Notas iniciais
Taylor Gosling: Ator americano, mais conhecido por interpretar Jacob Black nos filmes da série literária Crepúsculo. Ele também protagonizou os filmes As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl em 3-D, Sem Saída, Tracers e Run The Tide.

Allison Garman: Relações públicas, publicitária de Taylor Lautner.

Van Gus Saint: Cineasta e roteirista norte-americano formado pelo Rhode Island School of Design. É o produtor do filme Tracers, protagonizado por Taylor Lautner e Marie Avgeropoulos.

Octavia Blake: Atriz canadense que ninguém conhecia até fazer um namoro publicitário com Taylor Lautner e atuar com ele no Filme Tracers. Marie também é conhecida por protagonizar a série de ficção científica The 100.

Patrick Jane: Trabalha como consultor na CBI. Apesar de um pouco excêntrico, é muito inteligente e perspicaz e ajuda a resolver o caso que está sendo investigado com suas habilidades de dedução e observação.

Teresa Lisbon: Chefe da equipe da CBI. Ela segue a lei fielmente, e, embora Jane, às vezes a irrite com o seu comportamento anormal, ela a vê como um membro valioso para a equipe e vai apoiá-lo em algumas de suas teorias mais inusitadas.

Kimball Cho: Um agente sério, rápido e imparcial que nunca deixou um suspeito fugir. Cho tem um senso de humor seco. Provavelmente o mais prático e realista do grupo.

Grace Van Pelt: A mais nova membro da CBI, embora esconda, tem uma grande simpatia por Taylor Lautner, e parece um pouco mais interessada em provar sua inocência. Van Pelt sabe que seu colega de trabalho Rigsby, é apaixonado por ela, mas reluta qualquer aproximação devido à regulamentação que proíbe relações amorosas entre os agentes da mesma equipe. Van Pelt costuma fazer importantes pesquisas no sistema e na internet em busca de informações cruciais nas investigações.

Wayne Rigsby: Especialista em incêndios criminosos, ele desenvolve fortes sentimentos por Grace Van Pelt e tende a ser superprotetor com ela. Ele é um bom amigo de Jane, no entanto, como os outros, muitas vezes é aborrecido por ele.

J.J. LaRoche: Agente Especial (Supervisor) - É o chefe de Assuntos Internos da CBI, é responsável pela Unidade de Padrões Profissionais da CBI.

Red John: Antagonista invisível da fanfic. Ele sempre se certifica de que sua marca registrada, o rosto sorridente desenhado com o sangue da vítima, seja a primeira coisa que se veja diante de uma vítima morta por ele.

“Se as portas da percepção fossem limpas, tudo apareceria ao homem como realmente é: infinito”. (William Blake).

Era uma noite de sábado, estava um pouco frio, mas, nada além do que o clima comum de Los Angeles costuma oferecer à noite. Muitos carros de luxos e celebridades chegavam a todo o momento ao Hotel Roosevelt¹ que estava enfeitado com muitas luzes dando aspecto mais luxuoso para a premiére de Tracers, a estreia mundial do novo filme de Taylor Gosling.

A noite contou com a presença do astro do filme: Taylor Gosling, suas ex-namoras Taylor Wife, Lily Colle, Selena Goez, o elenco completo do filme, o diretor Daniel Benmayor, o produtor do filme Van Gus Saint, os familiares, amigos e outros famosos que estavam apoiando o filme.

As barreiras estavam quase estourando de tantos fãs que superlotavam o local em busca de apenas uma foto com Taylor Gosling, fãs que estavam em êxtase pela estreia do filme e porque o produtor Van Gus Saint havia conseguido patrocínio para dar sequência ao filme Tracers que viria no ano seguinte.·.

Do lado de fora havia inúmeros paparazzi, e, no interior do hotel, repórteres e jornalistas aguardavam as conferências e entrevista que Taylor Gosling e Octavia Blake dariam após as fotos no red carpet, no painel de divulgação do filme.

A noite que marcaria o grande retorno de Taylor Gosling aos cinemas, após Crepúsculo não foi como esperado, e, além de ser palco do lançamento do filme, uma terrível tragédia aconteceu: a atriz Octavia Blake, que fazia o papel principal como para romântico de Taylor Gosling, estava morta.

A tragédia se espalhou instantaneamente porque as fotos de Octavia Blake jogada sobre o carro na frente do Hotel haviam sido capturadas por muitos que estavam ali.

