O massacre
1 Capítulo 1 o começo do terror
Em 1995, a época que chegava a Páscoa, era os dias oficiais de festas em Springpray. Uma menina do terceiro ano do colégio Estadual Walkpray, chamada Endira, estava planejando uma festa para comemorar seu aniversário, que por acaso, era no mesmo dia da Páscoa; ela também era a melhor amiga de Melanie, a garota mais cobiçada do colégio, sofria de inveja de suas próprias amigas, principalmente de Endira. Elas terminaram sua aula de Sociologia e saíram da sala de mãos dadas e foram direto para seus armários, ao chegarem lá:
Jason:- Oi, Melanie! — Jason diz, com um sorriso no rosto tímido. Jason era um menino com deficiência mental e era obcecado por Melanie. Negro e com seu físico forte demais, era zoado por todos no colégio. Apesar de todo o racismo e bullying que sofria, ele nunca deixou se abater por pessoas assim (que nomeava de 'imbecis') até o ano passado, quando a sua ''Deusa maior'' se irritou com ele e fez um escândalo no pátio da escola e os meninos do time de Futebol vieram socorrê-la, espancando-o. Desde então, Jason nunca mais chegou perto de Melanie. Até agora. Melanie olhou para Jason e revirou os olhos, dizendo:
Melanie:- Ah, é você. O que quer?
Jason:- Queria saber se você gostaria de ir comigo na festa da Endira, sua companhia seria um sonho para mim. — Ele responde com os olhos brilhando, ansioso pela resposta de Melanie.
Melanie:- Ai, Jason, adoraria ir com você, pena que não foi convidado. — Melanie responde com um sorriso irônico em seu rosto, gloriosa.
Jason:- Mas...
Melanie:- Esquece, garoto, tenho pena de você. Jamais irei querer algo com você e jamais venha falar comigo de novo. Pra mim você está morto, então, por favor, não estrague esse meu lindo sonho. Tchauzinho, aberração. — Ela começa a andar em gargalhadas, deixando Jason para trás. Ele, com a cabeça baixa e com os olhos cheios d'água, diz, cheio de determinação e com ar de ameaça em cada palavra:
Jason:- Isso não vai ficar assim. Eu juro.
Chegou a hora da festa de Endira, todos os amigos de Melanie e Endira estavam lá. Decidiram jogar um jogo da garrafa diferente, onde envolvia muitas bebidas e sacanagem. O primeiro a girar era Matias, um dos garotos do time de Futebol, namorado de Kiara, a líder de torcida mais gostosa de toda a área. A garrafa aponta para a Melanie, que faz cara de safada e sorri, Matias levanta uma sobrancelha e sorri no canto dos lábios, logo diz:
Matias:- Melanie, Melanie... verdade ou consequência? Melanie:- Consequência. — Ela responde, ainda sorrindo.
Matias:- Tire esse seu shortinho e tire essa calcinha também, vamos ver se é gostosa como tanto aparenta ser.
Kiara:- Matias! — Ela dá um tapa nele, ficando com a cara emburrada.
Matias:- Relaxa, amor. Melanie levanta em intenção de sensualizar, vai tirando o short devagar e quando tira, pisca para Matias, na hora da calcinha, Melanie faz um movimento como se estivesse se masturbando e geme baixo. Quando tira a calcinha, todos gritam, principalmente os homens, em um uníssono falam: ''Delícia!''. Melanie sorri e senta-se de pernas cruzadas, focando seus olhos em Matias, apenas.
Kiara:- Sua vez de girar, vadia. — Kiara diz, em um tom de deboche.
Melanie:- Calma, amor. Melanie gira a garrafa e cai em Kiara, ela solta uma gargalhada abafada e diz: Melanie:- Verdade ou consequência?
Kiara:- Consequência.
Melanie:- Hum... okay. Bom, Kiara, vá para o quarto de cima e fique 20 minutos trancada com Matias e quando o tempo acabar, quero que volte pelada. Kiara revira os olhos e pega a mão de Matias, puxando-o.
Kiara:- Vamos, amor. Eles sobem e vêem um corredor enorme, começam a andar e acham uma porta com uma placa escrita: ''Entrem e saboreiem sua morte''.
Matias:- Nossa, que original da Melanie.
Kiara:- É... Eles entram e dentro havia uma cama de casal bem arrumada e uma janela central, bem em cima da cabeceira da cama, um espelho do lado do guarda-roupa e apenas isso, que os surpreendem pela humildade do lugar.
Kiara:- Nossa, esperava mais.
Matias:- Ah, amor, dá para o gasto, pois afinal, só tem nós dois aqui. — Ele diz, se aproximando de Kiara, colocando suas mãos em sua cintura. Kiara rapidamente retira as mão de Matias e ''bufa'', com raiva. Ela diz:
Kiara:- Não encosta em mim.
Matias:- Por que? — Diz Matias estudando o rosto de Kiara. — Ah... vai me dizer que está com ciúmes? Kiara:- Só me deixa, Matias.
