegou a mala de Alex e tirou todas as roupas que tinha la e deixou junto ao alço em circulo. Hum... – A pessoa sentou na mala dele e ficou olhando aquela imagem. Alex em volta de varias roupas cheio de álcool. No meio do matagal. – Que cena maravilhosa! HAHAHAHAHA. – Ele gargalhava.
— S.. – Alex lutava pra conseguir mexer seu braço, que chega ate seu bolso, onde está guardado seu Walkie Talkie. – A pessoa viu ele pegando, e levantou da mala. – E agora... – Pegou sua faca, e esfaqueou a outra perna dele. – Alex desesperado apertou o botão do aparelho, no momento em que o suspeito pegou o isqueiro e pois fogo nas roupas ao redor de Alex, que ficou no meio das chamas. A Pessoa foi se afastando e rindo muito. O fogo ia ficando cada vez mais alto, ainda não tinha pego o Alex, que se sufocava com a fumaça. Então apertou o botão. E Chorando falou:
*Bip — E as vezes bate uma saudade de alguns momentos que me fizeram muito feliz.*Bip *Bip — E as vezes bate uma saudade de alguns momentos que me fizeram muito feliz. *Bip *Bip — E as vezes bate uma saudade de alguns momentos que me fizeram muito feliz.*Bip *Bip — E as vezes bate uma saudade de alguns momentos que me fizeram muito feliz.*Bip O fogo se alastrou no corpo de Alex, o queimando vivo, junto com muitas plantas ao redor, causando um pequeno incêndio no local.
— Menos um. – A pessoa sumia pelas arvores.
Notas finais
Salve-se quem poder.
Fale com o autor