Octavia e Taylor namoravam desde o início das gravações de Tracers e a notícia era de que Octavia Blake havia se suicidado ao saber que Taylor Gosling havia assumido ser gay ao se fotografar com um modelo na Abbey, uma famosa boate gay em Westwood.

O caso envolvia muitas celebridades que estavam presentes no Hotel. Alguns minutos depois, a CBI (California Bureau the Investigation), compareceu ao local para investigar se o caso era mesmo de suicídio.

A melhor equipe da CBI demorou menos de 20 minutos para chegar ao local, o primeiro a se aproximar de onde o corpo estava foi o agente Kimball Cho, um agente asiático muito atraente, dono de uma boa forma invejável e excelente performance ao correr e pegar os suspeitos que fogem ao serem abordados.

Cho é o agente mais linha dura e também o mais prático e realista da CBI: é muito fechado, ninguém nunca o viu sorrindo ou com namorada. Ele esteve no reformatório antes de servir nas forças armadas e na CBI, parece ter vergonha do seu passado por pertencer a uma gangue chamada Avon Park Playboys antes de ser um policial.

Cho olha o corpo de Octavia e observa o sapato caído longe do corpo, analisa o estado da roupa que usava, a posição e olha no relógio esperando pela chefe do departamento da CBI, a agente Teresa Lisbon, que estava a caminho.

Ao longe, Cho ouviu a voz de Lisbon, pedindo que as pessoas se afastassem, pois aquele espaço era agora uma área de crime. Lisbon se aproxima do corpo ensanguentado jogado sobre o carro e pede relatório das primeiras evidencias.

— Oi, chefe? A vítima é Octavia Blake, tem 27 anos e caiu de uma varanda do quarto 904. – Disse Cho.

— Oi, Cho. E então, ela se suicidou? – Lisbon indagou olhando para o corpo de Octavia.

— Não. Ela tem um hematoma no rosto e o vestido está rasgado, parece que houve sinais de luta antes de ser jogada. Acho que é um assassinato. – Cho disse apontando para as roupas e rosto de Octavia.

— Descubra o que ela fazia aqui. – Lisbon ordenou calmamente.

— Na verdade, eu já descobri. Ela faz parte do elenco do filme que estava sendo divulgado no Hotel. – Disse Cho com um longo suspiro.

— Qual foi a hora da morte?

— Várias testemunhas dizem que foi por volta de 20h, logo quando o evento ia começar.

— O que ela fazia lá em cima?

— Não sabemos. Ela foi reconhecida pelo diretor, Daniel Benmayor – Disse Cho olhando o bloco onde havia anotado o nome.

— Okay, Cho. Pobre Octavia, tragédia absoluta. – Disse Lisbon afastando-se do corpo para entrar no hotel.

Ao entrar no salão do Hotel, Lisbon avistou Daniel Benmayor se aproximando e, pelo sinal que Cho havia lhe dado, olhou-o cuidadosamente e então se aproximou.

— Senhor Benmayor?

— Sim, sou eu. E você? Quem é?

— Eu sou a agente Teresa Lisbon da CBI. Você ou mais alguém do elenco viu Octavia Blake cair?

— Não, eu não havia chegado ainda. – Respondeu.

— Alguém sabe o que ela fazia lá em cima?

— Sim, usávamos o quarto 904 como camarim, ela devia estar no salão de festas, devia entrar junto com Taylor Gosling.

— Muito obrigada. Vocês me ajudaram muito. Só peço que não entrem no quarto até terminarmos a investigação.

— Tudo bem, não entraremos. – Garantiu Benmayor saindo.

Lisbon olhou para o tanto de pessoas que havia no salão, era muito gente para interrogar, mas, antes que pensasse em reclamar com Cho que se aproximava, seu celular tocava, era Patrick Jane, o incomum consultor da CBI e o mais doce pesadelo de Lisbon.

— Alô? Jane, cadê você? Isso aqui está um caos! Precisamos de você para nos ajudar a resolver um crime.

— Eu chego logo, fique calma! Ela não vai fugir daí. – Brincou desligando e ao imaginar o semblante de Lisbon, deu um leve sorriso.

Lisbon chegou ao quarto que servia como vestiário comunitário a tempo de ouvir uma parte da conversa do diretor Benmayor com a chefe de relações públicas do Taylor, Allison Garman, que questionava se o homicídio não implicaria o patrocínio de Thompson, o empresário que financiaria o segundo filme que daria sequência a Tracers.