Matias:- Ai, amor, não faz isso comigo... você sabe o quanto eu te quero, ainda mais aqui... agora. — Ele diz mais uma vez se aproximando de Kiara, ela cede e eles se beijam, um beijo quente. Ele começa a passar a mão nos seios de Kiara, apalpando-os com rapidez, mas com delicadeza. O beijo começa a ficar cada vez mais intenso. Kiara pega suas mão e tira a bermuda de Matias, percebe que seu membro já está ereto e começa a fazer movimentos de baixo para cima, masturbando-o. Matias geme baixo. Matias a pega no colo e a coloca na cama, Kiara tira com urgência seu sutiã e ele vai em direção aos seus lábios, subindo em cima da mesma; o beijo estava intenso como nunca e eles param um pouco para recuperar o fôlego. Matias retira a saia de Kiara e sua calcinha, ele pega seus dedos e começa a cariciar seu clitóris, com movimentos circulares, ela geme e ele sorri, enfiando dois dedos em sua vagina com rapidez, ela geme em um quase grito, coberta de prazer e Matias pressiona o seu pênis em sua vagina, começa a metê-lo, movimentos rápidos e ás vezes lentos para beijá-la constitui o sexo. Eles escutam um barulho na porta, como se estivessem trancando, Kiara abre os olhos e diz:
Kiara:- Matias, o que foi isso? — Ela estava assustada, mas Matias não parava de enfiar o seu pênis nela, fazendo com que Kiara ignore o barulho e voltasse ao prazer. Ela olha para o espelho e nele está refletido um ser de manto preto e uma máscara de ski, Kiara se assusta e arranha as costas de Matias, fazendo com que ele gemesse.
Kiara:- Amor, eu vi algo no espelho. Tô com medo. — Ele para por um momento e olha para trás, no espelho estava apenas refletido a lua e a janela.
Matias:- Amor, relaxa, não é nada. Vem cá, vem. — Ele puxa o rosto de Kiara para si e começa a beijar seus lábios, ela retribui, apesar de ainda estar tensa. Eles param o beijo e Matias começa a meter novamente, mas dessa vez olha para o lado e a figura aparece do lado da cama, antes que pudessem gritar, o ser pega a faca e com calma, esfaqueia as costas de Matias, fazendo com que parte de seu pulmão aparecesse, ele agoniza pela boca e Kiara desesperada, grita e antes de continuar em um escândalo, o homem corta sua garganta, retirando sua cabeça do corpo. O ser dá uma gargalhada e se retira do quarto, com a cabeça de Kiara nas mãos. Meia hora se passou e todo já estavam completamente nús na brincadeira. Daya, amiga de Kiara, olhou seu relógio e viu que já passaram de 20 minutos faz tempo. Preocupada, ela fala com as pessoas que estão em volta:
Daya:- Gente, eles estão demorando muito. Já passou mais de 20 minutos faz tempo.
Melanie:- Ah, relaxa, garota. Você se preocupa demais. Eles devem estar em uma pura diversão lá em cima e você aí, se preocupando com nada. — Melanie diz a Daya com um sorriso malicioso e sua voz sem nenhuma preocupação. Daya revira os olhos e responde a Melanie:
Daya:- Egocêntrica.
Melanie:- Ora, sua... imbecil. Tento ajudar e é assim que me agradece? Me insultando? Poupe-me. Daya olha para Melanie com desprezo no olhar e decide ignorá-la, ela vai em direção as escadas, quando avista o corredor, vai entrando em quarto por quarto até achar um com uma placa ao contrário, ela decide ignorar. Ao abrir a porta, ela encontra Matias em cima de alguém, ela se assusta, ao chegar perto e encontra Matias e Kiara mortos. Ela dá um passo pra trás assustada e a única coisa que pensa em fazer é gritar por ajuda.
Daya:- Socorro! Alguém! Por favor! — Daya grita desesperada e lágrimas escorrem seu rosto. Todos da casa escutam e correm em direção da escada.
Endira:- Melanie, não vem? Melanie:- Não. Por que eu iria? Deve ser frescura daquela garota, como sempre. Endira revira os olhos e sobe as escadas. Alguma coisa dentro dela dizia que algo de muito ruim aconteceu. Quando ela chega no andar, todo mundo estava no terceiro quarto da casa, todos muito assustados e chorando. Ela, sem entender nada, vai em direção ao quarto.
Endira:- Meu Deus, o que aconteceu aqui? — Ela entra dentro do quarto e leva um susto enorme, fazendo-a ir para trás.
Daya:- Foi aquela vadia da Melanie, não percebe? Ela os matou! — Daya diz a Endira, agachada no chão com as mãos no rosto, chorando.
Endira:- Pelo amor, né, Daya, sei que está mal, mas não foi a Melanie, ela esteve o tempo todo com a gente lá embaixo. — Melanie chega ao local e afasta todos em volta. Ao olhar, ela revira os olhos e bebe o restante de vinho que tinha no copo de vidro.
Melanie:- Ai, que merda, gente. Poxa... bom, alguém trás a Vodka, pelo amor Deus. Rapidamente Daya levanta e empurra Melanie, com ódio no olhar e ao sentir seu rosto ferver, ela grita:
Daya:- Sua vadia, é sua culpa! — Ao terminar a frase, Daya vai em direção de Melanie novamente e a empurra, fazendo-a cair no chão. Socos no rosto e puxões de cabelo são trocados. Daya tira uma mexa de implante que continha na cabeça de Melanie. Endira e Tom tiram Daya de cima da Melanie:
Tom:- Tem que se acalmar, Daya. Não pode acusar alguém sem provas. — Tom a puxa e a leva para baixo. Melanie os segue.
Melanie:- Bom, já acabou, Daya? — Daya a ignora — Bom, pelo jeito sim. Gente, vamos para o lago. Todos comemoram e saem de dentro da casa.
Daya:- O quê?! Duas pessoas foram mortas, amigos seus, aliás e vocês vão para o lago, é serio isso? — Daya responde indignada.
Melanie:- Sim, não é problema meu. Vamos, Day, se não você será a próxima. Beijos. — Fala melanie á Daya. Ela caminha rebolando e gargalhando para fora da casa. Ela tranca a porta deixando Daya trancada dentro da casa. Daya nem percebe que a porta está trancada e senta no sofá, com o coração apertado. Ela vai para a cozinha usando apenas calcinha e sutiã, chegando lá, ela encontra o mesmo ser que matou Kiara e Matias.
Daya:- Ah! Que susto! Olha, Melanie, você não vai conseguir me assustar, então beijinhos, amor. — Ela diz a caminho para a sala. O ser pega Daya pelos cabelos e a joga em cima da pia, ela grita e cai no chão de dor, o ser enfia uma faca em sua coluna; ao tentar ir para a porta se rastejando desesperada, o assassino pega no cabelo dela e corta sua garganta, após isso, ele a joga no vidro da porta.
?:- Vadia burra. — O ser gargalha e sai do lugar pela porta dos fundos. Enquanto todos estavam no lago, a policia é acionada e todos correm, exceto Endira, Melanie e mais três amigos. Eles se vestem e vão para a porta, chegando lá eles não encontram a polícia e então entram. Endira avisa a todos que está com sede e vai em direção a cozinha e vê Daya esfaqueada no chão.
Endira:- Ah! Meu Deus! Socorro! Gente, a Daya está morta! — Grita Endira.
Melanie:- Meu Deus, todos estão morrendo, vamos embora! Todos viram e vão ate a porta. Endira abre a porta e leva uma facada no pescoço, todos gritam e correm para o lago.
Meghan:- Ai, meu Deus! Eu quero ir embora, não quero morrer, alguém tem que ligar para a polícia! — Meghan diz desesperada. Melanie entra na casa e pega o telefone fixo e liga para a polícia, ao terminar a ligação, ela escuta Meghan gritando. Ela sai correndo e chega na varanda, encontra Joana morta, a garota que Melanie mais odiava.
Melanie:- Ôh, glória! Ela sai da varanda e corre para o lago. Na beira do lance de madeira, encontra o tênis de Meghan com a perna decapitada dentro. Ela se assusta mas não se abala e segue um rastro de sangue, até que encontra Marlim e Meghan.
Melanie:- Meu Deus, o que aconteceu?
Meghan:- O Jason, Melanie! O Jason! — Ela diz, entre lágrimas — Ele cortou meu pé e matou a Joana, temos que sair daqui antes que... ah!!! — Fala Meghan, recebendo uma facada no meio do peito.
Melanie:- Ah! Corre, Marlim! — Eles correm e Melanie encontra Jason, agora sem máscara. Ao perceber que Melanie ia ser morta, Marlim parte para cima de Jason e acaba levando uma facada na testa, fazendo-o cair no lago com os olhos abertos.
Melanie:- Jason, para, por que você está fazendo isso? Você ficou louco? — Ela diz chorando desesperada.
Jason:- Sua vadia, é tudo sua culpa. Sempre fui louco por você e você me trata como lixo, ou melhor, tratava, pois no inferno não terá mais essa oportunidade. — Jason diz prestes a dar uma facada em Melanie, ela fecha os olhos, até que escuta um som de tiro e ao abrir os olhos, vê que Jason levou um tiro no meio da testa. Era a polícia.
Melanie:- Socorro, por favor, socorro! — Ela diz entre lágrimas com as mãos no rosto. A polícia leva Melanie a delegacia depois de ter certeza que ela estava sem nenhum arranhão se quer. Depois de um mês, é constatado que Melanie está tendo alucinações, ela vai a um hospício de outra cidade. Cinco meses depois ela sai. Melanie consegue refazer sua vida e três anos depois volta para a cidade de Springpray em 1998, com um novo nome, uma filha recém-nascida e seu marido Tony, que a deixa depois de dois anos, deixando-a criar sua filha sozinha.
Notas finais
obrigador, mais cápitulos em breves
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