Jane havia acabado de chegar, mas como sempre observava o semblante de todos que ali estavam antes de dizer qualquer coisa, e ficou muito interessado em saber mais sobre o que estava em jogo naquela noite.

— Quem é Thompson? – Lisbon perguntou interessada.

— Thompson é nosso patrono, o principal investidor do segundo filme. – Allison respondeu.

— Jane, você chegou. Este é o diretor Daniel Benmayor e essa é Allison Garman, relações públicas do namorado da vítima, Taylor Gosling.

— Não precisa dizer. Eu já me atualizei no elevador. Você é o produtor, você é o diretor e você a relações públicas. – Disse Jane apontando para cada um que estava com Lisbon.

— É um prazer. – Disseram todos com um seguido aperto de mãos.

— Octavia Blake tinha algum problema com o elenco? – Perguntou Jane em tom persuasivo.

— Claro que não. O elenco de Tracers é uma família feliz. – Disse Sylvia.

— Isso é exatamente o que uma relações públicas diria. – Jane ironizou com um sorriso debochado.

— Eu só disse a verdade. – Allison respondeu nervosa.

— Não, não disse. Onde estava na hora que Octavia caiu, senhorita Allison?

— Eu estava indo para o salão principal para receber os convidados.

— Okay. E você? Onde estava? Por que escolheu Octavia Blake para o papel principal? – Jane perguntou ao diretor Daniel Benmayor.

— Ela veio do Canadá só para a audição e tinha experiência com Parkour. – Justificou Benmayor muito tranquilo.

— Octavia teve algum tipo de contato com os empregados do Hotel ou algo assim?

— Não, de forma alguma. Ela mal falou com o elenco. – Disse Benmayor.

— Então você concorda comigo? – Jane perguntou com um meio sorriso.

— Concordo com o quê?

— Concorda que o assassino é alguém do elenco. Algum palpite? – Jane perguntou olhando para Allison e o produtor, Van Gus Saint.

— Não. Não tenho palpites. – Benmayor respondeu.

— Tudo bem, obrigada. – Disse Jane aproximando-se da varanda da qual Octavia havia sido jogada.

— A lista de suspeitos é enorme! – Lisbon reclamou.

— Por que você é sempre tão pessimista? – Perguntou Jane acompanhando Lisbon em um passeio pelo Hotel para conversar com todos que estavam presentes ali.

— Cadê o ator principal? – Lisbon perguntou avistando o painel com o pôster do filme que estampava Taylor Gosling correndo com uma arma.

— Boa pergunta. – Jane concordou.

— Vamos para a central da CBI, Van Pelt deve ter informações sobre ele.

Grace Van Pelt é o mais novo membro da CBI e já atuava há 1 ano e meio quando sua unidade se envolveu neste caso, mas, ela sequer sabia que esse caso mudaria sua vida.

Com um jeito encantador, Van Pelt, que é muito atraente por seus cabelos ruivos compridos, pele branca e olhos cor de mel. Embora não demonstre vaidade, esconde uma beleza peculiar que roubou o coração do agente Wayne Rigsby, dono de um charme desajeitado e altura excessiva. Com 1,90m de altura, é o maior da equipe, porém, o mais brincalhão, um menino dentro de um gigante.

— O que está fazendo vendo essas entrevistas nesses sites de fofocas? – Van Pelt perguntou vendo Rigsby concentrado na tela do computador.

— A vítima era atriz, estou verificando se encontro alguma entrevista que revele algo sobre seu relacionamento com o ator principal. – Disse Rigsby clicando na foto.

— Taylor Gosling? – Van Pelt perguntou com certo espanto.

— Já viu algum filme dele? – Rigsby perguntou intrigado.

— Sim, praticamente todos. Ele é ótimo ator e uma pessoa muito dócil. Duvido que esteja envolvido. – Justificou Van Pelt deixando Rigsby mais intrigado ainda.

— É fã desse cara? – Perguntou curioso e enciumado.

— Acho que sim. Eu acompanho a carreira dele há algum tempo.

— Ele nem é tão bonito assim.

— Ele é lindo Rigsby, supere. – Disse Van Pelt afastando-se.

Não era segredo que Rigsby era apaixonado por Van Pelt, assim como também não era segredo que o romance entre os agentes é contra os regulamentos da agência CBI e, caso viesse acontecer, um dos dois seria transferido da equipe para outro departamento, principalmente em San Francisco, que desenvolve serviços que mais se adequam às habilidades de ambos.

Rigsby já estava na CBI há 5 anos e mantinha uma boa amizade com Cho e Jane, mas, costuma ser incomodado pelo passado do seu pai, que se envolveu no mundo do crime por pertencer à uma gangue de motociclistas o que o levou a desenvolver aversão à esse tipo de grupo.

Van Pelt é importante para equipe, assim como os outros membros da CBI, porém, se destaca quando o assunto são pesquisas no Sistema da Polícia desempenhando papel muito relevante nas investigações.

— Amor platônico, é? – Jane pergunta vendo Van Pelt admirar a foto de Taylor Gosling no computador.

— Não é nada disso! Ele é namorado da vítima segundo os tablóides. – Disse Van Pelt encarando Jane e Lisbon.

— Ótimo! Você, eu e Jane vamos até à casa dele depois de verificarmos onde ele esteve durante o crime. – Ordenou Lisbon.

— Okay. A mãe de Octavia está esperando por você na sala de interrogatórios. – Disse Van Pelt.

Lisbon se afasta para falar com a mãe de Octavia, mas, Jane permanece com Van Pelt que continua a busca na internet que Rigsby abandonou por ciúmes do Taylor.

Embora Van Pelt se esforçasse para fingir que o olhar crítico de Jane sobre ela não a incomodava, era tarde demais: ela já havia feito uma leitura mental e de seus sentimentos por Taylor Gosling.

Jane nada disse, mas, deduziu que os sentimentos de Van Pelt por Taylor estão relacionados à algum trauma emocional profundo, entretanto, evitou incomodá-la por estar um pouco mais tensa do que o costume. Era evidente que a possibilidade de Taylor ser um suspeito a incomodava.

Lisbon encontra Rigsby no caminho e pergunta por novidades.

— O que temos até agora? – Lisbon perguntou parando em sua mesa.

— A má notícia é que a porta estava destrancada e qualquer um do elenco teve acesso ao quarto do qual Octavia foi jogada. – Disse Rigsby.

— E a boa notícia? – Lisbon perguntou desanimada.

— A boa notícia é que temos muito material em vídeo e fotos para trabalhar. O elenco saiu para o salão de festas às 19h45min, mas, Octavia saiu às 19h52min.

— Isso é ótimo. Sabe se mais alguém estava ausente quando Octavia também estava, ou seja, quem não estava no salão de festas nesse espaço de tempo?

— Sim. Taylor Gosling, Daniel Benmayor, Allison Garman, Makena Lautner, e as atrizes Lauren Stokes, Selena Gomez, Taylor Swift e Lily Collins.

— Existe alguma ligação entre os principais suspeitos com Octavia?

— Sim, Taylor Gosling é namorado de Octavia, Makena Lautner é irmã dele e, portanto, cunhada da vítima. Todas as outras, Selena, Swift e Lily são ex-namoradas do Taylor. – Respondeu Rigsby.

— Uau! Isso é um verdadeiro parque dos horrores. – Disse Lisbon.

— Lauren Stokes também fazia parte do elenco interpretando a mãe de Taylor no filme. – Rigsby acrescentou.

— E quanto a Thompson? Algo sobre ele? – Lisbon perguntou interessada no investidor que financiaria Tracers 2.

— Não. Nada sobre o patrocinador, estou tentando entrar em contato, mas, fiz umas pesquisas e dizem que ele pode comprar o estado da Califórnia de tão rico que é. – Explicou Rigsby.

— Okay. Olhe as câmeras dos elevadores e descubra quem estava próximo do quarto 904. – Lisbon ordenou.

— Okay, chefe. Essas são as imagens do elevador.

— Esse cara saindo no corredor do quarto 904 não é Taylor Gosling? – Cho indagou vendo as imagens.

— Sim, o próprio. – Concordou Van Pelt.

— Acho que já temos nosso principal suspeito. – Disse Lisbon conclusiva.

Continua...

Notas finais
Essa fanfic é um presente e faz parte da minha linha de escrita #EspecialSériesQueAmo e espero trazer mais fanfics como essa. Minha idéia é unir Taylor Gosling a outros personagens que me ganharam nas séries que assisto. Espero que gostem de mistérios, violência e do charme Lautner em ação. Não deixem de comentar, essa fanfic está completa, escrevi ela primeiro antes de postar, então como está finalizada não irá entrar em hiatos, nem atrasar.